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Resenha: Doctor Who – O prisioneiro dos Daleks

Andava doida para ler esse livro, portanto, no meu aniversário, encontrei-o com desconto na Saraiva e pensei “é agora, mereço um presente!”. Li tudo de uma vez, num dia só; Doctor Who – O prisioneiro dos Daleks não é apenas um livro divertido com o melhor Doutor de todos (#LoveTennant), é também um livro bem escrito, com uma trama inteligente de ficção científica e um drama com um protagonista solitário e atormentado.

prisioneiro-dos-daleks-doctor-who-suma-de-letras“O Império Dalek não para de se expandir, e batalhas eclodem em vários sistemas solares. Quando o futuro da galáxia está em jogo, o Doutor se vê a bordo de uma nave próxima à linha de frente, junto a um implacável grupo de caçadores de recompensas.
O Comando da Terra paga a eles por cada Dalek morto, por cada olho entregue como prova. Mas, com a ajuda do Doutor, os caçadores conseguem algo de valor inestimável: um Dalek inteiro, vivo, com os sistemas desarmados e pronto para ser interrogado. No entanto, com os Daleks nada é o que parece e ninguém está a salvo. Quando o jogo virar, como o Doutor sobreviverá ao se tornar prisioneiro de seu maior inimigo?
Uma aventura inédita do Décimo Doutor, interpretado na tevê por David Tennant.” Fonte

Allons-y!




Resenha: Doctor Who – Mortalha da Lamentação

E olha nós aqui outra vez com resenha de Doctor Who! Nessa edição da Suma de Letras de Doctor Who – Mortalha da Lamentação, encontramos o 11th Doutor de Matt Smith em uma aventura com Clara Oswald nos Estados Unidos, logo após a morte do Presidente Kennedy. Não é meu Doutor preferido, de longe, mas é Doctor Who, então resolvi ler. O livro mistura aventura, drama e humor, tudo no estilo Who de ser. Mas será que a leitura vale a pena?

doctormortalha“Humor, drama e aventura dignos de adaptação para a tevê!
Doctor Who é a série de ficção científica mais antiga no ar e uma das mais cultuadas no mundo. Veiculada no Brasil pela TV Cultura e a BBC HD, série britânica de TV completou 50 anos em novembro de 2013 com grande repercussão, sendo o programa do gênero transmitido há mais tempo e para mais países no mundo.

Em Doctor Who – Mortalha da lamentação, é o dia seguinte ao assassinato de John F. Kennedy — e o rosto de pessoas mortas começa a aparecer por toda parte. O guarda Reg Cranfield vê o pai na névoa densa ao longo da estrada Totter Lane. A repórter Mae Callon vê a avó em uma mancha de café na mesa de trabalho. O agente especial do FBI Warren Skeet se depara com seu parceiro falecido há muitos anos olhando para ele através das gotas de chuva no vidro da janela.

Então os rostos começam a falar e gritar. São as Mortalhas, que se alimentam da tristeza alheia, atacando a Terra. Será que o Doutor conseguirá superar o próprio luto para salvar a humanidade?” Fonte

Corra!




Resenha: Doctor Who – Shada

Doctor Who foi uma série que me conquistou aos poucos. Quando comecei a assistir a primeira temporada de New Who, vi uns quatro episódios, fiquei de saco cheio e abandonei a série. Voltei a assistir por pura teimosia após vários meses, mas quando me dei conta estava apaixonada (muito por culpa de David Tennant, o 10th Doctor). A Melissa de Sá, do Livros de Fantasia, que compartilha desse amor não tão incondicional assim (nós duas concordamos que a temporada do 9th Doctor é um tragédia e não gostamos de jeito nenhum da Rose Tyler), resolveu me emprestar Shada, de Gareth Roberts, e disse que eu ia adorar. E não foi diferente: assim que embarquei na Tardis do 4th Doctor nessa aventura que originalmente era um episódio da TV escrito por Douglas Adams fui arrebatada. Impossível ler esse livro sem um sorriso no rosto.

shada“Vista e cultuada em mais de 200 países, a série de TV Doctor Who é um ícone cultural britânico que conquistou mais de 70 milhões de fãs em 50 anos de aventura.

