Resenha dupla: Entre o Agora e o Nunca

Olá! Eu e a Lany começamos a ler esse livro simultaneamente e quando terminamos, percebemos que tivemos algumas opiniões diferentes sobre ele, então vamos resenhá-lo para vocês. As cores da fonte vão diferenciar as opiniões. Meu texto será da cor azul e o da Lany laranja.

ENTRE_O_AGORA_E_O_NUNCASinopse: Camryn Bennett é uma jovem de 20 anos que desistiu do amor desde que Ian, seu namorado, morreu num acidente de carro há um ano. Sua melhor amiga, Natalie, é a única capaz de animá-la. Mas a relação entre as duas fica abalada quando o namorado de Nat revela à Camryn que está apaixonado por ela. Perdida, sem saber o que fazer, Camryn vai para rodoviária e pega o primeiro ônibus interestadual, sem se importar com o destino.

Com uma carteira, um celular e uma pequena bolsa com alguns itens indispensáveis, Camryn embarca para Idaho. Mas o que ela não esperava era conhecer Andrew Parrish, um jovem sedutor e misterioso, a caminho para visitar o pai, que está morrendo de câncer. Andrew se aproxima da companheira de viagem, primeiro para protegê-la, mas logo uma conexão irresistível se forma entre os dois.

Camryn tenta lutar contra o sentimento, já que jurou nunca mais se apaixonar desde a morte de Ian. Andrew também tenta resistir, motivado pelos próprios segredos. Narrado em capítulos que alternam as vozes de Andrew e Camryn, Entre O Agora e O Nunca é uma história de amor e sexo, na qual os personagens testam seus limites, exploram seus desejos e buscam o caminho que os levará à felicidade. Fonte

Certo, esse é o primeiro livro estilo “new adult” e “road trip” que eu leio e até tive uma boa impressão sobre ele. Em partes.

Eu já vou começar reclamando de uma coisa… Quem inventou essa nomenclatura “new adult”? Só porque tem cenas mais quentes? E os “livros de banca”? E os livros da Nora Roberts, também são “new adult”? Sim, são muitas perguntas, porque eu ainda não consegui entender essa definição. Mas isso é assunto para outro post! Voltando ao tema, esse não foi meu primeiro livro desse estilo, porque eu já li “Cinquenta Tons de Cinza” e “Belo Desastre” (e sim, eu não gostei de nenhum dos dois!). Assim como a Lucy, eu gostei de Entre o Agora e o Nunca. Em partes.

Começamos primeiro por Camryn. Ela é o tipo de personagem que mescla o forte e o vulnerável. Não vejo isso de forma negativa, ela simplesmente sabe quais são seus limites, mas mesmo assim quer ir além e vai atrás do que quer. E no momento, ela quer descobrir afinal qual o sentido da vida dela, acredito eu, procurando uma inspiração divina. Muitos fazem terapia, mas Camryn, que aparentemente já tentou esse método, resolveu viajar para lugar nenhum. Ela escolhe ao acaso embarcar para Idaho e então começa a sua viagem.

Até aí tudo bem. Temos os pensamentos de Camryn, seus medos, suas incertezas. A narrativa é mais descritiva e passa a ser um pouco maçante (mais narrativa, menos diálogos), até a chegada de Andrew. Aí a história fica mais interessante.

Camryn meio que olha torto para Andrew no início, com aquela música alta do fone de ouvido dele a incomodando, mas logo é cativada por ele (=ele tem uma boa lábia). Na verdade, eu acho que ela lutou com essa atração/simpatia/seja lá o que for que sentia por ele desde o início e não queria baixar a guarda. Isso eu até entendo, é difícil você confiar em alguém que conhece há pouquíssimo tempo. Mas depois… Me pareceu que, mesmo ela tendo mostrado todas as reservas no começo, ela baixou a guarda muito rápido. ..

Eu gostei de como a autora trabalhou a Camryn. Diferentemente de outros livros desse estilo, ela fez um desenvolvimento psicológico dos personagens.  Mas o tempo que a Camryn levou para confiar no Andrew realmente foi muito rápido. Tudo bem que ele parecia ser um bom moço, mas ela estava sozinha em uma viagem de ônibus para o meio do nada!

Aliás, ainda bem que descobrimos, pelo ponto de vista do Andrew, que afinal ele era um cara legal e bem intencionado.

E eu fiquei muito feliz quando eu percebi que teríamos a narração dos dois. YAY!

