Queridinho do Mês: Adrian Ivashkov

Bom dia pessoal! Hoje estamos de volta com o Queridinho do Mês, e o amado de hoje é tão especial, mas tão especial que eu não poderia falar dele sozinha; minha paixão por Adrian Ivashkov é dividida igualmente com a Lany. E é claro que com todo o seu charme, ele não aceitaria que esse post tão maravilhoso fosse escrito por uma pessoa só, por isso meu texto será roxo e o da Lany vermelho.

ATENÇÃO: Esse post contém altos níveis de fangirling e spoilers da série Vampire Academy e Blodlines (Laços de Sangue)

fangirling

“Ele era um pouco mais baixo do que o Dimitri, mas não tão magrelo quanto alguns homens Moroi acabam ficando. Um longo casaco cinza-escuro, talvez feito de algum tipo de caxemira absurdamente cara, caía excepcionalmente bem nele, e os elegantes sapatos de couro que ele usava também pareciam anunciar que tinha dinheiro. Seu cabelo era castanho e estava propositalmente arrumado para parecer desalinhado, seus olhos eram azuis ou verdes, não havia luz suficiente para que eu pudesse distinguir”

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras, mas no caso dos livros, uma cena pode valer mais do que mil apresentações. Em uma cena, a primeira que ele aparece em Frostbite (Aura Negra), segundo livro de Vampire Academy, Richelle conseguiu nos passar informações básicas sobre o Adrian de uma vez só. A primeira frase de Adrian é “Ei, dampirinha” (já mostrando o seu lado engraçado), ele estava fumando (vício que depois nós descobrimos que tem um motivo) e duas frases depois ele já está dando em cima de Rose Hathaway. Sim, porque se vocês não conhecem o Adrian ainda, vocês precisam saber: ele é o charme em pessoa. Ou ele acredita que seja (mas eu concordo com ele).

adrian_ivashkov_little_dhampir

Adrian dá a impressão de ser o típico party boy: a vida é seu palco e ele acha que é a estrela do show com sua aparência, seu charme e seus vícios. Mas existe mais por trás de seu sorriso fácil e seus comentários sarcásticos; no mundo de Richelle Mead, cada Moroi tem um talento natural para aprende a controlar um elemento: água, ar, fogo ou terra. Mas existe um quinto elemento, extremamente raro e que poucas pessoas conhecem: espírito. E Adrian é um usuário de espírito, algo que o consome por dentro e o deixa ligeiramente insano. Quando descobrimos isso, quando descobrimos que o motivo que Adrian mergulha em bebidas alcoólicas é para afogar esse elemento e tentar manter um certo nível de controle sob sua mente, é que vemos que há muito mais por trás de sua aparência de party boy.

Embora aparentemente ele seja um personagem secundário, Adrian surgiu em Vampire Academy para ser a terceira parte de um triângulo amoroso. Como a Lany – que está relendo VA – comentou comigo mais cedo, no começo Adrian trata Rose como mais uma conquista: além dela ser uma dampira e um possível relacionamento entre os dois ser um tabu, Rose se faz de difícil quando lhe convém, e embora ninguém realmente tenha certeza, rola um sentimento entre ela e Dimitri, seu professor. Porém, em algum momento eu acredito que o jogo tenha se virado contra o jogador, e Adrian acabou se apaixonando por Rose. 

Um outro ponto importante é que apesar dos amigos mais próximos de Rose não terem percebido nada diferente na relação dela com o Dimitri, Adrian logo sentiu que há algo de diferente entre os dois. Exatamente por ser um usuário de espírito, Adrian consegue ver a aura das pessoas, e acredito que isso o ajudou a chegar nessa conclusão. Mas mesmo assim ele continuou nesse desafio de conquistar a Rose.  Acredito que como Rose tinha “muitos homens” na vida dela (ela estava meio que em um relacionamento com o Mason, tinha toda uma química com o Dimitri e ficava dando uma de difícil/flertando com o Adrian), ele não levou muito a sério essa informação.  