O seriado acompanha o Doutor: um viajante misterioso, vindo do planeta Gallifrey, movido pelo desejo de explorar todos os cantos do tempo e do espaço. Um dos Senhores do Tempo, o Doutor é capaz de se regenerar para escapar da morte, mudando de corpo, rosto e personalidade. Com seus companheiros, humanos e alienígenas, ele protege a Terra e o cosmos contra perigos de todos os tipos.

Shada reconta um episódio que nunca foi transposto para as telas de televisão, uma aventura “perdida” de 1979. Escrita pelo então editor de roteiros da série, Douglas Adams, o autor de O guia do mochileiro das galáxias, Shada traz a quarta encarnação do Doutor e sua companheira Romana II.” Fonte

O universo é cheio de coisas maravilhosas e oportunidades fantásticas. E você tem que agarrá-las com ambas as mãos.




Resenha: A Extraordinária Viagem do Faquir Que Ficou Preso Em Um Armário Ikea

Bem que a Lany me avisou que livros franceses são… alternativos.

Mesmo assim, eu quis experimentar. Recebemos A Extraordinária Viagem do Faquir Que Ficou Preso Em Um Armário Ikea como uma surpresa de cortesia da Editora Record, junto a conjunto inusitado de pregos como brinde (muito divertido o marketing!). Resolvi ler e logo percebi: esse é um livro que tenta ser engraçado – até mesmo no título – mas falha miseravelmente. Ou talvez seja só eu e meu humor brasileiro que não casou com o humor extremamente francês do livro. Ou indiano?

“A figura de um faquir está associada à meditação, ao treinamento e à magia. Mas, no caso de Ajatashatru Ahvaka Singh, é mais provável que o público se depare com truques e trapaças. A última de suas artimanhas foi convencer sua aldeia a pagar por uma viagem a França para adquirir a Camadepregösa, um modelo de cama de pregos vendida pela Ikea. Só que ele não contava em ficar preso dentro de um dos armários da loja. Nem que o móvel seria despachado para outro país. Assim, o faquir e seu turbante partem para uma aventura, ainda que involuntária, pelo mundo, fazendo uma horda de inimigos, alguns amigos e aprontando muitas confusões pelo caminho.” Fonte

E foi assim que acabei dentro de sua mala, senhora.




A Cuca Recomenda: Os Viúvos

Todo mundo sabe que a Cuca ama Mario Prata. Assim, amo mesmo, do fundo do coração. Então é ao Pratinha que recomendo quando quero ler um livro que tenho certeza que será bom ou então quando quero ler algo mais leve, com humor, para desanuviar das (várias!) leituras tenebrosas que faço (sim, Dias Perfeitos, eu fiquei tão traumatizada com você que procurei um livro de humor depois da leitura!). Mas acontece que, dessa vez, Os Viúvos, livro da série do detetive Ugo Fioravanti, que começou com o sensacional Sete de Paus… bem, dessa vez o livro simplesmente não atingiu todas as minhas altas expectativas. Foi um livro bom, não excepcional. E isso me deixou bem triste porque, oras, vou dizer novamente: eu amo Mario Prata. Mas nem sempre vamos amar todos os livros de nossos autores favoritos, certo?

“Os viúvos traz uma nova aventura do detetive Ugo Fioravanti e seu fiel companheiro Darwin Matarazzo na bela ilha de Florianópolis. Desta vez, o ex-policial federal e agora detetive particular, Fioravanti, terá que desvendar dois sequestros, encontrar uma mulher a pedido do príncipe de Dubai e descobrir quem é o louco remetente E.R.N., que lhe envia e-mails com desabafos sobre sua vida tediosa, seus problemas com a Receita Federal e com avisos dos vários crimes que cometerá. Será que os acontecimentos e os e-mails misteriosos têm alguma ligação? Quem é, afnal de contas, esse tal E.R.N.? Além da tumultuada rotina de uma investigação criminal, Fiora ainda precisa lidar com um triângulo amoroso envolvendo uma ex-namorada e sua filha e resolver os problemas matrimoniais de Darwin, seu assistente.” Fonte

Não existem turistas em Floripa. Existe é um bando de argentinos.

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