Posts com a tag ‘Clássicos’


Top Ten Tuesday: Dez livros clássicos para se ler nas férias

ttt2013

Olá! Mais um Top Ten Tuesday de férias! Hoje vou falar daqueles “clássicos”, bem classudos mesmo, daqueles de tirar o chapéu. Eu acredito que, uma vez que você gosta de ler, você deve experimentar de tudo (estou trabalhando com o gênero terror, por exemplo), então, para quem entorta o nariz para os livros clássicos, acho válido sair da zona de conforto e conferir por si próprio.

O Top Ten Tuesday é um meme semanal criado pelo The Broke and the Bookish!

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Resenha: A Guerra dos Mundos

É impossível não se apaixonar por essa edição de A Guerra dos Mundos da Suma de Letras. Em grande parte, foi por causa dessa edição estupenda que eu quis ler o livro. Na época, pensei, “será que dou conta de um clássico desses de ficção científica?”. Eu adoro FC, mas um clássico? Li o primeiro capítulo e pareceu empolgante, mas…

a-guerra-dos-mundos“Eles vieram do espaço. Eles vieram de Marte. Com tripés biomecânicos gigantes, querem conquistar a Terra e manter os humanos como escravos. Nenhuma tecnologia terrestre parece ser capaz de conter a expansão do terror pelo planeta. É o começo da guerra mais importante da história. Como a humanidade poderá resistir à investida de um potencial bélico tão superior?

Publicado pela primeira vez em 1898, A guerra dos mundos aterrorizou e divertiu muitas gerações de leitores. Esta edição especial contém as ilustrações originais criadas em 1906 por Henrique Alvim Corrêa, brasileiro radicado na Bélgica. Conta também com um prefácio escrito por Braulio Tavares, uma introdução de Brian Aldiss, membro da H. G. Wells Society, e uma entrevista com H. G. Wells e o famoso cineasta Orson Welles responsável pelo sucesso radiofônico de A guerra dos mundos em 1938 , que fazem desta a edição definitiva para fãs de Wells.” Fonte

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Resenha: João e Maria

JOAO_E_MARIASinopse: O prestigiado escritor Neil Gaiman e o brilhante ilustrador Lorenzo Mattotti se encontram para recontar o clássico João e Maria. Familiar como um sonho e perturbador como um pesadelo, o conto narra a saga de dois irmãos que, em tempos de crise e falta de esperança, são abandonados pelos próprios pais e precisam enfrentar com coragem os perigos de uma floresta sombria.
Em um texto poético, Gaiman revive a tradição dos contos de fada, dando profundidade à aventura dos irmãos, mas sem abandonar a autenticidade e o talento único de mesclar realismo e fantasia que o transformaram em um dos maiores autores de sua geração. Mattotti, por sua vez, dá um ar inteiramente novo ao clássico. Seus traços criam um jogo de luz e sombra, permitindo que o leitor desvende aos poucos a imagem, assim como os segredos da história de João e Maria. Fonte

Essa resenha contém spoilers. Com certeza você já leu ou pelo menos já ouviu falar da história, mas vai que não quer saber dos pormenores, então fica o aviso.

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Resenha: Drácula

Imagine ser envolvido em uma trama arquitetada por uma criatura, cujo conhecimento e poderes assombram e confundem mesmo os homens mais brilhantes e destemidos. Como vencer? Como compreender o jogo que ocorre a sua volta e superar o mero status de peão para lutar de igual contra este mestre das trevas? Estas são as perguntas e desafios que os personagens de Drácula terão de superar se quiserem sobreviver…

“Drácula – Este clássico escrito em 1897 já é muito conhecido do grande público, mas esta versão tem o grande diferencial de ter sido traduzida por Lúcio Cardoso, o que dá ao texto um valor histórico singular. A tradução está há anos fora do mercado, sendo rara até mesmo em sebos. No romance, Jonathan Harker é um jovem advogado enviado ao castelo do conde Drácula, na Transilvânia. Durante a viagem, Jonathan percebe que foi envolvido em uma trama sinistra, cheia de mistério, em que nada é por acaso, e da qual só sairá vivo se for capaz de exterminar o poderoso conde e sua amaldiçoada sede de sangue.” – Fonte: Skoob

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Resenha: Inferno a bordo

Adoro literatura policial, mas nunca tinha lido Georges Simenon, aclamado escritor do gênero. Autores que admiro, como o Raphael Montes (Dias Perfeitos) o têm em alta estima e inclusive dizem serem influenciados por sua obra. Pois bem, eu precisava conferir com meus próprios olhos, mas me decepcionei por completo.

“Marujos não falam muito com outros homens, e menos ainda com policiais. Mas depois que o corpo do Capitão Fallut é encontrado próximo ao vapor em que trabalhava, o Océan, todos começam a falar em mau-olhado para tentar explicar os acontecimentos sinistros durante a última viagem da embarcação.” Fonte

A coisa boa em Inferno a Bordo é que ele é curto. Pouco mais de 100 páginas, em uma edição leve e confortável da Companhia das Letras que eu perfeitamente li num dia só, um domingo de praia. Porém, mesmo sendo relativamente curto, o livro parece mais longo devido à escrita arrastada de Simenon. E ele nem é muito descritivo, como geralmente são as leituras lentas, mas mesmo assim consegue ser cansativo em diálogos monótonos que caminham em círculos, levando o leitor de lugar algum a lugar nenhum.

Conte-me a verdade sobre os acontecimentos do terceiro dia.

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