Top Ten Tuesday: 10 Livros que você daria uma música tema

Minha estréia no Top Ten Tuesday já veio com uma lista bem difícil. Essa semana falaremos sobre “Livros que você daria uma música tema“. Por que eu achei difícil? Oras, muitas vezes um livro te faz lembrar uma música, mas muitas vezes ele te faz lembrar várias, e algumas vezes, nenhuma! E você lembra assim, no momento que está lendo o livro, depois passa. Difícil aquelas que quando você ouve já logo associa a algum livro (mas tem algumas na lista que são assim).

Lembrando que o TTT é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish.

Fique calmo, relaxe e apenas ouça o som da sua imaginação




Divulgação: Pré-lançamentos da Giz Editorial

Olá! Hoje quero divulgar os pré-lançamentos de nossa parceira, a Giz Editorial. :D

São três lançamentos do gênero Fantasia e Ação, com autoras consagradas como  Regina Drummond e Rosana Rios e a escritora paulista Georgette Silen, enriquecendo cada vez mais a Literatura Fantástica Brasileira.

A Editora ainda informa que está presenteando os leitores que adquirirem qualquer um dos volumes abaixo em pré-venda com um brinde especial.

faça seu pedido!




A Cuca Recomenda: Lançamento DIMENSÕES.BR – VOLUME II

E a Cuca retorna em uma edição extra especial, afinal, o plano é que a Cuca só assuste por aqui mensalmente, mas eu precisava aparecer para dar essa novidade para vocês. Tem lançamento agora em junho, e de novos autores nacionais, promovido pela Editora Andross.

“Criaturas lendárias, histórias mitológicas, seres fantásticos, contos folclóricos. Tudo isso numa terra insólita, onde o possível e o impossível se mesclam numa amálgama de magia. Nesse lugar, sereia é iara, e o sétimo filho se torna lobisomem. Desde Cabral – e, com certeza, também antes dele -, as histórias sobrenaturais mais incríveis tiveram como cenário esta terra, que hoje chamamos de Brasil.” Fonte

Fantasia, lendas e folclore nesse nosso Brasil




Meu autor de cabeceira: F. Scott Fitzgerald

 

“A generation grown up to find all gods dead, all wars fought, all faiths in man shaken.”

 

Minha história com Francis Scott Fitzgerald vem de longa data, assim como com toda a chamada “Geração Perdida”.

Eu vivi minha adolescência nos anos noventa, numa época em que a internet não era algo comum na maioria das casas. As pessoas começaram a ter internet  em casa na segunda metade  dos anos 90. TV a cabo também era algo raríssimo. E a TV aberta sempre foi uma porcaria. Resumo da ópera: eu lia muito.

E todo mundo chega um dia aos complicados 13 anos, onde você ainda não é adulto, mas quer ser adulto. Você pensa que é adulto. E quer agir como tal. Foi nessa idade que eu encontrei a Geração Perdida.

 

Sometimes it is harder to deprive oneself of a pain than of a pleasure




Resenha: Pode beijar a noiva

Sinopse: Apenas um homem poderia propor a ela casamento… Emma Van Court, dama de uma família londrina, jamais esperava ficar viúva e sem vintém na aldeia escocesa de Faires. E quando uma fortuna lhe foi prometida, se ela tornasse a se casar, a bela professora deparou-se com um mosaico de homens solteiros lutando por suas atenções, desde o pastor local até um detestável barão. Um doce beijo selaria aquele amor… James Marbury, conde de Denham, era moderno e sofisticado… E totalmente desacostumado às estradas lamacentas e aos telhados de palha de Faires, para onde viera depois de saber do falecimento de seu primo Stuart. E sem demora ficou exasperado ao descobrir que seu amor louco e intenso pela viúva Emma continuava tão forte quanto antes. Diante de tantos homens solteiros que a cortejavam, James encontrou uma única solução: oferecer-se como marido temporário para Emma… Mesmo que secretamente ele desejasse fazer seus votos durarem para sempre. Fonte

Meu primeiro livro de Patrícia Cabot, pseudônimo de Meg Cabot. Se não me engano, foi o último livro que li em 2011, mas até agora eu adiei sua resenha. Eu vou explicar o motivo logo mais.

Esse é o típico livro que eu denomino guilty pleasure literário, pelo menos para mim. É um romance histórico previsível, porém engraçadinho, de fácil leitura e que se você tiver um pouco de paciência – esse particularmente me fez ter vontade de jogá-lo na parede várias vezes e desistir de ler – consegue lê-lo em pouco tempo (não foi o meu caso, eu travei com ele).

Gente, como eu disse, o livro é previsível. Então, é fácil adivinhar o final – é óbvio, até. Mas para desencargo de consciência, aviso que talvez eu tenha me empolgado um pouco e tenha contado algum SPOILER sem querer. Aviso também que fiz isso para poder criticar um pouquinho, viu?

Beija logo, pô!

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