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Resenha: Todas as coisas belas

Você é livre para ser quem quiser — mesmo que isso tenha um preço.

Aos 18 anos, Nanette O’Hare é a típica boa garota. No fundo, porém, ela nunca se sentiu realmente parte do grupo, sufocando em um permanente desconforto com diversas atitudes das amigas e com os padrões sociais. Mas tudo muda quando, no último ano do colégio, ela ganha um livro de seu professor preferido, o clássico cult O Ceifador de Chicletes, e fica fascinada com a mensagem de que ela pode ser de fato quem é. Nanette se torna amiga do recluso autor e se apaixona por Alex, um jovem poeta que também é fã do livro. Encantada com esse novo mundo que se abre, ela se permite, pela primeira vez, tomar as próprias decisões. No entanto, aos poucos Nanette percebe que a liberdade pode ser um desejo arriscado e começa a se perguntar se a rebeldia não cobra um preço alto demais.

Todas as coisas belas é um livro do Matthew Quick – sim, do mesmo autor de “O lado bom da vida”. Eu gostei bastante desse livro e confesso que fiquei curiosa em ler algo dele com personagens mais novos. Eu odeio comparações entre autores (porque eu acredito que cada um é único), mas não tem como não dizer que esse livro tem um “feeling” bem John Green. Claro que ele tem características bem próprias do Matthew, mas se você está na dúvida do que esperar do livro, eu acho que essa é a melhor definição.

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Resenha: A Corrida de Escorpião

Eu achei que no blog tivesse a resenha desse livro, mas não achei. Como eu li há pouco tempo, resolvi deixar as minhas impressões.

A Corrida de EscorpiãoNa pequena ilha de Thisby, poucos cavaleiros são bravos o suficiente para competir na corrida de escorpião que acontece a cada novembro. Pela primeira vez uma mulher, a jovem Puck Connolly, vai competir. Ela tem dois irmãos e ficou órfã depois que os pais foram devorados pelos cavalos assassinos. Por isso, ela está determinada não só a competir como ganhar a corrida. Para isso, Puck terá que enfrentar outro jovem corajoso e encantador. Sean Kendrick também perdeu o pai, atropelado pelas sanguinárias criaturas.

Apesar de terríveis, os cavalos do mar são uma grande atração turística. O turismo é a principal fonte de renda dos habitantes de Thisby. A ilha é um lugar fascinante e, ao mesmo tempo que atrai, também amedronta. A descrição que Maggie faz dos desfiladeiros do local é carregada de poesia. Com a narrativa alternando entre o ponto de vista de Sean e de Puck, a autora criou uma trama envolvente, classificada por críticos do New York Times e do Los Angeles Times como inovadora.

Em A corrida de escorpião, Maggie Stiefvater nos leva até o limite, em que o amor e a vida encontram seus maiores obstáculos e apenas os fortes de coração podem sobreviver. Uma leitura inesquecível.

A obra teve os direitos vendidos para o cinema e recebeu críticas excelentes, sendo eleito um dos melhores livros de 2011 pelos seguintes veículos especializados: New York Times, Publishers Weekly, School Library Journal, The Horn Book e Kirkus Reviews, além de ganhar o prêmio Michael L. Printz, concedido anualmente pela Associação Americana de Bibliotecas ao melhor livro juvenil. Fonte

Hoje é o primeiro dia de novembro, portanto alguém vai morrer.




Resenha: O Clube dos Oito

Peguei O Clube dos Oito para ler por dois motivos: era um YA e uma história bastante sombria.Flannery Culp tem uma história para contar“, diz na capa. “A história de como se tornou uma assassina.” Tenso, não? Pois é, assim eu esperava que fosse. Mas não foi bem assim que o livro se desenvolveu durante a leitura.

“Como um grupo de jovens estudantes bem-educados acabou se envolvendo num escândalo que chocou um país? Por que tantos especialistas em comportamento juvenil têm algo a dizer quando o assunto é o Clube dos Oito? Até quando inúmeras manchetes de jornal e programas de TV sensacionalistas vão explorar o caso nos mínimos detalhes? Para fazer com que a verdade venha à tona, Flannery Culp, a dita líder do Clube, decide tornar público o diário que manteve ao longo do seu desastroso último ano de ensino médio. Agora que está presa por cometer um assassinato, a garota tem tempo de editar o que escreveu e revisitar a rotina que levava ao lado de seus sete melhores amigos. A narrativa de Flan, permeada de professores da pior índole, um amor não correspondido, aulas complicadas e jantares pomposos, comprova que ela pode até ser uma adolescente criminosa — mas, pelo menos, é uma adolescente criminosa muito inteligente.” Fonte

Você está surpreso? Está mesmo? Como acha que eu me sinto?




Resenha: Sangue por Sangue

É oficial: virei fã da Ryan GraudinSangue por Sangue, o segundo volume de uma duologia que começou com Lobo por Lobo (leia a resenha) é o terceiro livro que li da autora e, se já não estava apaixonada (acho que eu estava), agora estou (mais). Com este segundo volume, que encerra a série, a autora mostrou mais uma vez sua habilidade em contar histórias fortes e profundas, às vezes até mesmo cruéis, mas com personagens reais e situações absolutamente críveis. Reimagine o mundo pós-Segunda Guerra Mundial, um mundo onde os nazistas ascenderam ao poder. É muito mais terrível do que você possa imaginar, e a autora nos conduz pela mão nesta distopia sangrenta que irá mexer profundamente com seus sentimentos.

Importante: há spoilers do primeiro volume da série, Lobo por Lobo.

“Para o Terceiro Reich, a Segunda Guerra Mundial pode ter acabado, mas para a resistência a luta está apenas começando. Yael é sobrevivente de um campo de extermínio e tem uma habilidade especial é uma metamorfa, capaz de mudar a aparência física e assumir a forma de qualquer pessoa. Ela também é uma garota em fuga o mundo acabou de vê-la atirar e matar Adolf Hitler. Yael é a inimiga número 1 da Germânia e de seus aliados, e vai precisar se infiltrar no território inimigo mais uma vez se não quiser pagar com o seu próprio sangue. Em meio a segredos sombrios acompanhados por verdades obscuras, apenas uma pergunta paira na mente de todos do grupo de Yael o quão longe você iria por aqueles que você ama.” Fonte

Yael já sabia que, quando ficasse cara a cara com o Führer, ia matá-lo. Era uma escolha com a qual conseguia viver.




Resenha + Sorteio: O Ceifador

Dia das Bruxas chegando, que tal o sorteio de um livro young adult, porém bastante sombrio? Então vem conhecer O Ceifador, de Neal Shusterman, publicado pela Editora Seguinte! Um livro que me prendeu do início do fim com sua trama sinistra e cheia de suspense, ação e reviravoltas!

Primeiro mandamento: matarás.

A humanidade venceu todas as barreiras: fome, doenças, guerras, miséria… Até mesmo a morte. Agora os ceifadores são os únicos que podem pôr fim a uma vida, impedindo que o crescimento populacional vá além do limite e a Terra deixe de comportar a população por toda a eternidade. Citra e Rowan são adolescentes escolhidos como aprendizes de ceifador – papel que nenhum dos dois quer desempenhar. Para receberem o anel e o manto da Ceifa, os adolescentes precisam dominar a arte da coleta, ou seja, precisam aprender a matar. Porém, se falharem em sua missão ou se a cumplicidade no treinamento se tornar algo mais, podem colocar a própria vida em risco.” Fonte

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