Resenha: Belo Desastre

“Abby Abernathy é uma boa garota. Ela não bebe nem fala palavrão, e tem a quantidade apropriada de cardigãs no guarda-roupa. Abby acredita que seu passado sombrio está bem distante, mas, quando se muda para uma nova cidade com America, sua melhor amiga, para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy da universidade. Travis Maddox, com seu abdômen definido e seus braços tatuados, é exatamente o que Abby precisa – e deseja – evitar. Ele passa as noites ganhando dinheiro em um clube da luta e os dias seduzindo as garotas da faculdade. Intrigado com a resistência de Abby ao seu charme, Travis a atrai com uma aposta. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, Travis nem imagina que finalmente encontrou uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar levando-os à loucura.” Fonte

Devo dizer que a sinopse desse livro é muito melhor que o livro em si. E o título – Belo Desastre – é bastante apropriado porque o livro é realmente um desastre, mas no péssimo sentido (parece que esse trocadilho faz sucesso por aí, mas é impossível não usá-lo aqui). Fazia um bom tempo que eu não ficava com tamanha raiva de um livro, com tanta vontade de jogá-lo na parede, de pisar em cima e de xingá-lo até ficar rouca. Fiquei tão brava que só dei uma estrela a ele e até isso a contragosto porque ele não merecia nenhuma. Quer saber por que eu detestei tanto esse livro que, afinal, é um best-seller tão bem falado por aí? (cof cof lembrando que ser um best-seller não é sinônimo de qualidade)  Já vou avisando que não vou ser boazinha nessa resenha.

Todo a história desse livro – toda mesmo – gira em torno de um único personagem: Travis Maddox. Travis é um bad boy: Abby o conhece em uma das suas lutas, onde ele ganha o dinheiro para pagar suas contas de casa e da faculdade. Sim, é assim que as pessoas ganham dinheiro aqui: com lutas, apostas ou pedindo ao papai. Ninguém trabalha nesse livro. Ninguém mesmo. Mas, voltando ao Travis, ele é tudo que Abby diz que deveria evitar: ele é mulherengo, violento, canalha, atrevido, com o ego do tamanho do Maracanã, trata mal as mulheres e ainda por cima se envolve nessas lutas em que rolam apostas e todo tipo de coisa. Mas isso é apenas a superfície de Travis: quando ele é mais aprofundado no livro, ele é muito, muito pior.

Travis também é um cara inseguro, egoísta, impulsivo, possessivo, machista, nervoso, explosivo… bem, a lista é longa. É difícil falar desse livro sem falar desse personagem porque o livro acontece ao redor dele; até mesmo quando ele não está em cena é dele que se está falando, e todo mundo mesmo na história fica esperando novos movimentos dele. Isso é completamente irritante e me fez detestá-lo ainda mais. O mundo não gira em torno de uma única pessoa, nem mesmo em um livro. Na verdade, Belo Desastre poderia muito bem se chamar Travis Maddox. É incrível porque nem livros que levam o nome do personagem no título são totalmente sobre o personagem título; mas esse livro é. E um grande motivo pelo qual odiei o livro foi por ter também odiado Travis e as duas coisas estão relacionadas demais para serem separadas.

A história é narrada por Abby, uma garota aparentemente sem atrativos que Travis carinhosamente colocou o apelido de Beija-Flor ou apenas Flor. Até que foi bonitinho nas primeiras páginas, mas de tanto ser repetido se tornou um apelido cansativo e brega. Ele jamais chama a menina pelo nome. Eu acho bonitinho quando meu marido me chama por um apelido carinhoso, mas às vezes gosto de ouvir meu nome nos lábios dele. Bem, isso não acontece no livro: Travis parece não saber qual é o nome da moça.

Voltando à Abby, ela nos é apresentada como uma garota certinha, independente, cabeça-feita, decidida. Sinto desapontá-los, mas ela não é nada disso. No começo ela até me enganou direitinho e eu realmente pensei que ela fosse tomar atitudes diferentes; pensei que ela seria firme nas decisões que tomou, mas no final das contas ela é uma fraca, completamente encantada pelo Travis e tudo o que ele representa – que ela insiste em dizer que é exatamente o que ela deveria evitar. O pior de tudo para mim foi que ela brinca com os sentimentos das pessoas, até mesmo do Travis, mas também de outros personagens. Ela é o tipo de garota que detesto: aquele que joga com as pessoas e se finge de boazinha. Finge tanto que até ela mesma acredita.

O relacionamento de Travis e Abby começa como um furacão. Rápido demais eles se tornam super amigos, mas desde o começo é uma amizade colorida. Abby vai morar – sim, morar – e dormir na mesma cama de um cara praticamente desconhecido em questão de poucas páginas por um motivo ridículo e bizarro. Depois ela perde uma aposta e fica mais um mês com ele. Nesse ínterim ela sai com outro cara, sempre tendo Travis ao redor e aí que começamos a perceber como o cara é um babaca possessivo. Quando os dois finalmente resolvem admitir que estão apaixonados e ficam juntos, o livro começa a ficar pior – se é que isso é possível.

