Outras páginas em outras palavras: Rurouni Kenshin

Olá pessoal! Hoje duas colunas nossas se encontram (por isso esse título comprido! rs). Um convidado especial resolveu resenhar o mangá Rurouni Kenshin – mais conhecido aqui no Brasil como Samurai X por causa do anime. Então ‘bora conferir a opinião do Felipe sobre esse mangá que fez tanto sucesso?

kenshin_coverSinopse: “Durante o Bakumatsu, no caos causado pela chegada dos navios negros, havia um espadachim chamado de Battousai, o Retalhador. Ele foi o mais forte e o mais temido espadachim de sua era. Sua espada bebia do sangue de incontáveis pessoas para abrir um caminho para uma nova era, a era Meiji. Entretanto, após o final do conflito, ele sumiu repentinamente e virou uma lenda…”  (Tradução livre)

Ah Samurai X… um clássico da adolescência de muitos, um anime exibido de forma retalhada (há!) pela rede global, porém redimido pelo Cartoon. Despertou a curiosidade da galera e tivemos o prazer de poder ler o mangá também. Bom, eu cheguei a tentar acompanhar o mangá, quando o mesmo veio, porém sem sucesso. Resolvi me redimir e recentemente voltei a ler toda a saga do Kenshin.

Aviso que o Kenshin foi relido após ter lido Vagabond (que considero muito superior no quesito “mangás de Japão feudal”).

Lendo novamente, hoje percebo que não é um estilo de mangá que aprecio muito (shounen), acredito que quando a gente amadurece toda essa história de porradaria, torneios infinitos, golpes impossíveis e quem é o guerreiro mais forte se torna um pouco repetitivo demais.

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Resenha: The Unbecoming of Mara Dyer

Mara Dyer 2The Unbecoming of Mara Dyer foi uma recomendação da Sabrina do Café com Blá Blá Blá. Na verdade, ela conseguiu me convencer muito rapidamente! Foi só ela dizer “O livro é young adult e o mocinho tem sotaque britânico” que eu decidi que iria começar a ler mais uma série. O ponto positivo é que essa é uma trilogia realmente de 3 livros!

Sinopse: “Mara Dyer não achava que a sua vida ficaria mais estranha do que acordar em um hospital sem lembrar como ela chegou lá. Mas pode. Ela acredita que há mais por trás do acidente que ela não se lembra e que matou seus amigos e a deixou misteriosamente ilesa. E há. Ela não acredita que depois de tudo que ela passou, ela pode se apaixonar. Ela está errada.” (Tradução livre)

Então, essa sinopse é a sinopse mais frustrante que eu já li até hoje, porque ela não diz nada sobre o livro. Mas esse é o diferencial da escrita de Michelle Hodkin: você fica a leitura inteira sem entender realmente o que está acontecendo. E foi exatamente por isso que eu o adorei!

Na verdade, eu deveria parar essa resenha aqui, para não contar nada sobre a história. Mas, como não posso, vou comentar um pouco sobre o enredo, para aquelas pessoas que estão na dúvida se devem ler ou não.

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Divulgação: Pré-venda de Tesão, novo livro de Tico Santa Cruz

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Lembram-se quando falei sobre o lançamento de mais um livro de Tico Santa Cruz, pela editora Belas Letras? Pois é, agora a editora já divulgou a capa, sinopse e até mesmo a pré-venda do livro autografado! ‘Bora conferir essa novidade?

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Top Ten Tuesday: As dez melhores lembranças literárias

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Todo mundo tem histórias para contar. Boas memórias. Como somos fascinados por livros, algumas das nossas melhores lembranças envolvem a literatura. Os livros por si só já são uma maneira de criar sonhos e boas lembranças, apenas por lê-los; porém, quando essas memórias saltam dos livros e passam para a vida real – bem, aí sim a coisa fica realmente maravilhosa. E essas são as minhas melhores lembranças literárias.

Antes, uma observação: pensei em colocar as lembranças em um ranking de 1 a 10, mas depois vi que isso era impossível: não há como dizer qual é a melhor. Todas são especiais à sua maneira. E tenho certeza que 10 é um número limitado de lembranças.

Lembrando que o TTT é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish!

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Queridinho do mês: Elizabeth Bennet

Para encerrar com chave de ouro as homenagens à obra Orgulho e Preconceito, aproveito para nomear a Elizabeth como minha queridinha do mês de fevereiro.

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Quando penso em Elizabeth Bennet, a vejo como a melhor heroína de Jane Austen (mas Elinor, de Razão e Sensibilidade é uma concorrente à altura). Acredito que o que a faz ser uma das heroínas favoritas entre os fãs de Jane Austen é sua personalidade forte, seu pensamento livre e o fato de não se intimidar em dar sua opinião, mesmo que seja contrária à da maioria.
Isso – e os seus belos olhos – foi o que chamou a atenção de Mr. Darcy.

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