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Resenha: Dumplin’

“Especialmente para os fãs de John Green e Rainbow Rowell, apresentamos uma destemida heroína e sua inesquecível história sobre empoderamento feminino, bullying, relação mãe e filha, e a busca da autoaceitação. Sob um céu estrelado e ao som de Dolly Parton, questões como o primeiro beijo, a melhor amiga, a perda de alguém que amamos demais e “estou acima do peso e ninguém tem nada com isso” fazem de Dumplin’ um sucesso que mexerá com o seu coração. Para sempre. Gorda assumida, Willowdean Dickson (apelidada de Dumplin’ pela mãe, uma ex-miss) convive bem com o próprio corpo. Na companhia da melhor amiga, Ellen, uma beldade tipicamente americana, as coisas sempre deram certo… até Will arrumar um emprego numa lanchonete de fast-food. Lá, ela conhece Bo, o Garoto da Escola Particular… e ele é tudo de bom. Will não fica surpresa quando se sente atraída por Bo. Mas leva um tremendo susto quando descobre que a atração é recíproca. Ao contrário do que se imaginava – a relação com Bo aumentaria ainda mais a sua autoestima –, Will começa a duvidar de si mesma e temer a reação dos colegas da escola. É então que decide recuperar a autoconfiança fazendo a coisa mais surreal que consegue imaginar: inscreve-se no Concurso Miss Jovem Flor do Texas – junto com três amigas totalmente fora do padrão –, para mostrar ao mundo que merece pisar naquele palco tanto quanto qualquer magricela.”

Quando eu li a sinopse de “Dumplin'” eu logo pensei “Eu tenho que ler esse livro. Agora”. Quantas protagonistas gordas (bem, vamos usar aqui a mesma palavra que a protagonista usa para se definir) vocês conhecem? Eu me lembro da Mônica (sim a nossa Dona da Rua preferida), mas tirando isso… Não consigo ir muito além. Tem a Heather Wells da série “Tamanho 42 não é gorda” da Meg Cabot mas no caso dela ela está mais no quesito de “fora dos padrões quase inalcançáveis da mídia”. Esse ano eu estou sendo muito feliz na minha escolha de leituras, porque estou lendo vários que estão quebrando os paradigmas e incluindo protagonistas bem diferente dos padrões. Isso é maravilhoso porque a representatividade importa sim – e nós devemos ter mais livros como esse.

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Resenha: Os Últimos Dias da Noite

Os últimos dias da noite, segundo romance do jovem talento Graham Moore, é uma trama vigorosa, inspirada em eventos e personagens reais. A história recria de maneira extraordinária a disputa que em fins do século XIX opôs o cientista sérvio Nikola Tesla e o americano Thomas Edison, inventor da lâmpada, dois dos maiores gênios da história. A briga, no entanto, não envolve apenas ciência. Quando George Westinghouse decide ser o primeiro a levar a luz elétrica para o resto dos Estados Unidos — e alcançar a glória e fazer fortuna —, Edison move contra o industrial 320 processos por quebra de patentes e cobra dele indenizações milionárias. Em meio a esse embate, e sem saber absolutamente nada sobre ciência, Paul Cravath, um jovem e inexperiente advogado, é contratado para uma missão inglória: defender Westinghouse nessa causa que todos dão como perdida. Com humor raro e excelente domínio narrativo, Graham Moore mergulha nesse universo em que gênios, cientistas e industriais colocam à prova suas vaidades e ambições, numa corrida alucinante para que, no coração da noite da América, se faça a luz.

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Resenha: A Hora do Lobisomem

Um livro do Stephen King tão curto que coube na minha caixa de correio. Pode isso, gente? Este é A Hora do Lobisomem, reedição da obra clássica do autor, em nova capa (dura!) e roupagem. Mas, além de ser uma edição linda de se ter na estante, o livro vale a pena?

Sim. E por quê? Porque mesmo quando não é a melhor obra de Stephen King, ele ainda consegue surpreender.

“UMA CRIATURA CHEGOU A TARKER’S MILLS. A HORA DELA É AGORA, O LUGAR DELA É AQUI

O primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora, a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’sMill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu,um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King,com as ilustrações originais de Bernie Wrightson.” Fonte

Ele sabe. Ele sabe quem é o lobisomem.




Resenha: Até que a culpa nos separe

Já conhecia Liane Moriarty há algum tempo, quando li o ótimo O Segredo do Meu Marido (resenha aqui), por isso achei maravilhoso quando a Intrínseca enviou para nós dois títulos: a nova edição de Pequenas Grandes Mentiras e o lançamento Até que a culpa nos separe. Pode parecer diferente, mas preferi começar pelo segundo, ainda não li o livro mais famoso da autora (calma, ele será o próximo). Mas é que Até que a culpa nos separe me deixou bastante curiosa e, de fato, é um livro com o toque da autora, dramas de vidas, de casais, de mulheres, porém, é mais que isso, a obra possui também uma pitada de suspense deliciosa – outro toque da autora.

“Amigas de infância, Erika e Clementine não poderiam ser mais diferentes. Erika é obsessivo-compulsiva. Ela e o marido são contadores e não têm filhos. Já a completamente desorganizada Clementine é violoncelista, casada e mãe de duas adoráveis meninas. Certo dia, as duas famílias são inesperadamente convidadas para um churrasco de domingo na casa dos vizinhos de Erika, que são ricos e extravagantes.
Durante o que deveria ser uma tarde comum, com bebidas, comidas e uma animada conversa, um acontecimento assustador vai afetar profundamente a vida de todos, forçando-os a examinar de perto suas escolhas – não daquele dia, mas da vida inteira.
Em Até Que a Culpa Nos Separe, Liane Moriarty mostra como a culpa é capaz de expor as fragilidades que existem mesmo nos relacionamentos estáveis, como as palavras podem ser mais poderosas que as ações e como dificilmente percebemos, antes que seja tarde demais, que nossa vida comum era, na realidade, extraordinária.” Fonte

É uma coisa preciosa.




Resenha: Geekerela

Geekerela

Quando Elle Wittimer, nerd de carteirinha, descobre que sua série favorita vai ganhar uma refilmagem hollywoodiana, ela fica dividida. Antes de seu pai morrer, ele transmitiu à filha sua paixão pelo clássico de ficção científica, e agora ela não quer que suas lembranças sejam arruinadas por astros pop e fãs que nunca tinham ouvido falar da série. Mas a produção do filme anunciou um concurso de cosplay numa famosa convenção valendo um convite para um baile com o ator principal, e Elle não consegue resistir. Na Abóbora Mágica, o food truck vegano onde trabalha, ela encontra a ajuda de uma amiga cheia de talentos para moda que vai criar o traje perfeito para a ocasião. Afinal, o concurso é a chance de Elle se livrar das tarefas domésticas impostas pela terrível madrasta e das irmãs postiças malvadas.
Já Darien Freeman, o astro adolescente escalado para ser o protagonista do filme, não está nada ansioso para o evento, embora o papel seja seu grande sonho. Visto como só mais um rostinho bonito, o próprio Darien também está começando a achar que se tornou uma farsa. Até que, no baile, ele conhece uma menina que vai provar o contrário.
Esta releitura de Cinderela transporta para o universo nerd os principais elementos do clássico conto de fadas, fazendo uma verdadeira homenagem a todos aqueles que sabem o que é ser fã e se dedicar de coração àquilo que amam. Fonte.

Apontar para as estrelas. Mirar. Disparar.

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