Resenha: Sangue na Neve

Quando recebi esse livro essa semana através da parceria do blog com a Novo Conceito imediatamente passei-o na frente da minha longa lista de leituras e resolvi que, sendo um suspense policial, eu precisava lê-lo. Peguei-o para ler ansiando por uma história que me deixasse na ponta da cadeira e me fizesse virar as páginas febrilmente: devo dizer que foi exatamente isso que aconteceu. Apesar de ser primeiro livro de Lisa Gardner que li já estou apaixonada por sua escrita vibrante. Vamos conhecer mais sobre Sangue na Neve?

“A policial Tessa Leoni matou seu marido, Brian Darby, em legítima defesa. A arma do crime está à vista de todos e os hematomas no corpo de Tessa confirmam a ocorrência. A policial também não fez questão de fugir, ou de arrumar qualquer justificativa para explicar aquele corpo estendido no chão da cozinha, portanto, aparentemente, o que a investigadora D.D.Warren tem à sua frente é o desfecho de uma briga doméstica. Um caso simples. No entanto, ao abrir o inquérito, D. D. terá uma surpresa: este não é o primeiro homicídio de Tessa Leoni e — afinal — onde está a filhinha de seis anos da policial? Será que a policial Leoni realmente atirou em seu marido para matá-lo? Uma mãe seria capaz de prejudicar intencionalmente sua filha? D. D. Warren, a experiente detetive que acredita que desvendar um caso é como mergulhar na vida do criminoso, enfrentará mais uma investigação que a levará a uma busca frenética por uma criança desaparecida enquanto tenta encaixar as peças de um mistério familiar que a levará a quebrar os muros do corporativismo policial.” Fonte

Sangue na Neve – em inglês, Love you more, e sim o título é importante – é o quinto volume da série de livros que narram os casos da detetive D. D. Warren. Apesar disso é possível lê-lo tranquilamente sem ter lido nenhum outro livro da série anteriormente, porque eu mesma fiz isso e em nenhum momento houve confusão. Lisa Gardner nos apresenta seus personagens – os antigos e os novos – com maestria e sem descrições cansativas. Ela os apresenta através de atitudes e ações, o que é muito mais dinâmico do que longas descrições maçantes. Aliás, nesse livro, nada é maçante: você devora as páginas como se não houvesse amanhã.

Nesse volume somos apresentados inicialmente a Tessa Leoni, uma policial que assassinou a tiros o marido violento. O caso seria apenas de violência doméstica que resultou em tragédia não fosse o detalhe de que a filhinha de Tessa, Sophie, está desaparecida. À medida que o caso vai avançando, Tessa também passa a ser suspeita de ter algo relacionado ao desaparecimento da menina e o caso vai se tornando muito mais complexo. Logo, D. D. se vê lutando contra o tempo para encontrar a menininha e solucionar o mistério.

Nesse livro temos três pontos de vista diferentes e dois tipos de narrações intercaladas: primeira e terceira pessoa. Tessa Leoni nossangue_na_neve mostra sua visão extremamente pessoal em uma narração em primeira pessoa, ao mesmo tempo em que temos as narrativas em terceira pessoa no ponto de vista de D.D. e também de seu parceiro Bobby Dodge. Devo dizer que as partes de Tessa, principalmente no início, são de longe muito mais interessantes. Eu ficava ansiando por mais e mais da visão dela dos acontecimentos. Para isso talvez existam dois motivos: primeiro, quanto mais eu lia sobre Tessa, mais informações eu tinha e, ao mesmo tempo, mais perguntas eram lançadas; o segundo motivo é porque Tessa é uma personagem muito mais envolvente, cativante e humana do que D.D.

