Resenha: Mockingjay (A Esperança)

ATENÇÃO: Essa resenha contém spoilers de Jogos Vorazes e Em Chamas, primeiro e segundo livros da trilogia de Jogos Vorazes. Você pode ler a resenha de Jogos Vorazes aqui, e a resenha de Em Chamas aqui.

Ficha Técnica
Título: Mockingjay (A Esperança)
Autor: Suzanne Collins
Editora: Editora Rocco
Páginas: 419
Tradutor: Alexandre D’elia
Onde Comprar: Livraria Cultura
Classificação:

Mockingjay – A Esperança no título em português – é um livro que veio para confirmar o que eu já sabia: é muito difícil escrever sobre algo que se ama. Eu li o capítulo final da trilogia de Collins há quase um ano, em um vôo de Boston para São Paulo, e assim como aconteceu com os dois primeiros volumes, só consegui fechar os olhos para dormir depois de ter devorado ansiosamente todas as páginas. A diferença é que quando eu os fechei, eles haviam sido umidecidos pelas minhas lágrimas. Sim, porque pra se emocionar com Mockingjay não é preciso muita coisa: basta ter um coração.

You love me. Real or not real?




Controvérsia: National Book Award

O National Book Award é um prêmio oferecido pela National Book Foundation nos Estados Unidos desde 1950, que honra os livros considerados melhores na literatura norte-americana a cada ano, em diversas categorias. Esse ano, cinco finalistas foram escolhidos – como de costume – para todas as categorias.

Dentre os livros indicados na categoria Young People’s Literature estava Shine, de Lauren Myracle (sem tradução no Brasil), que lida com problemas enfrentados pela juventude gay. Após receber um telefonema dizendo que Shine estava na lista, Myracle foi então informada que a indicação de seu livro havia sido feita erroneamente, mas continuaria indicado devido à méritos próprios. Hoje, no entanto, a autora revogou sua indicação, dizendo que “sexta-feira a National Book Foundation (NBF) pediu para que eu retirasse minha indicação para preservar a integridade do prêmio e o trabalho dos jurados, e eu concordei.”

Myracle pediu que a NBF fizesse uma doação à Matthew Shepard Foundation, e a NBF concordou em doar $5,000. Um grande número de autores e leitores – incluindo John Green, Stephanie Perkins, Rick Riordan e Maureen Johnson – demonstraram sua indignação através do twitter. “Se hoje não nos mostrou mais nada, nos mostrou o absurdo que há por trás das grandes listas e prêmios. Um pouco do brilho se perdeu,” escreveu Maureen Johnson. Stephanie Perkins comprou várias cópias de Shine para doar à bibliotecas.

Para mim, o grande problema não é Shine ter ficado de fora, mas sim a falta de respeito com que a autora foi tratada. Embora o dinheiro doado à Matthew Shepard Foundation seja um ponto positivo (palmas para Myracle), ele não muda o fato de que ao tentar “preservar a integridade do prêmio”, a NBF a comprometeu ainda mais, fazendo com que uma pessoa inocente assumisse a responsabilidade pelos erros da Fundação.

Parabéns à Lauren Myracle pela superioridade com a qual lidou com a situação, parabéns e boa sorte aos demais autores indicados, e que a NBF – e outras instituições designadas a premiar obras de qualidade – tirem dessa marmelada toda que assumir os próprios erros é sempre a melhor maneira de se lidar com o público – e consequentemente, “preservar a integridade”. Enquanto isso, me dêem licença porque preciso ir até a livraria adquirir minha cópia de Shine, que reconhecido pela NBF ou não, tem cara de ser um livro e tanto!




Resenha: Spell Hunter

Dentro do grande Carvalho existe um reino de fadas, cheio de segredos ao invés de mágica. Há muito tempo as fadas perderam sua magia misteriosamente. Roubadas de seus poderes, elas se tornaram egoístas e enfadonhas. Agora os seus números estão diminuindo e a sobrevivência de sua espécie está em jogo.

Apenas uma jovem fada – Knife – está determinada a descobrir o que aconteceu com a magia de seu povo e a tentar recuperá-la. Ao contrário de suas irmãs, Knife é forte e independente. Ela não tem medo de nada – dos corvos perversos, da rigorosa Fada Rainha, nem mesmo dos humanos fascinantes que moram ali perto. Mas quando Knife desobedece a Fada Rainha e torna-se amiga de um humano chamado Paul, sua jornada se torna mais perigosa do que ela imagina. Será que Knife pode confiar que Paul irá ajudá-la ou ela trouxe as fadas ainda mais perto de sua destruição?   Fonte

Esqueça tudo que você acha que sabe sobre Fadas…




Evento: Tarde de Autógrafos com Becca Fitzpatrick & Elizabeth Miles

Massachusetts é um estado que recebe alguns autores interessantes uma vez ou outra. Depois de perder a segunda visita de Rick Riordan esse ano por conta de estar viajando, a Sabrina do Café com Blá Blá Blá fez questão que eu não me esquecesse da tarde de autógrafos com Becca Fitzpatrick – autora da série Hush Hush – e Elizabeth Miles – autora da trilogia Fury.

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Resenha: Querido John

“Nicholas Sparks, autor número 1 de best-sellers, traz agora uma história inesquecível de um jovem que tem que tomar a decisão mais difícil de sua vida, em nome de seu grande amor. Querido John, dizia a carta que partiu um coração e transformou duas vidas para sempre. Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.” Fonte

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