Posts com a tag ‘Distopias’


Resenha + Sorteio: A Rainha Vermelha

Quando a Cia das Letras disponibilizou A rainha vermelha, eu logo me interessei. Tive a sensação de que ia gostar da história – e a capa chamou muito a atenção. Bem, eu não estava errada, realmente gostei! E agora vou contar para vocês o motivo.

A_RAINHA_VERMELHAO mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe – e Mare contra seu próprio coração. Fonte

Todo mundo pode trair todo mundo.




Resenha: Estação Onze

Sabe quando você acha que um livro vai ser mais do mesmo e não vai ser assim tão legal? Esse definitivamente não é o caso de Estação Onze.

ESTACAO_ONZE_1431639968450329SK1431639968BEstação Onze – Certa noite, o famoso ator Arthur Leander tem um ataque cardíaco no palco, durante a apresentação de Rei Lear. Jeevan Chaudhary, um paparazzo com treinamento em primeiros socorros, está na plateia e vai em seu auxílio. A atriz mirim Kirsten Raymonde observa horrorizada a tentativa de ressuscitação cardiopulmonar enquanto as cortinas se fecham, mas o ator já está morto. Nessa mesma noite, enquanto Jeevan volta para casa, uma terrível gripe começa a se espalhar. Os hospitais estão lotados, e pela janela do apartamento em que se refugiou com o irmão, Jeevan vê os carros bloquearem a estrada, tiros serem disparados e a vida se desintegrar.
Quase vinte anos depois, Kirsten é uma atriz na Sinfonia Itinerante. Com a pequena trupe de artistas, ela viaja pelos assentamentos do mundo pós-calamidade, apresentando peças de Shakespeare e números musicais para as comunidades de sobreviventes.
Abarcando décadas, a narrativa vai e volta no tempo para descrever a vida antes e depois da pandemia. Enquanto Arthur se apaixona e desapaixona, enquanto Jeevan ouve os locutores dizerem boa-noite pela última vez e enquanto Kirsten é enredada por um suposto profeta, as reviravoltas do destino conectarão todos eles. Impressionante, único e comovente, Estação Onze reflete sobre arte, fama e efemeridade, e sobre como os relacionamentos nos ajudam a superar tudo, até mesmo o fim do mundo. (Fonte)

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Resenha: Despedaçada

Ano passado, na Bienal, recebemos da Farol Literário o último volume da série Reiniciados. Eu fiquei super empolgada, porque definitivamente adorei a série – apesar de ter desacelerado um pouco no segundo livro. Mas eu tinha outras prioridades na época e deixei para depois. E vocês já devem ter reparado que às vezes eu demoro MUITO para postar a resenha de um livro lido – salvo raras exceções. Bem, aqui estamos, finalmente.

DESPEDACADASinopse: Kyla foi Reiniciada: sua memória foi apagada pelo Opressivo governo dos Lordeiros. Mas, quando lembranças proibidas de um passado violento começam a aparecer, surgem também dúvidas: ela pode confiar naqueles que passou a amar, como Ben? As autoridades querem a morte de Kyla. Com a ajuda de amigos no DEA, ela vai a fundo, sondando seu passado e fugindo. A verdade que ela busca desesperadamente, no entanto, é mais surpreendente do que ela poderia imaginar. Ao final do terceiro volume desta aclamada série, os mais profundos e imprevisíveis segredos serão revelados. Fonte

Essa resenha contém SPOILERS dos livros anteriores – dessa vez eu não me segurei, mas estão bem assinalados e ficará a seu critério lê-los ou não (recomendo não ler os spoilers mais para o final da resenha, pois são mais comprometedores).

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Resenha: A Herdeira

A herdeira“Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.”

Quem leu as minhas resenhas para os três primeiros livros da série A Seleção, já conhece toda a minha história de amor e ódio com essa série. Assim como todo mundo, fui pega de surpresa quando a Kiera Cass divulgou que não seria mais uma trilogia, e sim uma série de 5 livros (pelo menos até agora, vai que ele resolver escrever mais depois?). Eu fiquei muito apreensiva, porque em alguns casos, os autores não tem ideia para sustentar o enredo, mas continua a série somente por causa do “sucesso”. Apesar de todos os problemas, eu me divirto lendo os livros da Kiera (eu realmente não consigo explicar isso), e por isso resolvi dar mais uma chance a autora. Afinal, o meu maior problema era com a America, então a mudança de protagonista  poderia trazer uma nova personalidade a série. E foi exatamente isso o que aconteceu.

Atenção: Essa resenha, inevitavelmente, contém spoilers dos livros anteriores da série A Seleção (apesar que a sinopse já é um grande spoiler, se você a leu, acho que não vai encontrar nenhum spoiler maior do que esse).

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Resenha: Endgame – O Chamado

Confesso que, a primeira vez que vi Endgame – O Chamado em uma livraria, tive aquele pensamento “provavelmente só mais uma distopia”, mas, após ler algumas resenhas, resolvi ler. E paguei a língua: esse livro está longe de ser “apenas mais um”. Com uma trama criativa, reviravoltas, mistérios e enigmas em todas as páginas (inclusive um enigma real para o próprio leitor), Endgame me surpreendeu positivamente.

“Terra. Agora. Hoje. Amanhã.
O Endgame é real.
E vai começar.
O futuro ainda não está escrito.
O que tiver que ser será.

Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais. Das quais descende toda a humanidade. Linhagens escolhidas milênios atrás. E que vê se preparando desde então. Eles não têm poderes sobrenaturais. Não podem voar, não transformam chumbo em ouro nem curam a si mesmos. Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós. São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação. Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos.

Só um pode ganhar.
O Endgame é real.
E vai começar.” Fonte

Porque acreditamos que uma pessoa pode fazer diferença.

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