Posts com a tag ‘Doenças’


A Cuca Recomenda: A Máquina de Contar Histórias

Há muito tempo eu queria ler alguma obra do Maurício Gomyde. Antes desse livro, ele teve outras quatro publicações independentes, e admiravelmente foi galgando seu espaço até publicar A Máquina de Contar Histórias pela Novo Conceito. Foi nesse momento que pensei: bem, agora não tenho mais desculpas, vou conhecê-lo! E criei expectativas altíssimas. Pois é, vocês sabem muito bem o que acontece quando a gente cria expectativas…

“Na noite em que o escritor best-seller Vinícius Becker lançou A Máquina de Contar Histórias, o novo romance e livro mais aguardado do ano, sua esposa Viviana faleceu sozinha num quarto de hospital. Odiado em casa por tantas ausências para cuidar da carreira literária, ele vê o chão se abrir sob seus pés. Sem o grande amor da sua vida, sem o carinho das filhas, sem amigos… O lugar pelo qual ele tanto lutou revela-se aquele em que nunca desejou estar. Vinícius teve o mundo nas mãos, e agora, sozinho, precisa se reinventar para reconquistar o amor das filhas e seu espaço no coração da família V. Uma história emocionante, cheia de significados entrelaçados pela literatura, mostrando que o amor de um pai, por mais dura que seja a situação, nunca morre nem se perde.” Fonte

Escrever é muito mais do que uma profissão. É uma atitude de amor, de entrega ao que se quer contar.




Semana Passarinha de Conscientização do Autismo – Editora Valentina

SemanaPassarinha-Selo

Hoje, dia 2 de abril, é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Sabendo disso, a Editora Valentina criou uma campanha muito legal, a Semana Passarinha de Conscientização do Autismo e convidou os blogs parceiros a fazerem posts sobre o assunto em seus blogs. Aqui no Por Essas Páginas fiquei como responsável por isso, já que li o extremamente tocante Passarinha, de Kathryn Earskine, que aborda o assunto de maneira incrivelmente bela e sensível (leia a resenha). Desde a semana passada venho pensando no que falar para vocês nesse dia… deveria falar novamente sobre o livro? Ou, ainda, falar sobre o autismo, ou talvez sobre os símbolos da conscientização? Pensei, pensei, e acabei sentindo que deveria fazer algo mais literário e pessoal. Como vocês sabem de acompanhar o blog, também sou escritora, então quis usar um pouco disso nesse dia. A Lany uma vez já fez uma resenha em carta aqui que foi incrível e resolvi fazer o mesmo. Portanto, essa é a minha carta para a querida Caitlin, que é a narradora desse livro lindo.

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Resenha: Segredos e Mentiras

Solicitei esse livro à Editora Arqueiro sem muitas expectativas. Quando comecei a lê-lo, no entanto, fiquei completamente surpresa em como ele era bom. Na verdade, ele foi quase perfeito. Envolvente e imersivo, muitas vezes angustiante, Segredos e Mentiras vai surpreendê-lo e despertar vários questionamentos dramáticos e controversos. Não se engane pela capa aparentemente simples: ela tem muito mais a dizer, assim como esse livro.

“Cara Anna, Já comecei esta carta várias vezes e aqui estou, começando-a novamente, sem fazer a mínima ideia de como lhe dizer. A carta não terminada é a única pista que Tara e Emy têm para entender o que levou sua amiga Noelle ao suicídio. As três eram inseparáveis desde a faculdade e tudo a respeito de Noelle – seu trabalho de parteira, a forma como se dedicava apaixonadamente a diversas causas sociais, seu amor pelos amigos e a família – se encaixava na descrição de uma mulher que amava a própria vida.

Só que havia muitas coisas que Tara e Emy desconheciam. Por exemplo, quem é Anna e por que Noelle nunca a mencionara.

Com a descoberta da carta e do terrível segredo que a motivou, as duas começam a desvendar a verdade sobre essa mulher forte, independente e gentil que entrou em suas vidas trazendo amor e compaixão, mas que também pode ser a responsável por muitas tristezas e ilusões.

