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Resenha: Poseidon

Poseidon“Além da beleza fora do comum, com seu cabelo quase branco e seus olhos cor de violeta, Emma chama a atenção por ser um pouco desajeitada. Ela não se sente muito à vontade em lugar nenhum… e não sabe que sua misteriosa origem é a fonte dessa sensação. Galen, príncipe dos Syrenas, vasculha a terra procurando uma garota especial, capaz de se comunicar com os peixes — e que poderá salvar seu reino. Quando ele se encontra com Emma, a conexão é imediata: embora não saiba, Emma parece ter o dom que Galen procura. Mas, então, por que ela não conseguiu salvar sua melhor amiga do ataque do tubarão? Cabe ao príncipe convencer a teimosa Emma a enfrentar sua real natureza e aceitar o desafio. E nada pode impedi-lo de alcançar seu objetivo.”

Logo quando eu fiquei sabendo sobre Poseidon, eu fiquei muito curiosa. Já li livros com vampiros, lobisomens, anjos, zumbis… Agora sereias? O único foi “A pequena sereia” quando eu era criança. É claro que eu sabia que esse livro faz parte de uma série (está escrito logo na capa!) mas quem está na chuva é para se molhar, certo? Mais uma, menos uma não vai fazer muito diferença (tudo bem que a minha lista está interminável, mas enfim).

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Resenha: Fazendo meu filme 2 – Fani na Terra da Rainha

Fazendo meu filme 2“Depois de conquistar milhares de leitores e leitoras, a nossa doce e querida Fani volta ainda mais divertida e encantadora. O segundo volume do livro Fazendo meu filme apresenta as aventuras de Estefânia Castelino Belluz na terra da rainha. Sim, na Inglaterra! Longe do grande amor, ela passa por momentos de alegria, dor, saudade, tristeza e, mais do que isso, pode conhecer melhor a si mesma. Sem deixar de lado suas amigas inseparáveis e sua família, ela consegue, no outro continente, viver momentos cheios de suspense, revelações, aventuras, descobertas e emoções fortíssimas! Feliz, triste, preocupada, ansiosa, temerosa, otimista, insegura, cheia de si, apaixonada, desiludida, seja como estiver, Fani mostra a cada página deste livro que não é mais aquela menina tão frágil que muitas vezes se escondia por trás de sua timidez.”

Atenção: Essa resenha contém spoilers do primeiro livro da série, Fazendo meu filme 1 – a estreia de Fani.

Vocês já devem ter lido a minha resenha muito animada do primeiro livro da série. Sim, eu amei a estreia da Fani e por isso fui correndo ler o segundo livro da série. Estava tão feliz que havia me esquecido da “Maldição do segundo livro”. Eu tenho sérios problemas com o segundo livro de uma série: é muito difícil eu realmente gostar dele (posso contar nos dedos quantas vezes isso aconteceu). Apesar da leitura ter sido muito divertida, eu senti que esse livro poderia ser melhor. Não foi nada que estragasse completamente a série – eu continuo adorando a escrita da Paula Pimenta. Mas nunca é bom ler um livro com muitas expectativas, e talvez esse tenha sido um dos problemas.

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Resenha: Névoa

Névoa me interessou pela bela capa e pela sinopse misteriosa. Recebemos um exemplar da Farol Literário e, apesar de ter demorado um pouco para iniciar a leitura, assim que comecei o livro terminei-o rapidamente. Li-o em questão de um dia e meio, praticamente. Mesmo assim, não foi uma boa leitura. Após ler Névoa, fiquei com a estranha sensação de que dentro do livro está aprisionada uma história com muito potencial, mas que foi prejudicada por uma escrita pouco habilidosa.

“Gwen, uma garota de 15 anos, marca sua festa de aniversário no meio da mata. Sua irmã Nell sabe dos perigos de fazer uma festa na floresta, mas Nell não consegue impedir a irmã. Gwen é levada pela névoa da floresta. Somente Nell sabe quem está por trás do sequestro de sua irmã – o garoto que ela imaginava ser seu amigo, o belo e misterioso Evan River. Evan não é um garoto comum – ele tem um segredo que fará com que Nell questione tudo o que ela sempre ouviu de sua avó: que as histórias sobre as meninas perdidas fossem apenas contos de fadas. Evan vive à margem do mundo de Nell, raramente vislumbrado, incompreendido e temido. Um confronto entre os dois mundos está prestes a começar.” Fonte

Deveríamos nos encontrar no meio. Então, quem sabe, seremos duas irmãs normais.




