Posts com a tag ‘Morte’


Resenha: A Zona Morta

“Após passar cinco anos em coma profundo, Johnny Smith, um simples professor, acorda de seu estado inconsciente não reconhecendo certos objetos. Segundo os médicos, Johnny está com uma área de seu cérebro danificada, a qual eles chamam de Zona Morta. Entretanto, este será o menor dos problemas na vida de Johnny daqui para frente. Ele agora é capaz de, com um simples aperto de mão, saber fatos do passado das pessoas e prever seu futuro. Para aqueles que estão a sua volta, esta é uma dádiva. Para Johnny, não passa de uma maldição. Com isso, o professor torna-se popular, atraindo um número crescente de pessoas em busca de previsões. Mas, ao apertar a mão de Greg Stillson, um inescrupuloso político norte-americano, Johnny será atormentado por uma visão apocalíptica.” Fonte

Pelo menos uma vez por ano eu tenho essa vontade de ler Stephen King. Então eu vou lá na minha estante e dou uma olhada no que eu ainda não li – ou no que quero reler. Um dos meus projetos esse ano é começar a releitura de toda a série A Torre Negra, mas isso é história para outro post. O que importa mesmo é que eu tive essa vontade, vi A Zona Morta dando sopa na estante e resolvi ler.

“Some things were better lost than found.”




Resenha: Querido e Devotado Dexter

“O serial killer mais adorado do país está de volta. Em Querido e devotado Dexter, um novo assassino em série assusta as ruas de Miami tanto pela técnica quanto por sua ousadia. Perturbado, Dexter se vê obrigado a deixar o disfarce de bom moço de lado para percorrer um caminho instigante, no qual por vezes se confundem caça e caçador.
Esse é o segundo livro de Dexter, que inspirou a série de televisão homônima. O famoso protagonista trabalha na polícia, mas desde cedo seu real ofício é liquidar os serial killers, sempre camuflado e sem levantar suspeitas.” Fonte

Finalmente, depois de quase um ano, li a sequência de Dexter – A mão esquerda de Deus, com o meu serial killer favorito. Não foi por falta de vontade que demorei para ler o livro… é mesmo mais pelo fato de que eu dificilmente compro livros (orçamento aqui é apertado, gente), mas meu maridinho na semana passada me deu o livro como presente de aniversário. Como resistir? Corri para ler na hora.

E não me decepcionei apesar das altas expectativas. Jeff Lindsay é aquele tipo de autor que não decepciona.

Apesar do título meio extremamente brega, esse livro não tem nada de bonitinho. (E não é que o título tem MUITO a ver com a história?) Aliás, ele é muito mais brutal do que o anterior e ouso dizer que é intensamente mais cruel e sangrento que a série de TV. É nesse livro, acredito, que as histórias nos dois formatos começam a tomar rumos distintos. Se você ainda não leu o primeiro livro, pare a leitura dessa resenha aqui: impossível continuar sem alguns spoilers. E tome cuidado também quem ainda não assistiu a todas as temporadas da série: também posso abrir o bico em algum momento. Estão avisados.

Será que nosso assassino favorito vai se tornar um pacato cidadão?




Resenha: A Passagem

“Primeiro, o imprevisível: a quebra de segurança em uma instalação secreta do governo norte-americano põe à solta um grupo de condenados à morte usados em um experimento militar. Infectados com um vírus modificado em laboratório que lhes dá incrível força, extraordinária capacidade de regeneração e hipersensibilidade à luz, tiveram os últimos traços de humanidade substituídos por um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue. Depois, o inimaginável: ao escurecer, o caos e a carnificina se instalam, e o nascer do dia seguinte revela um país – talvez um planeta – que nunca mais será o mesmo. A cada noite, a população humana se reduz e cresce o número de pessoas contaminadas pelo vírus assustador. Tudo o que resta aos poucos sobreviventes é uma longa luta em uma paisagem marcada pelo medo da escuridão, da morte e de algo ainda pior. Enquanto a humanidade se torna presa do predador criado por ela mesma, o agente Brad Wolgast, do FBI, tenta proteger Amy, uma órfã de 6 anos e a única criança usada no malfadado experimento que deu início ao apocalipse. Mas, para Amy, esse é apenas o começo de uma longa jornada – através de décadas e milhares de quilômetros – até o lugar e o tempo em que deverá pôr fim ao que jamais deveria ter começado. A passagem é um suspense implacável, uma alegoria da luta humana diante de uma catástrofe sem precedentes. Da destruição da sociedade que conhecemos aos esforços de reconstruí-la na nova ordem que se instaura, do confronto entre o bem e o mal ao questionamento interno de cada personagem, pessoas comuns são levadas a feitos extraordinários, enfrentando seus maiores medos em um mundo que recende a morte.” Fonte

O primeiro ponto positivo que preciso falar sobre esse livro é muito simples: ele é sobre vampiros. Vampiros de verdade. OK, eles tem algumas alterações da lenda original e eles geram um apocalipse (o que é muito legal!), mas eles definitivamente não são frescos e bonitinhos, pelo contrário, são bárbaros, famintos e destroem tudo o que encontram pela frente.

Vampiros de verdade!!!




Top Ten Tuesday: Dez livros para entrar no espírito do Halloween

O Top Ten Tuesday dessa semana virou Top Ten Thursday! Não, não é uma coluna nova. Foi apenas falta de tempo mesmo. E como estamos quase no final do mês de outubro, o tema hoje vai ser um dos meus preferidos: livros aterrorizantes, livros de botar medo e dar pesadelos, livros para ler em 31 de outubro, ou seja, o Dia das Bruxas!

Here’s Johnny!




Resenha: Garotas de Vidro

“Lia e Cassie são amigas há anos, ambas congeladas em seus corpos. No entanto, em uma manhã, Lia acorda com a notícia de que Cassie está morta, e as circunstâncias de sua morte ainda são um mistério. Não bastasse isso, Cassie tentara falar com Lia momentos antes, para pedir ajuda. Lia tem de lidar com o pai, que é um renomado escritor, sua madrasta e a mãe, uma cardiologista que vive ocupada, salvando a vida dos outros. Contudo, seu maior tormento é a voz dentro de si mesma, que não a deixa se esquecer de manter o controle, continuar forte e perder mais, sempre perder mais, e pesar menos. Bem menos.” Fonte

Esse é um livro forte e difícil de ler, e ao mesmo tempo, um livro que você não consegue largar. Li em poucos dias, e apenas não li em menos porque tinha que fazer outras coisas e não pude dedicar dias inteiros ao livro.

Lia é uma garota presa ao seu próprio corpo e à tortura que ela/sua família/a sociedade impuseram a ela mesma. Ela chegou a um nível de obsessão que nada mais a satisfaz, nada tem sentido, a única razão de sua existência é permanecer forte e vazia, e o peso nunca é suficiente. Ela sempre quer menos. Sua obsessão se acentua quando Cassie, sua melhor amiga – e também cúmplice do tormento que as duas vivem – morre sem explicação, sozinha em um quarto de motel. Ela tinha ligado para Lia trinta e três vezes. Trinta e três vezes. E Lia não atendeu.

A verdade nem sempre é o que enxergamos.

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