A relação dos dois é doentia. Não há outra palavra para descrever. O livro descreve tudo isso como amor e paixão, mas acho que a autora está muito longe de entender esses sentimentos. O que Travis, principalmente, e Abby, em menor grau, sentem é nada mais nada menos que um sentimento doentio de posse. Travis trata Abby como uma propriedade, mesmo quando não está com ela (porque os dois vão e voltam, ficam juntos e se separam um milhão de vezes no livro, outra coisa muitíssimo cansativa); mas Abby também faz o mesmo, apesar de fingir que não. Isso não é amor, minha gente, isso é doença. Em muitos pontos esse livro lembra Cinquenta Tons de Cinza, só que sem a sacanagem repetitiva, um pouco mais bem escrito e para jovens. É o tipo de relação obsessiva que me assusta quando vejo pessoas querendo de verdade um cara como Travis ou Christian Grey em suas vidas. Não, gente, esse é o tipo de cara errado. Esse é o tipo de cara que as mulheres lutaram tanto para se libertarem, por tantos anos. Mulheres não são objetos nem propriedade de ninguém: são pessoas. Isso não é bonitinho, não é fofo. Isso é assustador.

Aliás, o livro é cheio de estereótipos idiotas. Travis é grandalhão, musculoso, forte e tatuado. Por que ele é um bad boy tatuado? Todo bad boy é tatuado no corpo todo? Eu acho que não. E também acho que não é porque uma pessoa é tatuada que ela é maluca/impulsiva/bad boy. E o livro afirma, nas entrelinhas, que é impossível a amizade entre um homem e uma mulher (a única exceção é se o homem for gay). Abby e Travis, no início, se dizem somente amigos mas a tensão sexual entre eles é enorme e no final estão apaixonados e cometem atos bizarros por isso. Abby se envolve com outro cara no meio do livro e quando você pensa que eles podem ser apenas amigos, não, não podem, porque o cara é apaixonado por ela (aliás, todo mundo quer comê-la – e não, eu não estou sendo pejorativa, isso é colocado no livro). O único amigo de Abby é Finch e ele é gay. Ah, sério? Eu tenho amigos homens, bons amigos, e não, eu não quero ficar com eles e eles não precisam ser gays para que sejam bons amigos – apesar de eu ter amigos gays e eles serem também bons amigos.

Há algumas tramas que acontecem paralelamente à história de Travis e Abby como o relacionamento de America e Shepley, a melhor amiga de Abby e o primo de Travis. Um relacionamento bem conveniente para a trama. America é tudo menos uma boa amiga: ela é infantil e mimada, coloca Abby em situações desconfortáveis por puro capricho e, apesar de conhecer o passado doloroso da amiga, America incentiva o relacionamento de Abby com Travis, mesmo sabendo que os dois são um desastre juntos, mesmo sabendo que Travis é exatamente o tipo de homem que Abby queria evitar quando se mudou. Isso não é amizade, é sabotagem. Quanto ao personagem de Shepley, em certo momento do livro, Travis o culpa por não proteger Abby quando, na verdade, foi Travis quem a colocou em perigo; esse é só mais um exemplo dos absurdos e incoerências presentes nesse livro. É como se a autora quisesse fazer de Travis um bom moço apaixonado e ao mesmo tempo um cara perigoso, mas ela não sabe como fazer isso. Travis faz coisas estúpidas e impulsivas, atitudes babacas e machistas, e tudo isso é perdoado após noites de sexo, surpresas fofinhas ou bons amassos. Esse tipo de coisa me fez sentir nojo de Travis em vários momentos.

Abby tem uma companheira de quarto que ela qualifica como chata e irritadiça, mas na verdade foi a única pessoa que falou algo decente sobre a relação de Travis e Abby no livro inteiro. Foi a personagem que mais gostei, apesar de ser uma personagem inútil que não tinha um motivo plausível de estar ali. Há vários personagens inúteis nesse livro. Sinceramente, o livro todo é inútil e de mau gosto. Uma total perda de tempo. Não recomendo para ninguém.

Eu tinha esperanças de que o livro fosse uma enorme ironia, que o final fosse me surpreender, mas nada disso. O final foi patético, absurdo e em certo grau, previsível. O livro é longo demais para poucas cenas que façam alguma diferença.

Belo Desastre tem uma continuação chamada Walking Disaster (Desastre Ambulante), ainda não publicada no Brasil, que basicamente é a mesma história, mas do ponto de vista de Travis. Não consigo imaginar um livro no ponto de vista desse personagem porque, para mim, ele não parecer ser o tipo de cara que pensa. De qualquer maneira, depois de Belo Desastre, a minha vontade de ler qualquer outro livro dessa série – ou mesmo da autora – é praticamente nula.