Com delicadeza e equilíbrio, Diane Chamberlain constrói uma história sensível sobre amizade e relacionamentos e levanta a pergunta: até que ponto você seria capaz de perdoar alguém que ama?” Fonte

Às vezes é difícil expressar o amor que sentimos por alguém. A gente diz as palavras, mas não consegue expressar a profundidade. Não consegue abraçar forte o bastante.




Resenha: Dançando sobre cacos de vidro

Dançando sobre cacosLucy Houston e Mickey Chandler não deveriam se apaixonar. Os dois sofrem de doenças genéticas: Lucy tem um histórico familiar de câncer de mama muito agressivo e Mickey, um grave transtorno bipolar. No entanto, quando seus caminhos se cruzam, é impossível negar a atração entre eles.
Contrariando toda a lógica que indicava que sua história não teria futuro, eles se casam e firmam – por escrito – um compromisso para fazer o relacionamento dar certo. Mickey promete tomar os remédios. Lucy promete não culpá-lo pelas coisas que ele não pode controlar. Mickey será sempre honesto. Lucy será paciente.

Como em qualquer relação, eles têm dias bons e dias ruins – alguns terríveis. Depois que Lucy quase perde uma batalha contra o câncer, eles criam mais uma regra: nunca terão filhos, para não passar adiante sua herança genética.

Porém, em seu 11° aniversário de casamento, durante uma consulta de rotina, Lucy é surpreendida com uma notícia extraordinária, quase um milagre, que vai mudar tudo o que ela e Mickey haviam planejado. De uma hora para outra todas as regras são jogadas pela janela e eles terão que redescobrir o verdadeiro significado do amor.

“Dançado sobre cacos de vidro” é aquele livro que você sabe que em algum momento você vai chorar e mesmo assim, você não consegue parar de ler.

Essa é uma daquelas sinopses que consegue resumir bem o tema central do livro. Lucy e Mickey se encontram pela primeira vez na festa de aniversário dela.  Os amigos e familiares dela estavam comemorando em um bar onde Mickey trabalhava. Não tinha como negar a atração entre eles mas eles tentaram ignorar seus sentimentos já que cada um deles tinha uma preocupação. Mickey sofria de transtorno bipolar e Lucy tinha um histórico de câncer de mama na família. A mãe de Lucy havia morrido com essa doença e a própria jovem já tinha tido a doença mas felizmente havia se recuperado.

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Resenha: Passarinha

Para vocês verem o quanto eu queria ler esse livro, furei a fila, passei a perna na Lucy e pedi o livro pra mim. Calma, gente, eu explico! Eu, a Lany e a Lucy dividimos os livros da Editora Valentina e cada vez é uma que lê. Quando vi que Passarinha seria lançado, mesmo após ter sido a última a ler um livro da editora, a próxima ser a Lucy e depois a Lany, eu pedi (pedi pedi pedi insisti pedi e pedi mais um pouquinho) para ler esse livro. Como a Lucy é legal (e a Lany também, afinal, ela era a próxima depois da Lucy e me deixou furar fila!)… ela disse um dos seus “tudo bem… bru bru… e tal >.<” (mas agora eu vou emprestar o livro pra ela e ela vai poder fazer isso de passar na minha frente em outra situação rs). Obrigada, meninas! Estou usando a MINHA educação, viu, gente? Vou ganhar um adesivo que nem a linda da Caitlin!

Resumindo tudo isso que eu falei: Passarinha é tão ou melhor do que eu esperava. Criei expectativas GIGANTES e elas foram muito, muito superadas. Descubra o porquê nessa resenha.

“No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer ajudar o pai – a si mesma e a todos a sua volta -, mas sendo uma menina de dez anos de idade, com Síndrome de Asperger, ela não sabe como lidar com isso. Quando ela lê a definição de desfecho no dicionário, ela percebe que é o que ela e seu pai precisam. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco: o mundo está cheio de cores, confuso e bonito.” Fonte

Como pode existir alguma palavra mais especial que Coração?

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