Aliás, qual afinal é o nome de D.D.? Confesso que, por ser meu primeiro livro com a detetive (e talvez eu tenha perdido a explicação do nome dela em algum dos livros anteriores), era um tanto quanto irritante ler esse nome – que não é um nome – todo o tempo no livro. Não há uma explicação sobre o que significa a sigla e todo mundo a chama desse jeito, até o namorado dela, Alex, e o parceiro, Bobby. É incrível. Mas, além do nome, o que é mais chato em D.D. é a sua personalidade. Alguns dias atrás eu comentei no Skoob e no Twitter que estava detestando a personagem e sustento o que disse: D.D. é machista, teimosa e arrogante. Ah, e ela também é cínica e insensível – apesar de nesse livro descobrir que está grávida e, por esse motivo, sentir-se um pouco mais sensibilizada com o caso por causa de Sophie. Porém, mesmo com esse seu drama pessoal – que, perto do drama que vive a personagem de Tessa parece muito pequeno – D.D. continua sendo intragável. Muitas vezes eu me vi torcendo contra ela (na verdade, quase todo o tempo). A autora parece querer passar aquela imagem de mulher durona e inteligente, porém, ao menos nesse livro, D.D. ficou ofuscada perto da personagem brilhante que é Tessa.

E agora vamos falar de Tessa. Ela é uma personagem incrivelmente bem construída e, apesar de a conhecermos dando três tiros em seu marido, ela consegue nos cativar logo nas primeiras páginas. Durante todo o livro a autora nos faz pender para dois lados na balança: inocente ou culpada? Em alguns momentos isso realmente não importa. Tudo o que se deseja é conhecer mais e mais da personagem, suas motivações e seu passado sombrio e doloroso. Tessa é apresentada como uma mulher que apanhava do marido e, em um momento de desespero, atirou nele; uma mãe jovem e bonita, desesperada para encontrar a filha; uma policial competente e de poucos amigos. D.D. a detesta de cara e faz de tudo para incriminá-la – desde o primeiro minuto ela acredita que havia muito mais em Tessa do que uma mulher fraca ou vítima. De certa maneira, D.D. não está de todo errada, porque Tessa é realmente muito mais. Sua personalidade se revela à medida que o livro avança e então percebemos que estamos diante de uma mulher forte, inteligente e capaz de tudo para salvar a filha que ama.

Aliás, todo o livro gira em torno dessa pergunta: Quem você ama? Ela é feita para Tessa logo no início do livro em uma cena brilhantemente desenvolvida pela autora. Aparentemente é uma pergunta simples de ser respondida, não? Porém, ela não é. A pergunta se refere a até que ponto você chegaria para salvar a pessoa mais importante da sua vida? Nós amamos muitas pessoas na vida, porém, existe alguma que amamos mais? O título em inglês do livro se refere a essa pergunta: Love you more (eu te amo mais), ou seja, quem você ama mais?

Pensei que estava bom, sentir que era uma estranha para mim mesma. Era adequado para tudo o que ia acontecer a seguir.
– Sophie – murmurei, porque precisava escutar o nome da minha filha. – Sophie, amo mais você.

sangue_na_neve_internoFrancamente não gostei muito da tradução nesse ponto do livro. Por muito tempo a expressão Love you more foi traduzida como “amo mais você”, o que não fazia sentido nas frases e causava um estranhamento na leitura. Ninguém fala “amo mais você”: as pessoas falam “eu te amo tanto” ou “eu te amo muito”. Ok, o “mais” era importante no contexto, então como traduzir sem perder a essência? O próprio tradutor responde essa pergunta, porém tardiamente, muito no final do livro: a solução é “eu te amo mais”. Essa expressão sim faz mais sentido e mantém a essência do livro. Não entendi porque ele utilizou o outro termo por quase todo o livro.

