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Resenha: Perdida

Perdida“Sofia vive em uma metrópole, está habituada com a modernidade e as facilidades que isto lhe proporciona. Ela é independente e tem pavor a menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são os que os livros lhe proporcionam. Mas tudo isso muda depois que ela se vê em uma complicada condição. Após comprar um novo aparelho celular, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século XIX, sem ter ideia de como ou se voltará. Ela é acolhida pela família Clarke, enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de voltar para casa. Com a ajuda de prestativo Ian, Sofia embarca numa procura as cegas e acaba encontrando algumas pistas que talvez possam leva-la de volta para casa. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos…”

Logo quando recebemos os lançamentos do Grupo Editorial Record, eu não pensei duas vezes antes de escolher Perdida, da Carina Rissi. Uma das minhas metas desse ano foi conhecer mais autores nacionais e eu já tinha lido várias críticas positivas sobre o livro. E o que eu posso dizer? Eu li o livro todo de uma vez só (e fui dormir as duas horas da manhã) porque eu simplesmente não conseguia parar!

Estou perdida. E agora?




Resenha: Os segredos de Emma Corrigan

Eu ia postar a resenha dele dia 31, mas não deu tempo. Depois, decidi que ia postar a resenha só mais para o fim do mês, mas resolvi não adiar mais. Fazia tempo que estava devendo a resenha desse livro, assim como estou devendo ainda as resenhas dos livros da Becky Bloom.

Ele faz parte do Desafio realmente desafiante 2013 proposto pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo, item 16: Reler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou.

Na verdade, eu li e reli esse livro tem um tempo, várias vezes e agora reli novamente. Isso acontece com os chick-lits da Sophie Kinsella e outros títulos que tenho aqui.

Esse é o livro que eu chamo “Livro da vergonha alheia”. Tenho certeza de que se você já leu concorda comigo e quem ainda não leu e vai ler, vai concordar também!

emma_corriganSinopse: Com humor e muito charme, Sophie Kinsella nos apresenta a Emma, uma inglesa perto dos 30 anos, mas longe de uma definição na vida. Na memória ela guarda situações ultra-confidenciais: como perdeu a virgindade enquanto os pais assistiam Ben-Hur na sala de TV, o que pensa sobre o namorado, as peças que prega nos colegas de escritório, seu peso real.
Funcionária Júnior da Panther Corporation, uma empresa de produtos energéticos e esportivos com filiais por toda Grã-Bretanha, Emma vai a Glascow participar da reunião de marketing sobre um novo refrigerante, a Panther Cola. O que parecia uma grande oportunidade profissional se transforma num pesadelo. Como se não bastasse ter derramado a bebida num superior, seu voo de volta para casa quase cai. Em momentos de tensão as pessoas fazem as coisas mais estranhas. E Emma Corrigan não é exceção. Acreditando estar a um passo de uma morte trágica, ela conta todos os seus pequenos pecados para o passageiro ao lado. Afinal, qual a probabilidade de vê-lo de novo? Ainda mais com vida?
Mas o destino decide brincar com a protagonista: o avião pousa em segurança e o distinto cavalheiro nada mais é que o fundador e presidente da empresa onde trabalha. E além dos segredos pessoais, Emma abriu o verbo sobre todos os colegas da Panther e suas estratégias para enrolar no serviço. Para recuperar o respeito profissional – e voltar às boas com o pessoal do escritório – Emma se mete nas situações mais inusitadas, quase novelísticas. Mas com as quais todas as mulheres acabam se identificando. (Fonte)

Poxa, a sinopse entregou a história, não? Pois é, Emma está tendo o pior dia de sua vida e ainda por cima seu voo sofre uma grave turbulência.

Bem, o que você faz quando acha que vai morrer? Não sei quanto a vocês (e não tenho ideia do que eu faria, sinceramente), mas Emma ficou só um pouco, hm… nervosa… E começou a contar todos os seus segredos para o desconhecido da poltrona ao lado.

“Eu nem sei se tenho um ponto G!”




Resenha: Louca para casar

Eu já li todos os livros da Sophie Kinsella, mas ainda não tinha lido nenhum livro dela como Madeleine Wickham, seu nome verdadeiro. Por experiência com outros autores, eu já sabia que o estilo da escrita poderia ser um pouco diferente. E foi exatamente isso o que aconteceu!

louca para casarSinopse: Milly está a quatro dias de um casamento digno de contos de fada com Simon, um jovem rico por quem é perdidamente apaixonada. É a cerimônia mais aguardada do ano pela alta sociedade, mas um detalhe pode pôr tudo a perder. Dez anos antes, Milly se casou com um amigo americano gay para que ele vivesse na Inglaterra com o parceiro, mas logo ambos perderam o contato e nunca se divorciaram. Tudo permaneceria em segredo se não fosse a chegada de Alexander, o fotógrafo, que por acaso também presenciou a primeira união. Agora ela terá que correr contra o tempo para encontrar o “marido” e obter o divórcio antes que todos descubram que a noiva, na verdade, já é casada.

