Sexta do Sebo #15

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É dia de mais uma Sexta do Sebo, pessoal! Semana passada nós perguntamos com qual vilão ou vilã você se casaria. Bem, tirem o olho do meu Capitão James Hook – ou Gancho – porque eu já curtia uma paixão arrebatadora por ele desde os tempos em que ele era feio e não usava maquiagem (sim, antes de Once Upon a Time!).

E agora vamos relembrar as regras?

Lembrando que a Sexta do Sebo é inspirada no PsychoSunday do blog Psychobooksque por sua vez se inspiraram no Second Hand Saturday do Reading Teen.

Toda semana faremos uma pergunta sobre literatura em geral. Não há resposta correta, o que queremos são os comentários e opiniões do vocês. Entre os comentaristas do post realizaremos um sorteio na semana seguinte (próxima sexta) e o vencedor poderá escolher um livro entre os que estão na lista divulgada no tópico. Serão válidos os comentários desde o dia do post (sexta-feira) até a quinta-feira da semana seguinte. Vale a pena lembrar que todos os livros dessa lista são usados, ou seja, eles podem ter algum defeito na capa, folhas amareladas, dedicatórias, livros encapados ou qualquer outra coisa do gênero, mas todos estão em bom estado para leitura. São livros da nossa equipe que, originalmente, estavam destinados aos sebos (por isso Sexta do Sebo!), porém, ao invés disso, resolvemos sortear aqui no blog. Alguns livros estão em inglês, como podem ver na lista, e alguns livros serão enviados dos Estados Unidos (a Vania da nossa equipe mora lá); para esses livros, o prazo de entrega pode variar um pouco mais. Para os demais, é o prazo normal que utilizamos no blog, ou seja, 30 dias após o recebimento do endereço do vencedor. O vencedor será sempre divulgado nas sextas-feiras, no post da próxima edição da Sexta do Sebo e nesse post será feita uma nova pergunta que valerá para a semana seguinte. Nesse sorteio nós não avisaremos o vencedor como geralmente fazemos; quem comentou deverá acompanhar os novos posts todas as sextas-feiras e, caso seja o vencedor da semana, deverá enviar um e-mail para o contato@poressaspaginas.com com seu endereço em até 48 horas. O sorteio será realizado via Random

O vencedor da Sexta do Sebo #14 foi… Continue lendo…




Resenha: Nada

Apesar da minha extensa experiência em leituras de terror, horror e suspense, inclusive escrevendo histórias do gênero, nada poderia ter me preparado para esse livro, de maneira que eu ainda estou um pouco atordoada após a leitura de Nada, da autora dinamarquesa Janne Teller. Deliciosamente macabro e perturbador, esse livro é ao mesmo tempo fácil de devorar e incrivelmente difícil de digerir. E é exatamente essa sensação que perdura após a leitura que o faz ainda mais magnífico.

““Nada importa.” “Você começa a morrer no instante em que nasce.” Pierre Anthon está no sétimo ano e tem certeza de que nada importa na vida. Por isso, passa os dias sobre os galhos de uma ameixeira, tentando convencer seus companheiros de classe a pensar do mesmo modo. No entanto, diante da recusa do menino de descer da árvore, seus colegas decidem fazer uma pilha de objetos dotados de significado, e com isso esperam persuadi-lo de que está errado. Mas aos poucos a pilha se torna um monumento mórbido, colocando em xeque a fé e a inocência da juventude.” Fonte

É com essa premissa que Nada começa. Insatisfeito, revoltado e cansado da vida, Pierre Anthon resolve se refugiar em uma ameixeira, filosofando sobre a efemeridade e a total falta de sentido da nossa passagem no mundo, atirando ameixas e caroços nos colegas de sala. Estes, por sua vez, sentem-se ultrajados pelas palavras duras de Pierre Anthon e tornam-se irritadiços e estressados ao serem obrigados ao lidar com essa situação insustentável na qual o colega vai tirando, aos poucos, o sentido de suas vidas com suas palavras cruéis. Eles resolvem, então, que devem retirar Pierre Anthon de cima da ameixeira de qualquer maneira; tentam de tudo, xingamentos, bater no garoto e até atirar-lhe pedras. (Repararam que eu insisti em usar o nome completo dele? Pois é assim que o livro faz também: cada um tem um nome ou título, como o piedoso Kaj, a bela Rosa e por aí vai.) Nada adianta: o garoto está totalmente convencido de que nada importa. E é aí que os seus colegas tem uma outra ideia para mostrar a Pierre Anthon que existe algo sim que importa e, de quebra, eles mesmos tentam encontrar esse tal significado para suas vidas. Eles decidem construir uma pilha de significados.

Nada importa.




