Resenha: Graça e Fúria

Ficha técnica:

Nome: Graça e Fúria

Autor: Tracy Banghart

Tradutor: Isadora Prospero

Páginas: 304

Editora: Seguinte

Compre aqui

Sinopse: Duas irmãs lutam para mudar o próprio destino no primeiro volume de uma série de fantasia repleta de romance, ação e intrigas políticas. Em Viridia, as mulheres não têm direitos. Em vez de rainhas, os governantes escolhem periodicamente três graças — jovens que viveriam ao seu dispor. Serina Tessaro treinou a vida inteira para se tornar uma graça, mas é Nomi, sua irmã mais nova, quem acaba sendo escolhida pelo herdeiro. Nomi nunca aceitou as regras que lhe eram impostas e aprendeu a ler, apesar de a leitura ser proibida para as mulheres. Seu fascínio por livros a levou a roubar um exemplar da biblioteca real — mas é Serina quem acaba sendo pega com ele nas mãos. Como punição, a garota é enviada a uma ilha que serve de prisão para mulheres rebeldes. Agora, Serina e Nomi estão presas a destinos que nunca desejaram — e farão de tudo para se reencontrar. Fonte

Para você que gostou de O conto da Aia, talvez vá gostar desse livro. Ou não, talvez você veja algo muito romantizado e que ache desnecessário. Eu não considerei o romance, mesmo porque ele fica bem em segundo plano nesse livro, e me concentrei nas lutas que as duas protagonistas travam.

A toda mulher que mandaram sentar e ficar quieta… e que se levantou mesmo assim.




Terça Livre: Como me apaixonei por Doramas

Sabe, desde criança eu gostei de animes e assistia muitos Super Sentais nos anos 80 (sim, eu sou dos anos 80). Para quem não sabe, Super Sentai são séries voltadas para o público infanto-juvenil, em que sempre tem uma galera fantasiada e uma luta com robô gigante no final dos episódios. Tipo Power Rangers, mas estou falando dos super sentais raiz, como Changeman, Jiraya, Flashman, Jaspion, e por aí vai (trauma por não ter conseguido assistir o último episódio de Changeman até hoje).

Enfim, depois cresci, apurei mais o gosto por animes e ainda hoje eu vejo um aqui outro ali, embora não seja mais tão viciada (fiquei procurando por muito tempo Full Metal Alchemist e agora que ele está no Netflix, cadê que assisto?). Coleciono alguns títulos de mangás e talz…

E já tem quase três anos que simplesmente me apaixonei por Doramas.

Continue lendo…




Resenha: Uma coisa absolutamente fantástica

Ficha técnica:

Nome: Uma coisa absolutamente fantástica

Autor: Hank Green

Tradutor: Lígia Azevedo

Páginas: 384

Editora: Seguinte

Compre aqui

Sinopse: Em seu aguardado livro de estreia, Hank Green traz a história original e envolvente de uma jovem que se torna uma celebridade sem querer — mas logo se vê no centro de um mistério muito maior do que poderia imaginar.

Enquanto volta para casa depois de trabalhar até de madrugada, a jovem April May esbarra numa escultura gigante. Impressionada com sua aparência — uma espécie de robô de três metros de altura —, April chama seu amigo Andy para gravar um vídeo sobre a aparição e postar no YouTube. No dia seguinte, a garota acorda e descobre que há esculturas idênticas em dezenas de cidades pelo mundo, sem que ninguém saiba como foram parar lá. Por ter sido o primeiro registro, o vídeo de April viraliza e ela se vê sob os holofotes da mídia mundial. Agora, April terá de lidar com os impactos da fama em seus relacionamentos, em sua segurança, e em sua própria identidade. Tudo isso enquanto tenta descobrir o que são essas esculturas — e o que querem de nós.

Divertida e envolvente, essa história trata de temas muito relevantes nos dias atuais: como lidamos com o medo e o desconhecido e, principalmente, como as redes sociais estão mudando conceitos como fama, retórica e radicalização.

Parem tudo o que vocês estiverem fazendo agora e leiam “Uma coisa absolutamente fantástica”, do Hank Green. Sim, o nome não é coincidência: ele é irmão de John Green, aquele que já escreveu vários livros inclusive o famoso “A Culpa é das estrelas”. “Mas eu não gosto dos livros do John Green”, você pode me dizer. Não tem problema, os irmãos são bem diferentes na forma que eles escrevem. O único ponto em comum é o público alvo (apesar de que esse livro alcança todas as idades). Eu nem gosto tanto assim dos livros do John Green (alguns eu nem consegui terminar de ler) mas posso dizer que em “Uma coisa absolutamente fantástica” Hank teve uma ideia absolutamente… brilhante.

