Posts com a tag ‘fantasia’


Resenha: O Timbre

Ficha técnica:

Título: O Timbre

Autor: Neal Shusterman

Tradutor: Guilherme Miranda

Páginas: 560

Editora: Seguinte

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Sinopse:No aguardado desfecho da trilogia Scythe, ditadores, profetas e novas tensões sociais surgem no suposto planeta perfeito. Será que a humanidade será dilacerada justamente por causa da imortalidade que conquistou?

A humanidade alcançou um mundo ideal em que não há fome, doenças, guerras, miséria… nem morte. Mas, mesmo com todo o esforço da inteligência artificial da Nimbo-Cúmulo, parece que alguns problemas humanos, como a corrupção e a sede de poder, também são imortais. Desde que o ceifador Goddard começou a ganhar seguidores da nova ordem, entusiastas do prazer de matar, a Nimbo-Cúmulo decidiu se silenciar, deixando o mundo cada vez mais de volta às mãos dos humanos. Depois de três anos que Citra e Rowan desapareceram e Perdura afundou, parece que não existe mais nada no caminho de Goddard rumo à dominação absoluta da Ceifa ― e do mundo. Mas reverberações das mudanças na Ceifa e da Grande Ressonância ainda estremecem o planeta, e uma pergunta permanece: será que sobrou alguém capaz de detê-lo? A resposta talvez esteja na nova e misteriosa tríade de tonistas: o Tom, o Timbre e a Trovoada.”

O Timbre é o segundo livro da série Scythe, dos ótimos O Ceifador (resenha aqui) e O Timbre (resenha aqui). Portanto, se você não leu os dois primeiros livros, saiba que esta resenha possui spoilers deles. Eu estava esperando há um bom tempo por este livro, uma vez que a série se iniciou – pelo menos aqui no Brasil – lá ainda em 2017 (parece outra vida, não é mesmo?). E quando O Timbre chegou aqui pela Seguinte, no turbulento 2020, eu mal podia esperar para me desconectar da realidade horrorosa e absurda que vivemos para mergulhar nesse universo. Continue lendo…




Resenha: Nocturna

Ficha técnica:

Nome: Nocturna

Autor: Maya Motayne

Tradutor: Flávia Souto Maior

Editora: Seguinte

Páginas: 480

No primeiro volume de uma trilogia de fantasia inspirada na cultura latina, uma ladra capaz de mudar de aparência e um príncipe herdeiro se unem para proteger o reino de uma magia perversa.

Depois de se libertar da dominação dos inglésios, o reino de Castallan não esperava passar por mais nenhuma crise. Mas Dez, o herdeiro, foi assassinado, e agora nobres e plebeus precisam aceitar que o destino do reino está nas mãos do príncipe Alfie, que passou meses fugindo de suas obrigações enquanto bebia tequila em alto-mar.

De volta a Castallan, Alfie não consegue acreditar que seu irmão morreu e, tentando provar o contrário, se depara com Finn Voy. Graças a sua habilidade de assumir a aparência de qualquer pessoa, Finn está sempre usando um disfarce para se proteger dos traumas de seu passado e de qualquer um que se meter em seu caminho.

Quando os destinos de Alfie e Finn se cruzam, eles acidentalmente libertam uma magia poderosa e antiga que, se não for detida, vai mergulhar o mundo em escuridão. Com o futuro de Castallan em suas mãos, o príncipe e a ladra terão de aprisionar essa magia obscura a qualquer custo, mesmo que, no caminho, precisem confrontar seus segredos mais sombrios. Fonte

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Resenha: A Rainha Aprisionada

Ficha técnica:

Nome: A Rainha Aprisionada

Autor: Kristen Ciccarelli

Tradutor: Eric Novello

Páginas: 376

Editora: Seguinte

No segundo volume da trilogia Iskari, uma nova heroína entra em cena para lutar pela liberdade de seu povo ― e de sua irmã ― em meio a um conflito que apenas começou. Firgaard foi governada durante décadas por um rei tirano e manipulador, capaz de condenar povos inteiros apenas para aumentar seu poder.

Depois de uma grande batalha, Asha, sua filha, conseguiu derrotá-lo. E, assim, Dax, o primogênito, assumiu o poder ao lado de Roa, sua esposa. Roa é uma forasteira vinda das savanas ― um território sob o domínio de Firgaard, que há anos é oprimido e está prestes a entrar em colapso.

O maior desejo da nova rainha, mesmo sabendo que não é bem-vinda em seu novo lar, é mudar a vida de seu povo. O que ela não esperava era encontrar uma chance de alterar o curso do destino e trazer de volta à vida sua irmã gêmea, Essie, morta quando criança em um terrível acidente. O único obstáculo? O novo rei.

Esta resenha (e a sinopse) contêm alguns spoilers do livro anterior, necessários para entendimento da trama, porém não atrapalham a leitura.