Ficha técnica:

Título: Belo Desastre
Autor: Jamie McGuire
Editora: Verus
Páginas: 389
Onde comprar: Livraria Cultura
Minha avaliação: 

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  • Lica disse:

    Eu gostei mto de Belo Desastre…
    Mas entendo seu ponto de vista… pq pra mim msm doentio… o amor insano deles e não servindo de exemplo para nada… eu viciei no tipo de escrita da autora… em que não conseguia parar de ler…msm lendo coisas meio insanas…então pra mim esse tipo de leitura foi prazerosa, eu me diverti lendo,
    Parabéns pela resenha!
    Bjokas
    Lica

  • Karen disse:

    Oi Lica!
    Eu sei, muita gente gostou de Belo Desastre! Foi por isso que eu li, vi um monte de resenhas positivas. Mas não consegui gostar do livro exatamente pelo Travis e pela relação obsessiva dele com a Abby. Tenho medo de imaginar isso na vida real.
    Mas concordo que a escrita da autora é boa, tanto que, apesar de eu ter detestado o livro, cheguei até o final. Ela escreve bem.
    Se você se divertiu lendo, isso que importa!
    Obrigada!
    Beijão

  • Leka disse:

    Nossa, Ka! Estou CHOCADA e extremamente agradecida a mim mesma por não ter pego esse livro para ler. HAHAHAHAHHA…
    Que porcaria estão ensinando as pessoas hoje? Valores totalmente errados para garotinhas lerem e seguirem, né? GZUIZ, que história podre!

  • Karen disse:

    Pois é, Leka! Valores completamente distorcidos. A relação descrita nesse livro é de assustar. É algo que quero muito, muito longe de mim! Até literariamente.

  • Lucy disse:

    Nossa, Kakazinha. o.o’
    Realmente, arrasou, literalmente, com esse livro. hahahaha E olha que muita gente gostou e eu cheguei a ficar tentada em adquirir.
    Bem, pelo menos vc postou a sua opinião e acho mto justo que vc tenha sido sincera, não adianta fazer firula quando o livro é ruim assim. Claro, algumas pessoas ainda podem se arriscar e ler (eu mesma, não – tão pouco tempo para ler e eu ñ quero desperdiçar com livros ruins) e ainda ter opiniões diferentes, mas sei lá, é bom alguém postar o que realmente achou – o que chamo de “verdade nua e crua” rsrs e abrir os olhos de leitores que de repente podem criar mta expectativa com esse livro.
    bjos bjos!

  • Karen disse:

    Falei pra ti que eu ia arrasar! Mas não tem como, foi exatamente isso que eu senti lendo o livro. Precisava botar para fora.
    Não adianta fazer firula mesmo. O livro foi ruim para mim e pronto. Essa é a verdade. Aí os leitores podem ler essa resenha e as resenhas positivas e decidir se querem ler ou não. Mas eu avisei.
    beijão!

  • Melissa de Sá disse:

    Aaaaaaaaaaaaaargh!

    Esse é o tipo de livro que NUNCA vai me agradar. Detesto esteriótipos machistas que são pintados como fofos. Inclusive, acho perigoso todo esse frisson em volta de caras tipo Christian Grey: como se um bom sexo (e até isso é questionável) perdoasse tudo o que o cara faz de errado na vida.

    Mas o que mais me assusta é mesmo saber que esse livro é bem quisto na blogosfera literária. Meu Deus, não é só o personagem que parece ruim, pelo que você comentou, o livro tem a profundidade de uma colherzinha de café! Eu não consigo entender como as pessoas conseguem se afeiçoar a histórias assim e lê-las com tanta frequência. Juro que não consigo.

  • Karen disse:

    Bom sexo não é atenuante para o cara ser um babaca estúpido!!! Quando leio coisas assim, me assusto. Isso não é saudável, não é legal. Tudo o que as mulheres já lutaram e lutam para sermos tratadas de maneira igual, de maneira justa e com respeito vai por água abaixo com livros desses. Li um monte mesmo de resenhas positivas desse livro e simplesmente não entendo como as meninas querem um cara desse na vida delas. E sim, o livro tem a profundidade de uma colherzinha de café (de chá não, porque de chá é uma referência a Harry Potter e esse livro não merece! rs).

  • Camila Carvalho disse:

    Nossa, Karen… concordo com várias pontos e a sua irritação é a mesma irritação que tenho com esse tipo de livro.
    Realmente, é um relacionamento DOENTIO. Do tipo louco mesmo, de as pessoas precisarem ser internadas. É muito triste ver as mulheres confundirem essa obsessão com amor. E pior, idealizarem um cara como o Travis como o homem ideal. Meu Deus, não sei de que lugar tiraram que um cara ser instável, explosivo, ciumento ao extremo e agressivo é bonito.
    Sinceramente, em alguns momentos do livro, fiquei com medo de o Travis bater na Abby. Não passou longe. Na vida real, é com violência e morte que termina esse tipo de relacionamento.
    Outra coisa que me decepcionou foi o motivo de todo aquele segredo da Abby. Quando descobri não achei nada tão horrendo assim.
    Enfim, é um livro que também não recomendo, mas sei que várias das minhas amigas fãs de 50 Tons irão adorar. Então, acabei emprestando-o…

  • Karen disse:

    Obrigada, Camila! Fico feliz quando encontro pessoas que não gostaram do livro porque realmente é incrível que alguém cogite que isso é uma relação legal, que o Travis é o homem ideal. Se fosse na vida real e comigo, eu botaria uma medida restritiva nesse cara. Como você disse, em alguns pontos fiquei com medo dele. Se fosse de verdade e não um romance idealizado, ele bateria na Abby – mas ela chegou a cogitar que isso pudesse acontecer no livro. É um livro violento com uma relação de posse e obsessiva.
    Também não achei nada tão horrendo o segredo da Abby e não entendi bulhufas quando ela se envolveu naquela situação para ajudar o pai. Ela não precisava fazer isso. E ela certamente não tinha que enfiar o Travis nisso, bem como ele não deveria envolvê-las nas lutas – e deu no que deu.

