Posts com a tag ‘Detetives’


Resenha: Jack, o Estripador em Nova York

Há algumas semanas a Editora Vestígio anunciou que estava reformulando o selo e enviou um convite maravilhoso para os parceiros: a leitura de um dos seus dois lançamentos, Jack, o Estripador em Nova York ou Sherlock Holmes no Japão. Como eu adoro uma história mais sanguinária e sinistra e digamos que Holmes está bem longe de ser meu detetive favorito (presunçoso demais para meu gosto), escolhi Jack, o Estripador em Nova York, afinal o título e a bela capa me deixaram imensamente interessada. Quer dizer… é Jack, o Estripador! E minha escolha foi completamente acertada: adorei a leitura. Envolvente, divertido, inteligente, essa é uma obra repleta de personagens cativantes que certamente irá conquistá-lo.

“Carver Young sonha ser um detetive, apesar de ter crescido num orfanato, tendo apenas romances policiais e a habilidade de abrir fechaduras para estimulá-lo. Entretanto, ao ser adotado pelo detetive Hawking, da mundialmente famosa Agência Pinkerton, Carver não só tem a chance de encontrar seu pai biológico como também se vê bem no meio de uma investigação de verdade, no encalço do cruel serial killer que estava deixando Nova York em pânico total. Mas quando o caso começa a ser desvendado, a situação fica pior do que ele poderia imaginar, e sua relação com o senhor Hawking e com os detetives da Nova Pinkerton entra em risco. À medida que mais corpos aparecem e a investigação ganha contornos inquietantes, Carver precisa decidir: de que lado realmente está? Com diálogos brilhantes, engenhocas retrofuturistas e a participação de Teddy Roosevelt, comissário da polícia de Nova York que viria a ser presidente dos Estados Unidos, Jack, o Estripador em Nova York desafiará tudo o que você pensava saber sobre o assassino mais famoso do mundo. E o deixará sem fôlego!” Fonte

O cérebro é como um camundongo correndo numa roda na gaiola. Sem escapatória e sem nem mesmo saber disso.




Resenha: Colin Fischer

COLIN_FISCHERSinopse: Colin Fischer – Resolvendo o crime. Uma expressão facial por vez. O ano letivo de Colin Fischer acabou de começar. Ele tem cartões de memorização com expressões faciais legendadas, um desconcertante conhecimento sobre genética e cinema clássico e um caderno surrado e cheio de orelhas, que usa para registrar suas experiências com a MUITO INTERESSANTE população local.
Quando um revólver dispara na cantina, interrompendo a festinha de aniversário de uma das garotas, Colin é o único que pode investigar o caso. Está em suas mãos provar que não foi Wayne Connelly, justamente aquele que mais o atormenta, que trouxe a arma para a escola.
Afinal de contas, a arma estava suja de glacê, e Wayne não estava com os dedos sujos de glacê… Fonte

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Resenha: A Caçada

Confesso que adoro livros de detetive. Já li Dashiel Hemmet e Raymond Chandler entre outros autores detetivescos. Com o tempo, espero trazer um pouco mais desse mundo aqui no blog. Infelizmente A Caçada não é um bom exemplo. Com uma aventura morna, personagens rasos, um gênero estafado e pouca criatividade, A Caçada apenas entretém e não consegue marcar o leitor. Honestamente, não é um livro que você vai recomendar pra ninguém, é simplesmente um livro razoável.

“Por décadas, Clive Cussler vem deleitando leitores com romances repletos de suspense, ação e pura audácia. Agora, ele faz isso novamente, em um dos mais loucos e estimulantes thrillers de época dos últimos anos. O governo norte-americano contrata a renomada Agência de Detetives Van Dorn e seu agente igualmente renomado, Isaac Bell, para capturar um lendário ladrão de bancos conhecido como Assaltante Açougueiro.
Este assassinara homens, mulheres e crianças, sem deixar nenhuma pista nem testemunhas. O detetive Bell lidera a busca e finalmente descobre a verdadeira identidade do Assaltante Açougueiro. E nesse momento inicia-se a verdadeira caçada.
Com um enredo intrincado, dois vilões extraordinários e a assinatura de Cussler em reviravoltas surpreendentes, A Caçada é o trabalho de um mestre no auge de seu talento.” (Fonte: Skoob)

Bell tomou o assento do lado esquerdo da cabine, sentindo-se imensamente aliviado por estar no que acreditava ser com certeza a última caçada a Cromwell para entregá-lo às autoridades de Chicago – vivo ou morto.




