Meme literário 2011

A Lucy na Chocolateria e a Mel no Livros de Fantasia nos mandaram esse meme de expectativas literárias, que foi criado pela Nat Puga. Adorei o Meme e como não tenho blog pessoal, estou postando as minhas respostas aqui!




Resenha: Razão & Sensibilidade

Olhando para diversas metas literárias de 2011 (a quantas anda a lista de vocês, falando nisso?) não pude deixar de reparar que 90% delas contém pelo menos um livro de Jane Austen. Uma de minhas autoras preferidas, minha história com Miss Austen começou em 2005, último ano da faculdade de Letras e único em que tive Literatura Inglesa. O livro escolhido foi Orgulho & Preconceito, obra mais famosa da autora, e que recomendo a todos os não iniciados em Austen como a primeira a ser lida. Foi somente em 2009 no entanto que continuei a meta de ler todas as obras de Miss Austen, e a segunda foi Razão & Sensibilidade, primeira obra da autora a ser publicada.

Importante: Eu li o livro em inglês, então vou usar nomes de pessoas e lugares em inglês, visto que não sei se eles foram traduzidos ou não nas versões em português.

I can feel no sentiment of approbation inferior to love!




Resenha: O Herói Perdido

Essa capa não é linda? Eu amei!

Na minha lista de livros lidos em 2010, a Ily pediu que eu escrevesse uma resenha sobre “The Lost Hero”. O mais interessante de tudo é que ela já leu o livro, mas a Ily disse que queria saber a minha opinião hahaha!

[Atenção] Essa resenha contém possíveis spoilers da série “Pery Jackson e os Olimpianos”, já que as duas são interligadas! Mas são pouquinhos, okay? Só o básico!

(Who is the Lost Hero?)




Algum Livro Já Mudou Sua Vida?

Foi no inverno de 2004 quando resolvi pegar pela primeira vez um exemplar da série de livros Harry Potter. Ouvi falar no famoso bruxinho pela primeira vez em 2001, e aos 17 anos, me julgava “grande demais” para apreciar uma obra considerada infantil. Grande era apenas a minha arrogância, mas eu não sabia disso na época. Enquanto a série crescia e conquistava fãs por todo o mundo, eu não dava a menor importância a ela, e talvez não fosse realmente o momento certo para eu conhecer a maestria de J.K. Rowling. A oportunidade surgiu quando uma professora da universidade onde eu estudava fez amizade com Lia Wyler – tradutora da série no Brasil – e começou a planejar levá-la para a Semana de Letras dali a dois meses. Eu entrei em pânico pensando em como poderia conversar ou até mesmo entender o que ela teria para passar a nós, acadêmicos de Tradução ansiosos para um dia ocupar um lugar como o dela, se jamais havia lido ou estudado alguma de suas traduções. Fiz então a única coisa que me restava fazer: após um longo suspiro, me dirigi à biblioteca da universidade e peguei um exemplar bastante judiado de Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Every child in our world will know his name!




Resenha: Os delírios de consumo de Becky Bloom

Olá! Hoje vou falar do primeiro chick-lit que li, quando nem sabia que existia chick-lit (aliás, quando esse termo surgiu? Porque esse livro foi lançado no fim da década de 90 ou começo da década 2000).

Bem, quando eu estava no último ano da faculdade de Publicidade, em 2002 (oi, tenho +30), minha professora de Planejamento publicitário pediu que lêssemos Delírios de consumo de Becky Bloom e fizéssemos uma análise do perfil de consumidora da Becky. Na época eu estava desempregada e o livro era muito caro (ainda é), então não comprei; uma amiga minha me emprestou. Beleza.
Vamos às compras!

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