  • Lain Lang disse:

    Geeeente… esse livro parece longo demais! hahahaha e vc realmente desceu a lenha nele!!!

  • Karen disse:

    Longo e cheio de cenas inúteis e repetitivas. Essa resenha foi um desabafo! rs

  • Nivia Fernandes disse:

    Deu até para ouvir o som da bomba caindo e arrasando a terra todinha! rs
    Se esse te revoltou mais do que “Estilhaça-me”, então a autora tá de parabéns, vai direto para a psicoterapia.
    Eu não vou ler, simples assim. Já me basta ter lido Crepúsculo (até Eclipse), para chegar na conclusão de que estava certa mesmo. Esse daí já é demais. Relação doentia pra jovens. Nem na literatura dá mais pra confiar, imagina uma menina descerebrada lendo isso e achando que este sim é o homem que deve procurar!

    Que pavor! E pensar que me inscrevi para um sorteio desse livro há um tempo atrás. rs

  • Karen disse:

    Minha resenha foi tão bombástica assim? rsrsrs
    Menina, eu achei que nenhum livro conseguiria me irritar mais que Estilhaça-me. Estava errada. Belo Desastre é pior. ARGH!
    Não leia mesmo porque eu te conheço e sei que você vai ficar tão irritada quanto eu. A gente não pode nem mais confiar na literatura, viu? Tá osso!!!

  • Greice Michele disse:

    NOSSA!!!
    Foi a primeira resenha negativa desse livro que eu li. Eu gostei do livro principalmente pela escrita fluída da autora mas também achei doentia essa relação entre os dois, e essa coisa de fica junto, separa, fica junto, separa me estressou demais. E o apelido que ele deu pra ela? Fiquei com vontade de estapear a cara dele, essa foi a parte que mais me irritou, e sem contar que foi traduzido errado esse apelido porque em inglês era outra coisa.
    Mas enfim, eu gostei do livro e tava achando ele bom mas depois dessa resenha você abriu meus olhos porque acho que fiquei um pouco obcecada com fluência da leitura que não captei totalmente a essência da estória. Essa foi com certeza a melhor resenha do livro que eu li até agora. Já conhecia o blog mas raramente visitava, sua resenha me conquistou tanto que vou voltar sempre para conferir as demais.
    Bjs, Greice.

  • Karen disse:

    Olá Greice! =)
    Olha, realmente é bem difícil encontrar resenhas negativas do livro. Depois que eu fiz a minha fui procurar se alguém mais pensava do mesmo jeito que eu e foram poucos que encontrei. Maioria do pessoal adora o livro. A escrita da autora é realmente fluída; ela escreve bem, mas a história não me convenceu, pelo contrário, fiquei muito irritada com a trama e detestei os personagens. É tudo o que você falou no seu comentário mesmo muito mais.
    Fiquei muito feliz que gostou da resenha, obrigada pelos elogios! Volte sempre aqui no blog para acompanhar nossas leituras, promoções e novas resenhas! ^^
    Beijão

  • Tina Elkesvenn Albuquerque disse:

    Nossa… Esculachou o livro! hahaha
    Eu gostei… Tá, tem umas coisas assustadoras, tipo: Travis obsessivo, Travis corre atrás de Abby que nem um louco psicopata, Travis é ciumento, etc… Também fiquei com raiva em alguns momentos por causa de algumas atitudes da Abby e do Travis. Um dos pontos fortes é a escrita da autora, ela soube como conduzir a história (eu gostei do estilo e do modo como vai se desenvolvendo, diferente de Cinquenta Tons de Cinza) e isso me atraiu de certa forma, no sentido de ficar ligada e não largar o livro até o final.

    Agora, se colocar Travis Maddox lado a lado com Christian Grey… Pense duas vezes, quem é pior? O prêmio vai para o Grey. Meu, nunca vi personagem tão fodido, tão possessivo quanto ele. Sério, o grau é maior. A relação dos dois (Ana e Christian) chega a ser pior, se comparada a Abby e Travis. Christian é chato pra carai, Anastasia idem. E o livro da E.L. James foi o mais irritante que já li, não aguentei. Dá pra entender o sucesso dele? Há quem goste de uma boa porcaria mal escrita.
    Mas por outro lado, gostei de Belo Desastre. Aquilo é um relacionamento conturbado, mas nada tão grotesco assim. Já vi piores, acredite.

  • Karen disse:

    Então, Tina, assim, eu li Cinquenta Tons e foi tão ruim, tão ruim MESMO, que eu nem me animei a fazer resenha. Eu só ia conseguir ficar repetindo o quanto aquilo foi ruim, não seria uma resenha construtiva… rs
    Agora, Belo Desastre foi MENOS ruim e por isso ganhou resenha. 50 tons é tão chato que dá sono, mas Belo Desastre não é chato assim. Concordo com você no ponto: a autora escreve bem. Ela faz você querer chegar no final, é uma escrita atraente e interessante. Mas o relacionamento de Belo Desastre é sim grotesco, conturbado, assustador, psicótico. Meow, o Travis é um louco varrido, ele deveria ser internado ou preso. Se fosse comigo, eu botava uma ordem de restrição.

