Posts com a tag ‘mistério’


Resenha: Jack, o Estripador em Nova York

Há algumas semanas a Editora Vestígio anunciou que estava reformulando o selo e enviou um convite maravilhoso para os parceiros: a leitura de um dos seus dois lançamentos, Jack, o Estripador em Nova York ou Sherlock Holmes no Japão. Como eu adoro uma história mais sanguinária e sinistra e digamos que Holmes está bem longe de ser meu detetive favorito (presunçoso demais para meu gosto), escolhi Jack, o Estripador em Nova York, afinal o título e a bela capa me deixaram imensamente interessada. Quer dizer… é Jack, o Estripador! E minha escolha foi completamente acertada: adorei a leitura. Envolvente, divertido, inteligente, essa é uma obra repleta de personagens cativantes que certamente irá conquistá-lo.

“Carver Young sonha ser um detetive, apesar de ter crescido num orfanato, tendo apenas romances policiais e a habilidade de abrir fechaduras para estimulá-lo. Entretanto, ao ser adotado pelo detetive Hawking, da mundialmente famosa Agência Pinkerton, Carver não só tem a chance de encontrar seu pai biológico como também se vê bem no meio de uma investigação de verdade, no encalço do cruel serial killer que estava deixando Nova York em pânico total. Mas quando o caso começa a ser desvendado, a situação fica pior do que ele poderia imaginar, e sua relação com o senhor Hawking e com os detetives da Nova Pinkerton entra em risco. À medida que mais corpos aparecem e a investigação ganha contornos inquietantes, Carver precisa decidir: de que lado realmente está? Com diálogos brilhantes, engenhocas retrofuturistas e a participação de Teddy Roosevelt, comissário da polícia de Nova York que viria a ser presidente dos Estados Unidos, Jack, o Estripador em Nova York desafiará tudo o que você pensava saber sobre o assassino mais famoso do mundo. E o deixará sem fôlego!” Fonte

O cérebro é como um camundongo correndo numa roda na gaiola. Sem escapatória e sem nem mesmo saber disso.




Resenha: O Voo da Libélula

O_VOO_DA_LIBELULA_1424896843431400SK1424896843BO Voo da Libélula – Agraciado com 4 prêmios na França, entre os quais o Prix Maison de la Presse e o Prix du Roman Populaire, O voo da libélula teve seus direitos vendidos para 25 países e ganhará uma adaptação cinematográfica.
Na noite de 23 de dezembro de 1980, um avião cai na fronteira entre a França e a Suíça, deixando apenas uma sobrevivente: uma bebê de 3 meses. Porém, havia duas meninas no voo, e cria-se o embate entre duas famílias, uma rica e uma pobre, pelo reconhecimento da paternidade.
Numa época em que não existiam exames de DNA, o julgamento estende-se por muito tempo, mobilizando todo o país. Seria a menina Lyse-Rose ou Émilie? Mesmo após o veredicto do tribunal, ainda pairam muitas dúvidas sobre o caso, e uma das famílias resolve contratar Crédule Grand-Duc, um detetive particular, para descobrir a verdade.
Dezoito anos depois, destroçado pelo fracasso e no limite entre a loucura e a lucidez, Grand-Duc envia o diário das investigações para a sobrevivente Lylie e decide tirar a própria vida. No momento em que vai puxar o gatilho, o detetive descobre um segredo que muda tudo. Porém, antes que possa revelar a solução do caso, ele é assassinado.
Após ler o diário, Lylie fica transtornada e desaparece, deixando o caderno com seu irmão, que precisará usar toda a sua inteligência para resolver um mistério cheio de camadas e reviravoltas.
Em O voo da libélula, o leitor é guiado pela escrita do detetive enquanto acompanha a angustiada busca de uma garota por sua identidade.

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Resenha: Apenas os Inocentes

Apesar de ter acabado de ler outro thriller da Record, não resisti a mais um e solicitei Apenas os Inocentes, da estreante inglesa Rachel Abbott. Fuçando sua biografia no final do livro, descobri que esse foi um livro publicado de maneira independente, através da plataforma da Amazon para o Kindle. Ótimo: bom ver que não são apenas os romances, os eróticos e os New Adults que despontam nesse mercado de independentes. A sinopse, até mais do que a capa, me instigou e me fez querer botar as mãos no livro, apesar de já saber o que esperar em um livro sobre crimes sexuais. Um pouco imaturo, mas bastante intrigante, Apenas os Inocentes é uma leitura bastante válida para fãs de thrillers – mas com alguma cautela.

