Posts com a tag ‘Filmes’


Terça livre : Li e Assisti “Para todos os garotos que já amei”

Desde quando “Para todos os garotos que já amei” foi lançando na Netflix, esse é um assunto recorrente no meu twitter. As pessoas simplesmente ficaram encantadas com o filme e o meu lado que AMA comédias românticas ficou muito feliz com isso. Ainda mais levando em consideração que ele é para o público jovem adulto! O mundo precisa de mais filmes fofos e eu estou amando que a Netflix está dando valor para essa área. Como o filme é baseado no livro com o mesmo nome da autora Jenny Han, estou abrindo então uma nova coluna aqui no PEP que é a “Li e assisti” onde nós vamos comentar um pouco sobre esse mundo bem controverso das adaptações de livros a filmes.

Em “Para todos os garotos que já amei”, Lara Jean havia escrito cartas para todos os garotos que ela já havia gostado até aquele dia – 5 no total. Ela utilizou essa carta como uma forma de colocar os seus sentimentos para fora, algo como se fosse um desabafo. Ela não pretendia que ninguém lesse as suas confissões, até que um dia essas cartas somem e são misteriosamente enviadas para os seus remetentes. Se a situação não fosse complicada o bastante, um dos rapazes é o namorado da irmã mais velha dela…

Esse é um daqueles (poucos) casos em que a adaptação ficou bem fiel ao livro, considerando que o filme trabalha com um tempo menor para desenvolver os acontecimentos. Só tiveram dois casos em que eu não gostei da forma que foram adaptados. Um eu posso falar abertamente porque está na sinopse do livro: desde o início nós já sabemos quem enviou as cartas no filme. Apesar de não ser difícil de imaginar quem foi, eu acho que tinha abertura sim para colocar esse suspense no filme e isso ficaria até melhor do que no livro. E eu não entendo porque mudaram porque nós ficamos sabendo, mas a Lara Jean só descobre mesmo depois… O outro eu não posso comentar porque é spoiler, porém tem uma acontecimento completamente impactante que no filme não foi dada a importância necessária. Esse era um dos grandes obstáculos entre o casal principal e ele deveria ser tratado dessa forma. Continue lendo…




Resenha + Sorteio: O Regresso

Olá gafanhotos (ou ursinhos?), finalmente o PEP está aqui com a resenha do comentadíssimo O Regresso! Infelizmente o urso não levou o oscar, mas você pode se  consolar lendo a nossa resenha. Será que o urso merecia?

O_REGRESSO_1452889207542171SK1452889207BEm 1823, os caçadores da Companhia de Peles Montanhas Rochosas desbravavam as terras inexploradas dos Estados Unidos, enfrentando diariamente o clima implacável, as feras selvagens e a ameaça constante de confronto com os índios, que defendiam suas terras da invasão dos homens brancos.
Em uma das missões da companhia, Hugh Glass, um dos melhores e mais experientes caçadores do grupo, fica frente a frente com um urso-cinzento, é atacado e termina gravemente ferido, claramente sem chances de sobreviver. Os homens que deveriam esperar sua morte e lhe oferecer um funeral apropriado o abandonam, levando consigo as armas e os suprimentos. Entre delírios, Glass os observa fugindo e é tomado por um único desejo: vingança. Uma determinação cega que o torna capaz de atravessar quase cinco mil quilômetros de terras intocadas e selvagens, fugindo de predadores, sobrevivendo à fome e à agonia dos ferimentos mais terríveis, a fim de concluir seu objetivo.
Inspirado em fatos reais e escrito em uma prosa arrebatadora, O Regresso é uma notável história de obsessão, um romance sobre um homem cuja vida foi ao mesmo tempo salva e condenada pela sede de vingança. Fonte: Skoob.

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Divulgação: Cada Um na Sua Casa

Não sei vocês, mas eu adoro livros infantis. Eles são fofos e divertidos e coloridos, ou seja, tudo de bom! E é tão gostoso voltar a ser criança, pelo menos por algumas páginas. Mas livros infantis que viram animações no cinema?! Peraí: isso já O MÁXIMO!

Vamos conhecer Cada Um na Sua Casa, mais novo lançamento da Editora Gutenberg?

“É véspera de Natal quando a mãe de Gratuity Tucci, ou Tip, de 12 anos, é abduzida, e ela fica sozinha com seu gato, Porquinho, na Pensilvânia. A seguir, uma enorme e bizarra nave especial pousa na Terra. Dela saem uns alienígenas baixinhos chamados Booves, que declararam que este planeta seria sua nova casa, e que os terráqueos dali deveriam ir todos para a Flórida, porque eles iriam ocupar o resto do país.

Tip precisa ir por conta própria ao lugar destinado aos humanos. Amarra latas embaixo dos sapatos, apanha seu gato e parte dirigindo o carro da família. No caminho, conhece um Boov renegado e trapalhão chamado Ó, que acaba ficando seu amigo, transforma o automóvel em um veículo voador e os dois partem em busca da mãe dela. Na aventura, Ó provoca outra invasão extraterrestre e os dois precisam se unir para resolver toda a confusão criada e tentar salvar o único lugar que resta a ambos para morar: a Terra.” Fonte

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Top Ten Tuesday: As dez melhores/piores adaptações

ttt2013

O Por Essas Páginas anda meio pipoca esses dias. Resenhas de adaptações no Especial Harry Potter e agora cai para mim Top Ten Tuesday sobre filmes. Eu quis dividir entre os melhores e os piores filmes e descobri – com uma grata surpresa – que havia mais adaptações que eu gostava do que eu detestava. Então peguem sua pipoca, guaraná e vamos lá!

Lembrando que o Top Ten Tuesday é uma iniciativa do blog The Broke and the Bookish!

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Adaptação: As Vantagens de Ser Invisível

Desde que li As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower) pela primeira vez fiquei empolgada para o lançamento do filme. Apesar de não gostar de ter grandes expectativas para nenhuma adaptação cinematográfica – especialmente de livros que amo – com Wallflower isso foi impossível. O primeiro motivo foi que Charlie seria interpretado por Logan Lerman. Sim, Logan Lerman que fez Percy Jackson na horrenda adaptação do primeiro livro da série e conseguiu passar a aura de Percy mesmo com o roteiro original completamente diferente da história do livro. Por isso eu tinha esperanças de que ele conseguisse transmitir a pureza, as dúvidas e problemas de nosso amigo Charlie. O segundo – e maior – motivo da minha esperança em um filme decente foi o fato de Stephen Chbosky – autor do livro – ter escrito o roteiro e dirigido o filme!

we accept the love we think we deserve

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