Eles acabam ficando juntos durante uma parte da série – quando Dimitri está fora da jogada por motivos de força maior- e Adrian sempre fez de tudo por ela: desde financiar sua busca desenfreada para matar o antigo amor de sua vida, mordê-la ao invés de terem uma relação sexual, até aceitar que ela fuja junto com Dimitri para que ele e seus outros amigos possam tentar limpar seu nome quando ela é acusada de matar a Rainha dos Moroi. Sendo eu uma fã incondicional do Adrian desde que ele apareceu pela primeira vez, o natural seria que eu levantasse uma bandeirinha TEAM IVASHKOV e torcesse para que ele e Rose conseguissem seu final feliz, certo?

BAM, ERRADO! Eu sempre quis que Rose terminasse com Dimitri porque bem, os dois se merecem. Na minha opinião Rose é tão egocêntrica, tão cheia de si e tão dona da verdade, que ela simplesmente não merecia Adrian. Não que Adrian seja um santo; ele tem muitos defeitos, mas a maneira que Rose o trata especialmente no último livro é deplorável. Adrian acaba tendo que lidar com o fato de que sua mãe estava claramente escondendo alguma coisa, e sua namorada está sendo acusada de um crime que não cometeu. Para completar, Rose está em fuga com Dimitri, e durante todo esse tempo, Adrian sabe o que precisa ser feito, sabe que Rose precisa de seu apoio, e é isso que ela recebe dele. Como Rose é uma pessoa muito justa, em troca ela “descobre” que ainda está apaixonada por Dimitri e ao invés de esperar poder ver Adrian para terminar seu relacionamento com ele da maneira que uma pessoa decente faria, ela acaba dormindo com Dimitri. Adrian descobre isso no meio de uma confusão, quando vê os dois juntos e Rose acaba não tendo tempo para tentar se explicar antes de levar um tiro. Ela infelizmente sobrevive e isso nos leva à uma cena em que eu me levantei e aplaudi nosso Moroi preferido. Adrian disse à Rose tudo que eu sempre pensei dela, jogando na sua cara o quanto ela o usou e o quanto ela é egoísta, se esquecendo das pessoas que agora enfrentam dificuldades sérias – como Eddie Castile e Sydney Sage – por terem a ajudado a encontrar seu final feliz. 

adrian_graphic_novelAssino embaixo tudo o que a Vania disse sobre a Rose. Na minha primeira leitura de Vampire Academy, eu fiquei completamente apaixonada pelo Dimitri e eu achava que ele tinha que ficar com a Rose. Quando Adrian apareceu, eu gostei muito dele, porque ele faz vários comentários sarcásticos e engraçados. Ele é um personagem cativante. Mas eu queria que ele ficasse com a Rose? NÃO! NUNCA! Tinha que ser Dimitri/Rose e eu não aceitava outro final. E o final foi Dimitri/Rose mas… Eu não fiquei satisfeita. Não tem como concordar com tudo o que ela fez com o Adrian, porque ela só usou o Moroi e não teve o mínimo de consideração com ele. Ela nunca pensou realmente nele. Quando Rose falava que ela só ficaria com Adrian se ele parasse de beber e fumar, em nenhum momento foi pensando “Vai ser bom para o Adrian se livrar dos vícios” e sim “Preciso de uma desculpa para não ficar com ele e não me sentir culpada”. E por isso que eu fechei o livro com uma profunda tristeza. Adrian ficou arrasado e isso para mim foi mais impactante do que o final feliz de Rose.

“I don’t want you to suffer. Much. But the next time you’re in bed with Belikov, stop a moment and remember that not everyone made out as well as you did. (…) Not just me, little dhampir. There’s been a lot of collateral damage along the way while you battled against the world. I was a victim, obviously. But what about Jill? What happens to her now that you’ve abandoned her to the royal wolves? And Eddie? Have you thought about him? And where’s your alchemist?”

Mas então, TCHARAM, Richelle Mead anuncia um spin-off para a série. Pouco tempo depois descobrimos quem seria a protagonista: Sydney Sage e então começaram as teorias de que o par romântico dela seria Adrian Ivashkov. Uma alquimista e um Moroi? Mas eu havia ficado tão decepcionada com o final da primeira série que Bloodlines foi lançado e eu não fui correndo ler. Mas quando a Vania leu ela praticamente me obrigou a começar a ler o spin-off (e que bom que ela fez isso!).