  • Valquiria Aparecida Ilnitski Chimnski disse:

    Olha, ainda bem que li esta resenha rss… (e que peguei o habito de ler resenhas antes de comprar um livro – pelo menos depois de comprar “comprometida às escurar e detestar rss) por que, sinceramente, eu esperava outra coisa do livro … Outo enredo, sei la o que! Mas não dá realmente não da pra pra comprar um livro com uma historia assim. Talvez vou optar pelo e-book e de preferencia gratuito. A unica ciusa que gostei pr valer foi da capa! Abraços…

  • Karen disse:

    Olha, Valquiria, para mim Belo Desastre foi realmente uma catástrofe, como você leu na resenha… Uma relação doentia que não tem nada de fofa ou admirável. Passo longe disso na vida real e nos livros isso me assusta. Você faz bem em ler resenhas antes de comprar um livro e eu fico lisonjeada que confie e considere as nossas resenhas aqui no Por Essas Páginas! =)

  • Marcele Cambeses disse:

    “É o tipo de relação obsessiva que me assusta quando vejo pessoas querendo de verdade um cara como Travis ou Christian Grey em suas vidas. Não, gente, esse é o tipo de cara errado. Esse é o tipo de cara que as mulheres lutaram tanto para se libertarem, por tantos anos. Mulheres não são objetos nem propriedade de ninguém: são pessoas. Isso não é bonitinho, não é fofo. Isso é assustador.” > Eu falo isso o TEMPO TODO e poucas pessoas que lêem esses livros conseguem ou querem entender. Fico abismada por tal tipo de distorção do amor e todos os seus similares ganharem tanto espaço atualmente; sério; pasma com o número de mulheres que suspiram por personagens doentios e opressores. E o pior! Essa crença babaca de acharem que “o amor justifica tudo”. Não, minha filha! Tá pensando errado! Se o cara fez uma atrocidade sem tamanho, tenha a certeza de que o amor dele não justifica, afinal, não é nem amor, pra começo de conversa! É obsessão, posse, ego, tudo de ruim! Vejo hoje MUITA gente querendo ser musa, ser endeusada por um homem problema (camuflado em suas diversas qualidades superficiais e equivocadas) ao invés de construir por mérito uma relação sólida e ter um companheiro de verdade. Gente que acredita e acha lindo esse papo do “amor que surge do nada” entre um suposto fodão e alguém sem UM atrativo. Será que não percebem que o amor é construído? Que está associado intrinsecamente à admiração, ao altruísmo, à parceria e ao respeito? Que, fugindo disso, não é amor e sim outra coisa? Não entendo, de fato não… Parabéns de novo por mais uma sessão de críticas bem feitas. Pelo meu desabafo, já deu pra ver que eu concordei de novo com o seu ponto de vista, né? Estou me acostumando com isso hahahaha. Passarei longe desse livro, obrigada por avisar.

  • Karen disse:

    *palmas*
    Exatamente, Marcele!!! Foi isso mesmo que você disse que eu quis mostrar na minha resenha. Se tem algo que me deixa doida é esse monte de suspiro por caras completamente babacas nos livros. Aí depois na vida real as mulheres dizem que só acham cafajestes. Bem, cara, se você curte um Travis, é isso mesmo que você merece, um babaca na sua vida!! ¬¬’
    O amor é outra coisa bem diferente!!!
    Passe mais por aqui, Marcele. De vez em quando eu surto e falo essas coisas nas resenhas. Prefiro as minhas resenhas de livros que eu não gosto! hahahaha

  • Arline disse:

    Olá!

    Adorei a resenha. A leitura se torna viciante por uma vontade de querer saber o que acontece e se algo realmente acontece. A sinopse me chamou a atenção, pensei ter até algo de “sobrenatural” na história de Abby, que pra mim, ficou em segundo plano totalmente… Se não ler com atenção, perde-se do que se trata e apenas o relacionamento doentio se firma.

    Qual é, de fato, o segredo horrível de Abby? Dissimulação? Porque é isso que ela é o livro inteiro! Gostei de algumas coisas da história, mas não me animei a passar da primeira página do segundo livro que *abstraia* li em pdf. É maçante! Ler só uma versão de um cara perturbado já foi mais do que suficiente.

    Li alguns comentários aqui acerca de 50 Tons e tals… Engoli o primeiro livro em um dia, e estou no segundo agora. A “história” em si não me é atraente de forma alguma, mas a cabeça de Christian… O que se passa na cabeça dele é muito, muito interessante. Acho que gosto de tentar entender o que se passa na cabeça de personagens assim.

    Acontece o mesmo em Toda Sua. A história não me chamou a atenção, achei superficial demais, como se a autora tivesse medo de “chocar” quem lesse – sem contar que é uma cópia com palavrões mais explícitos de 50 Tons. A cabeça de Gideon é mais interessante do que todas as vezes em que ele está com Eva. Sem dúvidas. E essa coisa de mulheres achando que uma noite intensa de sexo vai curar esses homens perturbados… Ah, isso cansa.