Resenha: A Fera Interior

Recebi esse livro gentilmente da Editora Vestígio há vários meses. Eu o solicitei após me deparar com algumas opiniões extremamente positivas sobre o livro, que me deixaram intrigada; a sinopse também é instigante, afinal, cinco homens assassinados e castrados e todo um caso envolvendo pedofilia? Tenso. Por meu desleixo, acabei lendo outros livros na frente dele e acabei pegando-o para ler só no final de abril. Final de abril. Terminei a leitura agora no começo de julho. São pouco mais de dois meses lendo um livro e, para mim, isso é muito tempo. Simplesmente esse livro não funcionou para mim; não conseguia ler e acabava lendo outros livros enquanto a leitura dele continuava emperrada. Estou até agora tentando entender o que aconteceu – no livro e na minha leitura dele. Aviso: essa resenha pode ser confusa e ligeiramente irritada, porque assim são meus sentimentos em relação a esse livro.

“Cinco corpos masculinos mutilados – castrados – e um rico empreendedor que denuncia na mídia a falta de firmeza da justiça dinamarquesa para com os pedófilos. O inspetor Simonsen, que tem experiência demais para não desconfiar das coincidências, logo compreende que está diante de um plano de grandes dimensões, cujos pormenores ainda desconhece…

Neste primeiro romance, intenso e cativante, Lotte e Søren Hammer constroem uma intriga milimétrica e engenhosa sobre um assunto ainda tabu na Dinamarca, a pedofilia. Pintando o retrato de uma opinião pública que toma partido dos assassinos, os autores levam o leitor a questionar suas próprias certezas éticas.” Fonte

E uma verdade mais primitiva estava batendo na porta: o direito do cidadão comum, a vontade do povo, a velha e boa vingança.




A Cuca Recomenda: Os Viúvos

Todo mundo sabe que a Cuca ama Mario Prata. Assim, amo mesmo, do fundo do coração. Então é ao Pratinha que recomendo quando quero ler um livro que tenho certeza que será bom ou então quando quero ler algo mais leve, com humor, para desanuviar das (várias!) leituras tenebrosas que faço (sim, Dias Perfeitos, eu fiquei tão traumatizada com você que procurei um livro de humor depois da leitura!). Mas acontece que, dessa vez, Os Viúvos, livro da série do detetive Ugo Fioravanti, que começou com o sensacional Sete de Paus… bem, dessa vez o livro simplesmente não atingiu todas as minhas altas expectativas. Foi um livro bom, não excepcional. E isso me deixou bem triste porque, oras, vou dizer novamente: eu amo Mario Prata. Mas nem sempre vamos amar todos os livros de nossos autores favoritos, certo?

“Os viúvos traz uma nova aventura do detetive Ugo Fioravanti e seu fiel companheiro Darwin Matarazzo na bela ilha de Florianópolis. Desta vez, o ex-policial federal e agora detetive particular, Fioravanti, terá que desvendar dois sequestros, encontrar uma mulher a pedido do príncipe de Dubai e descobrir quem é o louco remetente E.R.N., que lhe envia e-mails com desabafos sobre sua vida tediosa, seus problemas com a Receita Federal e com avisos dos vários crimes que cometerá. Será que os acontecimentos e os e-mails misteriosos têm alguma ligação? Quem é, afnal de contas, esse tal E.R.N.? Além da tumultuada rotina de uma investigação criminal, Fiora ainda precisa lidar com um triângulo amoroso envolvendo uma ex-namorada e sua filha e resolver os problemas matrimoniais de Darwin, seu assistente.” Fonte

Não existem turistas em Floripa. Existe é um bando de argentinos.

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