Resenha: Convergente

Divergente é uma série de livros que me causa sensações conflitantes. Enquanto Divergente foi bastante empolgante – com alguns problemas, é claro, mas ainda um bom livro, Insurgente foi lamentável e um verdadeiro desperdício de tempo. Porém, apesar dos meus problemas com a série – e principalmente com a relação Tris/Quatro – eu ainda estava curiosa por esse final. E, bem, não é todo dia que temos a oportunidade de finalizar uma série, certo? São tantas pipocando por aí e depois nada das continuações… Mas enfim, eu li Convergente. Sim, fiquei curiosa e adquiri-o assim que lançou porque eu queria saber o final. E qual foi minha reação? Em uma palavra? Bem, acredito que “POUTZ!” define meu sentimento – para não dizer o português claro que eu estava realmente pensando. Revelador e original, Convergente foi um ótimo final para uma série cheia de altos e baixos.

Lembrem-se: a resenha tem spoilers de Divergente e Insurgente. Estão avisados. Mas fiquem tranquilos, ela está livre de spoilers de Convergente.

“A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Portanto, diante da chance de explorar o mundo além dos limites que ela conhecia, Tris não hesita. Talvez, assim, ela e Tobias possam ter uma vida simples e nova juntos, livres de mentiras complicadas, lealdades suspeitas e memórias dolorosas. No entanto, a nova realidade de Tris torna-se ainda mais alarmante do que aquela deixada para trás. Antigas descobertas rapidamente perdem o sentido. Novas verdades explosivas transformam os corações daqueles que ela ama. Então, mais uma vez, Tris é obrigada a compreender as complexidades da natureza humana enquanto convergem sobre ela escolhas impossíveis que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.
Narrado sob uma emocionante perspectiva dupla, Convergente conclui de maneira poderosa a série que alcançou o primeiro lugar na lista de bestsellers do New York Times, na qual Veronica Roth revela os segredos do mundo distópico que cativou milhões de leitores com Divergente e Insurgente.” Fonte

Sinto-me como eu mesma, forte e fraca ao mesmo tempo, livre, pelo menos por um breve instante, para ser as duas coisas.




Resenha: Azul da cor do mar

Azul da cor do marACASO, DESTINO ou LOUCURA? No caso de Rafaela, pode ser tudo isso junto. Para alguém como ela, nada é impossível. Rafaela sonha desde a adolescência com o garoto que viu uma vez, perto do mar, carregando uma mochila xadrez… A idéia fixa não a impediu, porém, de ser uma menina alegre e muito decidida. Ela quer ser jornalista, e seu sonho está se concretizando: Rafaela Vilas Boas (um nome tão imponente para alguém tão desajeitado) conseguiu um estágio no melhor jornal de Minas Gerais. Mas, como estamos falando de Rafa, alguma coisa tinha que dar errado. O jornal é mesmo incrível, mas seu colega de trabalho, Bernardo, não é a pessoa mais simpática do Mundo. Em meio a reportagens arriscadas – e alguns tropeços -, Bernardo acaba percebendo, contra a sua vontade, que Rafaela leva jeito para a coisa… E que eles formam uma dupla de tirar o fôlego. Mas e a mochila? E o garoto, o envelope, as cartas? Um dia a estabanada Rafaela vai ter que se libertar dessa obsessão.

Bom, vocês já devem ter lido a minha resenha de Simplesmente Ana, da Marina Carvalho e por isso sabem que eu fiquei muito encantada com ele. Quando a Marina mostrou a capa e a sinopse do livro novo, eu quase saí pulando pela casa. Sabe quando você lê uma sinopse e sabe que vai gostar daquele livro? Foi exatamente assim que eu me senti. Sempre quando as meninas falavam sobre os lançamentos de fevereiro da Novo Conceito, eu só ficava repetindo em capslock: “MARINA CARVALHO MARINA CARVALHO MARINA CARVALHO”! Quando o livro chegou, eu o abracei e saí dançando pela casa. Sou maluca? Não sei. Mas juro que estou falando a verdade.

Azul da Cor do Mar é narrado pela Rafaela Vilas Boas, estudante de jornalismo, e que conseguiu um estágio simplesmente no melhor jornal de Minas Gerais. Tudo parecia um lindo sonho cor de rosa, até ela conhecer Bernardo, um dos jornalistas investigativos. Ele seria o seu supervisor do estágio e por isso ela teria que ser a sua sombra durante todos os momentos. Rafaela poderia aprender sobre todas as partes: desde o trabalho  na redação do jornal, fazendo anotações, até na rua, conseguindo a notícia. Mas desde quando Bernardo ficou  sabendo da informação, ele não foi uma pessoa muito simpática com ela (ou falando a verdade, ele chega a ser grosso). Mas Rafa não deixa nada barato e com isso os dois acabam batendo de frente… Inúmeras vezes.

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