Posts com a tag ‘Drama’


Resenha: Querido Evan Hansen

Ficha técnica:

Título: Querido Evan Hansen

Autor: Val Emmich, Steven Levenson e Benj Pasek

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 336

Editora: Seguinte

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Sinopse:

Dos criadores do premiado musical da Broadway Dear Evan Hansen, esta é uma história emocionante sobre solidão, luto, saúde mental e amizades inesperadas.

Evan Hansen sempre teve muita dificuldade de fazer amigos. Para mudar isso, decide seguir as recomendações de seu psicólogo e escrever cartas encorajadoras para si mesmo, com esperança de que seu último ano na escola seja um pouco melhor. O que não esperava era que uma das cartas fosse parar nas mãos de Connor Murphy, o aluno mais encrenqueiro da turma.
Quando Connor comete suicídio e sua família encontra a carta de Evan, todos começam a pensar que os dois eram melhores amigos. Sem conseguir explicar a situação, Evan acaba refém de uma grande mentira. Ao mesmo tempo, graças a essa (falsa) amizade, o garoto finalmente se aproxima de Zoe, a menina de seus sonhos, e passa a ser notado no colégio. No fundo, Evan sabe que não está fazendo a coisa certa, mas se está ajudando a família de Connor a superar a perda, que mal pode ter?
Evan agora tem um propósito de vida. Até que a verdade ameaça vir à tona, e ele precisa enfrentar seu maior inimigo: ele mesmo.”

Adoro um YA, e entre tantas leituras sombrias que eu faço, é sempre bom fazer uma pausa e ler algo mais leve. Mas Querido Evan Hansen passa longe disso; é um livro denso e triste, narrado por um personagem deprimido e com baixíssima autoestima. É um ótimo livro, mas também é um para se ler com cuidado porque sim, há gatilhos.

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Resenha: Nove Desconhecidos

Ficha Técnica:

Título: Nove Desconhecidos

Autora: Liane Moriarty

Tradutora: Julia Sobral Campos

Páginas: 464

Editora: Intrínseca

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São nove estranhos, dez dias e um sem-número de surpresas. Cada qual por uma razão, eles compram um pacote de estadia no spa Tranquillum House, um balneário remoto ao norte de Sidney, na Austrália, a fim de se desintoxicar da própria vida – curar um luto, perder peso, lidar com a crise no casamento. Em comum, todos querem um pouco de paz, e o programa intitulado ”retiro exclusivo de dez dias para transformação total da mente e corpo” parece ideal. A aposta em meditação, ioga, terapias alternativas e alimentação saudável, sem álcool ou droga, naturalmente, tem tudo para ser uma escolha acertada.Quem nos conta isso é uma das internas, Frances Welty, uma escritora de meia-idade de best-sellers românticos apegada a aforismo literários que só quer esquecer o golpe que sofreu em seu ultimo relacionamento.” Vocês não vão ser mais as pessoas que são agora” é uma das promessas do spa. No inicio, a reação de todos é muito parecida: os nove então desconhecidos respondem de forma exultante aos tratamentos – inclusive a família Marconi, que passa no spa o aniversario de uma data marcante na vida dos três, o pai Napoleon, a mãe, Heather, e a filha, Zoe.
e Carmel Schneider, 39 anos, desiludida e recém-divorciada. E Tony Hogburn, 56 anos, viciado em remédios para emagrecer. E Ben e Jessica Chandler, que chegam para solucionar uma crise no casamento. Todos reagem de forma eufórica aos primeiros estímulos. Mas só depois vão descobrir por que. E tudo o que parecia tão certo, de repente, torna-se a causa de angustias infinitas e laços inesperados: o excesso de regras do espaço, o controle absoluto dos internos, o clima de mistério…Com sarcasmo, ironia e humor mais acido do que limonada sem açúcar, a autora questiona as promessas de transformação que se tornaram um produto dos novos tempos e a sobessa com a qual algumas pessoas parecem se agarrar a elas, provocando ainda reflexões originais sobre luto, o trauma e a recuperação. (Fonte)

Essa é uma resenha em dupla! As opiniões da Drika estão na cor padrão cinza, enquanto as da Karen aparecerão em azul. A Drika leu a edição especial capa dura do livro, cedida pela parceira Intrínseca, na caixa Intrínsecos, enquanto a Karen leu a edição comum presente nas livrarias, também cedida em parceria pela editora.

Não é de hoje que Liane Moriarty é uma das minhas autoras favoritas; desde que li O Segredo do Meu Marido (resenha aqui), o primeiríssimo dela que caiu no meu colo, adorei seu estilo de escrita e a maneira como desenvolve seus personagens de maneira tão íntima. Mas não sou a única aqui no blog que a autora conquistou; passeando pelas resenhas da Liane por aqui vocês encontram resenhas de todos os livros da escritora publicados no Brasil, nas vozes da Ale Gilos, minha e agora também da Drika. Essa é uma escritora fácil de amar, assim como seus personagens, e seu mais novo lançamento é um exemplo claro disso.

