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Resenha: O reino de Zália

Ficha técnica

Nome: O reino de Zália

Autor: Luiza Trigo

Páginas: 368

Editora: Seguinte

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Sinopse: No primeiro livro de fantasia de Luly Trigo, uma princesa se vê obrigada a assumir o governo do país em meio a revoltas populares, intrigas políticas, conflitos familiares e romances arrebatadores.

Por ser a segunda filha, a princesa Zália sempre esteve afastada dos conflitos da monarquia de Galdino, um arquipélago tropical. Desde pequena ela estuda em um colégio interno, onde conheceu seus três melhores amigos, e sonha em seguir sua paixão pela fotografia.
Tudo muda quando Victor, o príncipe herdeiro, sofre um atentado. Zália retorna ao palácio e, antes que possa superar a perda do irmão, precisa assumir o posto de regente e dar continuidade ao governo do pai. Porém, quanto mais se aproxima do povo, mais ela começa a questionar as decisões do rei e a dar ouvidos à Resistência, um grupo que lidera revoltas por todo o país. Para complicar a situação, Zália está com o coração dividido: ela ainda nutre sentimentos por um amor do passado, mas começa a se abrir para um novo romance.
Agora, comprometida com um cargo que nunca desejou, Zália terá de descobrir em quem pode confiar — e que tipo de rainha quer se tornar.

O livro O reino de Zália, da autora brasileira Luly Trigo, só vai ser lançado no mês que vem, porém recebemos uma prova do livro para lermos antes de todo mundo! Yaaay! :D Adoro conhecer autores brasileiros e tendo princesas fico ainda mais animada… E esse é um livro MUITO importante para o momento político em que nós estamos vivendo agora.

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Terça livre : Li e Assisti “Para todos os garotos que já amei”

Desde quando “Para todos os garotos que já amei” foi lançando na Netflix, esse é um assunto recorrente no meu twitter. As pessoas simplesmente ficaram encantadas com o filme e o meu lado que AMA comédias românticas ficou muito feliz com isso. Ainda mais levando em consideração que ele é para o público jovem adulto! O mundo precisa de mais filmes fofos e eu estou amando que a Netflix está dando valor para essa área. Como o filme é baseado no livro com o mesmo nome da autora Jenny Han, estou abrindo então uma nova coluna aqui no PEP que é a “Li e assisti” onde nós vamos comentar um pouco sobre esse mundo bem controverso das adaptações de livros a filmes.

Em “Para todos os garotos que já amei”, Lara Jean havia escrito cartas para todos os garotos que ela já havia gostado até aquele dia – 5 no total. Ela utilizou essa carta como uma forma de colocar os seus sentimentos para fora, algo como se fosse um desabafo. Ela não pretendia que ninguém lesse as suas confissões, até que um dia essas cartas somem e são misteriosamente enviadas para os seus remetentes. Se a situação não fosse complicada o bastante, um dos rapazes é o namorado da irmã mais velha dela…

Esse é um daqueles (poucos) casos em que a adaptação ficou bem fiel ao livro, considerando que o filme trabalha com um tempo menor para desenvolver os acontecimentos. Só tiveram dois casos em que eu não gostei da forma que foram adaptados. Um eu posso falar abertamente porque está na sinopse do livro: desde o início nós já sabemos quem enviou as cartas no filme. Apesar de não ser difícil de imaginar quem foi, eu acho que tinha abertura sim para colocar esse suspense no filme e isso ficaria até melhor do que no livro. E eu não entendo porque mudaram porque nós ficamos sabendo, mas a Lara Jean só descobre mesmo depois… O outro eu não posso comentar porque é spoiler, porém tem uma acontecimento completamente impactante que no filme não foi dada a importância necessária. Esse era um dos grandes obstáculos entre o casal principal e ele deveria ser tratado dessa forma. Continue lendo…




Resenha: O Navio da Morte – Magnus Chase e os Deuses de Asgard III

Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparando Naglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses.
Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo? Fonte

Sabe quando você termina de ler um livro e fica em suspenso, sem saber o que pensar? Por isso demorei para fazer essa resenha.

Essa resenha pode conter spoilers dos livros anteriores, mas apenas o que é mencionado na sinopse. Continue lendo…




Resenha: Dias de despedida

“Cadê vocês? Me respondam.”
Essa foi a última mensagem que Carver mandou para seus melhores amigos, Mars, Eli e Blake. Logo em seguida os três sofreram um acidente de carro fatal. Agora, o garoto não consegue parar de se culpar pelo que aconteceu e, para piorar, um juiz poderoso está empenhado em abrir uma investigação criminal contra ele.
Mas Carver tem alguns aliados: a namorada de Eli, sua única amiga na escola; o dr. Mendez, seu terapeuta; e a avó de Blake, que pede a sua ajuda para organizar um “dia de despedida” para compartilharem lembranças do neto.
Quando as outras famílias decidem que também querem um dia de despedida, Carver não tem certeza de suas intenções. Será que eles serão capazes de ficar em paz com suas perdas? Ou esses dias de despedida só vão deixar Carver mais perto de um colapso — ou, pior, da prisão?”

Dias de despedida é um livro que todo mundo deveria ler. Mas ele não deve ser lido quando a pessoa quer algo leve ou para se divertir. Não, Dias de despedida é para aqueles momentos em que o leitor quer algo que o faça refletir (e muito) sobre as relações humanas.

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Resenha: O beijo traiçoeiro

“Com sua língua afiada e seu temperamento rebelde, Sage Fowler está longe de ser considerada uma dama — e não dá a mínima para isso. Depois de ser julgada inapta para o casamento, Sage acaba se tornando aprendiz de casamenteira e logo recebe uma tarefa importante: acompanhar a comitiva de jovens damas da nobreza a caminho do Concordium, um evento na capital do reino, onde uniões entre grandes famílias são firmadas. Para formar bons pares, Sage anota em um livro tudo o que consegue descobrir sobre as garotas e seus pretendentes — inclusive os oficiais de alta patente encarregados de proteger o grupo durante essa longa jornada. Conforme a escolta militar percebe uma conspiração se formando, Sage é recrutada por um belo soldado para conseguir informações. Quanto mais descobre em sua espionagem, mais ela se envolve numa teia de disfarces, intrigas e identidades secretas. E, com o destino do reino em jogo, a última coisa que esperava era viver um romance de tirar o fôlego.”

Logo quando eu fiquei sabendo sobre “O beijo traiçoeiro”, eu fiquei muito curiosa. Jane Austen com espionagem? Oh, isso muito me interessa! Só que, infelizmente, o livro não correspondeu a todas as minhas expectativas, principalmente quanto ao enredo…

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