Meu autor de cabeceira – Neil Gaiman

Antes de mais nada, eu deveria ter postado em uma sexta-feira, mas não consegui. rsrs Então, com dois dias de atraso, quero falar com vocês sobre (tchanan!) Neil Gaiman.

Neil Richard Gaiman nasceu em 10 de novembro de 1960, na cidade de Portchester, no sul da Inglaterra. É considerado um dos maiores roteiristas de quadrinhos dos últimos 20 anos e atualmente mora em Minneapolis, nos Estados Unidos com sua ex-mulher, Mary McGrath, e três filhos: Holly, Michael e Maddy Gaiman.

Foi jornalista e crítico literário. Após ter se tornado amigo do famoso roteirista Alan Moore (ambos antes da fama), Gaiman começou a escrever quadrinhos. Escreveu duas histórias com seu colaborador e amigo Dave McKean: Violent Cases, publicado pela editora inglesa Titan Books, no meio da década de 1980 e Signal to Noise. Mais tarde, firmou um contrato com a DC Comics que resultou na minissérie Orquídea Negra. A mini-série foi um sucesso de público e crítica e gerou um convite para escrever uma revista mensal, revitalizando outro personagem antigo da “Era de Ouro” (período compreendido entre as décadas de 1940 e 1950), ninguém menos que Sandman.

Continue lendo…




Desafio Literário 2012

Ah vocês sabem como eu adoro um desafio, não? Pois bem, a Kakazinha nos enviou o site do Desafio Literário 2012, e como muitos dos temas ali propostos fogem da minha zona de conforto, é óbvio que eu vou participar! Aproveito também para desafiar as outras blogueiras do Por Essas Páginas, bem como nossos leitores a entrarem na brincadeira.

As metas são simples: 1 livro por mês em diferentes categorias. Expansão de horizontes, all that jazz. Cada mês é uma categoria diferente e muito interessante. Vocês podem conferir as regras aqui e os detalhes dos temas mensais aqui. Por favor sintam-se à vontade para deixarem sugestões de títulos a serem considerados, especialmente para os meses em branco.. Abaixo há uma lista com os temas e as opções que eu estou considerando, sendo que a maioria são livros que eu já tinha na minha master lista para serem lidos em algum ponto da vida.

  1. Janeiro – Literatura Gastronômica (Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel)
  2. Fevereiro – Nomes Próprios (de pessoas) (Anna Karenina, Leo Tolstoy)
  3. Março – Serial Killer (Perfume: A História de um Assassino, Patrick Süskind)
  4. Abril – Escritor(a) Oriental
  5. Maio – Fatos Históricos (O Diário de Anne Frank, Anne Frank)
  6. Junho – Viagem no Tempo (A Mulher do Viajante no Tempo, Audrey Niffenegger)
  7. Julho – Prêmio Jabuti 
  8. Agosto – Terror (Contos do Terror, Edgar Allan Poe)
  9. Setembro – Mitologia Universal 
  10. Outubro – Graphic Novel
  11. Novembro – Escritor(a) Africano(a)
  12. Dezembro – Poesia (The Colossus, Sylvia Plath)



Resenha: Night Road, Kristin Hannah

Quem acompanha o blog já há algum tempo sabe que a maioria dos livros que eu leio são Young Adult. Entretanto, tem horas que eu preciso de um bom romance, daqueles pra gente ler enquanto relaxa na banheira tomando uma taça de vinho tinto. É nessas horas que eu recorro à Kristin Hannah, a autora do estado de Washington que escreve primordialmente sobre relacionamentos entre mães e filhas. Seu livro mais recente – Night Road – foi lançado em Março desse ano e ontem à noite eu finalmente comecei (e terminei) a história de duas família lutando para superar uma tragédia.

Logo no começo do livro nós sabemos que algo ruim acontece no verão de 2004. O prólogo se passa em 2010 e nos mostra uma personagem – sem citar nomes, mas logo podemos adivinhar de quem se trata – parada na Night Road, o lugar onde “a chuva se transformou em cinzas.” Fica claro que alguém perdeu a vida ali, e o livro pode muito bem ser dividido entre “antes do acidente” e “depois do acidente,” o que inevitavelmente me faz lembrar de Quem é Você, Alasca? (resenha aqui) com todo seu simbolismo sobre os momentos que definem o resto de nossas vidas. Mas enquanto John Green explora o lado romântico e incompreensível da perda de um primeiro amor, Kristin Hannah nos mostra a perda  no ponto de vista de um amor mais profundo, um amor supostamente incondicional: o amor de uma mãe.

We are gonna be Harry and Hermione. Friends Forever.




TTT: Dez autores que eu adoraria ter na minha festa de Ação de Graças

Olá,

Estou aqui para postar o Top Ten dessa semana! Esse é um meme literário criado pelo blog The broke and the bookish e como o nome já diz, toda terça-feira é postado um novo tema!

Continue lendo…




Análise: Amanhecer, Parte I

Bem, eu nem estava tão animada para Amanhecer- Parte I. Dos livros da série Crepúsculo, esse foi o que eu menos gostei. Apesar de ter cenas que eu simplesmente amo, o plot geral do livro…Vamos dizer que ele não me agradou muito.

Depois de tantas pessoas falando muito bem do filme no twitter, resolvi assistir logo no final de semana de estréia. Por sorte, minha sessão estava muito tranquila (ou seja, sem gritos!). E o que eu posso dizer sobre o filme? Ele realmente foi feito para os fãs!

(Atenção: essa análise possui spoilers do livro Amanhecer. Tentei ao máximo não dizer nenhum spoiler diretamente sobre o filme!)

You know things are bad when you feel guilty for being rude to vampires…

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...