E por falar no Andrew… Pensem em um cara bacana que por acaso entra em um ônibus e, sem você saber, vira seu anjo da guarda. Um em um milhão, não? Ele também percebe as qualidades de Camryn, não necessariamente as partes físicas apenas. Tudo assim, na primeiríssima impressão. Então… não me parece um pouco idealizado demais? (Mary Sue e Gary Stue detected)

Embora tenhamos a receita da mocinha linda, ingênua, corajosa e inconsequente e o carinha bom partido, romântico e bonitão, nenhum deles é perfeito. O livro mostra seus defeitos e como cada um lida com eles, além de como eles conseguem lidar cada um com o defeito do outro. Parece que foram feitos um para o outro MESMO, porque conseguem lidar com tudo, de uma forma ou de outra. Enfim, o Destino une duas almas gêmeas (meio brega, mas sabe quando tem aquelas cenas que parecem bregas, mas mesmo assim você acha bonitinho? Pois é).

Foi exatamente por isso que mesmo que o relacionamento dos dois tenha começado rapidamente, eu não fiquei muito incomodada. Pelo menos a autora tentou trabalhar os personagens… Eles não são perfeitos, cada um tem os seus problemas e eles tentam lidar com isso (nem sempre da melhor forma). Então vamos dar um crédito ao “Destino”!

Mas o que me incomodou foi que durante todo o livro, praticamente só temos esses dois personagens! Mas vocês vão me falar “É uma road trip dos dois, o que você queria?”. Talvez esse não seja meu estilo de livro preferido, mas eu achei cansativo. E eu não sei explicar o motivo, mas mesmo com toda essa atenção da autora, eu não consegui sentir aquele carinho pelos personagens. E por isso em alguns momentos eu só queria uma mudança de foco… Além disso, eu gosto de personagens secundários. Eu poderia citar vários exemplos de personagens secundários que salvaram os seus livros.

A amizade entre os dois personagens se torna mais intensa a cada parada, até Andrew chegar a seu destino e, posteriormente, viajar com Camryn rumo ao desconhecido. De amizade (com direito à uma forte atração entre os dois) (colorida) virou amor (= paixão desenfreada), em poucos dias. Nenhum dos dois se sentia inteiramente preparado para assumir o que sentia, os dois com razões parecidas, mas  quando percebem… Não tem mais volta. Aliás, a primeira cena quente eu achei um pouco nada a ver. Não que a cena tenha sido mal feita, mas achei que o momento em que ocorreu não foi legal, ficou fora de contexto (não posso falar mais, senão vira spoiler!).

Então… Eu fiquei surpresa com a primeira cena quente, porque eu não achava que ela seria tão descritiva assim. Mas realmente, o momento em que ela aconteceu não foi o ideal, principalmente quando nós analisamos o livro como um todo.

Ah, no meio de toda a história, ainda temos o segredo do Andrew. Bem, o segredo dele foi bem fácil de se deduzir. Um cara que não pode ficar com aquela garota porque tem um impedimento que pode fazer com que ela sofra mais do que queria –  se ele fosse um cafajeste, tudo bem, mas estamos falando do bom moço Andrew. Bem, ele não teve como fugir disso e Camryn só descobre tudo quatro capítulos antes do final (previsível, estilo sessão da tarde), contando com o epílogo, o que deixou um gostinho de “está faltando alguma coisa”. O final foi corrido, superficial. Aconteceu tal coisa e aí… pouco tempo depois… Fim.

Esse é o meu principal problema com Entre o Agora e o Nunca. Ele poderia ser muito melhor. Eu poderia dar quatro estrelas para ele fácil. Mas a autora não soube dividir bem o livro. O final, que deveria ter uma carga emocional muito grande, ficou muito corrido. Eu não conseguia sentir algo durante a leitura, porque os fatos aconteciam rápido demais. A autora deveria sim ter aumentado o final pelo menos em uns dois capítulos… Se o livro não pudesse ficar tão grande, dava muito bem para condensar algumas partes anteriores. E eu me senti traída com o epílogo. Foi tudo para ter uma continuação e não teve uma explicação básica! (E aqui vai a nossa famosa pergunta… Por que tudo tem que ser série?)

