Arquivo para a categoria ‘ Tahereh Mafi ’


Promoção: Incendeia-me + Jackets

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Quem aqui quer ganhar um exemplar de Incendeia-me (resenha aqui), último livro da trilogia Estilhaça-me, de Tahereh Mafi e da Novo Conceito?! E além do livro, também serão sorteadas as jackets de Estilhaça-me e Liberta-me! ‘Bora participar? 🙂

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Resenha: Incendeia-me

Eu tenho um estranho relacionamento com a série Estilhaça-me. Eu a iniciei toda empolgada e tive uma enorme decepção; quase abandonei a série, mas então li Destrua-me, adorei e percebi que a série tinha sim potencial (potencial = Warner). Em Liberta-me, tive certeza que as coisas iriam melhorar. Em Fragmenta-me, voltei à estaca zero, com uma leitura péssima. Resumindo, é como eu disse ontem na resenha de Fragmenta-me: essa é uma série de altos e baixos (mais baixos). Mas agora que cheguei até aqui eu tinha que terminar, certo? E aí veio Incendeia-me… e ele foi uma ótima leitura até… até a metade do livro. Ele me divertiu, mas também me irritou; no final, parece que estou tão dividida quanto a própria Juliette.

Aviso: essa resenha tem spoilers dos demais livros. Se não os leu, volte nas resenhas dos anteriores e leia (ou não)!

UM DIA EU POSSO ROMPER
UM DIA EU POSSO R O M P E R
E ME LIBERTAR
NADA MAIS VAI SER IGUAL
“O destino do Ponto Ômega é desconhecido. Todas as pessoas com quem Juliette se importa podem estar mortas. Talvez a guerra tenha chegado ao fim antes mesmo de ter começado. Juliette foi a única que restou no caminho d O Restabelecimento. E sabe que, se ela sobreviver, O Restabelecimento não sobreviverá. Entretanto, para destruir O Restabelecimento e o homem que quase a matou, Juliette vai precisar da ajuda de alguém em quem nunca pensou que pudesse confiar: Warner. Enquanto eles lutam juntos para combater o inimigo, Juliette descobre que tudo que ela pensava saber sobre seu poder, sobre Warner e até mesmo Adam era uma mentira.” Fonte

Mas isso. Isso é algo que eu não consigo nem começar a compreender. Nunca parei para pensar que outra pessoa pudesse ter uma situação pior que a minha.




Resenha: Fragmenta-me (Estilhaça-me #2.5)

A série distópica de Tahereh Mafi, para mim, é uma série de altos e baixos (mais baixos que altos). Em Estilhaça-me, um livro que eu tinha grandes expectativas, a autora trouxe uma personagem excessivamente dramática e transformou uma distopia de potencial em nada mais um romance meloso e a história de um triângulo amoroso. No conto Destrua-me, narrado por Warner, a série deu um salto de qualidade em uma narrativa surpreendentemente madura e interessante – é, de longe, o ponto mais alto da série para mim. Em Liberta-me, segundo livro da série, a história melhorou consideravelmente, porém ele não chegou a ser tão bom quanto o conto de Warner. Agora, em Fragmenta-me, eu não tinha muitas expectativas, afinal, o narrador é o Adam. E ele se confirmou como um péssimo narrador e um personagem que eu já detestava e agora simplesmente odeio. E nada disso não ajudou para que minha leitura fosse agradável…

“Neste eletrizante conto da trilogia Estilhaça-me, descubra o que aconteceu com os rebeldes do Ponto Ômega após lutarem contra o Reestabelecimento. Fragmenta-me é contado do ponto de vista de Adam, respondendo as principais dúvidas dos leitores após grande final de Liberta-me. Enquanto o Ponto Ômega prepara para lançar um ataque-surpresa contra os soldados do Reestabelecimento a postos no Setor 45, o foco de Adam está bem longe do campo de batalha. Ele está se recuperando do rompimento com Juliette, apavorado pela vida do seu melhor amigo e preocupado como sempre com a segurança do seu irmão James. E justo quando Adam começa a pensar se aquela vida é mesmo para ele, o alarme soa. É hora de começar a guerra. No campo de batalha, é como se tudo estivesse a seu favor – mas derrubar Warner, que Adam descobriu recentemente ser seu meio-irmão, não é fácil. O Reestabelecimento não tolera rebeliões, e por isso fará qualquer coisa para massacrar a resistência… inclusive matar a todos que são importantes para Adam. Fragmenta-me prepara o leitor para as emoções de Incendeia-me, o explosivo final da série distópica de Tahereh Mafi.” Fonte

É como se o medo tivesse se transformado em mim; ele veste meu corpo como um terno velho.




Promoção: Estilhaça-me + Liberta-me

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Quem quer mais sorteio aqui no Por Essas Páginas levanta a mão!

Dessa vez são dois livros! Estilhaça-me e Liberta-me, os dois primeiros volumes da série distópica de Tahereh Mafi e da Novo Conceito! Alguém a fim de conhecer a história de Juliette, Adam e Warner? Essa é sua chance! Leiam as regras e participem! 

Adam ou Warner?




Resenha: Liberta-me

Quem leu minha resenha de Estilhaça-me, há algum tempo, sabe que eu definitivamente não gostei do primeiro livro da série de Tahereh Mafi. Porém, persistente, resolvi dar uma chance a ela e li o conto Destrua-me, disponibilizado gratuitamente pela Editora Novo Conceito, conto esse narrado pelo vilão, Warner. Foi uma ótima ideia dar essa chance, porque gostei muito do conto e, por isso, animei-me a ler o segundo volume da trilogia, Liberta-me. Posso adiantar para vocês: esse livro é muito melhor que o primeiro, porém ainda tem muito o que melhorar. Lembrando que, sendo o segundo volume de uma série, certamente teremos spoilers do livro anterior nessa resenha.

LIBERTAME“Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante.” Fonte

(A solidão) É uma companhia contante, enganchando a mão para puxá-lo para baixo enquanto você luta para ficar de pé.

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