Flipop 2019

No final de semana de 2 a 4 de agosto rolou a FLIPOP, o Festival da Cultura Pop focado em jovens leitores, organizado pela nossa parceira, a Editora Seguinte. O evento ocorreu no Centro Cultural São Paulo (CCSP), em São Paulo, a cinco minutos da Estação Vergueiro do Metrô. E no sábado, dia 3 de agosto, o Por Essas Páginas esteve lá para conferir e vamos contar tudo o que vimos para vocês!

O festival mudou de local esse ano, aliás. Em 2018 também estivemos lá, mas o evento rolou no Centro de Convenções Frei Caneca, num espaço um pouco menor. Agora, em 2019, o local era maior e a estrutura também, contando com muito mais editoras, agências e autores, dando uma cara mais de evento de literatura jovem do que de um evento de uma editora só. Mas a gente entende porque as edições anteriores tinham esse formato e eram menores, afinal, o evento tinha que começar de algum jeito! Agora que a FLIPOP está mais consolidada, a Editora Seguinte pôde ampliar o evento e arrasou mais uma vez na organização, trazendo um monte de debates importantíssimos e, por que não, muito divertidos!

Chegando lá no sábado, recebi meu kit de boas-vindas (uma sacolinha fofa recheada de marcadores!) e ainda consegui pegar o finalzinho da mesa Desvendando referências no YA: Intertextualidade, referências e retellings, com Felipe Castilho e Mayra Sigwalt e mediação de Beatriz Sanz, no Espaço Missão. O debate foi bem interessante e sempre é legal assistir o Felipe Castilho falando! Como não consegui pegar a mesa inteira, aproveitei para falar com autores que estavam por ali – principalmente a galera do podcast Curta Ficção que, aliás, é recomendadíssimo – e outros conhecidos do mercado literário. Aliás, a FLIPOP é uma delícia porque você conhece um monte de gente legal, reencontra os amigos e consegue parar e bater papo com a galera. Diferente de outros eventos, esse é mais para compartilhar e abraçar as pessoas!

Depois de comer alguma coisinha e falar com mais gente querida, tirei a clássica foto na cabine e assisti à mesa Escrever é profissão?, com Aline Valek, Luisa Geisler e Socorro Acioli, além da mediação da super Jana Bianchi. O debate foi incrível, pena que nessa hora tinha muita gente ao redor e o local era bem aberto, então o som se dispersava fácil. Foi difícil ouvir as falas das meninas em grande parte do tempo. Da próxima vez, seria melhor colocar mais caixas de som, inclusive nos fundos do ambiente, para todos poderem ouvir, fica aí a sugestão, Editora Seguinte!

Além das salas destinadas às mesas, havia também um bom espaço para exposição de agências, editoras e autores, além é claro das mesas de autógrafos concorridíssimas. É lindo ver a literatura jovem brasileira tão valorizada e o mercado crescendo a olhos vistos. Na mesa Romances de época (que eu vi só um pedacinho porque não sou muito ligada em romances), mediada pela maravilhosa Larissa Siriani e com a participação das autoras Babi A. Sette, Carina Rissi e Paola Aleksandra, foi lindo ver uma legião de leitoras e leitores gritando de emoção ao ver as autoras no palco e transbordando carinho.

A última mesa que vi foi Representação do jovem na mídia, com a presença de Luly Trigo, Matheus Souza e Thalita Rebouças e mediação de Keka Reis, na Sala Adoniran Barbosa. O espaço, também apelidado de “aquário”, é maravilhoso; o som era muito melhor que no Espaço Missão, além do clima sóbrio, com menos luzes na plateia e toda a atenção focada nos palestrantes. A mediadora fez perguntas precisas e eu fiquei morrendo de vontade de ler Cinco Júlias, do Matheus Souza, obra que passeia por várias mídias, desde o teatro, passando pelo cinema e enfim a literatura. Fiquei curiosíssima depois de ver a palestra!

Um pouco cansadinha, acabei saindo antes das últimas mesas, mas com o coração cheio de amor após muitos abraços, sorrisos e, claro, LIVROS! Quem não ama falar deles? Por mais edições da FLIPOP, precisamos desse ar fresco em meio a tempos tão tenebrosos.

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  • Evandro disse:

    Ainda não tive oportunidade de participar da flipop, mas depois de ler tantos posts falando sobre o evento, com certeza pensarei seriamente sobre a possibilidade no próximo ano. Moro no interior do Rio, e acabo me planejando para as bienais, e para não estourar o orçamento, deixo outras coisas de lado.

  • Douglas Fernandes disse:

    O evento que costumo ir é bienal do livro, mas a que tem aqui em BH, pq nao animo ir pra longe pra ir nesses eventos nao..rsrs
    Mas pelo que li aqui parece ser um evento bem interessante, o meu problema é somente mesmo a distancia, infelizmente não estou em condições de fazer viagem..rsrs

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