Resenha: Will & Will – Um nome, um destino

Olá, pessoal! Nós já temos uma resenha super apaixonada da Vânia de Will Grayson, Will Grayson aqui no blog, na versão em inglês, e depois de ler essa resenha há muito tempo, eu já vinha com aquela vontade enorme de ler o livro. Com lançamento no Brasil, a Editora Record gentilmente nos cedeu um exemplar, apesar de não sermos parceiros do selo da Galera Record, portanto foi a oportunidade de ouro para que eu também me deliciasse com essa história. É claro que depois de ler a resenha da Vânia minhas expectativas estavam altíssimas, porém, dessa vez, elas só conseguiram ser superadas, o que é lindo e muito, muito amor, gente. Então esperem outra resenha babando o ovo do livro, mas também com algumas outras opiniões e mais sobre essa ótima edição brasileira da Galera.

Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em um aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical a jamais ser apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio. Fonte

Do querido John Green, eu já li Quem é você, Alasca? (Looking for Alaska) – a minha primeira leitura do autor, presente também da Vânia, que foi quem começou todo o nosso amor pelo John Green aqui no blog. Também li A Culpa é das Estrelas (The Fault in Our Stars) – meu queridinho – e desenvolvi uma paixão arrebatadora pelo livro e pelo autor desde então. Já do David Levithan eu ainda não tinha lido nada e agora estou doida para conhecer outras obras do autor.

Simplesmente diga a verdade. Por dez minutos. E então podemos voltar a ser idiotas.




Top Ten Tuesday: Top dez livros que eu li até agora em 2013

Nos Top Ten Tuesday, nós seguimos uma ordem e por isso não escolhemos os temas que nós iremos escrever. E é muito interessante que até agora eu fiz todas as listas de melhores do ano! Bom, essa foi uma lista bem mais fácil, porque eu não tive que escolher entre os livros de um ano inteiro. Até agora eu li 38 livros (estou atrasada na minha meta de leitura que são 80 livros no ano, mas eu não vou desistir!) e o meu desafio foi escolher os dez melhores.

Lembrando que o Top Ten Tuesday é um meme idealizado pelo blog  The Broke and the Bookish!

E os melhores são…




Resultado: Quem você ama?

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E aí, pessoal, prontos para mais um resultado de promoção aqui no blog? Dessa vez o prêmio foi um kit de Sangue na Neve, com livro e marcador, da Novo Conceito, na promoção Quem você ama?. Além disso, também foi sorteado um kit de mimos da editora entre os comentaristas da resenha! Então, ‘bora lá conferir o resultado? Preparem seus corações!




Resenha: Em Busca de um Final Feliz

“Em Busca de um Final Feliz, de Katherine Boo, é um livro brilhantemente escrito. Através de uma forte narrativa, descobrimos como é o dia a dia dos moradores de Annawadi, uma favela à sombra do elegante Aeroporto Internacional de Mumbai, na Índia. A história de seus habitantes nos faz rir e chorar, porque “o que é celebrado neste livro não é o que poderíamos chamar toscamente de ‘o encanto da lama’, mas a riqueza das pessoas que — para o bem e para o mal — compõem um tronco social que está cada vez mais presente no nosso mundo moderno”. (Zeca Camargo, em prefácio a esta edição).

O leitor vai se apaixonar por Sunil Sharma, o menino catador de lixo que quer ficar rico, por Manju, a moça mais bonita da favela, que quer ser professora, e até pela tresloucada Fátima, a Perna Só, que só quer um pouco de atenção.

Em seu primeiro livro, Katherine Boo aponta as diferentes realidades das economias emergentes e, ao mesmo tempo, nos deixa enternecidos com seus personagens tão verdadeiros.” Fonte

Quando decidi ler Em Busca de um Final Feliz, eu esperava um livro de não-ficção padrão, talvez na forma de relato jornalístico. Porém, o que encontrei foi um livro sensível, em que acompanhamos a vida de pessoas reais, seus pensamentos e aspirações, tudo isso tão bem descrito que a sensação é que estamos acompanhando um romance e seus personagens. Porém, em nenhum momento, devemos esquecer que essas pessoas – inclusive com seus nomes verdadeiros – são de carne e osso; elas realmente passaram – e passam – pelos tormentos de uma Índia miserável e corrupta que, muitas vezes, rouba-lhes as esperanças.

Devo dizer que encontrar um livro de não-ficção escrito dessa forma essa foi uma grata surpresa e tornou a leitura muito mais interessante.

Ser pobre em Annawadi, ou em qualquer favela de Mumbai, era ser, invariavelmente, culpado de uma coisa ou outra.




Resenha especial: Os contos de Beedle, o Bardo

Depois de ler Harry Potter e as Relíquias Mortais, como muitos eu me senti órfã de Harry Potter. Como assim, quer dizer que não tem mais nada? O que eu vou fazer???

Depois de concluir o último livro da série Harry Potter, J.K. Rowling escreveu The Tales of Beedle, the Bard. Ela produziu sete exemplares individuais do volume de contos de fadas bruxos, seis deles que ela presenteou aqueles que ela acreditou terem criado um elo muito forte com Harry, o sétimo exemplar foi leiloado em dezembro de 2007.

Claro que demorou um pouco mais para o livro ser disponibilizado ao público, enquanto aguardávamos, veio o famoso “prequel” em junho de 2008, contando uma história protagonizada por Sirius e James antes do nascimento de Harry. Como o prequel tinha aproximadamente 800 palavras, não serviu nem de lambuja, só para alimentar a esperança infundada de que a J.K fosse escrever sobre os marotos.

Mas logo depois, foi anunciado o lançamento mundial de Os Contos de Beedle, O Bardo” e, em 4 de outubro de 2008, os contos foram publicados.

OS_CONTOS_DE_BEEDLEN_O_BARDOSinopse: ‘Os contos foram traduzidos das runas originais pela personagem Hermione, a partir do velho exemplar herdado por ela. São cinco histórias de fadas diferentes entre si. Histórias populares para jovens bruxos e bruxas, contadas há gerações aos filhos à hora de dormir. Pouco se sabe do passado de seu autor, apenas que Beedle, o Bardo, teria nascido em Yorkshire no século XV e possuía uma longa barba; mas suas histórias foram passadas de geração em geração e têm ajudado muitos pais bruxos. Não muito diferente dos contos escritos para pequenos trouxas. Enquanto nos livros dos trouxas ela está ligada ao comportamento errado, aqui ela está associada aos heróis e às heroínas que são capazes de realizar mágicas para ajudar os outros. Só que ao mesmo tempo bruxos e bruxas descobrem que esta mesma magia pode lhes causar dificuldades e nem sempre é a solução para todos os problemas. Assim como em alguns contos de fadas, as histórias de Beedle podem assustar criancinhas, mas, por outro lado, as inspiram a serem honestas e a usarem seus poderes para o bem, algo que Dumbledore ressalta a todo momento em suas anotações. Fonte

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