Enfim, ainda falando de tradução, para variar não gostei do excesso de notas de rodapé. Isso parece ser uma prática comum em vários livros da Novo Conceito, mas eu não gosto. Entendo que algumas vezes elas são necessárias, mas muitas vezes, nesse livro por exemplo, elas poderiam ser suprimidas. Em certos momentos é possível simplesmente adaptar para o português e, em outros, há explicações não tão necessárias sobre lugares ou costumes americanos. Sim, eu tenho uma certa implicância com notas de rodapé porque elas quebram o fluxo de leitura. Além das famigeradas notas, encontrei também alguns erros de revisão, como um horário “13:17 da madrugada”, que me fizeram torcer o nariz. Apesar de alguns deslizes, a edição é caprichada, com um papel grosso e levemente amarelado, uma fonte confortável para leitura e capa atraente e de qualidade. E nenhum dos deslizes que citei é capaz de estragar a leitura, que flui muito, muito depressa.

Antes de finalizar ainda preciso abrir um espaço para falar de Bobby, o parceiro de D.D. Gostei bastante dele e tenho certeza que, em outros livros, ele será o salvador da narrativa – ao menos para mim. Bobby é um personagem muito mais humano do que D.D. Ao contrário dela, ele consegue ter momentos de sensibilidade humana e de carisma. D.D., pelo contrário, é gelada como uma rocha e, mesmo quando ela demonstra poucos momentos de fraqueza, você apenas consegue sentir irritação e não empatia por ela. Sim, eu detestei a D.D. e preciso frisar isso. Mesmo assim, o livro é brilhante – mas por causa de Tessa. Uma pena saber que ela provavelmente só aparece nesse livro.

Sangue na Neve é um suspense policial magnífico, cheio de reviravoltas e uma trama complexa e inteligente, que surpreende a cada página e traz um final emocionante e eletrizante. Vale muito a pena para quem gosta do gênero. Certamente você não conseguirá desgrudar do livro até terminá-lo. Uma das minhas melhores leituras esse ano e extremamente recomendada.

Ah, e aguardem muito em breve uma promoção valendo esse livro + marcador. E estou pensando em uma promoção bem diferente dessa vez. =)

Livro gentilmente cedido em parceria para resenha pela Editora Novo Conceito.

Ficha Técnica

Título: Sangue na Neve
Autor: Lisa Gardner
Editora: Novo Conceito
Páginas: 416
Onde comprar: Livraria Cultura
Avaliação: 

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  • Renata disse:

    No momento não estou me interessando muito por suspenses policiais, mas não é que esse livro despertou a minha curiosidade?
    E nada como uma história bem contada e cheia de reviravoltas e acontecimentos para fazer isso.
    Talvez eu leia algum dia. 🙂

  • Karen disse:

    Olha, Renata, peguei o livro meio assim também, como quem não quer nada, e ele me prendeu do início ao fim. Vale a pena manter na lista de leituras! =)

  • Vania disse:

    O dedo coçou pra comprar hein!! Eu adoro livros policiais!! Adorei também sua resenha, fiquei curiosa pra conhecer a D.D. e saber pq você realmente não gostou dela hehe. Aliás, essa junção de siglas pra formar um “nome” é comum aqui: AJ (Alexander James, Alice Jones), DJ (Daniel Johnson, Dara Jones), etc. Em Criminal Minds mesmo temos a JJ (Jennifer Jareau) mas é muuuuuuito raro alguém se referir a ela como Jennifer, todo mundo a chama de JJ mesmo.

  • Karen disse:

    Putz, Parceira, o livro é bom mesmo!!! Comecei a lê-lo sem pretensões e devorei. Já peguei pro Kindle um outro título da autora também, da série da D.D., e logo que tiver um tempo aqui vou ler. =)
    Eu tenho a impressão que tu também vai ficar com raiva dela. E a Tessa é muito legal, sei lá, não vejo como não gostar dela e torcer por ela.
    Então, o negócio da sigla, então é normal… mas sei lá, acho que é costume então de cada lugar, que para mim ficou esquisito. Se ao menos eles tivessem dito o nome dela. Não rolava identificação, principalmente no começo, porque eu nunca cheguei a saber o nome dela! Imagino que no primeiro livro da série isso deve ter sido dito… mas não custava nada dizer mais uma vez, nem que fosse uma só…

