Meu Autor de Cabeceira: Jane Austen

Olá pessoal!

Na coluna “Meu Autor de Cabeceira” dessa semana vou falar de uma de minhas escritoras preferidas: Jane Austen. Ao longo de seus 41 anos de vida, Austen escreveu seis romances conhecidos e aclamados mundialmente (Razão e Sensibilidade, Orgulho e Preconceito, Mansfield Park, Emma, A Abadia de Northanger e Persuasão); dois trabalhos menores (Lady Susan e Juvenilia); e dois romances inacabados (The Watsons e Sandition).

Metade do mundo não consegue compreender os prazeres na outra metade




Resenha: A Menina Que Roubava Livros

A primeira vez que li A Menina Que Roubava Livros (Markus Zusak) foi no final de 2008, em meio à preparativos para me mudar pros EUA. Me encantei tanto com a história narrada pela Morte que diversas vezes ignorei o apelo de meus familiares e amigos para me juntar a eles em suas conversas, preferindo saber a história de Liesel Meminger. Esse é um fato triste, eu sei, mas se você começar a ler sobre a ladra de livros, aposto que também se encantará a ponto de não conseguir descansar enquanto não souber o desfecho.

“Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.” Fonte

Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler




Minha autora de cabeceira: Meg Cabot

Olááá,

Essa é a nossa coluna semanal “Meu Autor de Cabeceira”, ou como eu coloquei no título, “Minha autora de cabeceira”, já que na minha estreia eu só poderia ter escolhido uma pessoa: MEG CABOT!

Descobri várias coisinhas legais que eu não sabia durante a minha pesquisa…

Meg escreveu todos os seus livros na cama e diz que a melhor coisa de ser uma escritora é que ela pode vestir seus pijamas no trabalho.




Meu autor de cabeceira: Sir Arthur Conan Doyle

É muito comum que uma pessoa amante de leitura tenha um “livro de cabeceira”, aquela obra favorita que nunca sai de perto e que sempre gostamos de folhear de vez em quando, para nos distrair ou meramente para matar as saudades da nossa história favorita.

Bem, por trás das histórias existem os autores. Ao nos apegarmos a uma história, consequentemente saímos à procura de alguma outra história relacionada à primeira. Se não encontramos, ou não existe, vamos procurar outras obras do mesmo autor, ou procurar saber um pouco mais sobre sua vida.

Todos os problemas se tornam infantis depois de explicados.




Resenha: Quem é Você, Alasca?

Após ter terminado o melhor livro que li até agora nesse ano, tento me lembrar do motivo pelo qual comprei Quem é Você, Alasca? (título original e muito mais interessante Looking for Alaska) e não consigo me decidir. Ele estava na lista de livros recomendados de acordo com minhas compras passadas, e sua capa, ah sua capa me chamou a atenção. Uma vela. A fumaça. E então eu li a sinopse e soube que precisaria ler, precisaria saber o que era antes, o que viria depois e o que aconteceu para mudar tudo.

Se pessoas fossem chuva, eu seria uma garoa e ela um furacão

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