“AS MULHERES NÃO MATAM A SANGUE-FRIO. A NÃO SER QUE TENHAM UM MOTIVO PARA FAZÊ-LO.

Hugo Fletcher parece ser o homem perfeito. Bonito, rico, uma reputação impecável; não é à toa que a mídia o adora. O fato de ser encontrado morto, nu e amarrado a uma cama em seu apartamento em Londres não combina com a imagem que todos têm dele. Para o inspetor-chefe Tom Douglas, uma coisa é clara: cada aspecto da cena do crime o leva a desconfiar de que o culpado é uma mulher.

Na busca pelo assassino, Tom descobre os detalhes mais hediondos e chocantes da vida pessoal da vítima longe dos holofotes. Quando a investigação chega a um ponto crucial, ele começa a perceber que o caso se trata de algo muito maior do que um simples assassinato. E isso o deixa em um terrível dilema: quando se trata de homens como Hugo Fletcher, os culpados devem ser punidos? Ou os inocentes devem ser protegidos?” Fonte

Amor é uma emoção poderosa, mas não é nada em comparação ao rebote físico do ódio.




Resenha: O Príncipe da Névoa

O que você faz quando está de ressaca literária? Bem, eu passei por uma terrível esse mês e a solução que encontrei foi: apanhar um livro de um dos meus autores favoritos na estante, esquecer por uns dias a pilha de leituras e mergulhar em um universo que eu tinha certeza que me emocionaria. E o resultado? Claro que emocionou, claro que o livro foi perfeito! Como não poderia ser, quando estamos falando de uma obra – e não qualquer uma, mas a primeira! – do magnífico Carlos Ruiz Zafón?

“A nova casa dos Carver é cercada por mistério. Ela ainda respira o espírito de Jacob, filho dos ex-proprietários, que se afogou. As estranhas circunstâncias de sua morte só começam a se esclarecer com o aparecimento de um personagem do mal – o Príncipe da Névoa, capaz de conceder qualquer desejo de uma pessoa, a um alto preço.” Fonte

Para mim Zafón é sinônimo de uma boa leitura. O Príncipe da Névoa foi o terceiro livro que li de sua autoria e, a exemplo dos outros livros dele que li, Zafón novamente não me decepcionou e, melhor ainda, conseguiu novamente me encantar e surpreender.

Ele não vai voltar.




Resenha: A Verdade sobre o Caso Harry Quebert

Aproveitei uma super promoção do dia da Amazon pra baixar este livro para o meu Kindle. Já tinha ouvido falar e estava curiosa pra ler. Foi um dos livros que li durante as minhas férias e quero compartilhar com vocês.

A_VERDADE_SOBRE_O_CASO_HARRY_QUEBERT_1397667963PAos vinte e oito anos Marcus Goldman viu sua vida se transformar radicalmente. Seu primeiro livro tornou-se um best-seller, ele virou uma celebridade e assinou um contrato milionário para um novo romance. E então foi acometido pela doença dos escritores. A poucos meses do prazo para a entrega do novo original, pressionado por seu editora e por seu agente, Marcus não consegue escrever nem uma linha.

Na tentativa de superar seu bloqueio criativo, Marcus decide passar uns dias com seu mentor, Harry Quebert, um dos escritores mais respeitados do país. É então que tudo muda. O corpo de uma jovem de quinze anos – desaparecida sem deixar rastros em 1975 – é encontrado enterrado no jardim de Harry, junto com o original do romance que o consagrou. Harry admite ter tido um caso com a garota e ter escrito o livro para ela, mas alega inocência no caso do assassinato.

Com o intuito de ajudar Harry, Marcus começa uma investigação por contra própria. Uma teia de segredos emerge, mas a verdade só virá à tona depois de uma longa e complexa jornada.

Um extraordinário livro de suspense, uma história de amor e um thriller excepcional, A Verdade Sobre O Caso Harry Quebert escapa a todas as tentativas de descrição. Nada do que você leu antes poderia prepará-lo para este livro. (Fonte)

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