  • Rangel Lobo disse:

    \o/ gosto de livros de suspense e Sangue na Neve me parece ser ideal para quem curte o gênero como eu, já havia lido sobre o livro da autora e digo que infelizmente ainda não tinha lido nenhuma outra obra sua, mas agora gostaria muito…o livro é bem interessante, que lê-lo assim que puder!
    Abraços! =)

  • Karen disse:

    Olha, eu também fui pega de surpresa, Rangel, porque nunca tinha lido nada da autora. Mas gostei MUITO da escrita dela. Adquiri “Viva para contar” e vou ler em breve. Pena que os demais da série da D.D. não estão disponíveis em português…

  • Promoção: Quem você ama? « Por Essas Páginas disse:

    […] livro Sangue na Neve (resenha aqui) tem como principal tema a pergunta aparentemente simples: Quem você ama? A policial Tessa Leoni, […]

  • Michelle Ladislau disse:

    Eu adoro filme de suspense policial, é um dos meus temas favoritos! Mas é uma pena que a tradução pecou um pouco!
    Espero ter a oportunidade de ler!
    Beijinhos

  • Karen disse:

    Olha, mas o negócio da tradução não é nada que tire o brilho do livro, viu? Ele continua sendo viciante. Recomendadíssimo.

  • Mylene Leme disse:

    Eu preciso parar de ler tanto crônicas e me dedicar a outros gêneros, eu sou resistente pra mudar de gênero, mas quando mudo só me beneficio, vamos ver se começo com este livro!!

  • Karen disse:

    Ah, eu adoro crônicas também… Mas acho legal variar o gênero. Se eu não fizesse isso, só leria suspense e terror, e aí você não tem uma visão geral das coisas. É bom às vezes sair da casinha. =)

  • Cris Aragão disse:

    Os suspenses policiais estão entre os meus favoritos, eu já li um dos livros da Lisa Gardner (Viva para contar) e adorei, ela tem uma escrita envolvente e sabe muito bem crisr um clima de tensão constante na narrativa. Você se incomodou com o nome da Detetive mas é um hábito bem americano que talvez merecesse uma nota de rodapé, rsrs. Mas quando acho as notas de rodapé excessivas ou irrelevantes eu simplesmente paro de lê-las depois da terceira.

  • Karen disse:

    Ahhhhh, eu adquiri “Viva para contar”, vou ler logo, assim que diminuir um pouco minha pilha aqui. Adorei a escrita da Lisa Gardner!
    Pois é, você vê, tantas notas de rodapé inúteis e essa que seria válida eles não colocaram. Incoerência… ¬¬

  • Thamires Rodrigues disse:

    Esse livro me intriga desde o momento em que bati os olhos nele. Sou apaixonadíssima por suspense policial! Sua resenha só me fez ficar com mais vontade de ler ele! Como pode fazer isso? KKK (thamired@hotmail.com)

  • Karen disse:

    Opa, fico feliz que minha resenha deu vontade de ler, era exatamente a intenção! Todos precisam ler livros ótimos como esse! hahaha =)

  • ELIZABETH MACHADO DE SALLES disse:

    Sua resenha me deixou curiosa com esse livro,já sabia que se tratava de uma série de investigação,mas não sabia que era bom.Não fazia fé nele.Agora pelo contrário gostei,e se depender de mim,vou sim lê-lo.Beijos.

  • Karen disse:

    Olha, eu não conhecia ainda a autora e fiquei arrebatada, mesmo sendo o primeiro livro que li dela. O livro é muito bom mesmo, vale a pena. 😉

  • jayne arriete disse:

    Sou apaixonada por romances policiais!fiquei curiosa para cpnhecer essa história, me pareceu magnífica!
    Adoro livros que nos fazem ler sem parar e a ultima vez que tive essa sensação foi lendo os livros do Harlan Coben. Amei a resenha e só de çer o nome D.D ja fiquei irritada com ela.
    sem dúvida vou ler Sangue na neve.

