Posts com a tag ‘Clássicos’


Top Ten Tuesday: 10 personagens favoritas de todos os tempos

O Top Ten Tuesday de hoje é uma delicinha de fazer. Por quê? Quer coisa mais legal do que ficar aqui viajando nas minhas personagens favoritas (lembrando que pode ser homem, mulher, elfo, bicho, entidade, fantasma… tá valendo de tudo!)? É como se eu escolhesse dez queridinhos do mês e colocasse tudo em um post só. Aliás, vão aparecer alguns queridinhos meus aqui e com certeza outros que ainda falarei em outras ocasiões da outra coluna. Fazer o quê, se eu amo esse pessoal?

E aí, preparados?

Lembrando que o TTT é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish.

Os 10 queridinhos de todos os tempos




Resenha: A Abadia de Northanger

Olá! Eu sei que prometi a resenha há muito tempo (ai que vergonha…), mas foram muitas coisas ao mesmo tempo por aqui, então só consegui colocar no ar o meme da Mari (falta o da Jeh! :D) e o Top Ten Tuesday.

Enfim, recebi esse livro da Martin Claret, nossa parceira aqui do blog e finalmente poderei falar sobre ele.

Sinospse:  ‘Abadia de Northanger’ conta a história da adorável Catherine Morland, jovem fascinada por romances góticos e possuidora de vívida imaginação. Em meio aos passeios e bailes da sofisticada sociedade de Bath (onde se depara com coqueteria, insinceridade, vaidades e intrigas) e à estada na Abadia de Northanger (onde se depara com os perigos de se deixar arrebatar pela imaginação), esta ingênua e íntegra heroína encontra o amor, bem como passa a conhecer melhor a natureza humana. (Fonte)

 De fato este é o livro mais divertido de Jane Austen. Aliás, este foi o primeiro livro de sua autoria entregue para publicação, mas só publicado treze anos depois, postumamente. No início do livro, há uma nota da autora falando sobre isso. Sinceramente, concordo com Miss Austen… Como um livreiro compra um livro que não tem intenção de publicar? Bem estranho, mas enfim…

A história na verdade é uma sátira aos romances góticos que eram muito famosos na época (pelo menos na época em que Austen o escreveu, segundo ela. rs) . Sinceramente não conheço nenhuma das obras citadas do livro, destacando “Os mistérios de Udolpho”, de Ann Radcliffe.

O que eu gostei muito desse livro foi o modo como Jane Austen o narrou. Parecia que era uma conversa informal com amigas, em um chá. Esse tipo de narrativa já me deixa mais à vontade na leitura e geralmente isso acontece quando a narrativa é em primeira pessoa, mas mesmo sendo em terceira pessoa, a história me cativou logo de cara.

Ninguém que tivesse visto Catherine Morland quando criança teria imaginado que ela nascera para ser heroína.




TTT: Top Ten Books That Broke Your Heart A Little

Meu último post por aqui. Mas…  Vamos aos lencinhos de papel com potes de sorvete de chocolate. Para afogar as mágoas literárias. A iniciativa é do blog The Broke and the Bookish! ♥

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Meu autor de cabeceira: Alexandre Dumas

Hoje quero falar de um autor que entrou para o hall da minha cabeceira por acaso: Alexandre Dumas. Quando eu estava no segundo ano do colegial (atual Ensino Médio), uma amiga me emprestou ‘O conde de Monte Cristo’, da coleção ‘Clássicos da Literatura Juvenil’, Editora Abril Cultural. Eu adorei o livro e fiquei anos procurando por essa edição, até que o encontrei em uma banca de jornal, acredito que em 2005, 2006.

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Adaptação: Jane Eyre

Jane Eyre, romance de Charlotte Brontë, foi publicado em 1846. O enredo conta a história de Jane Eyre, uma órfã passional que é detestada pela família de seu tio. Quando criança, sua tia a manda para uma escola de caridade, onde Jane aprende o suficiente para se tornar uma governanta. Cansada da vida na escola, ela decide procurar um emprego, e acaba indo trabalhar em Thornfield Hall – residência de Mr. Rochester, por quem ela se apaixona. Mas coisas estranhas acontecem em Thornfield Hall: risadas misteriosas, um incêndio e um hóspede sendo atacado no meio da noite.

Jane Eyre foi adaptado para a TV e o cinema diversas vezes, sendo a mais antiga em 1934 e a mais recente em 2011. Hoje eu fui ao cinema assistir à versão de Cary Fugunaka, e não sendo uma grande fã de Charlotte Brontë (Emma, de Jane Austen, não tem nada profundo, eh?) posso afirmar para aqueles que precisam ler a obra que suas agonias acabaram: assistir ao filme é suficiente.

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