Sobre a escrita da autora, eu não gostei do uso excessivo de palavrões (sério que hoje em dia os jovens usam tantos assim, até na hora de dizer “eu te amo”?), piadas sobre sexo (algumas eu achei de muito mal gosto), além de cenas de sexo – porém isso não classifica o livro como erótico – e eu percebi que ela usou a linguagem coloquial na narrativa propositalmente para tentar passar o pensamento das personagens o mais realista possível. Eu achei normal, uma forma de chamar mais atenção ao público-alvo do livro, porém esse tipo de narrativa me causa estranheza, já que sou acostumada com a norma culta, mesmo quando a narrativa é em primeira pessoa e costuma ser mais simples.

Eu li o livro em inglês e por causa disso, eu percebi que a narração era mais coloquial. Porém eu não estranhei muito, porque fica difícil perceber certas coisas quando você não está lendo na sua língua. Eu também achei o uso de palavrões excessivo. Inclusive, tem um que eu não acredito até agora que a autora colocou no livro… Eu entendo que é para deixar a narração mais realista, mas alguns leitores podem acabar não se sentindo tão confortáveis durante a leitura.

No geral, gostei do livro, mas não entra para os favoritos, nem melhores leituras do ano. No entanto, a história tem tudo para agradar aos leitores mais jovens, na faixa entre 18-22. Recomendo a leitura para quem quiser relaxar, dá para ler em pouco tempo.

Comparando com os livros desse estilo que eu já li, esse foi o melhor de todos. Mas isso não quer dizer que eu amei o livro e que ele está nos meus favoritos. Foi uma boa leitura mas eu não consegui me aproximar tanto dos personagens e o final me deixou completamente decepcionada. Mas como a Lucy disse, é uma leitura rápida e ótima para relaxar!

 Graças ao Andrew, o livro conta com uma trilha sonora que foi recomendada para a leitura, outra ideia genial da autora. Segue a lista abaixo para quem quiser conferir:

Booktrailer do livro:

Entre o Agora e o Nunca terá uma continuação chamada The Edge of Always, prevista para lançamento nos EUA em novembro. Eu pretendo ler, mesmo tendo achado o livro regular. Às vezes o segundo livro pode ser melhor que o primeiro… Ou não, mas quero tirar minhas conclusões.

Eu vou ler o segundo livro, porque vai que a autora me surpreende? (e esse Andrew da capa é bonitão hein!)

the_edge_of_alwaysSinopse (tradução livre): Camryn e Andrew estão levando a cabo seu amor pela música e tentando viver a vida ao máximo, como sempre prometeram fazer. Porém, quando uma tragédia acontece, a relação entre eles é colocada à prova. Enquanto Camryn tenta atenuar a dor, Andrew toma uma decisão ousada: para colocar a vida de ambos de volta nos trilhos, eles farão outra viagem pelo país. Juntos, eles encontram emoção, paixão, aventura e desafios que jamais poderiam prever.

Ficha técnica

Nome: Entre o Agora e o Nunca
Autor:  J.A. Redmerski
Editora: Suma das Letras
Páginas: 368
Onde comprar: Livraria Cultura
Avaliação da Lucy
Avaliação da Lany: 

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  • Vania disse:

    Eu vou voltar e ler a resenha com mais calma, mas New Adult não se diferencia de Young Adult somente pelos palavrões e cenas de sexo. As personagens de livros considerados New Adult têm entre 18-25 anos, uma faixa etária que YA não encobre (ultimamente, sendo bem honesta, era eu começar a ler uma sinopse que dissesse “16-year-old whatever-her-name-is” eu largava o livro na hora), e que livros considerados “women fiction” geralmente pulam. Pelo menos essa foi a definição que eu entendi de acordo com vários artigos que li; romances de banca são sua própria categoria, pra um livro ser New Adult – pelo que eu entendi – ele não precisa ter cenas explícitas de sexo.

  • Lucy disse:

    Eu entendi isso, mas fiquei me perguntando se não poderia então ser um simples “adult”? Eu entendo que é porque fala de pessoas que chegaram à idade adulta recentemente, e que por isso não soa forçado quando fala de sexo, mas também as cenas de sexo não são obrigatórias. Quanto aos palavrões, acho que é mais por causa do estilo da autora, ou das características que ela propôs aos personagens, não um pré-requisito para o estilo (ainda bem!). Estou pensando em fazer outro post em conjunto sobre essas classificações, principalmente sobre o “sick-lit”, que não gosto de jeito nenhum! rsrs
    Bjos bjos

  • Vania disse:

    Acho que é porque quando se fala em “adult” querem dizer livros eróticos…

  • Lucy disse:

    O que é bem restrito então. Se um livro “adulto” é considerado obrigatoriamente erótico, então, nesse caso, podemos deduzir que um “new adult” é obrigatoriamente um “semi-erótico”. OU um “erótico leve”. O que eu não acho justo, poderia ser simplesmente um romance sem distinção de idade. Mas se usam esses termos para classificação etária de público-alvo (ou indicação etária como “recomendado para maiores de 16 anos”), então a coisa é diferente.

