Posts com a tag ‘mistério’


Resenha: O Manuscrito

Falou em thriller eu já quero ler! Por isso, quando vi O Manuscrito na lista de lançamentos da Editora Arqueiro sabia que precisava lê-lo. A sinopse, a capa, a chamada do livro, tudo é tão urgente. E, assim que o livro chegou, comecei a lê-lo com a mesma urgência. No entanto, apesar de consistente e bem escrito, o suspense não foi tão empolgante quanto pensei. Um tanto previsível e bastante descritivo, O Manuscrito poderia ter sido ótimo, mas foi apenas bom.

O Manuscrito_16mm.indd“Não existe no mundo uma única pessoa que possa comprovar tudo o que está nestas páginas. Mas há uma pessoa que pode chegar perto disso. Há outras pessoas que poderiam, se devidamente motivadas, confirmar certos fatos. Talvez este livro seja a motivação para essas testemunhas, um impulso para revelarem suas verdades, para comprovarem esta história. Mas o autor não é uma dessas possíveis testemunhas. Porque, se o que você está lendo for um livro concluído, impresso, encadernado e distribuído para o mundo, é quase certo que eu já esteja morto.” Fonte

Pouco antes do amanhecer, Isabel Reed lê a última folha.




Resenha: Minha vida cor-de-rosa #SQN / #SQN

Eu peguei esse e-book para ler muito por acaso. Só depois eu vi que ele fez parte de um projeto elaborado pelo Vinícius Campos e a Rocco digital, onde ele passaria uma hora por dia sentado diante da câmera do computador com uma plataforma digital, o Widbook, também interagindo com leitores via hangout no Google+ e twitter que acompanhavam seu processo de criação, omitindo apenas as partes finais. Teve também uma pequena continuação, o #SQN, que por ser muito pequena mesmo, decidi unir duas resenhas em uma. Acompanhem a seguir:

MINHA_VIDA_CORDEROSA_ASQNMinha vida cor-de-rosa #SQN: Durante um assalto em um posto de gasolina, três jovens ficam presos dentro de um banheiro em uma cidade do interior. Este encontro une suas vidas de uma forma que eles não esperavam, pois juntos terão que superar seus próprios medos para desvendar um crime, viver uma grande paixão e, quem sabe, conseguir fugir desse lugar tão angustiante e claustrofóbico. Minha vida cor-de-rosa #SQN é um projeto inovador da Rocco Digital que acompanhou on-line a rotina e os desafios de um escritor em seu processo criativo. Fonte

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Resenha: Jack, o Estripador em Nova York

Há algumas semanas a Editora Vestígio anunciou que estava reformulando o selo e enviou um convite maravilhoso para os parceiros: a leitura de um dos seus dois lançamentos, Jack, o Estripador em Nova York ou Sherlock Holmes no Japão. Como eu adoro uma história mais sanguinária e sinistra e digamos que Holmes está bem longe de ser meu detetive favorito (presunçoso demais para meu gosto), escolhi Jack, o Estripador em Nova York, afinal o título e a bela capa me deixaram imensamente interessada. Quer dizer… é Jack, o Estripador! E minha escolha foi completamente acertada: adorei a leitura. Envolvente, divertido, inteligente, essa é uma obra repleta de personagens cativantes que certamente irá conquistá-lo.

“Carver Young sonha ser um detetive, apesar de ter crescido num orfanato, tendo apenas romances policiais e a habilidade de abrir fechaduras para estimulá-lo. Entretanto, ao ser adotado pelo detetive Hawking, da mundialmente famosa Agência Pinkerton, Carver não só tem a chance de encontrar seu pai biológico como também se vê bem no meio de uma investigação de verdade, no encalço do cruel serial killer que estava deixando Nova York em pânico total. Mas quando o caso começa a ser desvendado, a situação fica pior do que ele poderia imaginar, e sua relação com o senhor Hawking e com os detetives da Nova Pinkerton entra em risco. À medida que mais corpos aparecem e a investigação ganha contornos inquietantes, Carver precisa decidir: de que lado realmente está? Com diálogos brilhantes, engenhocas retrofuturistas e a participação de Teddy Roosevelt, comissário da polícia de Nova York que viria a ser presidente dos Estados Unidos, Jack, o Estripador em Nova York desafiará tudo o que você pensava saber sobre o assassino mais famoso do mundo. E o deixará sem fôlego!” Fonte

O cérebro é como um camundongo correndo numa roda na gaiola. Sem escapatória e sem nem mesmo saber disso.




Resenha: O Voo da Libélula

O_VOO_DA_LIBELULA_1424896843431400SK1424896843BO Voo da Libélula – Agraciado com 4 prêmios na França, entre os quais o Prix Maison de la Presse e o Prix du Roman Populaire, O voo da libélula teve seus direitos vendidos para 25 países e ganhará uma adaptação cinematográfica.
Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.
Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.
Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.
Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
Em O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade.

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Resenha: Apenas os Inocentes

Apesar de ter acabado de ler outro thriller da Record, não resisti a mais um e solicitei Apenas os Inocentes, da estreante inglesa Rachel Abbott. Fuçando sua biografia no final do livro, descobri que esse foi um livro publicado de maneira independente, através da plataforma da Amazon para o Kindle. Ótimo: bom ver que não são apenas os romances, os eróticos e os New Adults que despontam nesse mercado de independentes. A sinopse, até mais do que a capa, me instigou e me fez querer botar as mãos no livro, apesar de já saber o que esperar em um livro sobre crimes sexuais. Um pouco imaturo, mas bastante intrigante, Apenas os Inocentes é uma leitura bastante válida para fãs de thrillers – mas com alguma cautela.

“AS MULHERES NÃO MATAM A SANGUE-FRIO. A NÃO SER QUE TENHAM UM MOTIVO PARA FAZÊ-LO.

Hugo Fletcher parece ser o homem perfeito. Bonito, rico, uma reputação impecável; não é à toa que a mídia o adora. O fato de ser encontrado morto, nu e amarrado a uma cama em seu apartamento em Londres não combina com a imagem que todos têm dele. Para o inspetor-chefe Tom Douglas, uma coisa é clara: cada aspecto da cena do crime o leva a desconfiar de que o culpado é uma mulher.

Na busca pelo assassino, Tom descobre os detalhes mais hediondos e chocantes da vida pessoal da vítima longe dos holofotes. Quando a investigação chega a um ponto crucial, ele começa a perceber que o caso se trata de algo muito maior do que um simples assassinato. E isso o deixa em um terrível dilema: quando se trata de homens como Hugo Fletcher, os culpados devem ser punidos? Ou os inocentes devem ser protegidos?” Fonte

Amor é uma emoção poderosa, mas não é nada em comparação ao rebote físico do ódio.

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