Isso pode parecer cliché, mas eu não estou conseguindo encontrar palavras para descrever Adrian Ivashkov em Bloodlines (imaginei agora totalmente o Adrian falando “Ha, mas eu sou indescritível!”).  Nos últimos livros de Vampire Academy nós começamos a perceber que há mais no Adrian do que somente aquele rapaz que só quer saber de festas e que não tem responsabilidade com nada. Mas o problema era que ele não acreditava na sua importância! E toda a situação com a Rose só o colocou ainda mais para baixo (e com razão). Em Bloodlines o Adrian que a gente vê está quebrado; sim, ele ainda é sarcástico e ainda se esconde atrás de seu sorriso fácil, mas a gente vê que tudo que aconteceu com Rose realmente deixou uma marca enorme nele.

“What happened between him and Rose… it tears him apart.”

Uma prova de que Adrian somente se escondia atrás da fama de party boy foi a criação do laço de espírito entre ele e Jill. Para alguém poder ser rainha dos Morois, é necessário ter pelo menos mais uma pessoa na família, e Lissa só tinha Jill. Alguns Morois, não contentes com a situação, resolveram atacá-las. Eles conseguiram matar a pequena Jill, mas Adrian a trouxe de volta, formando o laço igual da Lissa e Rose. Uma coisa interessante sobre o laço de espírito entre ele e a Jill é que Adrian fala em The Last Sacrifice que se sente contente por não ter isso com ninguém, mas quando Jill morre no ataque, Adrian não tem nem tempo para pensar: ele corre pro lado da Jailbait e a traz de volta para a vida, sem pensar nas consequências que isso teria para ele, que todos os seus pensamentos, sentimentos e atos seriam revelados à Jill. Imaginem se vocês soubessem que esse seria o efeito colateral de salvar uma pessoa: vocês fariam? O Adrian sabia, e mesmo assim agiu por instinto e enfrenta isso de cabeça erguida, mesmo que não seja nem um pouco fácil pra ele. Como a posição de Lissa era totalmente frágil, a solução foi esconder Jill junto com os humanos em Palm Springs e Adrian foi junto. Algumas pessoas foram selecionadas para proteger a menina, como Eddie e Angeline, dois dampiros e Sydney Sage, uma alquimista.

“When I saw her there, bloody and not moving… I didn’t think about the consequences of what I was doing. I just knew I had to save her. She had to live. I acted without question, not even knowing for sure if I could do it.”

“I think about her all the time. How could I not? She’s there… I can’t feel it, but she’s always there, always listening to things in my head, listening to things I don’t even want to hear. Feeling things I don’t want to feel.”

E durante os três primeiros livros da série nós temos todo o desenvolvimento do relacionamento entre  Sydney e Adrian. É claro que Adrian percebeu que a Sydney era bonita, mas como a própria Richelle disse, nem ele era tão maluco de achar que algo poderia acontecer entre os dois. Mas aos poucos eles foram se tornando amigos (finalmente um livro em que os personagens não se apaixonam nos primeiros capítulos!). Foi fácil? Não! Sydney foi a primeira pessoa que realmente acreditou nele, que não falava “Ah, deixa para lá, ele é o Adrian” e aceitava qualquer coisa que ele fizesse. Vale dizer também que Sydney é basicamente a única pessoa que o desafia; quando ele pede pra que ela o ajude a arrumar um emprego, Sydney faz de tudo pra que ele consiga algo, até que ela percebe que essa é apenas a maneira que Adrian encontrou de passar seu tempo, que ele não está levando nada disso a sério. E aí, senhoras e senhores, a cobra fuma e ele escuta umas verdades. A diferença aqui é que Adrian realmente escuta, entende e decide tentar mudar. No final de The Last Sacrifice, em uma tentativa ridícula de justificar seus atos, Rose diz que ele tem complexo de vítima e que é por isso que eles nunca dariam certo; já Sydney garante que ele não é uma vítima e que pode tomar controle de sua vida se quiser. E quando ele diz que quer fazer isso mas precisa da ajuda dela, quando ele pede para que ela confie nele e ela aceita (percebendo pela primeira vez o quanto os dois têm em comum), Adrian responde em choque. Sydney acreditava no potencial dele e foi assim que nós começamos a perceber quem realmente Adrian é. Enquanto Rose tentava fazer Adrian parar seus vícios por causa dela (e é claro que não deu certo), Adrian parou com eles porque Sydney o inspirava a ser uma pessoa melhor. 