    E tem resenha de Estilhaça-me também… Lerei o livro primeiro, depois dou uma olhada nela, pra não criar expectativa.

    Adorei mesmo! Logo eu passo por aqui outra vez.

  • Karen disse:

    Arline, pois é, eu também achei a escrita da autora boa e realmente a gente tem alguma vontade de ler mais… Mas a trama toda é uma porcaria. O segredo da Abby era ridículo. E ela é uma babaca. Pior que tem várias continuações, parece que vai ter livros para o casal amigo dos dois também… #moneygrab do inferno isso sim.
    Hum, eu não consegui achar o Christian Grey tão complexo assim para me interessar. Mas assim, para mim o maior problema de 50 tons é que ele é mal escrito. Até Belo Desastre é melhor escrito, apesar da trama horrível. 50 tons me encheu de tédio, tanto que nem resenhamos por aqui.
    Vish, é, se você quer ler Estilhaça-me… é melhor ler o livro antes mesmo, porque eu também não fui delicada com o livro. Mas olha, o e-book do Warner, Destrua-me foi muito bom!! Me surpreendeu.
    Tô com Toda Sua aqui para ler, que ganhei… mas sei lá, ainda não tô com paciência pra ele.
    Passe mais por aqui! Fico feliz que tenha curtido! ^^

  • Arline disse:

    Toda sua… Ah… Ele me encheu só pelo fato de os diálogos serem entre aspas. Ah, e porque é mesmo chato. Ontem eu li o segundo livro da série de uma vez e… Nada. Gideon não é, pra mim, tão complexo quanto Grey. Eva é chata – beeem insuportável mesmo -, pior do que Ana, que pelo menos “enfrenta” o Grey. Mas eu me saí bem mal na escolha de livros e a maioria é trilogia. :'( Então, terei que comprar os outros só pra completar e pra alimentar meu quase TOC.

    Breve estou por aqui outra vez!

  • Karen disse:

    Bem, eu to com o Toda Sua aqui para ler… vamos ver no que dá. Ainda não me animei a lê-lo, ainda mais que agora descobri que ele vai ter 5 livros!! Achei que era uma trilogia! A autora, editora, sei lá, mudaram de ideia, e eu achei ridículo, é só para comer mais dinheiro.
    Mas sim, eu também tenho esse TOC que você tem! rsssrsrs

  • Vania disse:

    Acredita que esses dias eu quase comprei esse livro? Daí lembrei que vi por cima que você tinha feito uma resenha negativa, e abri mão, comprei outra coisa. Ainda bem, viu. Considerando que nossas opiniões sobre 50 Tons ficaram pau a pau, eu duvido que teria gostado ou até mesmo aguentado esse livro pra chegar até o final.

  • Karen disse:

    Parceira, você não ia aguentar esse livro. Você ia ficar com raiva e jogá-lo na parede. É melhor fazer um bom uso do seu dinheiro e gastá-lo com outro livro. =)

  • Jullyane Prado disse:

    Poxa detonou o livro, HAHAHA
    Eu li os dois livros já: Belo desatre e desatre iminente e ameeeeeeeei. Achei melhor ainda o desastre iminente que é a versão do Travis Madox, lá vc passa a ver que ele não é tão grosso quanto parece!! rsrs

  • Karen disse:

    Oi Jullyane! =)
    Ah, não consigo mais ler nada dessa série. Ainda mais um livro narrado pelo Travis. Não consigo imaginá-lo pensando, a não ser em grunhidos, sabe, de homem das cavernas? “Mim ama Beija-Flor”, esse tipo de coisa. Fiquei com uma péssima, péssima impressão. O_o

  • Tayná disse:

    ODIEI O LIVRO. Com todas as minhas forças. E não acredito que levei fé na Abby. A garota saiu com um, e dormia na cama do outro e ainda achava que isso não era nada demais.E o Travis? Não vou perder meu tempo falando. Não recomendo. E quem quiser se aventurar a ler, boa sorte, e ainda deixo um conselho: Leia apenas as falas da Kara, que são as unicas falas dignas e que valem a pena, uma vez que ela é descrita como chata e abusada, mas é a unica inteligente no livro todo.

  • Tayná disse:

    E queria agradecer a você Karen *-* eu já estava ficando frustrada, lendo outras resenhas, e acreditando que eu era a unica que achava esse livro uma merda *–*. Sua resenha é perfeita e tudo que cê disse é verdade.

  • Karen disse:

    Tayná, eu também acho que a Kara é a única personagem que presta no livro, apesar da autora insistir que ela é chata e blá, blá, blá. Deu pra perceber que a autora é bem imatura por causa dessas coisas.
    Eu só li por causa do monte de resenhas super positivas que li por aí, mas fiquei doida quando li! Quase arremessei na parede. Muito, muito ruim. Por isso essa resenha revoltada! hahahaha Que bom que gostou! 🙂 Obrigada!

  • Aline Oliveira disse:

    Ah, Meu Deus! Até que enfim encontrei alguém que pensa exatamente o que eu sobre este livro. E-x-a-t-a-m-e-n-t-e! Hahaha… foi até melhor do que eu poderia ter falado.
    As pessoas tem que aprender a amar sem possessividade.
    Obrigada.

