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Resenha: Sangue por Sangue

É oficial: virei fã da Ryan GraudinSangue por Sangue, o segundo volume de uma duologia que começou com Lobo por Lobo (leia a resenha) é o terceiro livro que li da autora e, se já não estava apaixonada (acho que eu estava), agora estou (mais). Com este segundo volume, que encerra a série, a autora mostrou mais uma vez sua habilidade em contar histórias fortes e profundas, às vezes até mesmo cruéis, mas com personagens reais e situações absolutamente críveis. Reimagine o mundo pós-Segunda Guerra Mundial, um mundo onde os nazistas ascenderam ao poder. É muito mais terrível do que você possa imaginar, e a autora nos conduz pela mão nesta distopia sangrenta que irá mexer profundamente com seus sentimentos.

Importante: há spoilers do primeiro volume da série, Lobo por Lobo.

“Para o Terceiro Reich, a Segunda Guerra Mundial pode ter acabado, mas para a resistência a luta está apenas começando. Yael é sobrevivente de um campo de extermínio e tem uma habilidade especial é uma metamorfa, capaz de mudar a aparência física e assumir a forma de qualquer pessoa. Ela também é uma garota em fuga o mundo acabou de vê-la atirar e matar Adolf Hitler. Yael é a inimiga número 1 da Germânia e de seus aliados, e vai precisar se infiltrar no território inimigo mais uma vez se não quiser pagar com o seu próprio sangue. Em meio a segredos sombrios acompanhados por verdades obscuras, apenas uma pergunta paira na mente de todos do grupo de Yael o quão longe você iria por aqueles que você ama.” Fonte

Yael já sabia que, quando ficasse cara a cara com o Führer, ia matá-lo. Era uma escolha com a qual conseguia viver.




Resenha: A Hora do Lobisomem

Um livro do Stephen King tão curto que coube na minha caixa de correio. Pode isso, gente? Este é A Hora do Lobisomem, reedição da obra clássica do autor, em nova capa (dura!) e roupagem. Mas, além de ser uma edição linda de se ter na estante, o livro vale a pena?

Sim. E por quê? Porque mesmo quando não é a melhor obra de Stephen King, ele ainda consegue surpreender.

“UMA CRIATURA CHEGOU A TARKER’S MILLS. A HORA DELA É AGORA, O LUGAR DELA É AQUI

O primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora, a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’sMill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu,um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King,com as ilustrações originais de Bernie Wrightson.” Fonte

Ele sabe. Ele sabe quem é o lobisomem.




Resenha: Biblioteca de Almas

A série de Ransom Riggs me conquistou. Muito mais que belas edições da Intrínseca, esses livros possuem uma história emocionante, com personagens sólidos, complexos, únicos, que nos levam em uma viagem fantástica pela história. Desde o primeiro livro, O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares (resenha aqui), passeando entre o passado remoto ou nosso passado recente – como a Segunda Guerra Mundial, chegando até nosso presente, com sua tecnologia e alienação, somos convidados a conhecer o mundo dos peculiares, que nos são apresentados de maneira tão natural que chegamos a acreditar que eles realmente existem. E será que não?

Em Biblioteca de Almas, o autor conclui a série de forma brilhante, em uma aventura de tirar o fôlego. Talvez eu tenha achado o segundo livro – Cidade dos Etéreos (resenha aqui) – melhor? Talvez. Mas isso não tira o brilho desse encerramento, uma viagem incrível e inesquecível.

Cuidado: essa resenha pode conter spoilers dos volumes anteriores da série.

bibliotecaalmas“Biblioteca de Almas é o último volume da celebrada trilogia iniciada com O Lar da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares. Neste terceiro livro, depois de sofrer com a morte do avô, conhecer crianças com habilidades peculiares em uma fenda temporal e partir pelo mar em uma busca desesperada para curar a srta. Peregrine, Jacob vai finalmente enfrentar a inevitável conclusão dessa turbulenta jornada.
Jacob descobre uma poderosa habilidade e não demora a explorá-la para resgatar os amigos peculiares e as ymbrynes da fortaleza dos acólitos. Junto com ele vai Emma Bloom, uma menina capaz de produzir fogo com as mãos, e Addison MacHenry, um cão com faro especial para encontrar crianças perdidas.
Partindo da Londres dos dias atuais, o grupo vai percorrer as ruelas labirínticas do chamado Recanto do Demônio, uma complexa fenda temporal que abriga todo tipo de vícios e perversões. É ali que o destino de peculiares de toda parte será decidido de uma vez por todas. Tal como os volumes anteriores da série, Biblioteca de Almas une fantasia, aventura e sombrias fotografias de época para criar uma experiência de leitura única.” Fonte

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Resenha: O Bazar dos Sonhos Ruins

Stephen King é um escritor brilhante. Apesar de ser consagrado como um grande romancista – e  não tenho dúvida da qualidade de seus romances -, ele é, para mim, ainda melhor como contista. É nas histórias curtas que ele mostra um terror puro e visceral, condensado, verdadeiramente assombroso em cada palavra. As suas obras que me meteram mais medo e que lembro com arrepios até hoje foram contos, como “O bicho-papão”, “O Nevoeiro”, “Ex-Fumantes Ltda” e “1408”.

Por isso, quando vejo uma nova coletânea sua, já fico à flor da pele. Não foi diferente, é claro, com seu mais recente lançamento do gênero, que saiu pela Suma de Letras por aqui no Brasil como O Bazar dos Sonhos Ruins. Como na maioria das coletâneas do King, há contos bons e contos não tão bons, e ainda contos excelentes, excepcionais, que fazem o livro inteiro valer a pena.

bazar“Mestre das histórias curtas, o que Stephen King oferece neste livro é uma coleção generosa de contos – muitos deles inéditos no Brasil. E, antes de cada história, o autor faz pequenos comentários autobiográficos, revelando quando, onde, por que e como veio a escrever (ou reescrever) cada uma delas.
Temas eletrizantes interligam os contos; moralidade, vida após a morte, culpa, os erros que consertaríamos se pudéssemos voltar no tempo… Muitos deles são protagonizados por personagens no fim da vida, relembrando seus crimes e pecados. Outros falam de pessoas descobrindo superpoderes – como o colunista, em “Obituários”, que consegue matar pessoas ao escrever sobre suas mortes; ou o velho juiz em “A duna”, que ainda criança descobre uma pequena ilha onde nomes surgem misteriosamente na areia – nome de pessoas que logo morrem em acidentes bizarros.
Incríveis, sinistros e completamente envolventes, essas histórias formam uma das melhores obras do mestre do terror, um presente para seus Leitores Fiéis.” Fonte

Todas as coisas servem à Torre.




Resenha: Cidade dos Etéreos

O primeiro livro dessa série, O Lar das Srta. Peregrine para Crianças Peculiares (resenha aqui) foi muito bom. Mas esse é um daqueles casos raros em que o segundo livro da série é ainda melhor. Em Cidade dos Etéreos nós temos os mesmos personagens peculiares que nos encantaram no primeiro volume (e alguns novos) e o mesmo ar de fantasia, mas há muito mais aventura, mistério e cenas emocionantes que no primeiro. As crianças enfrentam uma dura jornada de amadurecimentos e nós, leitores, também. Uma história que envolve e angustia na mesma proporção, deixando-nos sedentos pelo final dessa aventura.

Obs.: essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série.

CIDADE_DOS_ETEREOS_1452788397336018SK1452788397B“Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.” Fonte

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