E Adrian realmente muda para melhor: a evolução dele dos livros de Vampire Academy para The Indigo Spell (o terceiro de Bloodlines) é quase palpável. Ele passa a notar Sydney, a perceber que está se apaixonando por ela e ela o faz querer melhorar, tanto que ele leva a sério as aulas de arte que está fazendo, e para de fumar. Quando ele decide que os tabus de sua sociedade não são o suficiente pra mantê-lo calado, ele se declara, e é obviamente rejeitado. Tendo em vista tudo que ele passou para ficar com a Rose e depois levar um pé na bunda porque ela é sacana desse jeito eu esperava que a amizade entre ele e Sydney fosse esfriar por um tempo até que algo fora do comum acontecesse para juntá-los novamente. Confesso que quase caí da cadeira quando percebi a maturidade com a qual Adrian tratou essa primeira rejeição (bem, após aquele gelo inicial), dando à Sydney o espaço que ela precisava para lidar com seus sentimentos e assumir para si mesma que é impossível resistir aos charmes de Ivashkov.

“You’re not as much of a lost cause as she [Rose] was. I mean, with her, I had to overcome her deep, epic love with a Russian warlord. You and I just have to overcome hundreds of years’ worth of deeply ingrained prejudice and taboo between our two races. Easy.”

Realmente foi um choque a maturidade de Adrian nessa situação. Aliás, a tática dele foi perfeita: Sydney ficou completamente inquieta com a informação de que Adrian continuaria a amando – mesmo de longe. Isso não condizia com a natureza altamente organizada dela. E o que é mais bonito no romance dos dois é que nessa grande jornada (que ainda está longe de acabar) eles se tornaram pessoas melhores. Eles começaram como amigos e os sentimentos deles foram aumentando aos poucos. Eles acertaram, erraram e aprenderam um com o outro.

All that mattered was that he was Adrian, my Adrian. My match. My partner in crime, in the long battle I’d just signed on for to right the wrongs in the Alchemist and Moroi worlds.

Parte do que tornou isso possível foi o fato de que Adrian aceita Sydney como ela é e vice-versa. Ela mesma diz que ele é a única pessoa que não cobra nada dela, e apesar dele ter dificuldade em aceitar a decisão da Sydney de não querer ficar com ele, apesar dele não concordar quando ela pensa em desafiar os Alquimistas e ir para o México, ele a apóia. Ele sabe que quem toma as decisões na vida da Sydney é ela, e que ele não tem o direito de interferir. 

adrian_sydney

Como é impossível falar de Adrian Ivashkov sem falar de seu humor e de seu romantismo, nós resolvemos fazer algo um pouco diferente: vamos deixar o próprio Adrian apresentar seu lado sarcástico, romântico e lindo para vocês com uma seleção do que nós consideramos suas dez melhores frases. E caso vocês (tem alguém aí ainda? Se sim comente com um “Muhahaha”) ainda não tenham lido Bloodlines – ou queiram reler – a Lany e eu vamos conduzir uma espécie de “clube do livro” aqui no Por Essas Páginas, no qual todo fim de semana de Setembro até Novembro nós comentaremos os capítulos dos três livros já lançados da série.

Sem mais delongas, senhoras e senhores: As Dez Melhores Frases de Adrian Ivashkov:

Sydney: “Isn’t Dimitri hot?”
Adrian: “Well, yeah, according to most women, at least.”

“Do you want me to call you celery stick instead? It just doesn’t inspire the same warm and fuzzy feelings.”

“I don’t care if he’s not the emotional type or the complimentary type or what. No one can look at you in this dress, in all that fire and gold, and start talking about anachronisms. If I were him, I would have said, ‘You are the most beautiful creature I have ever seen walking this earth.'”

“Being charming is my hobby.”

