Posts com a tag ‘Espíritos’


Resenha: Menina de vinte

Eu sou muito fã da Sophie Kinsella. Quando fiquei sabendo que essa autora iria escrever um livro com um tema um pouco sobrenatural, fiquei mais animada ainda. Mas, fiquem calmos, não tem nenhum vampiro querendo conquistar o amor da protagonista.

Em Menina de Vinte, Lara Lington  (uma jovem normal, apenas com uma imaginação fértil) começa a ser seguida pelo espírito da sua tia-avó Sadie. Apesar de ter 105 anos, o fantasma de Sadie é uma jovem que se veste com as roupas dos anos 20. E ela aparece com um pedido em especial: ela quer que Lara encontre um colar de contas com um pingente de libélula cravejado de strass (que é exatamente esse da capa). Somente assim Sadie conseguirá descansar em paz…

Mas é claro que como em todo chick-lit, nada é fácil. Lara já tem os seus próprios problemas para resolver. Ela terminou seu relacionamento com Josh e ela gastou todo o seu dinheiro para abrir uma empresa de caça-talentos com sua amiga. Só que a sócia foi curtir um romance em Goa e a empresa está afundando!

Quem quer fazer aulas de Charleston?




Resenha: A Terra das Sombras (série A Mediadora)

Quando as meninas aqui do blog deram a ideia de fazermos resenhas de livros de terror por causa do Halloween, eu pensei “Ih, já era, eu não leio nada do gênero! Sou muito medrosa para isso!”. Mas a Lucy disse que romance sobrenatural (mesmo com vampiros que brilham) também estava dentro da proposta! Inclusive o livro que eu escolhi para resenhar hoje foi uma sugestão dela.

A série A Mediadora, da Meg Cabot, foi o primeiro romance sobrenatural que eu li, quando esse tema ainda era relativamente escasso e eu nem sabia dessa denominação. Essa foi uma das primeiras séries que a Meg escreveu (ainda com o pseudônimo de Jenny Carrol). Ela é composta atualmente de seis livros, mas a Meg disse em algumas entrevistas (uma inclusive durante o seu tour no Brasil) que vai escrever mais um volume (quando acabar as séries que ela está escrevendo no momento)!

Tem um fantasma no meu quarto. E agora?




Resenha: The Raven Boys

O primeiro contato que tive com The Raven Boys foi quando Maggie Stiefvater anunciou em seu twitter a data de publicação de seu primeiro livro com “bad boys“. Agora, apesar de eu sempre me encantar com mocinhos bonzinhos e bem escritos, eu tenho uma queda por um bad boy como qualquer outra garota, e se ele for escrito por Ms. Stiefvater então, é fato que será um bom personagem! Por isso que quando The Raven Boys foi lançado essa semana, eu não perdi tempo e corri até a livraria mais próxima para adquirir minha cópia. Embora eu soubesse mais ou menos do que se tratava o livro, confesso que ele me surpreendeu logo nas primeiras páginas. Isso porque eu sou uma das pessoas mais assustadas que conheço: não assisto a filmes de terror, raramente leio livros sobre o assunto, e não consigo dormir se meu quarto estiver completamente escuro. E The Raven Boys já começa com o pé direito no sobrenatural!

Todo dia 24 de Abril (Véspera do Dia de São Marcos), Blue Sargent visita as ruínas de uma igreja na pequena cidade de Henrietta com sua mãe – que é uma vidente. Blue não tem a visão de sua mãe, mas ela é uma fonte de energia: sua presença aprimora o dom de quem está à sua volta. É por isso que quando sua tia Neeve – uma clarividente com um programa de TV matinal e quatro livros publicados – chega à Henrietta e demonstra interesse em ver os mortos, Blue a acompanha pensando que será apenas mais uma noite de 24 de Abril comum, onde ela se sentará sem ver nada nem ninguém enquanto outra pessoa anota em um caderninho os nomes das pessoas que morrerão nos próximos 12 meses. Mas é claro que algo fora do comum acontece, e pela primeira vez em sua vida Blue vê um espírito: um rapaz, mais ou menos da sua idade, que atende pelo nome de Gansey. Intrigada por sua visão e assustada pela certeza do destino do jovem rapaz, Blue questiona sua tia sobre a razão de ter visto um dos mortos. A resposta é simples: “Há apenas duas razões para alguém que não é vidente ver um espírito na Véspera do Dia de São Marcos, Blue. Ou você é seu amor verdadeiro, ou você o matou“.

That’s all there is.

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