Resenha: Harry Potter – Magia do Cinema

Olááá,

Primeiro, gostaria de dizer que eu estou MUITO feliz já que eu consegui completar a minha meta e ler 50 livros nesse ano (eu editei a minha lista adicionando os dois livros que eu acabei de ler). E agora eu vou resenhar o livro “Harry Potter – Magia do Cinema”. Escolhi falar desse livro porque eu não iria comprar e imagino que muitas pessoas possuam essa mesma dúvida. Comprar ou não?

(Moony, Wormtail, Padfoot and Prongs are proud to present the Marauder´s Map!)




2010 em Resumo

Olááá,

Bem, a Ily (ou melhor, Vania, mas eu não consigo a chamar assim hahaha) lançou um desafio literário no começo dessa semana. E é claro que eu estou dentro da brincadeira!

Eu já faço algo parecido. Desde o ano passado, eu estabeleço uma meta: 50 livros. Ano passado eu não consegui:li 45. Esse ano, apesar de estar muito mais perto da minha meta, acho que também não vou alcançar. A única diferença da minha lista para a dela é que eu conto releituras. Tem certos momentos que eu tenho simplesmente que reler algo, e como meu tempo para leitura já é meio restrito, eu acabo os contabilizando. Por isso que eu estabeleço uma meta com mais livros.

[Editado: AHHH, EU CONSEGUI! Li mais dois livros e consegui chegar na minha meta de 50! Estou muito feliz hahaha!]

Então, segue a minha lista de livros lidos em 2010, na ordem que eu os li. Os livros que são releitura, eu indiquei ao lado; aqueles que eu li em inglês, o nome em português, se houver, está ao lado. E se alguém quiser alguma resenha, é só pedir!
Neste ano, eu li…




Resenha: Alma de Fogo, Mário Teixeira

Olá, eu sou a Michele. Ou a Caileach. Depende do estado de espírito. Eu leio muito. Sempre li, desde criança. Leitura para mim sempre é sinônimo de prazer. Infelizmente já não tenho o mesmo tempo que outrora tive para desfrutar de páginas e mais páginas. Mas a gente vai tentando.
Eu leio de tudo, de literatura de massa aos clássicos; de infanto-juvenil ao existencialismo. Tenho uma certa preferência pessoal por fantasia, mas isso não me impede de ler outras obras.
Sou professora de literatura infanto juvenil e sempre defendi para meus alunos que um bom professor deve ler o que os alunos leem. É necessário estar por dentro das leituras deles e não simplesmente indicar qualquer obra baseado em uma simples resenha. Leu a resenha? Gostou? Então cria vergonha na cara e vai ler o livro também, né? Afinal, se tu não leu, se tu não sabe do que está falando, como vai argumentar, defender ou criticar determinada obra, não é mesmo? Continue lendo…




2010 em Resumo + Pensando no Futuro

Às vezes eu me pergunto se é bobagem manter uma lista dos livros que eu li em um ano. Acredito que a maioria das pessoas diria que sim caso eu perguntasse, afinal é apenas mais uma lista e que diferença faz, certo? Bem, se dissessem isso eu sei que simplesmente ignoraria, porque adoro fazer listas, ainda mais quando se relacionam a livros. Fazendo meu resumo literário de 2010, eu percebi que – apesar de não ter estabelecido uma meta – os livros que eu li ficaram abaixo do número que eu esperava. Acredito que se eu contasse releituras, pelo menos uns 10 livros seriam adicionados à lista, mas não seria justo. Pensando em como não me deixar pra baixo com relação aos livros que lerei em 2011, pensei em fazer disso um pequeno jogo.

Vamos Brincar de Ler?




Resenha: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

Olá, eu sou a Lucy! =^.^=
Sou conhecida por gostar de spoilers, mas eu resistirei à tentação de contar qualquer coisa que estrague a leitura aqui. rsrs

Acho interessante informar que os livros que eu provavelmente venha a resenhar não são tão atuais, mas sinceramente, isso não é importante. O importante são as histórias, não? Então vamos a elas.

Acabei de ler a poucas horas “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado. Essa fábula foi escrita em 1948, quando o autor morava em Paris com a família, e ele a deu de presente a seu filho, João Jorge. Porém, embora João Jorge conhecesse a fábula, contada pelo pai, ele só encontrou o manuscrito em 1976 e pediu para o artista plástico Carybé ilustrá-la. Ao mostrar a obra datilografada e ilustrada para Jorge Amado, ele decidiu publicá-la nesse mesmo ano.

Primeiramente, eu quero abrir um parêntese e dizer que eu sempre tive curiosidade de ler esse livro por causa de uma parte que foi extraída dele e inserida em um dos livros didáticos do meu primário (atual Ensino Fundamental), provavelmente para uma lição de interpretação de texto, e também porque há algum tempo a estória foi adaptada para o teatro e eu sempre me ressenti por não ter assistido (nem sei se está em cartaz ainda, vou pesquisar rsrs).

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