Série – Insaciável

Insaciável, de Meg Cabot

Meena Harper é uma jovem que tem poderes sobrenaturais: Ela sabe quando uma pessoa vai morrer e seu dom às vezes mais parece uma maldição, pois atrapalha muito seus relacionamentos. Quando um príncipe  se aproxima dela, pela primeira vez ela não consegue pressentir sua morte. Isso porque ele já estava morto, pois se tratava de Lucien Antonesco, o príncipe dos vampiros.

A série foi lançada no Brasil pela Editora Record.

InsaciávelInsaciável
Insaciável – Livro 1 (2011)

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Cansado de ouvir falar de vampiros? Meena Harper também. Mas seus patrões estão fazendo ela escrever sobre eles de qualquer maneira, mesmo que Meena não acredite neles. Não que Meena não esteja familiarizada com o sobrenatural. Veja, Meena Harper sabe como vamos morrer. (Não que você vá acreditar nela. Ninguém nunca acredita). Mas nem mesmo o dom da premonição de Meena pode prepará-la para o que vai acontecer quando ela conhece – e comete o erro de se apaixonar – Lucien-Antonescu, um príncipe moderno com um lado sombrio. É um lado negro que muitas pessoas, como uma antiga sociedade de caçadores de vampiros, preferiria vê-lo morto. O problema é que Lucien já está morto. Talvez por isso ele é o primeiro cara que Meena já conheceu com quem ela poderia ter um futuro. Entenda, enquanto Meena sempre foi capaz de ver o futuro de todo mundo, ela nunca foi capaz olhar para o dela própria. E quando Lucien é o que Meena jamais sonhou como namorado, de repente ele pode vir a ser tornar o seu pesadelo. Agora pode ser uma boa hora para Meena começar a aprender a prever seu próprio futuro. . . Se ela ainda tiver um.

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MORDIDAMordida
Insaciável – Livro 2 (2012)

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O poder especial de Meena Harper finalmente será valorizado. A Guarda Palatina – uma poderosa unidade secreta que caça demônios – a contratou para trabalhar na filial de Manhattan. A questão é: seu ex-namorado, Lucien Antonesco, é filho do Drácula e o príncipe da escuridão. Tudo bem, Meena decidiu que já chega de vampiros em sua vida… Ao menos até que consiga provar que, mesmo não tendo alma, os seres demoníacos não perderam a capacidade de amar.

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