“I need you,ʺ said Lissa.
ʺI hear that from women a lot,ʺ said Adrian.

“All guys mean the same thing when they want to ‘get to know a girl better.’ You’re a wellbred young lady, so I understand why you’d be too innocent to understand. Good thing you’ve got me here to interpret.”

Marcus: “How much styling did you have to do to get your hair like that?”
Adrian: “At least I brush my hair”

“So. Are you guys here to convert me or sell me siding?”

“I tell you, Sage. Sometimes I think I am the one who needs to take out the restraining order on you.”

“Dreams, dreams. I walk them; I live them. I delude myself with them. It’s a wonder I can spot reality anymore.”

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  • Juliana Souza disse:

    Gente, eu sempre preferi o Adrian, o que a Rose fez com ele, vocês têm toda razão, e partiu meu coração também. Estou achando a série Bloodlines mil vezes melhor que a Vampire Academy.
    (por favor, não me critiquem, mas eu não via graça alguma no Dimitri).
    Adorei o post *-*

  • Vania disse:

    Oi Juliana, obrigada pelo comentário! E eu também NUNCA vi graça nenhuma no Dimitri, sabia?? Sempre o achei um chato, ele e a Rose se merecem mesmo.

  • Raíza disse:

    Muahahah! hahaha
    Adoreeei, meninas! Eu nunca tinha parado pra pensar nisso da evolução do Adrian, mas agora concordei muito com vocês. Apesar de Vampire Academy tentar mostrar o outro lado dele, foi Bloodlines que realmente o fez deixar de ser um personagem one-dimensional. Eu tenho pra mim que a maior diversão da Richelle é escrever as cenas do Adrian, você vê que o humor dele é o mais trabalho, “Inspirado” dos livros…
    (esses minions fangirling no começo do post me mataram, hahahahah!!)

  • Vania disse:

    Muahahaha!!! Ráááááá!!!!!!! Sabe, é que a Lany e eu passamos dias e mais dias trocando mensagens, conversando no Skype e o assunto da hora era Mr. Ivashkov!! A gente ia analisando cada detalhe enquanto relíamos algumas coisas hahahaha muito bom!! Eu nunca o achei one-dimensional, mas a Rose não deixava espaço pra gente conhece-lo né… agora com a Sydney que a gente tá vendo mesmo quem ele é, e com TFH teremos a narração dele… *fangirling*

  • Lucy disse:

    Sério que little damphir ficou como dampirinha? O.o’
    Então, eu li tudo! Muhahaha! E já estou com os livros de VA comigo em PDF, agora é criar vergonha na cara e ler, mas não por causa apenas do Dimitri – que mtas pessoas gostam, mas pq eu quero ler a continuação com o Adrian. hahaha
    Adorei o post meninas, eu nem conheço o Adrian, mas já gosto dele! 😀
    Bjos!

  • Vania disse:

    Haha parece que sim, Lu… eu não consigo nem imaginar ele falando assim! Mas olha, honestamente… não é necessário ler VA pra poder acompanhar Bloodlines. É claro que ajuda no entendimento, mas acho que se você pegar um resumão resolve da mesma forma. Eu honestamente nunca fui muito fã do Dimitri (acho ele um chato) mas tem muita gente que é apaixonada por ele (coffLanycoff). De qualquer forma, antes ou depois de Va, NÃO deixe de ler Bloodlines!!

  • Karen Araki disse:

    Depois que eu li a saga crepúsculo e vi vários filmes falando de vampiros decidi que deveria dar um tempo em ver algo relacionado ao tema. Porém já venho vendo que se fala muito sobre Vampire Academy, Achei bem interessante o personagem e para ser sincera é a primeira vez que vejo a expressão party boy. Talvez daqui um tempo eu dê mais uma chance aos vampiros.

  • Vania disse:

    Oi Karen!

    Olha, pode ficar tranquila que nem Vampire Academy nem Bloodlines têm muito a ver com Twilight. Sim, ambos contam com uma história de amor que para os padrões da sociedade criada pela Richelle Mead seria impossível, e sim, temos alguns momentos melosinhos aqui e ali, mas nem se compara. Eu particularmente acho a trama bem mais criativa, não gira em torno apenas do romance (embora esse seja um dos focos).