 

Normalmente, eu não comento sobre as capas dos livros, mas eu tenho que admitir que fiquei totalmente encantada com a capa de Louca para casar. A parte da foto é brilhosa, enquanto a parte rosa é fosca, o que gera um contraste incrível!

Milly está às vésperas de um casamento digno de conto de fadas…




Resenha: The Loveliest Chocolate Shop In Paris

É muito difícil eu escolher um livro sem nunca ter ouvido falar nele. Mas foi exatamente isso que aconteceu quando eu resolvi ler meu primeiro livro da autora britânica Jenny Colgan. Eu estava passeando na livraria quando a capa rosa e o título “Meet me at the Cupcake Café” me chamaram atenção. Quando eu percebi que na capa tinha também uma recomendação da Sophie Kinsella, eu não tive nenhuma dúvida: eu tinha que ler aquele livro! E não me arrependi nem um pouco!

Mas, como hoje é Páscoa (aliás, Feliz Páscoa para todos vocês, queridos leitores do PEP!) resolvi fazer a resenha do último lançamento da autora: The Loveliest Chocolate Shop in Paris. Como a própria autora diz na dedicatória do livro, se você ama chocolate e ama Paris, esse livro foi escrito justamente para você!

chocolate shop“Quando o amanhecer surge na Pont Neuf, e as ruas de paralelepípedos de Paris ganham vida, Anna Trent já está acordada e no trabalho, misturando e mexendo o melhor, mais suave e mais rico chocolate. Feito inteiramente à mão, ele é vendido para as grandes senhoras de Paris. É uma grande mudança quando comparado com a fábrica de chocolate que ela trabalhou em sua casa no norte da Inglaterra. Mas quando um acidente muda tudo, Anna é colocada em contato com a sua professora de francês, Claire, que a ofereceu a chance de sua vida – trabalhar em Paris com o seu  antigo “queridinho”, Thierry, um mestre chocolatier. Com antigas feridas a serem descobertas e cicatrizadas, Anna vai descobrir mais sobre o verdadeiro chocolate – e ela mesma – do que ela poderia sonhar.” (Tradução livre da sinopse do livro)

You’re the first girl he’s ever brought here…




Resenha dupla: Ame o que é seu

“O tema deste livro deixa aquela pulga atrás da orelha, te faz imaginar como seria a vida se tivéssemos feitos outras escolhas. Esta é uma história para quem algum dia já se perguntou isso. Em Ame o que é seu o leitor encontrará a história de uma mulher (Ellen) dividida entre o amor real e aquele fatídico ‘E, se’.
O casamento de Ellen e Andy não parece perfeito, ele é perfeito. São inegáveis a profundidade da devoção mútua e o quanto um esperta o melhor do outro. Mas por obra do destino, certa tarde, Ellen revê Leo pela primeira vez em oito anos. Leo, aquele que partiu seu coração sem se explicar, aquele que ela não conseguiu esquecer. Quando o reaparecimento dele desperta sentimentos há muito adormecidos, Ellen se põe a questionar se sua vida atual é de fato como ela queria que fosse.” Fonte

Esta será uma resenha dupla. Os comentários da Lucy estão em marrom enquanto os da Karen estão em laranja.

Quando eu li o título “Ame o que é seu” pela primeira vez, eu pensei que fosse algum livro de auto-ajuda. Então eu reconheci o nome da autora Emily Giffin (O noivo da minha melhor amiga) e decidi arriscar, aproveitando aquela boa promoção de lançamento – sim, eu li o livro já tem um tempão e resolvi emprestar para a Karen depois de um tempo.

Pois é, a primeira vez que me deparei com o livro foi quando a Lucy me emprestou – essa pessoa no meio de uma viagem traz uma sacola com nada menos que CINCO livros, sendo dois de presente para minha pessoa e três emprestados (não é uma coisa linda e maravilhosa de amiga essa Lucy?). Um dos livros era “Ame o que é seu”. Eu não sou assim a pessoa mais chegada a romances, mas se a Lucy emprestou, eu tinha que ler! 

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