A Cuca Recomenda: Folclore e Lendas Brasileiras

Antes de qualquer coisa, hoje a Cuca está vestida de preto: dois grandes nomes da nossa cultura viraram estrelas na misteriosa aventura seguinte: Millôr Fernandes – escritor e cartunista -, e os muitos Chico Anysio (s). Sentiremos saudades, mas a obra de ambos ficará para sempre viva em nossa memória e na história. 

Na coluna de hoje, não falaremos sobre resenhas de livros, mas sim sobre algo que me diz muito respeito, mas também deve chamar a atenção tanto de autores como leitores: o nosso folclore.

Que tal conhecer mais sobre a nossa cultura?




Meu Autor de Cabeceira: Mario Prata

Cheguei um pouquinho mais tarde no blog, então vários autores que eu amo já tinham estado na cabeceira de outras companheiras blogueiras do Por Essas Páginas: Stephen King – meu mestre e primeira opção -, Agatha Christie – um amor antigo, e até mesmo Rick Riordan. J.K. Rowling não vale, senão todas nós íamos sair aqui no tapa para falar dela. Então pensei: sobre quem vou falar?

E foi aí que ele veio na minha cabeça logo de cara. Mario Prata. Ele, que está na lista de autores que me inspiram, talvez mais porque ele, pessoalmente, já me incentivou a fazer o que amo. E querem coisa mais inspiradora e maravilhosa do que encontrar um autor, alguém que você-quer-ser-quando-crescer frente a frente? Calma, eu vou contar sobre isso também. Mas antes vou falar um pouquinho desse orgulho nacional. Acho que, depois de todos esses motivos, nada mais merecido do que falar de um dos mais versáteis e talentosos autores brasileiros dessa geração.

Como eu disse antes, ele é um dos autores mais versáteis que já tive a oportunidade de ler. Já fez de tudo. Teatro, cinema, literatura, televisão. E também já passou por vários gêneros: desde crônicas (e como eu adoro ler suas crônicas!) até mesmo infanto-juvenil. Tem aquele delicioso bom humor, mas também já fez drama, porque já fez novela e tantos outros trabalhos. É daqueles autores que você olha seu imenso currículo e pensa: uau, eu vou passar a vida inteira lendo e assistindo obras dele, porque tem tanta coisa. Que maravilha!

Escreva tudo… menos bula!




Top Ten Tuesday: Os 10 livros que matariam aula comigo

 

O Top Ten Tuesday é uma iniciativa do The Broke and the Bookish e o tema que sobrou para mim poderia ser tirado do subjuntivo uma vez que eu costumava matar aula para me esconder com um livro em algum lugar desde o ensino fundamental. Por isso vou adaptar um pouquinho essa lista para “Livros com os quais eu matei aula mesmo”.

Livros, os melhores companheiros para matar aula…




Resenha: Doctor Who – The Stone Rose

Eu sou uma pessoa extremamente apaixonada. Quando me empolgo com alguma coisa, me empolgo pra valer e meus amigos e familiares sofrem com as insistências para que também se rendam ao meu capricho da vez, com as referências sem fim que ninguém entende, com minha necessidade de sempre falar sobre o assunto e convencer o maior número possível de pessoas a entrarem no mesmo barco que estou. Confesso que quando comecei a assistir a série de TV britânica Doctor Who eu não pensei que seria assim. Mas assim foi, e após assistir à seis temporadas num período de duas semanas (quem precisa de uma vida, afinal de contas?) eu me peguei completamente sem chão. O que fazer agora, enquanto espero pela sétima temporada que só estréia no segundo semestre? Foi então que descobri os livros baseados na série. Livros cujas páginas podem ser cheiradas e viradas e admiradas e reverenciadas! Livros que eu poderia colocar na minha estante, exibindo-os à todos que me visitam em minha casa, mostrando do que eu gosto, o que faz parte de quem eu sou. Livros!

E eis que pesquisando qual comprar primeiro, me deparo com uma surpresa ainda maior: audiobooks das aventuras do Décimo Doctor narrados por ninguém mais ninguém menos que ele mesmo: David Tennant! Enquanto os dois livros físicos – capa dura e tudo – encomendados não chegavam, não resisti à voz do meu Doctor preferido e comprei The Stone Rose, o primeiro da série de mais de 30 livros das aventuras do Décimo Doctor. Se você nunca viu a série, o livro não dá explicações sobre pontos básicos: quem é o Doctor, os personagens secundários, quem é Rose, o que é a TARDIS. Mas também não há spoilers do cronograma principal da série.

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Resenha: A Cabana

“A filha mais nova de Mackenzie Allen Philip foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta a cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre. Num mundo em que religião parece tornar-se irrelevante, “A Cabana” invoca a pergunta: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?” As respostas encontradas por Mack surpreenderão você e, provavelmente, o transformarão tanto quanto ele.” Fonte

Ganhei esse livro recentemente, e foi só eu dizer para alguns conhecidos que eu o tinha e planejava lê-lo, que a maioria ficou alvoroçada. “Oh, puxa, você vai ler? Leia, leia, é muito bom!”. A maioria das pessoas o recomendava muito bem. Então acho que isso contribuiu para que eu mantivesse minhas expectativas altas demais. Apenas um amigo disse que talvez eu me decepcionasse, ou no mínimo, não concordasse com o livro. Acho que essa é a prova de que ele me conhece bem depois de sete anos de amizade. Porém, apesar dos pesares, eu consegui terminar a leitura e sair dela com uma sensação boa dentro de mim, e talvez só isso já tenha valido a pena.

Devo acrescentar que talvez tenha colocado muito do que eu acredito nessa resenha, minhas crenças pessoais, e portanto, peço desculpas porque sei que cada um tem a sua própria visão do mundo. E que graça teria também se todos pensassem o mesmo?

Quem é Deus para você?

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