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Resenha: O Instituto

Ficha técnica:

Título: O Instituto

Autor: Stephen King

Tradução: Regiane Winarski

Páginas: 544

Editora: Suma

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Sinopse: “O novo livro de Stephen King, o Mestre do Terror, traz uma história inesquecível sobre um grupo de crianças com talentos especiais que precisam se unir para derrubar um grande mal. No meio da noite, em uma casa no subúrbio de Minneapolis, um grupo de invasores assassina os pais de Luke e sequestra silenciosamente o menino de doze anos. A operação leva menos de dois minutos. Quando Luke acorda, ele está no Instituto, em um quarto que parece muito o dele, exceto pelo fato de que não tem janela. E do lado de fora tem outras portas, e atrás delas, outras crianças com talentos especiais, que chegaram àquele lugar do mesmo jeito que Luke. O grupo formado por ele, Kalisha, Nick, George, Iris e o caçula, Avery Dixon, de apenas dez anos, está na Parte da Frente. Outros jovens, Luke descobre, foram levados para a Parte de Trás e nunca mais vistos. Nessa instituição sinistra, a equipe se dedica impiedosamente a extrair dessas crianças toda a força de seus poderes paranormais. Não existem escrúpulos. Conforme cada nova vítima vai desaparecendo para a Parte de Trás, Luke fica mais e mais desesperado para escapar e procurar ajuda. Mas até hoje ninguém nunca conseguiu fugir do Instituto. Tão aterrorizante quanto A incendiária e tão espetacular quando It: a Coisa, este novo livro de Stephen King mostra um mundo onde o bem nem sempre vence o mal.”

Mais um livrão do Stephen King. Enquanto você está lendo esse post, o homem já deve ter escrito um romance e três contos antes do almoço. Fazer o quê, se a gente ama? Pode mandar mais, King!

Em O Instituto temos uma trama que mistura o sobrenatural que é característico ao autor com pitadas de ficção científica. Uma agência secreta do governo vai atrás de crianças e adolescentes que monitoram desde a mais tenra idade em busca de poderes psíquicos – telecinese, telepatia -, matam seus pais/tutores e sequestram-nas, levando-as ao lugar que dá título ao livro. E pra que elas são usadas? Só lendo pra saber, mas já adianto que é bem perturbador.

~ Dica: acompanhe nosso Instagram e fique por dentro das resenhas e indicações em primeira mão! ~

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Resenha: Serpentário

Ficha técnica:

Nome: Serpentário

Autor: Felipe Castilho

Páginas: 368

Editora: Intrínseca

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Sinopse:

“Todo ano, Caroline, Mariana e Hélio costumavam deixar a capital paulista para encontrar Paulo, um jovem habituado à simples vida caiçara. No entanto, a amizade construída nas areias do litoral sofreu abalos sísmicos no Réveillon de 1999, quando algo tão inquietante quanto o bug do milênio abriu caminho para uma misteriosa ilha que despontava no horizonte, e explorá-la talvez não tenha sido a melhor decisão.

Sobreviver à Ilha das Cobras tem um preço. O arquipélago é um ambiente hostil, tomado por víboras, e esconde segredos tão perturbadores quanto seus habitantes. Mais do que um equívoco darwiniano ou uma lenda popular, a ilha praticamente destruiu a vida deles. Entre memórias e fatos fragmentados, o que aconteceu naquela fatídica noite se tornou um mistério. Mas de algumas coisas eles se lembram perfeitamente: uma enorme e ameaçadora serpente, além de uma pessoa sendo entregue ao ninho da víbora, um sacrifício sem chance de recusa.

Anos depois, Caroline é confrontada com um de seus piores pesadelos: a pessoa que eles abandonaram está viva. Um fantasma do passado que surge para fazer suas certezas caírem por terra. Então, ela decide reunir os amigos para entender o que aconteceu. E talvez o encontro seja parte de algo maior… e maligno. Em Serpentário, Felipe Castilho mostra todo o seu talento ao mesclar referências do folclore e da mitologia a elementos da cultura pop, da ficção científica e do horror.”

Há quem diga por aí que brasileiro não gosta de fantasia (e terror, e ficção científica). Bobagem! Se fosse assim, não teria tanto livro de Stephen King traduzido por aqui (e isso não é de agora, já faz MUITOS anos), tanta gente comentando fervorosamente o último episódio de Game of Thrones e tanto fã de Harry Potter fazendo fila em livraria e cinema. E, claro, se a gente se encanta com universos fantásticos, obviamente escritores cheios de criatividade e uma deliciosa malignidade em seus coraçõezinhos sombrios estão prontos para nos presentear com obras de alta qualidade. E é aí que entra um dos lançamentos deste ano (e já se pode dizer, um sucesso) da nossa parceira, a Intrínseca: a obra de terror Serpentáriode Felipe Castilho, autor de Ordem Vermelha.

Imaginem algo sinistro em uma ilha no litoral de São Paulo; uma ilha que, curiosamente, se chama Ilha das Cobras (ps.: ela é real). Agora, misturem quatro personagens com histórias complicadas que se interligam desde a adolescência, cada um complementando o outro com sua personalidade marcante e tão real que a gente quase acha que já conhece o cidadão. E agora joga aí nesse caldeirão influências que vão desde Stephen King até Lovecraft e Chambers? Voilá! Temos essa maravilhosidade que você PRECISA ler.

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