  • Karen disse:

    Nossa, eu preciso ler Harlan Coben, falam muito bem dele… É tão bom quando o livro pega a gente, né? E você não consegue parar de ler! Apesar da D.D. ser irritante, o livro é ótimo!

  • Bianca Remohi disse:

    Parece ser um livro além do que uma simples trama policial, vejo – pela resenha e descrições – que é um livro reflexivo e envolvente (o que eu particularmente amo!), me interessei MUITO por esse livro, como também me interessei pelos anteriores (que não faço ideia de quais sejam, mas pelo jeito que esse livro parece ser bom, os outros devem ser iguais rs).
    Sua resenha me deixou extremamente curiosa, como uma mãe que está a procura de sua filha Sophie pode, em algum momento, uma das suspeitas de seu desaparecimento ? Foi uma das primeiras coisas que me chamou a atenção. Sou louca por livros misteriosos, juntando com trama e romance vejo que irei me apaixonar ao lê-lo!

    Só tenho elogios para a sua resenha, realmente seduzente e detalhada.

  • Karen disse:

    Obrigada pelos elogios, Bianca! =)
    O livro é realmente maravilhoso e muito envolvente. Eu também fiquei curiosa pelos outros, mesmo sem saber direito quais seriam suas histórias, porque a escrita da autora é mesmo cativante. Ela prende a gente nas páginas, isso é maravilhoso.

  • Rodrigo Lessa Alvarenga disse:

    Eu gostei muito desse livro – aliás já vou até procurá-lo em sebos – pois ele parece que nos prende a cada página, é isso mesmo? Bom, lendo a resenha, fico agora imaginando onde será que está a menininha gente… Adoro livros assim! olha só! Que me deixam assim… rs, gostei muito mesmo, quero le-lo.

  • Karen disse:

    Hum, como é um lançamento acho que vai ser meio difícil encontrá-lo tão rápido em sebos, Rodrigo. Mas participa das promoções dele, quem sabe você não dá sorte? Se bem que o livro vale a pena ser comprado, viu? Vale cada centavo.

  • Jullyane Prado disse:

    Eu gosto muito de suspense policiais ( Sou fã dos livros do Sherlock HAHAHA). A resenha me deixou com mais vontade ainda de ler esse livro, creio que ele é perfeito. Além de ser um suspense policial ainda nos remete a refletir sobre as pessoas que amamos. Espero não implicar tanto com a D.D. kkkkkkkkk!!! Apesar que ela parece ser chata mesmo! AAAh acredito que ele daria um filme PERFEITO!!

  • Karen disse:

    Ah, a D.D. é muito chata! Mas eu sou implicante também, confesso. Porém, mesmo assim, o livro é fantástico! E você tem razão, daria um bom filme!

  • Laura Zardo disse:

    Confesso que este gênero não é um dos meus preferidos, mas este livro me deixou perturbada, eu PRECISO saber o que acontece, como acontece, todos os detalhes, quero me entregar a esta leitura também, tirando todos os “erros” da NC, os rodapés *que eu também não gosto* e afins, quero me envolver com este suspense, quero o incluir nas minhas melhores leituras do ano assim como você.

  • Karen disse:

    Os erros e as notas de rodapé são meros detalhes perto da ótima história do livro, é só ignorá-los, é que eu tenho que falar deles porque sou muito pentelha mesmo! rsrs Ele é envolvente e prende até o fim. Recomendadíssimo. =)

  • Jeslly disse:

    Acho que tenho que parar de ver resenhas por que a cada dia mais está aumentando minha lista de livros para ler e com certeza não dá pra comprar todos que quero USHAUSHAU
    Adorei a resenha me despertou mais curiosidade sobre o livro, nunca li esse gênero de livro mas acho interessante pois gosto de suspense em livros.

