Terça livre: Eventos literários

Minha primeira Terça Livre chegou (não conhece a nova coluna? Clique aqui), mas vou precisar falar, de novo, sobre livros. Até pensei em outros temas, mas entre uma Flip e uma Bienal fica quase impossível – para uma escritora e leitora – pensar em outra coisa que não isso.

Eventos literários são a coisa mais bonita e cheirosa depois dos próprios livros. E por quê? Bem, tem vários motivos. Em uma Bienal você pode encontrar várias promoções, ganhar brindes, colecionar marcadores. Você também vai estar rodeado de livros por todos os lados (como uma Disney para leitores e um Rock in Rio para escritores, talvez).

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Resenha: A princesa prometida

Ficha técnica:

Nome: A Princesa Prometida

Autor: William Goldman

Tradutor: Alice Mello

Páginas: 416

Editora: Intrínseca

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Buttercup é uma camponesa que se apaixona perdidamente por Westley, o jovem humilde que trabalha na fazenda do pai dela. Juntos, eles descobrem o amor verdadeiro, mas um trágico acidente envolvendo um navio pirata os separa.

Em poucos anos, Buttercup se torna a mulher mais bonita de todos os reinos e acaba sendo pedida em casamento pelo sádico príncipe Humperdinck. Mas nada, nem um poderoso príncipe amante da caça, é capaz de separar esse amor, e o destemido Westley volta para resgatar sua princesa que foi prometida a outro.

Em uma paródia aos épicos clássicos, William Goldman escreve um divertido romance com direito a tudo que o gênero tem a oferecer: piratas, duelo de esgrima, traições, tramas políticas da realeza e um romance apaixonante. Esta edição de luxo em capa dura traz os textos extras que William Goldman escreveu para as edições comemorativas de 25 e 30 anos da obra original — que misturam ficção e realidade e ajudam a compor o universo emblemático que transformou a obra em um fenômeno.

Muitas pessoas devem conhecer A Princesa Prometida, não por causa do livro, mas por causa do filme que foi um clássico dos anos 80. Eu confesso que nunca assisti mas sempre fiquei muito curiosa, porque várias pessoas faziam comparação entre dois personagens de Once Upon a Time (Emma Swan e Captain Hook) com os protagonistas desse livro. Procurando um pouco mais, descobri que na verdade várias séries e filmes já fizeram referência a esse clássico! O próprio site da Intrínseca fez uma lista com alguns exemplos. Então, quando a editora indicou esse lançamento, eu o escolhi porque precisa conhecer a história de Buttercup e Westley.

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Sexta do Sebo #278

Mais uma Sexta do Sebo yaaay!

Mas nossa, tem gente que já leu pra caramba nesse ano hein? Hahaha! Eu li 26 livros até agora e estou contente porque estou seguindo bem a minha meta de ler 45 livros nesse ano. Quem está tristinho, não desanime: ainda tem o resto do ano inteirinho para tentar compensar!

Vamos para o vencedor e a pergunta da semana?

Sexta do Sebo é inspirada no PsychoSunday do blog Psychobooksque por sua vez se inspiraram no Second Hand Saturday do Reading Teen.

Toda semana faremos uma pergunta sobre literatura em geral. Não há resposta correta, o que queremos são os comentários e opiniões do vocês. Entre os comentaristas do post realizaremos um sorteio na semana seguinte (próxima sexta) e o vencedor poderá escolher um livro entre os que estão na lista divulgada no tópico. Serão válidos os comentários desde o dia do post (sexta-feira) até a quinta-feira da semana seguinte. Vale a pena lembrar que todos os livros dessa lista são usados, ou seja, eles podem ter algum defeito na capa, folhas amareladas, dedicatórias, livros encapados ou qualquer outra coisa do gênero, mas todos estão em bom estado para leitura. São livros da nossa equipe que, originalmente, estavam destinados aos sebos (por isso Sexta do Sebo!), porém, ao invés disso, resolvemos sortear aqui no blog. O prazo de entrega dos livros é o que normalmente utilizamos no blog, ou seja, 30 dias após o recebimento do endereço do vencedorIMPORTANTE (NOVA REGRA): Caso o vencedor não atenda às três tentativas de entrega dos correios e não vá buscar o livro na agência, como informado pelos correios, será cobrado frete do livro para o novo envio do mesmo. O vencedor será sempre divulgado nas sextas-feiras, no post da próxima edição da Sexta do Sebo e nesse post será feita uma nova pergunta que valerá para a semana seguinte. Nesse sorteio nós não avisaremos o vencedor como geralmente fazemos; quem comentou deverá acompanhar os novos posts todas as sextas-feiras e, caso seja o vencedor da semana, deverá enviar um e-mail para o contato@poressaspaginas.com com seu endereço em até 48 horas. O sorteio será realizado via Random.

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Terça livre: O futebol, o racismo e a internet

Quem nunca pegou uma redação com tema livre e ficou um tempão só para pensar no que falar, que atire a primeira pedra. Quero dizer, eu tinha um tema em mente, mas achei que seria talvez muito pesado para a minha primeira coluna no Terça Livre (se você não sabe o que é esse espaço, leia aqui). Ultimamente eu ando tão cansada de tentar expressar minhas opiniões e começar um drama sem fim que eu prefiro andar em águas mais límpidas na internet. Mas o destino não quis assim porque no domingo passado o tema que eu precisava desabafar acabou batendo na minha porta novamente. Eu não poderia deixar essa oportunidade passar.

Mesut Özil, jogador da Alemanha e campeão da Copa do Mundo de Futebol de 2014 anunciou a sua aposentadoria. Ao contrário do que normalmente acontece o jogador não se aposentou porque estava velho. Ele tem apenas 29 anos e poderia até participar da próxima Copa do Mundo. Ele tomou essa reação por causa de racismo vindo da própria Federação Alemã de Futebol, porque o jogador tem descendência proveniente da Turquia. O meu intuito aqui não é explorar esse fato em detalhes (vocês podem ler todo o depoimento dele aqui), mas gostaria de chamar atenção para um trecho:

“Eu sou alemão quando ganhamos, mas sou um imigrante quando perdemos. Mesmo pagando os meus impostos na Alemanha, doando equipamentos para escolas alemãs e ganhando a Copa do Mundo de 2014, eu ainda não sou aceito na sociedade. Eu sou tratado como sendo ‘diferente’ (…) Existe algum critério para ser completamente alemão que eu não sigo? Meus amigos Lukas Podolski e Miroslav Klose não são nunca referidos como Alemães-Poloneses, então por que eu sou Alemão-Turco? É por causa que é a Turquia? Por que eu sou Muçulmano?”

Eu provavelmente poderia fazer aqui uma lista de jogadores que se sentem assim. Lukaku, jogador da Bélgica, já falou em várias entrevistas que o mesmo acontece com ele. Esses fatos já são absurdos por si só, mas o meu desabafo de hoje não é só por causa das Federações de futebol e suas políticas ou sobre os torcedores que vão aos jogos. Porque isso pode parecer meio longe para quem não curte futebol. O meu desabafo aqui é sobre reações muito parecidas aqui no local que todo mundo frequenta: o das redes sociais.

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Resultado: Sorteio – O que Alice esqueceu

Obrigada a todos que participaram! Vamos ao resultado?

E quem ganhou foi…

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