Posts com a tag ‘Morte’


Resenha + Promoção: Sonhe Mais

“Jai Pausch passou por um trauma: a perda do marido para um câncer de pâncreas. A enfermidade de Randy Pausch também destruiu as verdades e as certezas em que Jay acreditava. Pega de surpresa pela doença, que avançou rapidamente, Jay Pausch precisou inverter suas prioridades. Acostumada a cuidar da família, percebeu que aquele era, também, o momento de cuidar de si mesma, porque, do contrário — caso fraquejasse —, sua família não sobreviveria. E, apesar de todas as alterações pelas quais passou, foi capaz de registrar a maior parte de suas experiências, dúvidas e medos.

Este registro acabou se constituindo num relato vigoroso sobre como a morte muda o relacionamento entre as pessoas e sobre como é possível sobreviver, passo a passo, a essas mudanças.

Sonhe Mais é referência para todos os que estão vivendo uma fase de transição e é leitura obrigatória para aqueles que passaram, ou estão passando, por um momento de dor.” Fonte

Essa resenha hoje vem em um dia bastante especial: 8 de abril é o dia mundial de combate ao câncer. É também o dia que a minha avó materna faria aniversário; ela faleceu devido a um câncer há quase 16 anos e, há quase um ano, minha mãe se foi com o mesmo câncer que levou anteriormente sua própria mãe. Portanto, quando vi esse livro na lista de solicitações da Novo Conceito percebi que precisava lê-lo. Como é dito na sinopse, Sonhe Mais é um livro perfeito para as pessoas que estão passando – ou já passaram – por um momento de dor e de perda. Se você se enquadra em qualquer um dos casos, corra e leia esse livro; se não, leia-o também: Sonhe Mais é um relato sensível, real e emocionante que merece ser lido.

É preciso procurar bem lá no fundo, mas ela está lá, esperando para ser trazida à tona: uma força indescritível. (…) percebi que simplesmente tinha que fazer o que precisava ser feito.




Resenha: Marina

“Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante de internato Óscar Drai, de 15 anos, passa todo o seu tempo livre, andando pelas ruas e se encantando com a arquitetura de seus casarões. É um desses antigos casarões aparentemente abandonados que chama a atenção de Oscar, que logo se aventura a entrar na casa. Lá dentro, o jovem se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo. Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto roubado, conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos que o leva a um cemitério, onde uma mulher coberta por um manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre à mesma data, à mesma hora. Os dois passam então a tentar desvendar o mistério que ronda a mulher do cemitério, passando por palacetes e estufas abandonadas, lutando contra manequins vivos e se defrontando com o mesmo símbolo – uma mariposa negra – diversas vezes, nas mais aventurosas situações por entre os cantos remotos de Barcelona. Tudo isso pelos olhos de Oscar, o menino solitário que se apaixona por Marina e tudo o que a envolve, passando a conviver dia e noite com a falta de eletricidade do casarão, o amigável e doente pai da garota, Germán, o gato Kafka, e a coleção de pinturas espectrais da sala de retratos. Em Marina, o leitor é tragado para dentro de uma investigação cheia de mistérios, conhecendo, a cada capítulo, novas pistas e personagens de uma intrincada história sobre um imigrante de Praga que fez fama e fortuna em Barcelona e teve com sua bela esposa um fim trágico. Ou pelo menos é o que todos imaginam que tenha acontecido, a não ser por Oscar e Marina, que vão correr em busca da verdade – antes de saber que é ela que vai ao encontro deles, como declara um dos complexos personagens do livro.” Fonte

Podem me atirar ovos: eu ainda não conhecia Carlos Ruiz Zafón. E eu definitivamente não sabia o que estava perdendo. Posso largar todos os livros da minha longa lista de leitura e ir correndo ler toda e qualquer coisa escrita por esse homem (até a lista do supermercado dele deve ser fantástica!)?! Posso? É só que eu preciso devorar cada palavra desse escritor. Ele é bom demais.




Resenha: A Zona Morta

“Após passar cinco anos em coma profundo, Johnny Smith, um simples professor, acorda de seu estado inconsciente não reconhecendo certos objetos. Segundo os médicos, Johnny está com uma área de seu cérebro danificada, a qual eles chamam de Zona Morta. Entretanto, este será o menor dos problemas na vida de Johnny daqui para frente. Ele agora é capaz de, com um simples aperto de mão, saber fatos do passado das pessoas e prever seu futuro. Para aqueles que estão a sua volta, esta é uma dádiva. Para Johnny, não passa de uma maldição. Com isso, o professor torna-se popular, atraindo um número crescente de pessoas em busca de previsões. Mas, ao apertar a mão de Greg Stillson, um inescrupuloso político norte-americano, Johnny será atormentado por uma visão apocalíptica.” Fonte

Pelo menos uma vez por ano eu tenho essa vontade de ler Stephen King. Então eu vou lá na minha estante e dou uma olhada no que eu ainda não li – ou no que quero reler. Um dos meus projetos esse ano é começar a releitura de toda a série A Torre Negra, mas isso é história para outro post. O que importa mesmo é que eu tive essa vontade, vi A Zona Morta dando sopa na estante e resolvi ler.

“Some things were better lost than found.”




Resenha: Querido e Devotado Dexter

“O serial killer mais adorado do país está de volta. Em Querido e devotado Dexter, um novo assassino em série assusta as ruas de Miami tanto pela técnica quanto por sua ousadia. Perturbado, Dexter se vê obrigado a deixar o disfarce de bom moço de lado para percorrer um caminho instigante, no qual por vezes se confundem caça e caçador.
Esse é o segundo livro de Dexter, que inspirou a série de televisão homônima. O famoso protagonista trabalha na polícia, mas desde cedo seu real ofício é liquidar os serial killers, sempre camuflado e sem levantar suspeitas.” Fonte

Finalmente, depois de quase um ano, li a sequência de Dexter – A mão esquerda de Deus, com o meu serial killer favorito. Não foi por falta de vontade que demorei para ler o livro… é mesmo mais pelo fato de que eu dificilmente compro livros (orçamento aqui é apertado, gente), mas meu maridinho na semana passada me deu o livro como presente de aniversário. Como resistir? Corri para ler na hora.

E não me decepcionei apesar das altas expectativas. Jeff Lindsay é aquele tipo de autor que não decepciona.

Apesar do título meio extremamente brega, esse livro não tem nada de bonitinho. (E não é que o título tem MUITO a ver com a história?) Aliás, ele é muito mais brutal do que o anterior e ouso dizer que é intensamente mais cruel e sangrento que a série de TV. É nesse livro, acredito, que as histórias nos dois formatos começam a tomar rumos distintos. Se você ainda não leu o primeiro livro, pare a leitura dessa resenha aqui: impossível continuar sem alguns spoilers. E tome cuidado também quem ainda não assistiu a todas as temporadas da série: também posso abrir o bico em algum momento. Estão avisados.

Será que nosso assassino favorito vai se tornar um pacato cidadão?




Resenha: A Passagem

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” Fonte

O primeiro ponto positivo que preciso falar sobre esse livro é muito simples: ele é sobre vampiros. Vampiros de verdade. OK, eles tem algumas alterações da lenda original e eles geram um apocalipse (o que é muito legal!), mas eles definitivamente não são frescos e bonitinhos, pelo contrário, são bárbaros, famintos e destroem tudo o que encontram pela frente.

Vampiros de verdade!!!

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