  • Jullyane Prado disse:

    Ainda não li nenhum livro da serie, mas pelo que vi o Adrian parece ser extremamente lindo, charmoso, na verdade o sonho de qualquer mulher, HAHHAHA, diferente da Rose que parece ser bem egocêntrica, mas tudo bem vamos suportá-la, né! Pelo Adrian. HAHHAHA, já tem um tempinho que essa serie está na minha interminável de livros pra ler, acho que vou adiantá-la.

  • Juciele disse:

    Bom, vou confessar! Eu não gosto do Adrian, sempre achei que ele parecia estar descolado na história, talvez por não ter lido o spin-off. Eu também fiquei decepcionada com o final de Vamire Academy que mostrou ser uma série de livros clichê, com um final previsível! Mas agora vou ler o spin-off para ver se começo a gostar dele!
    Meu Filme virou Livro

  • Monique de Araujo Candido disse:

    Caramba, eu pensei que era a unica que prefere a Rose com o Adrian. Eu simplesmente o amo, o cara perfeito, tao incrivelmente sedutor… O tipo de homem pelo qual eu faria qualquer coisa!

  • Esther disse:

    Okay. Wait a second. Eu não concordo nem um pouco com o que vocês disseram da Rose. Egocêntrica? Acho que não. A maioria das mulheres sempre pensa que é tudo sobre ela. Mas e todas as vezes que ela se sacrificou pela Lissa, ou pelo Dimitri? Pense se fosse contigo: ser forçada à um destino que não era bem o que você queria, impedida de amar quem você amava, tendo que seguir alguém, ficar à sua sombra pelo resto da vida (mesmo esse alguém sendo sua melhor amiga.) Mas, apesar de tudo, ela sempre aceitou isso calada. Eles vem primeiro, certo?

    De qualquer forma, eu amo o Dimitri, sou Romitri forever, mas o Adrian me cativou muito. E me chame do que quiser, mas eu realmente não vou ler Bloodlines porque eu não consigo aceitar o Adrian com a Sydney. Pra mim foi meio, err, nada a ver. Eu esperava ele com a Jill, isso eu aceitaria de boa. Mas com a Sydney? Hm, não. Eu até gosto dela, mas… E de qualquer forma, não vejo como a Sydney possa representar pro Adrian tudo que o Dimitri representa pra Rose. É uma comparação meio no-sense, mas você entende, pelo que a Rose conclui em Last Sacrifice, o que eu quero dizer, a questão de união de almas, auras, blábláblá. O fato de que a Rose fala ”você ter de perguntar é exatamente o problema” quando ela e o Adrian estão terminando. Não acho que a Sydney seja a solução pro Adrian. Enfim, é isso ai. De qualquer forma, ainda mentalmente casada com o Ivashkov ali. <3

  • Gabi disse:

    Gostei dessa visão que vocês têm sobre o personagem, mesmo assim (correndo o risco de irritar algumas fãs), acho que ele parece muito vítima e ainda por cima é um tédio em VA com aquele drama dos cigarros e tudo mais. Embora minha visão sobre ele mude completamente em Bloodlines, quando ele para de sofrer com o pé na bunda e pare de ficar sendo todo lamentável em volta de vícios. Não senti nenhuma pena quando a Rose chamou ele de vítima, senti até vontade de aplaudir.