  • Karen disse:

    Opa, obrigada você, Aline! =) Também fico feliz de encontrar pessoas que pensam como eu. Sério, amar não é ser dono. Isso é doentio. Cada pessoa é um ser individual. Ninguém é dono de ninguém, credo! O_o

  • Bruna Souza disse:

    Confesso que quando comecei a ler Belo desastre, achei que seria um livro monótono e chato como alguns que já havia lido. Mas depois que a história foi se desenvolvendo e fui conhecendo o Travis Maddox, fui me apaixonando aos poucos pelo livro. É um livro incrível, e recomendo para todas as minhas amigas e até quem para quem estiver lendo esse post hahaha.

  • Karen disse:

    Anh… então tá, né. Se joga, garota! hahahaha

  • Michelle Agda disse:

    Depois da sua sugestão, não resisti e tive que vir aqui conferir a resenha. E novamente me decepcionei. O título é tão bom, a capa é tão boa, mas sua opinião em relação ao livro quebrou tudo isso. Pois é, mas vamos ser realistas: nem todo livro é tão bom assim ;/

  • Karen disse:

    Nossa, eu me decepcionei forte com esse livro também, Michelle. Esperava bastante dele e me deparei com… isso? Aff… dá vontade de bater a cabeça na parede.

  • Ellen disse:

    Karen obrigada!
    Até que enfim uma resenha de alguém que leu o mesmo livro que eu. Pelo menos que se incomodou com os absurdos da história.
    Eu pensei em vários momentos em desistir da leitura mas a escritora não é ruim o problema são os personagens.
    Como assim vc vai morar/dormir com o cara que mal conheceu e aceita ficar saindo com outro. Absurdo maior que esse só mesmo o final do livro, deu ânsia…
    Odiei com todas as minhas forças.
    Terminei de ler o livro me sentindo mal.

  • Karen disse:

    Ellen, exatamente, também terminei o livro me sentindo bem mal! Por isso exorcizei tudo nessa resenha! 😉 Obrigada, fico feliz que curtiu!
    Eu também achei isso… o problema nem é a escrita da autora. Ela é boa. São os personagens. Argh!

  • graziela segredo silvestre disse:

    este livro é show ,estou doida para ter um exemplar e ler,amei a resenha…

  • Gabriela S. disse:

    LIVRO PERFEITO E MARAVILHOSO!
    O amo demais ♥♥♥

  • Bruu Gonçalves disse:

    Não me conformo de vocês não terem gostado, tudo bem que tem aquela coisa possessiva e tudo mais, mas eu adorei tanto tanto tanto <3 Mas fazer o que né? Cada um com o seu gosto hahah mas acho tão legal quando vocês escrevem uma resenha sincera como essa :))

  • Dâmaris Carvalho Lima disse:

    Eu não gostei do livro 50 tons de cinza (achei o relacionamento dos dois muito fantasioso e doentio, fora que os dois vão mais pra cama do que conversam), na resenha vc cita que o livro lembra 50 tons. Vale a pena eu ler ele? ou ele é no mesmo nível de 50 tons?

  • Sexta do Sebo #48 « Por Essas Páginas disse:

    […] mesmo, é isso aí! Pra mim, o pior livro que já li (não, por incrível que pareça, não foi Belo Desastre… rs) e não recomendo pra ninguém é Apocalipse Zumbi (resenha aqui). Nem vou falar a grande […]

  • Val disse:

    Kakazinha, minha filha. Socorro! Que revolta foi essa? Nossa, como eu ando meio sumida do mundo dos livros (minha pós está me fazendo ler só sobre finanças e economia… ), venho aqui ler as resenhas de livros que amigos me indicam. Uma amiga minha disse que amou esse livro, que ele é ótimo! E tipo, ela odeia 50 tons…
    50 tons eu nem comento, comprei os 3, mas li só 2. Não consegui ler o 3. Putzz.
    Mas mesmo com essa sua resenha vou ler esse livro, aí sim falo o que eu achei! rs
    Beeijos

  • Resenha: Real « Por Essas Páginas disse:

    […] guilty-pleasures literários, eu não lembro de nenhum que abordasse boxe clandestino (oi, não li Belo Desastre, nem vou ler tão cedo) e não tinha ideia do que encontraria. Esse foi um dos motivos pelos […]

  • Resenha: A Morte de Sarai « Por Essas Páginas disse:

    […] só fui descobrir bem depois que se tratava de um livro desse gênero (minhas más experiências com outros livros me fizeram desenvolver um certo receio dessas obras). Mas com o novo romance de J.A. Redmerski a […]

  • Livros | EU INSISTO! disse:

    […] por fim já estava completamente apaixonado por todos os personagens.” ↓ Reprovaram  ◆ Por Essas Páginas – “Fazia um bom tempo que eu não ficava com tamanha raiva de um livro, com tanta […]

  • Sulamita disse:

    Comprei o livro e agora li sua resenha, sério que eu gastei meu lindo dinheiro pra ler um livro sobre um cara assim ? poxa queria ter lido sua resenha antes.

