Arquivo para a categoria ‘ Terror ’


Resenha: Piano Vermelho

O livro chegou para a Karen ler primeiro, mas ela estava viajando… o livro estava aqui… adorei Caixa de Pássaros… a sinopse me chamou a atenção… então resolvi ler também. E aí a Lucy deu a ideia de uma resenha dupla. Então, aí está. (Drika)

Pois é, eu (Karen) estava viajando quando o livro chegou, aí a Drika leu primeiro! Assim como ela, também adorei Caixa de Pássaros (resenha aqui) e fiquei completamente fascinada pela escrita de Josh Malerman (e consegui pegar autógrafo dele no livro lá na Bienal do Rio de 2015!). Enfim, eu estava ansiosa, eu estava curiosa e eu… me decepcionei muito lendo Piano Vermelho

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Resenha: A Hora do Lobisomem

Um livro do Stephen King tão curto que coube na minha caixa de correio. Pode isso, gente? Este é A Hora do Lobisomem, reedição da obra clássica do autor, em nova capa (dura!) e roupagem. Mas, além de ser uma edição linda de se ter na estante, o livro vale a pena?

Sim. E por quê? Porque mesmo quando não é a melhor obra de Stephen King, ele ainda consegue surpreender.

“UMA CRIATURA CHEGOU A TARKER’S MILLS. A HORA DELA É AGORA, O LUGAR DELA É AQUI

O primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora, a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’sMill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu,um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King,com as ilustrações originais de Bernie Wrightson.” Fonte

Ele sabe. Ele sabe quem é o lobisomem.




Resenha: O Bazar dos Sonhos Ruins

Stephen King é um escritor brilhante. Apesar de ser consagrado como um grande romancista – e  não tenho dúvida da qualidade de seus romances -, ele é, para mim, ainda melhor como contista. É nas histórias curtas que ele mostra um terror puro e visceral, condensado, verdadeiramente assombroso em cada palavra. As suas obras que me meteram mais medo e que lembro com arrepios até hoje foram contos, como “O bicho-papão”, “O Nevoeiro”, “Ex-Fumantes Ltda” e “1408”.

Por isso, quando vejo uma nova coletânea sua, já fico à flor da pele. Não foi diferente, é claro, com seu mais recente lançamento do gênero, que saiu pela Suma de Letras por aqui no Brasil como O Bazar dos Sonhos Ruins. Como na maioria das coletâneas do King, há contos bons e contos não tão bons, e ainda contos excelentes, excepcionais, que fazem o livro inteiro valer a pena.

bazar“Mestre das histórias curtas, o que Stephen King oferece neste livro é uma coleção generosa de contos – muitos deles inéditos no Brasil. E, antes de cada história, o autor faz pequenos comentários autobiográficos, revelando quando, onde, por que e como veio a escrever (ou reescrever) cada uma delas.
Temas eletrizantes interligam os contos; moralidade, vida após a morte, culpa, os erros que consertaríamos se pudéssemos voltar no tempo… Muitos deles são protagonizados por personagens no fim da vida, relembrando seus crimes e pecados. Outros falam de pessoas descobrindo superpoderes – como o colunista, em “Obituários”, que consegue matar pessoas ao escrever sobre suas mortes; ou o velho juiz em “A duna”, que ainda criança descobre uma pequena ilha onde nomes surgem misteriosamente na areia – nome de pessoas que logo morrem em acidentes bizarros.
Incríveis, sinistros e completamente envolventes, essas histórias formam uma das melhores obras do mestre do terror, um presente para seus Leitores Fiéis.” Fonte

Todas as coisas servem à Torre.




A Cuca Recomenda: Jantar Secreto

Raphael Montes é um dos escritores mais promissores da literatura brasileira atualmente. Cínico e sem medo de chocar, ele aborda temas espinhosos em suas obras. Li todas elas e posso dizer que gostei muito de (quase) todas, exceto, talvez O Vilarejo (resenha aqui), um livro no qual acredito que ele perdeu um pouco da sua essência, procurando fazer apenas um terror tradicional, o que não é seu forte. Não é isso que esse autor escreve. Para mim, ele faz suspense, do tipo que choca, perturba, incomoda. E em Jantar Secreto ele retoma essa essência com o mesmo efeito, ou talvez até mais assustador, de outras de suas obras como Suicidas Dias Perfeitos (resenha aqui).

jantar_secreto“Um grupo de jovens deixa uma pequena cidade no Paraná para viver no Rio de Janeiro. Eles alugam um apartamento em Copacabana e fazem o possível para pagar a faculdade e manter vivos seus sonhos de sucesso na capital fluminense. Mas o dinheiro está curto e o aluguel está vencido. Para sair do buraco e manter o apartamento, os amigos adotam uma estratégia heterodoxa: arrecadar fundos por meio de jantares secretos, divulgados pela internet para uma clientela exclusiva da elite carioca. No cardápio: carne humana. A partir daí, eles se envolvem numa espiral de crimes, descobrem uma rede de contrabando de corpos, matadouros clandestinos, grã-finos excêntricos e levam ao limite uma índole perversa que jamais imaginaram existir em cada um deles.” Fonte

Venha viver a experiência gastronômica mais exótica, única e saborosa da noite carioca! Att. Equipe Carne de Gaivota




Resenha: O Jogo do Anjo

No final do ano passado, a Suma de Letras anunciou que irá lançar aqui no Brasil O Labirinto dos Espíritos, o quarto livro da série Cemitério dos Livros Esquecidos. Como eu só tinha lido A Sombra do Vento até o momento (resenha apaixonada aqui), resolvi ler os outros dois, por ordem de publicação, portanto, O Jogo do Anjo. Escrito com a sensibilidade já conhecida de Carlos Ruiz Zafónesse livro traz uma nova história, dessa vez na Barcelona dos anos 20, mas também traz alguns personagens que já conhecemos e um mistério arrepiante.

Essa resenha pode conter algumas informações de A Sombra do Vento, mas que não considero spoilers.

LIVRO-O-Jogo-do-Anjo“Aos 28 anos, desiludido no amor e na vida profissional e gravemente doente, o escritor David vive sozinho num casarão em ruínas. É quando surge em sua vida Andreas Corelli, um estrangeiro que se diz editor de livros. Sua origem exata é um mistério, mas sua fala é suave e sedutora. Ele promete a David muito dinheiro e sua simples aparição parece devolver a saúde ao escritor. Contudo, o que ele pede em troca não é pouco. E o preço real dessa encomenda é o que David precisará descobrir.

Em O Jogo do Anjo, o catalão Carlos Ruiz Zafón explora novamente a Barcelona do início do século XX, cenário de seu grande êxito internacional A Sombra do Vento, que vendeu mais de 10 milhões de exemplares em todo o mundo. Lançado este ano na Espanha, O Jogo do Anjo já ultrapassou a marca de um milhão de exemplares vendidos.” Fonte

Um escritor nunca é uma pessoa de confiança.

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