    Veja bem, quantas vezes Rose se sacrificou por Lissa? Pegando as sombras dela, mantendo as necessidades de Lissa acimas de suas próprias? E quando finalmente deixou de fazer isso foi para livrar o amor da vida dela de ter tido sua alma corrompida. COMO ISSO PODE SOAR EGOÍSTA? Só por que ela pegou dinheiro do Adrian (que só por falar nisso não era lá muito pobrinho) aceitando dar uma chance para ele porque talvez achasse que era só mais uma paquerinha e até lá isso já poderia ter sido esquecido. No caso de Sydney e Eddie, vamos primeiro esclarecer que em Frostbite Rose literalmente se deixou ficar para trás para salvar Cristian, Mia, Eddie e Mason(o que por sinal não deu muito certo e.e *HUEHUE*), Sydney não fez isso por sinal de amizade a Rose, mas sim por estar envolvida em um pacto(onde em troca recebeu a ajuda do pai da Rose para arrancar o olho de Keith). Egoísta, definitivamente, não descreve Rose.
    Gosto dela, não só por ser uma “Badass”, mas também por não ser aquele exemplo de totalmente boa. Ela luta pela vida dela(mesmo estando sempre disposta a fazer sacríficos), e sabendo que Dimitri a amava e que eles poderiam ficar juntos, não existia motivo nenhum para continuar mentindo para si mesma de que um dia iria poder amar Adrian do mesmo jeito, seria ridículo se ela quisesse continuar uma relação sem motivo nenhum.
    Até mesmo em Bloodlines ele não é “tudo aquilo”, principalmente se tratando dele e da Sydney, um casal EXTREMAMENTE tedioso.

    Mas, bem, minha opinião não é mesmo?

  • Mariana disse:

    Concordo em quase tudo que a Esther e a Gabi disseram. De forma nenhuma Rose é egoísta. E sim uma personagem forte e determinada a ajudar as pessoas que ela ama, nem que para isso ela tenha que se sacrificar, o que ela mostra que é capaz ao levar o tiro pela Lissa. Em toda a saga ela sempre buscou fazer o melhor para Dimitri e Lissa, e assim, ela também seria feliz sabendo que eles estavam bem. Quanto ao Adrian, simplesmente sou apaixonada por ele, e concordo que ele não combinava com a Rose e como ele mesmo admitiu, a culpa por ter se magoado com a Rose também foi dele. Mesmo sabendo que o coração da Roza era de Dimitri ele insistiu e ela tentou com ele, mas não deu certo, eles não tinham a mesma sincronia. E as palavras dela pra ele foram sensacionais, ele poderia ser forte sem ela, ele só precisava descobrir como. Enfim, VA é minha série do coração, e todos os personagens são tão cativantes, Bloodlines também é ótima mas ainda sim, VA é VA rsrs Richelle poderia continuar com um livro 7, talvez com Rose se sacrificando a novamente se tornar shadow kissed para ajudar Lissa, ou até mesmo se tornar strigoi ou uma vingança de Robert Doru. Sinto falta da narrativa pela visão da Rose 🙁

  • Luana disse:

    Acho Rose um pouco egoísta sim. Fora Lissa e Dimitri, ela não se importa suficientemente com os demais por exemplo ela usou Mason, usou Adrian, usou Sidney entre outros.
    Confesso que ODIAVA Adrian na serie VA. Rose não dava a chance de que o leitor vice algo além de Lissa e Dimitri e ela própria, claro. Mas quando li a serie Bloodlines… Meu amor pelo Adrian ultrapassou totalmente o que eu sentia pelo Dimitri. Tanto que quando reli VA após terminar Bloodlines, Dimitri se tornou sem sal sem açúcar.
    Dimitri foi descrito como um deus, perfeito e blá blá blá. Adrian tem defeitos e qualidades, insano e são. Sarcástico e romântico, e simplesmente com o coração gigantesco. Adrian é um personagem melhor construído e isso se torna mais evidente em Bloodlines. Na vdd o romance entre Sidney e Adrian é melhor construído que Dimitri e Rose exatamente por causa de Adrian é Sidney começarem com uma amizade e não simplesmente se apaixonando. Enfim, gosto de Rose e Dimitri. Mas nenhum casal de tantos livros que já li combinam mais que Adrian e Sidney por conta da evidente evolução deles em toda a serie Bloodlines
    Aqui fica meu humilde ponto de vista rs

  • Resenha: Aura Negra « Por Essas Páginas disse:

    […] sinal (e entendo perfeitamente porque minhas amigas se apaixonaram por ele). Sim, estou falando de Adrian Ivashkov! Vocês podem saber mais sobre ele com as resenhas da série Laços de Sangue, um spin-of de […]

  • Alessandro Negrão disse:

    Gente, aqui estou em 2019 lendo essa matéria, e aplaudindo por concordar em tudo, sou apaixonado pro Adrian, quer ele queira, quer não, é estava procurando coisas apenas para relembrar da saga. Obrigado.

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