  • Amanda disse:

    O problema não é gostar do livro em si,mesmo que traga assuntos como o machismo. Eu vejo garotinhas comentando sobre esse livro e colocando ”Travis S2” e ai sim,eu fico pensando no que elas tem na cabeça para admirar um personagem como esse. As considero tolas.

  • Jennifer disse:

    Bom, eu acabei de ler Belo desastre nesse momento e fui direto na Internet procurar opiniões que se pareciam com a minha e achei a sua. Eu gostei do livro, concordo com uns dramas desnecessários ao longo dele,realmente é um tipo de relacionamento que passo longe. Mas olhando mais profundo posso dizer que é um tipo de relação doentia como no próprio livro diz, a “louca”da América e melhor amiga da Abby, vivia dizendo. achei bom, achei ruim, briguei com os personagens ao longo do livro, mas eu o respeito e quem puder ler leia e tire suas conclusões.

  • Jennifer disse:

    Bom, eu acabei de ler Belo desastre nesse momento e fui direto na Internet procurar opiniões que se pareciam com a minha e achei a sua. Eu gostei do livro, concordo com uns dramas desnecessários ao longo dele,realmente é um tipo de relacionamento que passo longe.

  • Top Ten Tuesday: Dez livros que nunca lerei « Por Essas Páginas disse:

    […] motivo vocês podem ler nessa resenha. Sem […]

  • Sexta do Sebo #208 « Por Essas Páginas disse:

    […] Um dos livros que mais quis jogar na parede foi Belo Desastre. UGH! Tem resenha revoltadíssima aqui. […]

  • Elle disse:

    Olá! Sei que é uma resenha antiga, mas soube a pouco tempo da existência do livro e quase acabei o ebook. Sendo sincera, concordo muito com o que disse sobre os personagens, mas meu incômodo maior não foi esse. A escrita da autora é ótima pra fazer você ler dezenas de páginas sem notar, mas não me dava tensão em nenhum momento e nem me fez sentir nada além de: nem notei que tava aqui. Levando em conta a personalidade estourada do menino, que não faço questão de escrever direito o nome, e a Abby, esperava mais emoção e discussões sobre o temperamento do Travys. Admito que a capa é muitas resenhas me atraíram, especialmente de uma book tuber que adoro, mas a história é boba. Sou viciada no Wattpad por ser de graça e ter muita coisa boa, e me senti lendo uma fic imbecil que nem foi pensada por menos de uma hora antes de escrever o roteiro do livro. Fiquei muitas vezes no mesmo parágrafo pensando em como aquilo estava bobo, teria ignorado de boa se não fosse pela falta de apego que senti a tirar meus olhos da página e fazer qualquer coisa. Não me senti prendida e muitas decisões pareciam ser tomadas por crianças, não por jovens adultos. Caras machistas, imbecis e protagonistas que pagavam de madre, mas ferravam e eram egoístas os tempo todo estava esperando, agora, uma história boba como aquela me causou decepção.

    PS. :perdoe os erros de português e minha coerência, sou meio ruim de me expressar. Adorei sua resenha e com certeza a seguirei a partir de agora! 😉

  • Vitória Oliveira disse:

    Acabei de ler Belo Desastre (uma amiga apaixonada pela história me disse que eu amaria o Travis e o casal principal e eu decidi dar uma chance) e fiquei chocada ao ler as resenhas a respeito desse livro. Para ser sincera, essa é a primeira resenha coerente que eu encontro sobre Belo Desastre.
    Fiquei realmente chocada ao perceber como a maioria das pessoas trata o relacionamento do casal principal como algo normal e romantiza os atos do Travis e da Abby. Tudo o que eles faziam e tudo que acontecia me parecia tão absurdo e doentio que era até difícil acreditar que eu estava lendo um livro tão famoso e idealizado, principalmente pelos jovens.
    Tudo o que senti ao decorrer da leitura foi uma imensa vontade de jogar o livro pela janela ou queimá-lo. Essa vontade só aumentou quando fui começar a ler as resenhas a respeito, afinal eu precisava muito entender como esse livro tens tantos fãs, além de descobrir se eu tinha lido alguma coisa errada, porque não era possível eu ter lido o mesmo livro que minha amiga tinha me indicado.
    De qualquer forma, fico feliz em ter encontrado ao menos uma boa resenha. Muito obrigada por ela!

  • Kely lopes disse:

    Gente eu vi esse livro sendo indicado por uma booktube como sendo um ótimo livro , daí tá baixei grátis em pdf e fui ler , gente eu não consegui sair da primeira página , fiquei presa naquele diálogo que acontece no refeitório e não acreditei na escrita do livro , não sai dali , nossa que ruim viu , não consegui avançar mais que isso , me pareceu uma fanfic escrita por uma adolescente de 14 anos que nunca namorou mais tem referências de romances ruins porque pqp , que escrita péssima, e pior e essa história de aposta , gente alguém na vida real faz uma merda dessas , não fala sério e quem atura homem babaca , tá até conheço algumas mulheres mais doidas que caras assim , gente confesso eu li em três tentativas e não conseguia avançar além dessa primeira cena do refeitório , nossa que coisa mais tosca . Em fim não recomendo o existe romances muito melhores .

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