  • Lany disse:

    O que eu acho que deveria ter sim é uma classificação quanto a idade. Eu estava falando com a Lucy um dia desses, eu fico imaginando as meninas pegando “Diário da Princesa” e depois indo ler “Ela foi até o fim”. É a mesma autora, mas para públicos completamente diferentes.

  • Karen disse:

    Bem, o livro pode não ser lá essas coisas mas eu fui fisgada pela trilha sonora! C’mon, tem AEROSMITH e a música mais linda deles, Dream On. Lindo, maravilhoso, perfeito! E as outras músicas também são muito legais. =))))
    Agora… Por que raios tudo tem que ser série?! Cacete, eu já me senti igualzinha ao que vocês descreveram. Você lê o livro, chega no final, encontra um final apressado, forçado para uma continuação. Pqp, que saco, que raiva que dá isso! Alguns livros eu simplesmente ignoro o final, tipo S.E.G.R.E.D.O que eu me recuso a aceitar que há o último capítulo. Aquilo foi forçar a barra demais.
    Eu acho que consigo aguentar numa boa um livro com dois personagens. Claro que personagens secundários dão um toque especial em muitos casos, mas eu também gosto de histórias centradas em poucos personagens.
    Agora, esse negócio de new adult, eu acho que se refere mais à faixa etária mesmo. Mas não concordo que um livro que classificado adulto seja igual a erótico, é assim que se chama classifica aí, Parceira? Porque sei lá, eu pelo menos encaro vários livros que não tem sexo como tema central como adultos… Stephen King, alguns de Neil Gaiman, Khaled Hosseini e tals. São livros com conteúdo adulto, para mim são romances adultos.

  • Vania disse:

    Romance aqui já significa romance de banca, livros eróticos. Se você fala livro “adulto” nas ruas, presume- se que esteja falando de livros eróticos. Se formos parar pra pensar, Young Adult não é um gênero, é uma classificação etária, assim como estão fazendo com New Adult; se você vai ler um YA você sabe que as personagens principais são adolescentes e que os temas são pertinentes àquela faixa etária (especialmente em livros contemporâneos, como os da Maureen Johnson ou Sarah Dessen, por exemplo). Da mesma forma que se você vê um título considerado New Adult, você espera que ele trate de temas pertinentes àquela faixa etária, como se mudar da casa dos pais, desafios da faculdade, encontrar seu lugar no mundo, etc. No caso de King, Gaiman, eles são mais classificados como terror, fantasia, etc mas nunca vi eles na parte de YA da livraria.

  • Lany disse:

    Acho que eu descobri o problema então: está ocorrendo uma confusão na hora de classificar.
    Vamos ao exemplo da Meg Cabot.Se você entrar no site dela, os livros são divididos em:
    -Teen/ Young Adult
    – Adult
    – Kid/Tween (para as crianças mesmo, que é a série da Allie Frinkle).
    Mas se Adult presume-se que seja erótico, já começa a confusão! São poucos os livros da Meg que tenha realmente cenas assim (e mesmo assim são poucas, tipo “Ela foi até o fim”). Então tudo vai ser New Adult agora? Mas tem certos personagens principais que passam dessa faixa etária, por exemplo…

    Mas assim, o que você falou sobre a faixa etária faz todo o sentido para mim. O problema é que o que eu leio é que as pessoas estão usando o New Adult como “Tem cenas de sexo, mas não é de banca”. E isso realmente não faz sentido, porque tem livros da Nora Roberts que se encaixariam no New Adult e acho difícil as pessoas deixarem de associar como “de banca”.

  • Resenha + Promoção: No limite da atração « Por Essas Páginas disse:

    […] dos pontos que eu não gostei em Entre o Agora e o Nunca (resenha aqui) foi o fato de nós só termos praticamente os dois personagens protagonistas durante todo o livro. […]

  • Willian disse:

    Parece ser uma boa leitura para quem gosta desse estilo.

