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Outras Páginas: Kardec

Espíritos! Mesas flutuando! Mensagens do outro mundo! Fictício ou assustador? Com certeza você já ouviu falar de Allan Kardec o pai do Espiritismo. Neste quadrinho vamos descobrir um pouco mais da vida do homem que trouxe à luz da verdade aquilo que muitos consideram assustador – o pós-vida.

KARDEC_1317385412BFICÇÃO BIOGRÁFICA MOSTRA A VIDA DE KARDEC E A GÊNESE DO ESPIRITISMO Com prefácio de Marcel Souto Maior, autor do livro “As vidas de Chico Xavier”, da editora LeYa Brasil, Kardec é uma ficção histórica em quadrinhos. A obra transporta o leitor para a França do século XIX, onde as ideias metafísicas borbulhavam, e acompanha Hippolyte Léon Denizard Rivail durante sua busca por respostas sobre a existência humana. O livro acompanha a investigação de Rival, então pedagogo e estudioso do eletromagnetismo, dos fenômenos sobrenaturais, vividos nas reuniões de “mesas girantes”, em que objetos inexplicavelmente se moviam até tornar-se Allan Kardec, o codificador do espiritismo, psicógrafo e principal divulgador da doutrina do espiritismo. Conheça onde tudo começou. Fonte: Skoob.

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A Cuca Recomenda: Quem, Eu? – Uma avó, um neto, uma lição de vida

Quem, Eu? – Uma avó, um neto, uma lição de vida não é apenas uma leitura, é uma experiência, especialmente para quem já viveu ou está vivendo o Alzheimer na família. Junto com FernandoDona Nilva e a família Aguzzoli, é impossível não rir, refletir e, principalmente, se emocionar.

quemeu“Em 2013, Fernando Aguzzoli abriu mão do emprego e dos estudos para cuidar de sua avó Nilva, diagnosticada com Alzheimer. Da convivência dos dois surgiram momentos divertidíssimos, histórias e confidências que o neto resolveu compartilhar em uma página criada no Facebook. Alimentada diariamente por Fernando com posts, fotos e vídeos, a página comoveu centenas de pessoas e conquistou milhares de fãs. Assim surgiu o livro Quem, eu?, que chega agora em nova edição revista e ampliada, com uma reunião de todos os momentos vividos entre os dois, além de entrevistas com profissionais para ajudar outras famílias que enfrentam esse mesmo obstáculo. As memórias de Fernando são uma verdadeira lição de vida, e prometem muitas risadas e momentos emocionantes.” Fonte

Capaz!




Resenha: A Teoria de Tudo

Antes mesmo de assistir ao filme “A Teoria de Tudo”, eu já estava ansiosa para ler o livro escrito por Jane Hawking. Acabei assistindo o filme primeiro (ferindo meus princípios de somente assistir a uma adaptação após ler o livro), e adorei. O filme foi sensível, tocante e pareceu passar em segundos, e talvez por isso minhas expectativas para o livro tenham sido ainda maiores. É claro que um livro sempre tem muito mais histórias, e eu estava ansiosa por lê-las, mas se há uma palavra para A Teoria de Tudo é prolixo. Excessivamente descritivo, mas ainda emocionante, esse livro nos traz uma versão menos romantizada e mais palpável da vida de Jane e Stephen Hawking.

A_TEORIA_DE_TUDO“A história de Stephen Hawking é contada pela luz da genialidade e do amor que não vê obstáculos. Quando Jane conhece Stephen, percebe que está entrando para uma família que é pelo menos diferente. Com grande sede de conhecimento, os Hawking possuíam o hábito de levar material de leitura para o jantar, ir a óperas e concertos e estimular o brilhantismo em seus filhos entre eles aquele que seria conhecido como um dos maiores gênios da humanidade, Stephen.

Descubra a história por trás de Stephen Hawking, cientista e autor de sucessos como Uma breve história do tempo, que já vendeu mais de 25 milhões de exemplares. Diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica aos 21 anos, enquanto conhecia a jovem tímida Jane, Hawking superou todas as expectativas dos médicos sobre suas chances de sobrevivência a partir da perseverança de sua mulher. Mesmo ao descobrir que a condição de Stephen apenas pioraria, Jane seguiu firme na decisão de compartilhar a vida com aquele que havia lhe encantado. Ao contar uma trajetória de 25 anos de casamento e três filhos, ela mostra uma história universal e tocante, narrada sob um ponto de vista único.

Stephen Hawking chega o mais próximo que alguém já conseguiu de explicar o sentido da vida, enquanto Jane nos mostra que já o conhecia desde sempre: ele está na nossa capacidade de amar e de superar limites em nome daqueles que escolhemos para compartilhar a vida. O livro que inspirou o emocionante filme A Teoria de Tudo.” Fonte

A morte era a tragédia da velhice, não da juventude.




Resenha: Sobre a Escrita

Sempre tive vontade de ler esse livro, mas a preguiça de ler em inglês era igualmente proporcional. Foi então que Suma de Letras resolveu trazê-lo para o Brasil; aí não havia mais desculpas. Adquiri o e-book e li-o em doses, apreciando cada passagem da vida de King, cada conselho de escrita. Sobre a Escrita não é nem uma biografia, nem aqueles livros pretensiosos que querem ensinar a escrever, nada disso. É uma mistura de memórias e conselhos, tudo isso em tom de conversa, como se o próprio King estivesse batendo um papo conosco.

sobre-a-escrita-stephen-king-suma-de-letras“Com uma visão prática e interessante da profissão de escritor, incluindo as ferramentas básicas que todo aspirante a autor deve possuir, Stephen King baseia seus conselhos em memórias vívidas da infância e nas experiências do início da carreira: os livros e filmes que o influenciaram na juventude; seu processo criativo de transformar uma nova ideia em um novo livro; os acontecimentos que inspiraram seu primeiro sucesso: Carrie, a estranha. Pela primeira vez, eis uma autobiografia íntima, um retrato da vida familiar de King. E, junto a tudo isso, o autor oferece uma aula incrível sobre o ato de escrever, citando exemplos de suas próprias obras e de best-sellers da literatura para guiar seus aprendizes. Usando exemplos que vão de H. P. Lovecraft a Ernest Hemingway, de John Grisham a J. R. R. Tolkien, um dos maiores autores de todos os tempos ensina como aplicar suas ferramentas criativas para construir personagens e desenvolver tramas, bem como as melhores maneiras de entrar em contato com profissionais do mercado editorial. O livro também não deixa de lado as memórias e experiências do mestre do terror: desde a infância até o batalhado início da carreira literária, o alcoolismo, o acidente quase fatal em 1999 e como a vontade de escrever e de viver ajudou em sua recuperação. Ao mesmo tempo um álbum de memórias e uma aula apaixonante, Sobre a escrita irradia energia e emoção no assunto predileto de King: literatura. A leitura perfeita para fãs, escritores e qualquer um que goste de uma história bem-contada. Eleito pela Time Magazine um dos 100 melhores livros de não ficção de todos os tempos e vencedor dos prêmios Bram Stoker e Locus na categoria Melhor não ficção, “Sobre a Escrita” é uma obra extraordinária de um dos autores mais bem-sucedidos de todos os tempos, uma verdadeira aula sobre a arte das letras.” Fonte

Um encontro de mentes.




Resenha: Eu Sou Malala

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Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz. Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens. O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã. Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente. “Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo. (Fonte)

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