Resenha: Samantha Sweet, executiva do lar, Sophie Kinsella

Li esse livro ano passado e simplesmente adorei. Acho que é um dos melhores de Sophia Kinsella, não sei se perde para Os segredos de Emma Corrigan (também conhecido por mim como “o livro da vergonha alheia”). Faz tempo que eu queria falar sobre ele, então vamos lá.

Sinopse: (…) Samantha Sweet é uma advogada poderosa em Londres. Trabalha dia e noite, não tem vida social e só se preocupa em ser aceita como a nova sócia do escritório. Ela está acostumada a trabalhar sob pressão, sentindo a adrenalina correr pelas veias. Até que um dia… comete uma grande mancada. Um erro tão gigantesco que pode destruir sua carreira. Samantha desmorona, foge do escritório, entra no primeiro trem que vê e vai parar no meio do nada. Ao pedir informação em uma linda mansão, é confundida com uma candidata a doméstica e lhe oferecem o emprego. Os patrões não fazem idéia de que contrataram uma advogada formada em Cambridge, com QI de 158, e que não tem a menor noção de como ligar um forno! O caos se instala quando Samantha luta com a máquina de lavar… a tábua de passar roupa… e tenta fazer cordon bleu para o jantar… Mas talvez não seja tão incapaz como doméstica quanto imagina. Talvez, com alguma ajuda, ela possa até fingir. Será que seus patrões descobrirão que sua empregada é de fato uma advogada de alto nível? Será que a antiga vida de Samantha irá alcançá-la? E, mesmo se isso acontecer, será que ela vai querer de volta? A história de uma mulher que precisa diminuir o ritmo. Encontrar-se. Apaixonar-se. E descobrir para que serve um ferro de passar. Fonte

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Top Ten Tuesday: 10 livros que totalmente me enganaram!

Olá,

Bem, o tema do Top Ten Tuesday dessa semana é bem polêmico: dez livros que totalmente me enganaram. Eu resolvi não escolher por um tema específico e sim selecionar 10 livros (ou séries) que eu achei que iria gostar, mas no final… Ai que decepção!

Lembrando que o Top Ten Tuesday é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish!

Você me enganou! Ohhh!




Resenha: Terrível Encanto, Melissa Marr

Então, esse livro eu comprei achando que seria uma história totalmente diferente do que realmente foi. Acho que porque eu queria alguma coisa mais clichê, não sei… Uma pena, esse livro não me cativou tanto.  Foi o último livro que li ano passado (acho que na verdade eu terminei de lê-lo esse ano) e não curti como achei que curtiria.

Sinopse: A série Wicked Lovely conta a história de um mundo onde as vidas de fadas e humanos se misturam.  Aislinn é uma adolescente que pode ver fadas ao seu redor, mas que foi ensinada durante toda sua vida a fingir que não as vê. Ela está lutando para lidar com as fadas quando Keenan, fada Rei do Verão, entra em sua vida e tira sua mortalidade, pedindo-lhe para se tornar a Rainha do Verão e derrotar sua mãe, a Rainha do Inverno. Se ela recusar, O inverno irá tomar conta do mundo e matará todas as fadas e mortais.

Na verdade, a contra-capa do livro mostra uma sinopse mais “sedutora”, digamos assim. Eu peguei o livro achando que seria o básico: O rei do Verão tem que encontrar a escolhida para ser sua rainha, conhece a mocinha, os dois se apaixonam e etc, final feliz (ou não, porque tem outros livros da série), etc.

Pois é, não foi assim. Mas não foi por isso que eu não curti tanto.

Em busca da Rainha do Verão




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




Resenha: Pandemônio

“Estou ignorando memórias do meu pesadelo,
ignorando pensamentos sobre Alex,
ignorando pensamentos sobre Hana e minha escola antiga,
ignorando,
ignorando,
ignorando,
como Raven me ensinou a fazer.
A vida antiga está morta.
Mas a Lena antiga também.
Eu a enterrei.
Eu a deixei do outro lado da cerca,
atrás de uma parede de fumaça e chamas.

Lauren Oliver apresenta uma continuação eletrizante do seu aclamado New York Times bestseller – Delírio. Esse romance brilhante e cativante trepida com o fogo de desafios incríveis, romances proibidos, e as faíscas de uma revolução prestes a pegar fogo.”

Fonte

ATENÇÃO: Essa resenha contém SPOILERS do primeiro livro da série – Delírio. Você pode ler a resenha de Delírio – que foi lançado mês passado no Brasil – aqui.

I’ve been trying so hard not to think his name, not to even breathe the idea of him

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