  • Karen disse:

    Putz, entendo esse sentimento. Minha pilha aqui só aumenta também, cruzes! O_o

  • Andreza Galvão disse:

    Pontos negativos a parte, tenho certeza de que esse é um ótimo suspense policial. Gosto demais do gênero e sempre leio resenhas desse livro. Ainda bem que, apesar de fazer parte de uma série e já ser o quinto livro, tem uma história independente e pode ser lido sem que atrapalhe a compreensão da trama. Outra coisa de que gostei foi a forma da narrativa, já que são capítulos intercalados, contados na primeira e terceira pessoa. Com certeza isso dá uma ampla visão sobre a história.

    andrezargalvao@gmail.com

  • Greice Michele disse:

    Apesar de eu amar suspense policial lembro-me de apenas uma leitura do gênero, Sangue na Neve me conquistou desde que li as primeiras resenhas. E a sua foi fantástica, abordando todos os pontos do livro, desde a trama e personagens até a tradução e diagramação.
    Fiquei muito curiosa para saber o que aconteceu com a Sophie e claro com a Tessa já que ela é uma assassina, ao que entendemos né.
    Que bom que não é preciso ler os outros livros da série para que possamos ler esse porque se já é difícil conseguir ler esse imagine se eu precisasse da série toda.
    Me apaixonei pela sua resenha e quando fizer mais uma compra de livros vou ver se encontro Sangue na Neve.
    Obrigada pela dica!

    Beijos, Greice.

  • ELIZABETH MACHADO disse:

    O livro deve ser muito bom.Você me deixou com água na boca ao falar tão bem dele.Também posso dizer que estou ansiosa pra l~e-lo. Amei demais e vou amar ainda mais se ganhar este livro. Beijos.
    elizabethmsalles@hotmail.com

  • Resultado: Quem você ama? « Por Essas Páginas disse:

    […] prontos para mais um resultado de promoção aqui no blog? Dessa vez o prêmio foi um kit de Sangue na Neve, com livro e marcador, da Novo Conceito, na promoção Quem você ama?. Além disso, também foi […]

  • Silmara disse:

    Oii..primeira vez que venho aqui..e gostei mto da sua resenha..acabei de ler este livro e queria saber mais opinióes…Amo romances policiais, ja li todos da Camilla Lackberg…bjus..

  • Karen disse:

    Obrigada, Silmara! Também adoro policiais! Isso começou lá atrás, com claro, a Rainha do Crime: Agatha Christie. 🙂

  • graziela segredo silvestre disse:

    ADORO LIVRO ASSIM,LI UM QUE SE CHAMA MISTERIO SOB O GELO E ME APAIXONEI,ESTE LIVRO SANGUE NA NEVE DEVE SER MUITO BOM,CHEIO DE PERIGO,PRECISO DE UM DESSE…PARABENS PELO BLOG…ESTOU AMANDO

  • Top Ten Tuesday Especial: Dez melhores livros lidos em 2013 « Por Essas Páginas disse:

    […] 10 – Sangue na Neve, Lisa Gardner – Esse livro foi uma grata surpresa. O primeiro livro da Lisa Gardner que li e o melhor até agora. Um policial de tirar o fôlego, como uma trama emocionante, criativa e inteligente. Resenha aqui. […]

  • Dâmaris Carvalho Lima disse:

    O livro parece ser legal, adoro romances policiais. Gostaria de saber, qual é o 1º livro do escritor, fiquei interessada em ler a série desde do começo (mesmo as histórias não influenciando muito neste livro).

  • Dé Godinho disse:

    Olá! Primeira vez que comento aqui no blog. Adorei a resenha, sou apaixonada por suspense com mistérios, crimes, prefiro mil vezes a um romance, por exemplo. Fiquei super curiosa para ler esse livro. Beijos e parabéns pelo Por essas páginas. 😉

  • Leonardo Fernandes disse:

    Parabéns pelo trabalho. Queria dar de presente e estava confuso, se daria ou não. Contudo, suas palavra e seu texto bem feito me fizeram ter certeza em comprar.

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