A Cuca Recomenda: Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos

Fala aí, pessoal! Faz um tempinho que eu não apareço por aqui com a minha fantasia de Cuca, não é? Bem, acontece que a Cuca foi pega (na verdade, completamente abduzida) por essa obra fantástica brasuca da Roberta Spindler e da Oriana Comesanha. Já falei um pouquinho de Contos de Meigan aqui nesse post de expectativas. Conheci a querida da Roberta através dos meus contatos literários como autora e ela resolveu me mandar o livro quando descobriu que eu postava aqui no Por Essas Páginas. Que sorte a minha, porque esse livro é um achado. Em uma única palavra: épico! ‘Bora lá saber se A Cuca Recomenda?

“Meigan é um mundo diferente do nosso, morada de seres especiais e poderosos que se denominam magis. Na aparência são exatamente como nós, mas as diferenças não podem ser ignoradas por muito tempo. Os magis tem uma relação especial com a natureza e seus elementos, moldando-os a sua vontade e apoderando-se de sua força. Esses elementos, chamados mantares, não se limitam apenas aos conhecidos fogo, terra, ar e água. Existem muitos outros, como as sombras, o tempo e até mesmo o controle sobre o próprio corpo. Ter a capacidade de decifrar, entender e interagir com a natureza é um dos principais requisitos para a evolução de um magi. Para tanto, deve-se, primeiramente, entender que tudo faz parte da mesma manifestação natural e que toda matéria e energia estão inseridas em um processo dinâmico e universal. Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos começa com Maya Muskaf preparando-se para voltar para casa. Depois de três anos vivendo na Terra, o momento de retornar a Meigan finalmente havia chegado. Estava preocupada, pois algo afetava seu controle sobre os mantares, talvez algum resquício da misteriosa doença que a debilitou durante a infância. Com medo de estar novamente doente e para conseguir respostas, decidiu deixar de lado as diferenças com sua mãe, a principal governante do mundo magi. Voltaria a Katur, capital de Meigan, e pediria perdão por todas as brigas passadas. Assim, abandonou sua vida terrena e entrou na primeira caravana que encontrou. Entretanto, seus planos acabaram tomando um rumo muito diferente daquele que imaginara. No caminho de volta, os soldados que a escoltavam acabaram encontrando destroços e um corpo no chão. Logo que avistou o homem morto, com os cabelos tão brancos quanto sua pele e os olhos inteiramente negros, Maya soube que se tratava de um dos cártagos – antigos magis que traíram seu povo e por isso foram banidos para uma dimensão paralela. As implicações para tal presença em território magi eram gravíssimas e não demorou muito para que a garota e seus companheiros descobrissem que os magis traidores estavam tomando o Solo Sagrado e derrubado seus portões de defesa. Agora, em meio ao caos de uma violenta batalha, Maya vai precisar lutar para sobreviver e conseguir responder as perguntas que tanto lhe afligem. Como os cártagos conseguiram acesso ao Solo Sagrado? Onde estavam os guardiões dos portões, os mais poderosos guerreiros de Meigan? E, a mais importante de todas, conseguiria chegar a Katur a tempo de encontrar sua mãe?” Fonte

Sinopse enorme, não? Pois é, ela faz jus ao livro que também é GIGANTE! Sim, eu preciso colocar em letras maiúsculas para tentar exprimir bem o sentimento. Então se prepare porque essa é leitura longa (do livro e da resenha).

– Maya, não sou muito bom em conselhos, pois nem mesmo sei o que é melhor para mim. Não sei de onde as pessoas me chamam de Sábio, talvez pelas piadas que conto. Sou muito bom com piadas, você conhece a do anão que encontrou um apoc e…




Promoção: Simplesmente Ana

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O livro Simplesmente Ana (resenha aqui) conta a história de Ana, uma jovem brasileira que acaba descobrindo que o seu pai é um rei. Assim, ela tem que decidir: Brasil ou Krósvia? Estudante de Direito ou.. Princesa?

Como esse livro foi um dos meus queridinhos desse ano, resolvemos fazer uma promoção parecida com a Sexta do Sebo. Sim, vocês terão que responder uma pergunta, que será bem fácil (ou nem tanto…). O prêmio? O livro Simplesmente Ana e um marcador!

AVISO: Leiam todas as regras antes de participar! Se você não completar todas as etapas, infelizmente teremos que sortear outra pessoa!!!

E a pergunta é…




Resenha: Free Four [Divergente #1.5]

free_four“A autora best seller Veronica Roth reconta uma importante cena (capítulo 13) do ponto de vista de Tobias. Essas 13 páginas revelam fatos desconhecidos e fascinantes detalhes sobre o personagem de Quatro, seu passado, sua própria Iniciação e seus pensamentos sobre a nova iniciante da Audácia, Tris Prior.” Fonte

Parece que virou moda agora em várias séries lançar esses contos que revelam visões de outros personagens na história ou ainda acontecimentos anexos à trama original dos livros. Ontem encontrei esse conto da Veronica Roth, anexo à série Divergente (resenha aqui)  e, como era curtinho, resolvi ler assim que o baixei (a Rocco disponibilizou-o gratuitamente para download).

Talvez essa pequena resenha tenha alguns spoilers de Divergente. Portanto, estão avisados. Tobias conta a história de Divergente

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