April May só queria voltar pra sua casa depois de trabalhar até a madrugada (horas vagas não era exatamente algo que ela tinha) e tudo estava absolutamente normal até ela encontrar com uma estátua enorme parada em uma das calçadas. A estátua era um robô imenso que ela não tinha nem ideia de como ele tinha ido parar ali sem ninguém ter percebido. April liga para o seu amigo Andy para gravar um vídeo para eles colocarem na internet (Andy já tem experiência pois tem um canal no Youtube com outro amigo). Mas o que foi absolutamente extraordinário foi que essa não foi a única estátua (que April batizou de Carl) que apareceu: dezenas cidades do mundo relataram a presença dela. Todas foram batizadas com Carl + o nome da cidade, já que o vídeo da April rapidamente viralizou por ser o primeiro que relatou esse estranho fenômeno. April se torna uma celebridade em horas e ela vai ter que saber lida com esse mistério, tanto na frente quanto fora das câmeras. E, apesar do que muitos pensam, a fama não é nada fácil…

Continue lendo…




Sexta do Sebo #289

SEXTAAA!

Eu já lia bastante quando era criança e eu comecei a ter esse hábito com os gibis da Turma da Mônica. Eu me lembro que desde antes disso eu já tinha alguns livrinhos, apesar de não me lembrar de todos, eu me lembro que tinha um de O Patinho Feio!

Bem, vamos lá à nova Sexta do Sebo. Leiam as regras!

Sexta do Sebo é inspirada no PsychoSunday do blog Psychobooksque por sua vez se inspiraram no Second Hand Saturday do Reading Teen.

Toda semana faremos uma pergunta sobre literatura em geral. Não há resposta correta, o que queremos são os comentários e opiniões do vocês. Entre os comentaristas do post realizaremos um sorteio na semana seguinte (próxima sexta) e o vencedor poderá escolher um livro entre os que estão na lista divulgada no tópico. Serão válidos os comentários desde o dia do post (sexta-feira) até a quinta-feira da semana seguinte. Vale a pena lembrar que todos os livros dessa lista são usados, ou seja, eles podem ter algum defeito na capa, folhas amareladas, dedicatórias, livros encapados ou qualquer outra coisa do gênero, mas todos estão em bom estado para leitura. São livros da nossa equipe que, originalmente, estavam destinados aos sebos (por isso Sexta do Sebo!), porém, ao invés disso, resolvemos sortear aqui no blog. O prazo de entrega dos livros é o que normalmente utilizamos no blog, ou seja, 30 dias após o recebimento do endereço do vencedorIMPORTANTE (NOVA REGRA): Caso o vencedor não atenda às três tentativas de entrega dos correios e não vá buscar o livro na agência, como informado pelos correios, será cobrado frete do livro para o novo envio do mesmo. O vencedor será sempre divulgado nas sextas-feiras, no post da próxima edição da Sexta do Sebo e nesse post será feita uma nova pergunta que valerá para a semana seguinte. Nesse sorteio nós não avisaremos o vencedor como geralmente fazemos; quem comentou deverá acompanhar os novos posts todas as sextas-feiras e, caso seja o vencedor da semana, deverá enviar um e-mail para o contato@poressaspaginas.com com seu endereço em até 48 horas. O sorteio será realizado via Random.

O vencedor da Sexta do Sebo #288 foi…
Continue lendo…




Resenha: A Nuvem

Ficha técnica:

Nome: A Nuvem

Autor: Neal Shusterman

Tradutora: Guilherme Miranda

Páginas: 496

Editora: Seguinte

Compre aqui

Sinopse: No segundo volume da série Scythe, a Ceifa está mais corrompida do que nunca, e cabe a Citra e Rowan descobrir como impedir que os ceifadores que não seguem os mandamentos da instituição acabem com o futuro da humanidade.

Em um mundo perfeito em que a humanidade venceu a morte, tudo é regulado pela incorruptível Nimbo Cúmulo, uma evolução da nuvem de dados. Mas a perfeição não se aplica aos ceifadores, os humanos responsáveis por controlar o crescimento populacional. Quem é morto por eles não pode ser revivido, e seus critérios para matar parecem cada vez mais imorais. Até a chegada do ceifador Lúcifer, que promete eliminar todos os que não seguem os mandamentos da Ceifa. E como a Nimbo Cúmulo não pode interferir nas questões dos ceifadores, resta a ela observar.

Enquanto isso, Citra e Rowan também estão preocupados com o destino da Ceifa. Um ano depois de terem sido escolhidos como aprendizes, os dois acreditam que podem melhorar a instituição de maneiras diferentes. Citra pretende inspirar jovens ceifadores ao matar com compaixão e piedade, enquanto Rowan assume uma nova identidade e passa a investigar ceifadores corruptos. Mas talvez as mudanças da Ceifa dependam mais da Nimbo Cúmulo do que deles. Será que a nuvem irá quebrar suas regras e intervir, ou apenas verá seu mundo perfeito desmoronar?

A Nuvem é o segundo livro da série Scythe, do ótimo O Ceifador (resenha aqui). Portanto, se você não leu o primeiro livro (que fortemente recomendo que leia!), saiba que esta resenha possui spoilers dele. Contrariando aquela velha máxima que segundos livros de séries não são lá essas coisas, A Nuvem traz uma trama eletrizante, com fortes críticas políticas, mas com um final que pode dividir leitores e fãs.

Continue lendo…

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...