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Resenha: Terror a Bordo

Ficha técnica:

Nome: Terror a Bordo

Autor: Vários / Editado por Stephen King e Bev Vincent

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 288

Editora: Suma

Avaliação da Drika:

Avaliação da Karen:

Compre: Amazon

Apertem os cintos para esta antologia de contos turbulentos, com curadoria do mestre do terror e autor best-seller mundial, Stephen King, e do colunista da famosa revista de terror Cemetery Dance, Bev Vincent.

Stephen King odeia voar.
E agora, junto com seu coeditor Bev Vincent, ele está pronto para compartilhar esse medo com você.
Bem-vindos a Terror a bordo, uma antologia sobre tudo que pode dar terrivelmente errado quando se está a 20 mil pés de altura, cortando os céus a 800 km/h, preso em uma caixa de metal com centenas de desconhecidos.
Aqui você vai encontrar todas as maneiras como sua agradável viagem pelos ares pode se transformar em um pesadelo, incluindo algumas formas que você nunca imaginou… mas que vai imaginar da próxima vez em que estiver atravessando a ponte de embarque e entregando sua vida nas mãos de um estranho.
Incluindo histórias inéditas de Joe Hill e Stephen King, além de catorze contos clássicos e um poema de mestres como Richard Matheson, Ray Bradbury, Roald Dahl, Dan Simmons e muitos outros, Terror a bordo é, nas palavras de Stephen King, “perfeito para ler em aviões, principalmente durante aterrizagens turbulentas”.

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Top Ten Tuesday: Dez livros para quem gosta de contos

ttt2013

Muitas vezes vejo por aí pessoas dizendo que não gostam de contos. Sempre fico tremendamente assustada quando ouço isso. O conto é um dos gêneros mais prósperos e tradicionais no Brasil; temos contos de alta qualidade, desde os nossos escritores clássicos (como Machado de Assis, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, só para citar alguns), passando pelos escritores contemporâneos (Moacyr Scliar, Luis Fernando Veríssimo) e chegando aos novos contemporâneos que, com a ajuda da organização de antologias por editoras e usando a Amazon como ferramenta, aumentam ainda mais a produção de contos nesse país. Isso sem falar que é um dos gêneros que mais se premia em concursos literários nacionais. O conto é um gênero conciso, que contém uma história completa, várias vezes muito mais instigante por não conter nenhum tipo de “enrolação” devido ao seu tamanho reduzido, com finais muito mais carregados de tensão e reflexão na maior parte do tempo. Muito se engana quem pensa que ele perde o que quer que seja comparado ao romance. Citando o próprio Moacyr Scliar:

“Eu valorizo mais o conto como forma literária. Em termos de criação, o conto exige muito mais do que o romance… Eu me lembro de vários romances em que pulei pedaços, trechos muito chatos. Já o conto não tem meio termo, ou é bom ou é ruim. É um desafio fantástico. As limitações do conto estão associadas ao fato de ser um gênero curto, que as pessoas ligam a uma ideia de facilidade; é por isso que todo escritor começa contista” (In Folha de S. Paulo, 4 fev. 1996, p. 5-11).

Percebem? Dificilmente um escritor já começa derrubando forninhos com um romance. Mesmo que ele publique primeiro um romance, ele certamente escreveu, em algum momento, contos, histórias mais curtas. E a gente pode até sair do Brasil atrás de exemplos: Edgar Alan Poe foi consagrado por seus contos e não pelos (poucos) romances; Stephen King, ao meu ver, é um grande romancista, mas nunca para de escrever contos e, para mim, seu melhor terror, o mais assustador, está justamente neles. E os contos de fada? Eles não têm esse nome por acaso. A história da Cinderela, por exemplo, começou com um… conto!

Vamos abrir o coração, gente e parar de preconceito literário com esse gênero? Deem a si mesmos uma chance. Experimentem! E a lista de hoje é composta exatamente por algumas recomendações do gênero, focando especialmente na produção nacional recente, que reafirma nossa tradição de contistas no país.

Lembrando que o Top Ten Tuesday é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish!

Quem conta um conto, aumenta um ponto!




Resenha: Semideuses e Monstros

semideuses e monstros“Você acha que Zeus se sai melhor que Ares como pai? Ou que Cronos é o pior dos supervilões? Tem certeza de que entendeu perfeitamente as profecias do Oráculo? E Dioniso: será que ele é mesmo um péssimo diretor para o acampamento dos semideuses? Se você pensa que já tem todas essas respostas, é melhor rever seus conceitos. Abra este livro e mergulhe ainda mais no mundo de Percy Jackson: um mundo em que os deuses do Olimpo andam de bicicleta por aí, figuras mitológicas surgem a cada esquina e qualquer um de nós pode acabar se descobrindo um verdadeiro herói.”

Meu primeiro pensamento quando eu descobri “Semideuses e Monstros”, um livro organizado por Rick Riordan, foi “Mas sobre o quê é esse livro? São contos que se passam nesse mundo? São os mitos?”. Esse livro é na verdade formado por uma coletânea de textos de 15 autores diferentes sobre o universo de Percy Jackson. Eles podem abordar qualquer tema: deuses, semideus, monstros… A introdução foi escrita por Rick – e é claro que foi um dos pontos altos do livro. Nela ele conta sobre como simbolismos encontrados nos livros nem sempre é realmente a intenção do autor, sobre o poder do mito e também como ele teve a ideia de escrever a série. Provavelmente todo mundo já conhece, mas eu me emocionei muito ao ler nas palavras dele como que foi esse processo.

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