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Resenha: Liberta-me

Quem leu minha resenha de Estilhaça-me, há algum tempo, sabe que eu definitivamente não gostei do primeiro livro da série de Tahereh Mafi. Porém, persistente, resolvi dar uma chance a ela e li o conto Destrua-me, disponibilizado gratuitamente pela Editora Novo Conceito, conto esse narrado pelo vilão, Warner. Foi uma ótima ideia dar essa chance, porque gostei muito do conto e, por isso, animei-me a ler o segundo volume da trilogia, Liberta-me. Posso adiantar para vocês: esse livro é muito melhor que o primeiro, porém ainda tem muito o que melhorar. Lembrando que, sendo o segundo volume de uma série, certamente teremos spoilers do livro anterior nessa resenha.

LIBERTAME“Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança, o desejo e o amor. A bela escrita de Tahereh Mafi está de volta ainda mais vigorosa e extasiante.” Fonte

(A solidão) É uma companhia contante, enganchando a mão para puxá-lo para baixo enquanto você luta para ficar de pé.




Resenha: Insurgente

Então, gente, a verdade é que eu já li Insurgente há quase umas duas semanas e fiquei enrolando para fazer essa resenha. Motivo? O livro é tão sem graça que não dá nem vontade de resenhar. Não é um livro ótimo que você se empolgue para falar bem, nem um livro péssimo que você queira soltar os cachorros. O negócio fica ali, no banho maria, nem 8 nem 80, bem sem sal mesmo. Então, não sei se essa resenha vai ser meio água com açúcar, mas se quiser saber porque eu achei esse livro meia boca, leia a seguir. Ah, e já aviso que tem spoilers de Divergente.

“Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor.” Fonte

Em Divergente eu juro que fiquei empolgadíssima. Não foi assim, nossa, o melhor livro da minha vida – nem o melhor do ano ou sequer do mês – mas foi um livro empolgante, com grandes revelações, a apresentação de um mundo distópico com regras e facções e todo aquele novo universo vibrante etc etc etc. Então, eu gostei bastante de Divergente, foi uma leitura que divertiu e me deixou com vontade de ler a série.

Com Insurgente nada disso ocorreu.

O barulho e a atividade são os refúgios dos enlutados e dos culpados.




Resenha: Destrua-me [Estilhaça-me #1.5]

cover“Uma história contada do ponto de vista de Warner, o cruel líder do Setor 45.” Fonte

Bem, eu li Estilhaça-me e foi uma completa decepção, como vocês podem ler na minha resenha. Porém, eu sou uma pessoa persistente. Acredito que a escrita de um autor possa sim evoluir. Acredito também que outros livros de uma série possam ser melhores que o primeiro. Fico feliz por acreditar em tudo isso porque o conto Destrua-me se mostrou uma ótima leitura. De fato, o conto narrado por Warner é uma leitura infinitamente melhor que Estilhaça-me, apesar de ser cria desse livro.

Aviso que essa pequena resenha tem alguns spoilers de Estilhaça-me. Impossível não falar de um livro sem falar do outro. Avisados estão.

Passei a crer que o homem mais perigoso do mundo é aquele que não sente remorso. Aquele que nunca se desculpa e, portanto, não procura o perdão.




Resenha: Free Four [Divergente #1.5]

free_four“A autora best seller Veronica Roth reconta uma importante cena (capítulo 13) do ponto de vista de Tobias. Essas 13 páginas revelam fatos desconhecidos e fascinantes detalhes sobre o personagem de Quatro, seu passado, sua própria Iniciação e seus pensamentos sobre a nova iniciante da Audácia, Tris Prior.” Fonte

Parece que virou moda agora em várias séries lançar esses contos que revelam visões de outros personagens na história ou ainda acontecimentos anexos à trama original dos livros. Ontem encontrei esse conto da Veronica Roth, anexo à série Divergente (resenha aqui)  e, como era curtinho, resolvi ler assim que o baixei (a Rocco disponibilizou-o gratuitamente para download).

Talvez essa pequena resenha tenha alguns spoilers de Divergente. Portanto, estão avisados. Tobias conta a história de Divergente




Em outras palavras: 1984

A coluna Em outras palavras de hoje volta com a resenha da Nivia Fernandes. Ela já foi parte da nossa equipe aqui no blog, porém precisou se afastar, mas hoje retorna com uma resenha especial para a nossa coluna de convidados. Aqui o espaço é aberto para quem quiser resenhar seus livros favoritos! Quem estiver interessado deve apenas mandar um e-mail para a gente via contato@poressaspaginas.com. Aproveitem a resenha da Nivia!

Olá, pessoal! Já estive no blog antes, mas devido a ler pouco na faculdade, acabei indo embora. Mas o carinho pelo PEP e as amigas maravilhosas que tenho aqui é eterno, então voltei aqui para fazer uma ronda especial! As resenhas daqui são referências de leitura para mim, sem dúvida alguma. Mas de qualquer forma, vim deleitá-los com um clássico, tratem de assoprar a estante aí que lá vem mofo! Um bem especial que vai deixá-los espirrando de nervoso.

“‘1984’ não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em 1984 , o indivíduo não terá qualquer defesa. Aí reside a importância de se ler Orwell, porque seus escritos são capazes de alertar as gerações presentes e futuras do perigo que correm e de mobilizá-las pela humanização do mundo.

Falo de praticamente da adenina do DNA de todo conteúdo distópico que existe… A obra “1984”, de George Orwell. Já fiz resenha sobre “Fahrenheit 451”, do falecido há pouco tempo Ray Bradbury, mas confesso que “1984” é mil vezes mais perturbador. E é fascinante. Se você parar e entender que Orwell (pseudônimo Eric Arthur Blair) escreveu esse livro em 1949… Vai ficar mais assustado ainda.

“Quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente controla o passado.”

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