  • Jullyane Prado disse:

    Bom eu não li esse livro aina, mas ele me pareceu bem interessante e poxa vocês não gostaram de Belo desastre :( eu achei ele super perfeito já li ate desastre iminente, mas tudo bem!! rsrsrsr, esse livro parece ser mediano, é aquele tipo de livro que é legal. rsrrs, as vezes eu gosto de ler esses livros assim medianos, até que é bom vc levantar suspeitas sobre o final e dar certo, porque as vezes os finais surpresas pegam a gente despreparada e ai lá a depressão!! kkkkkkkk

  • Lucy disse:

    Oi, Ju!
    Seguinte, talvez você até goste mais da leitura do que eu a Lany. Como eu disse na resenha de Easy, achei que algumas cenas desse livro foram bem desnecessárias, inclusive muitas de sexo. E tudo muito carregado de sensualidade, quase beirando ao erótico. O final foi bem clichê, na minha opinião, mas serve de gancho para o próximo livro (e nós vamos ler também, o livro foi mediano, mas atiçou nossa curiosidade rsrs). Além disso, é um livro estilo “road trip”, é um estilo diferente do que estamos acostumadas.
    Dá uma arriscada, aí você vem e comenta de novo sobre o que achou. :D
    Bjos bjos

  • Resenha: Easy « Por Essas Páginas disse:

    […] Aliás, embora a cena do primeiro capítulo tenha sido pesada (mais pelo conteúdo do que pela linguagem usada), a autora não usou de linguagem pesada durante a narrativa – tirando alguns palavrões de praxe, mas não um palavrão em cada oito palavras de uma frase. Não houve descrição de cenas de sexo, o que não me incomodou nem um pouco (e que achei exagerado em Entre o Agora e o Nunca). […]

  • Bruu Gonçalves disse:

    Uma amiga leu e falou que é tão maravilhoso, e agora a gente lê a sua resenha e a visão muda completamente, mas acho que vou dar uma chance hahahah

  • Lucy disse:

    Oi, Bruu!
    Dê uma chance, sim. Vai ver vc acaba gostando mais do que a gente. hahaha! Estamos esperando também pela continuação, quem sabe muda um pouco nossa opinião. ;)
    Bjos bjos

  • Dâmaris Carvalho Lima disse:

    Li esse livro e gostei muito, concordo com a resenha quando ela fala que Camryn começou a gostar do Andrew rápido demais… Mas apesar disso esse livro é um dos poucos do “New adult” que gosto, a grande maioria não desenvolve o psicológico da personagem.

  • Lucy disse:

    Oi, Dâmaris! Isso é verdade.
    Agora estamos esperando o lançamento da sequência, que deve ser melhor. :D
    Bjos!

  • Sandy Mayara disse:

    Eu estou sendo atraida por esse livro, não tem jeito… ja ouvi muita gente dizer que não gostou mas eu preciso VER isso, enquanto eu nao tiver ele nas minhas mãos eu nao vou me aquietar euheuh -.-‘

  • Lucy disse:

    Oi, Sandy! Eu acho que esse livro é quase como Belo Desastre: Uns amam e outros odeiam. hahaha
    No meu caso, eu achei que faltou alguma coisa, mas é uma boa leitura. Então divirta-se. ;)
    Bjs

  • Ana Paula Candido da Silva disse:

    eu ainda não li esse livro, mais ja vi muitos comentários sobre ele, só estou esperando terminar o q eu lendo e ler ele, adorei a resenha e me incentivou mais

  • Top Ten Tuesday: Dez mocinhos que você gostaria que fossem reais « Por Essas Páginas disse:

    […] Lucas (Easy): Dentre os New Adult que tenho lido ultimamente e seus mocinhos mega hots (com Rush, Andrew Parrish, Micha Scott (em breve) e cia), confesso que o Lucas é o meu favorito. Não é por ele ter um […]

  • julia ribeiro disse:

    acabei de ler esse livro,terminei ontem na verdade.Simplesmente fantastico …
    É pra rir,se divertir e admirar o Andrew claro *———*
    Muito boa a resenha e com ctz vou ler o segundo

  • Resenha: A Morte de Sarai « Por Essas Páginas disse:

    […] Suma de Letras, uma das suas grandes apostas para esse mês. A autora, J.A. Redmerski, é mesma de Entre Agora e o Nunca, que eu não li (a resenha aqui do blog, dupla, é da Lucy e da Lany) e, sinceramente, não tenho […]

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