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Resenha: A Criança no Tempo

Ficha técnica:

 Nome: A Criança no Tempo

 Autor: Ian McEwan

 Tradutor: Jorio Dauster

 Páginas: 288

 Editora: Companhia das Letras

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Sinopse: Do autor de Reparação e Enclausurado e vencedor do Man Booker Prize, um romance contundente sobre a dor do desaparecimento de um filho. Numa ida rotineira ao supermercado, Stephen Lewis, escritor bem-sucedido de livros infantis, se depara com a maior agonia de um pai: Kate, sua filha de três anos, desaparece sem deixar rastros. Numa imagem terrível que se repete ao longo dos anos seguintes, ele percebe que a garota não vai voltar. Com ternura e sensibilidade, Ian McEwan nos leva ao território sombrio de um casamento devastado pela perda de um filho. A ausência de Kate coloca a relação de Stephen e de sua esposa Julie em xeque, enquanto cada um deles enfrenta à sua maneira uma dor que só parece se intensificar com o passar do tempo. Vencedor do Whitbread Award, A criança no tempo discute temas como ausência, luto, culpa e as marcas indeléveis que um acontecimento pode deixar em uma família. Um romance surpreendente de um dos melhores escritores de sua geração. “Sua obra-prima.” — Christopher Hitchens “Somente Ian McEwan poderia escrever sobre a perda com tamanha honestidade.” — Benedict Cumberbatch “Fiel à realidade psicológica: as belas camadas dos relacionamentos, o amor multifacetado entre pai e filho, marido e mulher… Tão artisticamente concebido quanto pungentemente executado.” — The New York Times Book Review (Fonte)

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Resenha: Pequenos incêndios por toda parte

Nossa, estou devendo esta resenha pra vocês já faz um tempo. Este livro veio como uma cortesia promocional da Intrínseca e já li tem um tempinho. Só demorei pra resenhar. Mas eu realmente tinha que compartilhar minha opinião com vocês! Então, lá vai!

 Ficha técnica:

 Nome: Pequenos Incêndios por Toda Parte

 Autor: Celeste Ng

 Tradutor: Julia Sobral Campos

 Páginas: 412

 Editora: Intrínseca

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 Minha avaliação: 

 Sinopse: Um encontro entre duas famílias completamente diferentes vai afetar a vida de todos.

Em Shaker Heights tudo é planejado: da localização das escolas à cor usada na pintura das casas. E ninguém se identifica mais com esse espírito organizado do que Elena Richardson.

Mia Warren, uma artista solteira e enigmática, chega nessa bolha idílica com a filha adolescente e aluga uma casa que pertence aos Richardson. Em pouco tempo, as duas se tornam mais do que meras inquilinas: todos os quatro filhos da família Richardson se encantam com as novas moradoras de Shaker. Porém, Mia carrega um passado misterioso e um desprezo pelo status quo que ameaça desestruturar uma comunidade tão cuidadosamente ordenada.

Eleito nos Estados Unidos um dos melhores livros de 2017 por veículos como Entertainment Weekly, The Guardian e The Washington Post, Pequenos Incêndios Por Toda Parte explora o peso dos segredos, a natureza da arte e o perigo de acreditar que simplesmente seguir as regras vai evitar todos os desastres. Fonte

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[Especial Liane Moriarty] Resenha: Pequenas Grandes Mentiras

Liane Moriarty se tornou uma das minhas escritoras favoritas. Gosto de como ela aborda temas simples, familiares, e os transforma em suspenses que prender o leitor à obra. Ela não tem medo de falar sobre temas espinhosos, de maneira controversa, como sexo, traição, maternidade, assassinato e até estupro. E, mais importante, ela cria personagens femininas reais, complexas e com arcos narrativos próprios, que não dependem de homens. Ela é uma mulher escrevendo sobre mulheres, e sabe muito bem o que está fazendo. Curiosamente, eu já tinha lido dois outros livros da autora – O Segredo do Meu Marido Até que a culpa nos separe – mas não o mais famoso, Pequenas Grandes Mentiras (temos outra resenha dele, da Lê Gilos, no nosso canal) e, agora que o li, entendi porque ele foi o seu livro de mais sucesso, e que até rendeu uma série para a HBO. O livro é IN-CRÍ-VEL.

Ficha técnica:

 Nome: Pequenas Grandes Mentiras

 Autor: Liane Moriarty

 Tradutor: Adalgisa Campos da Silva

 Páginas: 400

 Editora: Intrínseca

 Onde comprar: Amazon / Outras lojas

 Sinopse: “Todos sabem, mas ainda não se elegeram os culpados. Enquanto o misterioso incidente se desdobra nas páginas de Pequenas grandes mentiras, acompanhamos a história de três mulheres, cada uma diante de sua encruzilhada particular. Madeline é forte e passional. Separada, precisa lidar com o fato de que o ex e a nova mulher, além de terem matriculado a filhinha no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline, parecem estar conquistando sua filha mais velha. Celeste é dona de uma beleza estonteante. Com os filhos gêmeos entrando para a escola, ela e o marido bem-sucedido têm tudo para reinar entre os pais. Mas a realeza cobra seu preço, e ela não sabe se continua disposta a pagá-lo. Por fim, Jane, uma mãe solteira nova na cidade que guarda para si certas reservas com relação ao filho. Madeline e Celeste decidem fazer dela sua protegida, mas não têm ideia de como isso afetará a vida de todos. Reunindo na mesma cena ex-maridos e segundas esposas, mães e filhas, bullying e escândalos domésticos, o romance de Liane Moriarty explora com habilidade os perigos das meias verdades que todos contamos o tempo inteiro.” Fonte

Por que me senti tão estranhamente violada por aquelas duas palavras? Mais do que qualquer outra coisa que ele tenha feito comigo, foram essas duas palavras que mais doeram.

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