Posts com a tag ‘Clássicos’


Resenha: Frankenstein, Mary Shelley

Olá! Hoje vou dar continuação à resenha de clássicos do terror. Depois de ter visto várias adaptações de Frankesntein, desde desenhos animados até filmes, a leitura foi surpreendente. Dos clássicos do terror, por enquanto este é o meu segundo favorito.

Sinopse: A princípio, tratava-se de um pequeno conto sobre um jovem estudante suíço que ambicionava criar um ser ideal, injetando vida a um corpo morto. Mais tarde, transformado em romance, tornou-se um marco na literatura do gênero. Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein; or the Modern Prometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein, é um romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica nascida em Londres. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório. Mary Shelley escreveu a história quando tinha apenas 19 anos, entre 1816 e 1817, e a obra foi primeiramente publicada em 1818, sem crédito para a autora na primeira edição. Atualmente costuma-se considerar a versão revisada da terceira edição do livro, publicada em 1831, como a definitiva. O romance obteve grande sucesso e gerou todo um novo gênero de horror, tendo grande influência na literatura e cultura popular ocidental. Fonte.

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Resenha: O médico e o Monstro

Como o dia das bruxas está próximo, decidimos resenhar alguns livros de terror, mesmo alguns deles não sendo sobre o sobrenatural. Este é um clássico da literatura que eu li há um tempo e pude reler recentemente. Espero que gostem.

Sinopse: As suspeitas começaram quando Mr. Utterson, um circunspecto advogado londrino, leu o testamento de seu velho amigo Henry Jekyll. Qual era a relação entre o respeitável Dr. Jekyll e o diabólico Edward Hyde? Quem matou Sir Danvers, o ilustre membro do parlamento londrino?

Assim começa uma das mais célebres histórias de horror da literatura mundial. A história assustadora do infernal alter ego do Dr. Jekyll e da busca através das ruas escuras de Londres que culmina numa terrível revelação.

O escocês Robert Louis Stevenson é considerado um dos maiores escritores da literatura mundial. Inexcedível no gênero de romances de aventuras, é autor de A ilha do tesouro, um dos livros mais célebres de todos os tempos (1883). O médico e o monstro é um clássico entre os clássicos de horror e mistério. Stevenson escreveu ainda O raptado, As aventuras de David Balfour, O morgado de Ballantrae, entre outros (Fonte).

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Top Ten Tuesday: 10 personagens favoritas de todos os tempos

O Top Ten Tuesday de hoje é uma delicinha de fazer. Por quê? Quer coisa mais legal do que ficar aqui viajando nas minhas personagens favoritas (lembrando que pode ser homem, mulher, elfo, bicho, entidade, fantasma… tá valendo de tudo!)? É como se eu escolhesse dez queridinhos do mês e colocasse tudo em um post só. Aliás, vão aparecer alguns queridinhos meus aqui e com certeza outros que ainda falarei em outras ocasiões da outra coluna. Fazer o quê, se eu amo esse pessoal?

E aí, preparados?

Lembrando que o TTT é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish.

Os 10 queridinhos de todos os tempos




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




TTT: Top Ten Books That Broke Your Heart A Little

Meu último post por aqui. Mas…  Vamos aos lencinhos de papel com potes de sorvete de chocolate. Para afogar as mágoas literárias. A iniciativa é do blog The Broke and the Bookish! ♥

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