Arquivo para a categoria ‘ YA ’


Resenha: Céu sem estrelas

Ficha técnica:

Nome: Céu sem estrelas

Autor: Iris Figueiredo

Páginas: 304

Editora: Seguinte

Compre aqui

Sinopse: Um romance sensível e envolvente sobre autoestima, família e saúde mental.
Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.

Eu fiquei bastante na dúvida se leria “Céu sem estrelas” tanto é que eu nem fiz o pedido no mês do lançamento. Eu gostei bastante da sinopse mas o meu receio foi que eu já tinha tentado ler o primeiro livro da Iris Figueiredo porém não consegui sair dos primeiros capítulos. Porém, com tantas resenhas positivas eu me perguntei “Por que não?” e tenho que dizer: não me arrependo nem um pouco de ter o lido, porque esse livro foi uma ótima surpresa.

Continue lendo…




Resenha: Com amor, Simon

Com Amor, SimonFicha técnica:

Nome: Com amor, Simon

Autor: Becky Albertalli

Tradutor: Winarski Regiane

Páginas: 272

Editora: Intrínseca

Compre aqui

Sinopse: Encantadora história de amor que questiona os padrões sociais chega aos cinemas em 22 de Março com nova capa e novo título, a apaixonante história de Simon que conquistou milhares de leitores com uma trama que trata com naturalidade e bom humor a afirmação e os dilemas de um adolescente gay.
Agora, a adaptação do romance chega às telas de cinema com Nick Robinson, de Jurassic World, no papel de Simon, e Katherine Langford, protagonista de 13 Reasons Why.

Simon Spier tem dezesseis anos e é gay, mas não conversa sobre isso com ninguém. Ele não vê problemas em sua orientação sexual, mas rejeita a ideia de ter que ficar dando explicação para as pessoas – afinal, por que só os gays têm que se apresentar ao mundo? Enquanto troca e-mails com um garoto misterioso que se identifica como Blue, Simon vai ter que enfrentar, além de suas dúvidas e inseguranças, uma chantagem inesperada. Fonte

Continue lendo…




Resenha: O reino de Zália

Ficha técnica

Nome: O reino de Zália

Autor: Luiza Trigo

Páginas: 368

Editora: Seguinte

Compre aqui

Sinopse: No primeiro livro de fantasia de Luly Trigo, uma princesa se vê obrigada a assumir o governo do país em meio a revoltas populares, intrigas políticas, conflitos familiares e romances arrebatadores.

Por ser a segunda filha, a princesa Zália sempre esteve afastada dos conflitos da monarquia de Galdino, um arquipélago tropical. Desde pequena ela estuda em um colégio interno, onde conheceu seus três melhores amigos, e sonha em seguir sua paixão pela fotografia.
Tudo muda quando Victor, o príncipe herdeiro, sofre um atentado. Zália retorna ao palácio e, antes que possa superar a perda do irmão, precisa assumir o posto de regente e dar continuidade ao governo do pai. Porém, quanto mais se aproxima do povo, mais ela começa a questionar as decisões do rei e a dar ouvidos à Resistência, um grupo que lidera revoltas por todo o país. Para complicar a situação, Zália está com o coração dividido: ela ainda nutre sentimentos por um amor do passado, mas começa a se abrir para um novo romance.
Agora, comprometida com um cargo que nunca desejou, Zália terá de descobrir em quem pode confiar — e que tipo de rainha quer se tornar.

O livro O reino de Zália, da autora brasileira Luly Trigo, só vai ser lançado no mês que vem, porém recebemos uma prova do livro para lermos antes de todo mundo! Yaaay! :D Adoro conhecer autores brasileiros e tendo princesas fico ainda mais animada… E esse é um livro MUITO importante para o momento político em que nós estamos vivendo agora.

Continue lendo…




Terça livre : Li e Assisti “Para todos os garotos que já amei”

Desde quando “Para todos os garotos que já amei” foi lançando na Netflix, esse é um assunto recorrente no meu twitter. As pessoas simplesmente ficaram encantadas com o filme e o meu lado que AMA comédias românticas ficou muito feliz com isso. Ainda mais levando em consideração que ele é para o público jovem adulto! O mundo precisa de mais filmes fofos e eu estou amando que a Netflix está dando valor para essa área. Como o filme é baseado no livro com o mesmo nome da autora Jenny Han, estou abrindo então uma nova coluna aqui no PEP que é a “Li e assisti” onde nós vamos comentar um pouco sobre esse mundo bem controverso das adaptações de livros a filmes.

Em “Para todos os garotos que já amei”, Lara Jean havia escrito cartas para todos os garotos que ela já havia gostado até aquele dia – 5 no total. Ela utilizou essa carta como uma forma de colocar os seus sentimentos para fora, algo como se fosse um desabafo. Ela não pretendia que ninguém lesse as suas confissões, até que um dia essas cartas somem e são misteriosamente enviadas para os seus remetentes. Se a situação não fosse complicada o bastante, um dos rapazes é o namorado da irmã mais velha dela…

Esse é um daqueles (poucos) casos em que a adaptação ficou bem fiel ao livro, considerando que o filme trabalha com um tempo menor para desenvolver os acontecimentos. Só tiveram dois casos em que eu não gostei da forma que foram adaptados. Um eu posso falar abertamente porque está na sinopse do livro: desde o início nós já sabemos quem enviou as cartas no filme. Apesar de não ser difícil de imaginar quem foi, eu acho que tinha abertura sim para colocar esse suspense no filme e isso ficaria até melhor do que no livro. E eu não entendo porque mudaram porque nós ficamos sabendo, mas a Lara Jean só descobre mesmo depois… O outro eu não posso comentar porque é spoiler, porém tem uma acontecimento completamente impactante que no filme não foi dada a importância necessária. Esse era um dos grandes obstáculos entre o casal principal e ele deveria ser tratado dessa forma. Continue lendo…




Resenha: O Navio da Morte – Magnus Chase e os Deuses de Asgard III

Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparando Naglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses.
Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo? Fonte

Sabe quando você termina de ler um livro e fica em suspenso, sem saber o que pensar? Por isso demorei para fazer essa resenha.

Essa resenha pode conter spoilers dos livros anteriores, mas apenas o que é mencionado na sinopse. Continue lendo…

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...