Arquivo para a categoria ‘ Suspense ’


Resenha: O Cisne e o Chacal

A série Na Companhia de Assassinos foge um pouco da minha zona de conforto literária, é verdade, mas os dois primeiros livros (A Morte de Sarai O Retorno de Izabel) foram leituras empolgantes, que possuíam romance e sensualidade na dose certa e muito suspense e ação, o que realmente me interessava. A combinação era ótima e eu esperava que J. A. Redmerski continuasse mantendo a receita que parecia funcionar tão bem. Na verdade fiquei bem feliz quando li o aviso da autora no início de O Cisne e o Chacal, no qual ela diz que se você quer ler um romance, leia outro dos seus livros (como Entre o Agora e o Nunca), porque essa série não é sobre romance. “Oba!”, é o que eu penso. O aviso, porém, cabe direitinho quando o assunto são os dois primeiros livros. Quanto a esse, bem, ele é um romance sim, e infelizmente não é um romance bom.

o-cisne-e-o-chacal“Fredrik Gustavsson nunca considerou a possibilidade de se apaixonar certamente nenhuma mulher entenderia seu estilo de vida sombrio e sangrento. Até que encontra Seraphina, uma mulher tão perversa e sedenta de sangue quanto ele. Eles passam dois anos juntos, em uma relação obscura e cheia de luxúria. Então Seraphina desaparece. Seis anos depois, Fredrik ainda tenta descobrir onde está a mulher que virou seu mundo de cabeça para baixo. Quando está próximo de descobrir seu paradeiro, ele conhece Cassia, a única pessoa capaz de lhe dar a informação que tanto deseja. Mas Cassia está ferida após escapar de um incêndio, e não se lembra de nada. Fredrik não tem escolha a não ser manter a mulher por perto, porém, depois de um ano convivendo com seu jeito delicado e piedoso, ele se descobre em uma batalha interna entre o que sente por Seraphina e o que sente por Cassia. Porque ele sabe que, para manter o amor de uma, a outra deve morrer.” Fonte

Então você não é quem eu pensava que fosse.




Resenha: Vingança da Maré

Vingança da MaréDepois de trabalhar arduamente por muito tempo alternando um emprego como executiva de vendas durante o dia com o de dançarina de pole dance à noite , Genevieve finalmente conseguiu juntar dinheiro para realizar seu sonho: comprar e reformar um barco e mudar-se para Kent, bem longe da estressante vida em Londres que tanto a aborrece. Tudo parece enfim perfeito. Até que, na festa de inauguração do barco, enquanto amigos de sua velha vida parecem zombar do que agora lhe é tão caro, um corpo aparece boiando próximo ao ancoradouro, e Genevieve reconhece a vítima. Ao perceber seu santuário flutuante maculado, e convencida de que sua vida também está em risco, Genevieve se vê novamente envolvida com o perigoso submundo de corrupção, crimes e traição do qual pensava ter finalmente escapado. E está prestes a descobrir os problemas de misturar negócios e prazer. Fonte

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Resenha: Achados e Perdidos

Stephen King não para de escrever – e isso é ótimo. Seus livros mais recentes fazem parte da Trilogia Bill Hodges (sim, King tem um detetive agora!), que aliás ele já finalizou e o último livro lançou esse mês pela Suma de Letras (alguém me diz como o King consegue escrever tanto, gente! Espera, eu já sei, porque li Sobre a escritamas que ele é uma máquina, isso ele é!). Como estou um pouco atrasada nas leituras, só recentemente terminei de ler o segundo livro, Achados e Perdidos, e é dele que quero falar aqui. Com uma narrativa ágil, personagens incrivelmente reais e uma trama de tirar o fôlego, Stephen King conseguiu de novo escrever uma obra-prima, consagrando de vez sua série policial, que começou com Mr. Mercedes (resenha aqui).

Aviso: essa resenha pode ter alguns spoilers de Mr. Mercedes, primeiro livro da série.

achadosperdidos““— Acorde, gênio.”

Assim King começa a história de Morris Bellamy. O gênio é John Rothstein, um autor consagrado que há muito abandonou o mundo literário. Bellamy é seu maior fã e seu maior crítico. Inconformado com o fim que o autor deu a seu personagem favorito, ele invade a casa de Rothstein e rouba os cadernos com produções inéditas do escritor, antes de matá-lo. Morris esconde os cadernos pouco antes de ser preso por outro crime. Décadas depois, é Peter Saubers, um garoto de treze anos, quem encontra o tesouro enterrado. Quando Morris é solto da prisão, depois de trinta e cinco anos, toda a família Saubers fica em perigo. Cabe ao ex-detetive Bill Hodges e a seus ajudantes, Holly e Jerome, protegê-los de um assassino agora ainda mais perigoso e vingativo.” Fonte

Essa merda não quer dizer merda nenhuma.




Resenha: A Garota Perfeita

Fazia algum tempo que eu não lia algo da nossa parceria com a Planeta de Livros Brasil. Talvez porque fizesse também um bom tempo que a editora não lançasse livros de thriller e suspense, portanto, quando vi A Garota Perdida nos lançamentos desse mês, não tive dúvidas (bem, tive um pouquinho – há muitos lançamentos ótimos esse mês na editora!). Mas, como sempre, o suspense me fisgou. A Garota Perfeita não decepcionou; apesar de ser lento em alguns momentos, o livro consegue deixar o leitor suspenso em seus mistérios terríveis e tem um final dos mais surpreendentes que já li.

CAPA-A-Garota-Perfeita“Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida.
Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.
Quando a encontra, porém, a professora esté em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?” Fonte

E foi aí que tudo mudou.




A Cuca Recomenda: O Esplendor

Sabe quando você termina um livro e fica pensando “o que faço agora da minha vida que essa história acabou?”. O Esplendor é esse tipo de história. E que livro! Alexey Dodsworth coloca sua cabeça num liquidificador, liga e deixa você lá dentro e, mesmo assim, você agradece. Porque essa história é tão brilhante, tão criativa e tão rica, que é como se você fosse de verdade transportado a Aphriké e suas ideias se iluminassem com a luz de seis sóis. Mas, para abraçar a luz, é preciso compreender a escuridão. E é disso que essa ficção científica espetacular se trata.

oesplendor-capa-72“Aphriké é o nome de um planeta fadado à luz interminável. Um planeta considerado o único do universo, e habitado por uma raça telepática que desconhece o sono, o sonho e a privacidade. Convictos da eternidade de seu mundo, os aphrikeianos não desconfiam que tudo foi criado por R’av, um ser com poderes cósmicos e obcecado pela ideia de perfeição.
Mas mesmo um deus pode errar. Sobretudo se for um deus aprendiz e que desconhece o que realmente é.
Aprisionados a uma maldição alardeada por bárbaros liderados pela feroz Lah-Ura, os aphrikeianos nem desconfiam que seu paraíso está prestes a ser arruinado. Até que nasce uma aberração: um menino capaz de dormir. Uma pessoa capaz de, através dos sonhos, entrar em contato com Outromundo, um planeta como Aphriké, mas iluminado por um único sol amarelo. Considerado deficiente, este menino precisará se unir à letal Lah-Ura para, juntos, revelarem a verdade oculta da criação de Aphriké. Uma verdade que a luz esconde, mas que a escuridão revelará.
‘O Esplendor’ é um romance imaginativo e envolvente de Alexey Dodsworth. Quando a luz oculta a verdade, só um mergulho aos sonhos pode iluminar o mundo que nunca se apaga.” Fonte

Nada é mais ameaçador que as possibilidades infinitas.

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