Posts com a tag ‘Animais’


A Cuca Recomenda: Livros Infantis da Coleção Itaú

Quando vi o comercial da Fundação Itaú Social sobre essa iniciativa fiquei maravilhada. Também ouvi falar muito bem nas redes sociais e, claro, solicitei os livros. Ainda não tenho filhos, mas tenho sobrinhos e, devo admitir, sou uma criança grande. Acho que não importa a idade, livros infantis são preciosos; eles são o começo da nossa viagem pelo mundo das palavras e da imaginação, uma viagem que pode durar a vida inteira. Não gosto de conselhos e não sou boa em dá-los, mas aqui vai um: nunca deixe de ler livros infantis. Leia para as crianças, principalmente, mas leia também para si mesmo. Imaginação nunca é demais. Se a perdermos, a vida perde quase toda a graça.

Leia para uma criança!




Resenha: Apocalipse Z – O princípio do fim

As vezes a gente paga pela língua, né?  Tipo eu, que sempre dizia que zumbi era bicho que não se ajudava. Por mais que o filme/livro se esforçasse, a coisa nunca era deveras convincente. Stephen King até foi razoavelmente bem sucedido com Celular, mas ainda assim…

Até que, do ano passado pra cá, apareceram duas agradáveis surpresas dentro do tema: a série The walking dead (inspirada em uma série de quadrinhos, pelo que fiquei sabendo) e os livros de Manel Loureiro, Apocalipse Z.

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Resenha: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, Jorge Amado

Olá, eu sou a Lucy! =^.^=
Sou conhecida por gostar de spoilers, mas eu resistirei à tentação de contar qualquer coisa que estrague a leitura aqui. rsrs

Acho interessante informar que os livros que eu provavelmente venha a resenhar não são tão atuais, mas sinceramente, isso não é importante. O importante são as histórias, não? Então vamos a elas.

Acabei de ler a poucas horas “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, de Jorge Amado. Essa fábula foi escrita em 1948, quando o autor morava em Paris com a família, e ele a deu de presente a seu filho, João Jorge. Porém, embora João Jorge conhecesse a fábula, contada pelo pai, ele só encontrou o manuscrito em 1976 e pediu para o artista plástico Carybé ilustrá-la. Ao mostrar a obra datilografada e ilustrada para Jorge Amado, ele decidiu publicá-la nesse mesmo ano.

Primeiramente, eu quero abrir um parêntese e dizer que eu sempre tive curiosidade de ler esse livro por causa de uma parte que foi extraída dele e inserida em um dos livros didáticos do meu primário (atual Ensino Fundamental), provavelmente para uma lição de interpretação de texto, e também porque há algum tempo a estória foi adaptada para o teatro e eu sempre me ressenti por não ter assistido (nem sei se está em cartaz ainda, vou pesquisar rsrs).

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Resenha: O Cavalo e Seu Menino

Vania. Ou Ily, como grande parte de meus amigos me chamam. Eu atendo pelos dois. Se você jogar qualquer nome na lista juntamente com uma boa piada, eu provavelmente atenderei também. Existem duas coisas que os leitores desse blog precisam saber sobre mim. A primeira é que ler é como uma terapia pra mim. Não importa se o livro é ruim, complicado ou mal escrito, desde que eu consiga sair do meu mundo por algumas horas, esquecer quem eu sou e me perder no mundo que o autor criou. A segunda é que a maioria dos livros que eu leio são em inglês. Não, eu não sou metida ou tenho vontade de aparecer, eu simplesmente moro nos Estados Unidos, e bem, 99% dos livros aqui são em inglês. Isso pode acarretar alguma confusão porque às vezes os tradutores (abençoadas criaturas!) mudam nomes de personagens e lugares, então peço a sua compreensão.

Agora que passamos pela fase mais difícil, vamos à diversão. Com o lançamento do novo filme das Crônicas de Nárnia, eu resolvi dar mais uma chance à aclamada série de C.S. Lewis (eu já havia lido os dois primeiros livros – na ordem cronológica – sem que tenha me despertado muito interesse). E eis que O Cavalo e Seu Menino conseguiu me convencer a seguir em frente.

Shasta Começa a Viagem…

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