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Resenha: A Viúva

A ViúvaAo longo dos anos, Jean Taylor deixou de contar muitas coisas sobre o terrível crime que o marido era suspeito de ter cometido. Ela estava muito ocupada sendo a esposa perfeita, permanecendo ao lado do homem com quem casara enquanto convivia com os olhares acusadores e as ameaças anônimas.
No entanto, após um acidente cheio de enigmas, o marido está morto, e Jean não precisa mais representar esse papel. Não há mais motivo para ficar calada. As pessoas querem ouvir o que ela tem a dizer, querem saber como era viver com aquele homem. E ela pode contar para eles que havia alguns segredos. Afinal, segredos são a matéria que contamina (ou preserva) todo casamento.
Narrado das perspectivas de Jean Taylor, a viúva, do detetive Bob Sparkes, chefe da investigação, cuja carreira é posta em xeque pelo caso, e da repórter Kate Waters, a mais habilidosa dos jornalistas que estão atrás da verdade, o romance de Fiona Barton é um tributo aos profissionais que nunca deixam uma história, ou um caso, escapar, mesmo que ela já esteja encerrada. Fonte

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Resenha: Cidade dos Etéreos

O primeiro livro dessa série, O Lar das Srta. Peregrine para Crianças Peculiares (resenha aqui) foi muito bom. Mas esse é um daqueles casos raros em que o segundo livro da série é ainda melhor. Em Cidade dos Etéreos nós temos os mesmos personagens peculiares que nos encantaram no primeiro volume (e alguns novos) e o mesmo ar de fantasia, mas há muito mais aventura, mistério e cenas emocionantes que no primeiro. As crianças enfrentam uma dura jornada de amadurecimentos e nós, leitores, também. Uma história que envolve e angustia na mesma proporção, deixando-nos sedentos pelo final dessa aventura.

Obs.: essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série.

CIDADE_DOS_ETEREOS_1452788397336018SK1452788397B“Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.
Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.
Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.” Fonte

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Resenha: A Rainha das Trevas

O terceiro volume da série de Anne Bishop demorou para chegar. Passaram-se mais de dois anos desde A Herdeira das Sombras e, por esse motivo, quando comecei a ler A Rainha das Trevas, livro que fecha a Trilogia das Joias Negras, fiquei com um pé atrás. Essa série sempre foi complexa e repleta de personagens, será que eu não me sentiria como alguém pisando em terras estrangeiras após muito, muito tempo?

A boa notícia é que não, você não se sente perdido. Na verdade, esse terceiro livro ambienta o leitor muito melhor na história até mesmo que os dois anteriores, o que foi uma grata surpresa. Mas antes de continuar, se você não leu os livros anteriores, confira as resenhas: A Filha do Sangue (leia a resenha) e A Herdeira das Sombras (leia a resenha).

E já vou avisando, essa resenha pode ter spoilers das obras anteriores.

A_RAINHA_DAS_TREVAS“Incapazes de atingir Jaenelle, a jovem Rainha, os membros corruptos dos Sangue fazem um jogo perverso de diplomacia e mentira, procurando destruir aqueles que sempre deram tudo por ela. E revertem as culpas para o seu tutor, Saetan, que passa a ser visto como a maior das ameaças ao poder instituído. Com Jaenelle como Rainha, a chacina do povo e a profanação das terras irá terminar. Porém, onde se fechou uma porta poderá abrir-se uma janela E mesmo que Jaenelle possa contar com os seus aliados, talvez não seja suficiente: só um terrível sacrifício poderá salvar o coração de Kaeleer.” Fonte

Algo para onde o sonho possa voltar.




Resenha: Simplesmente o Paraíso

Esse ano está parecendo “o ano dos romances de época”, porque vira e mexe eu estou lendo um deles. E não pensei duas vezes quando eu vi que a Arqueiro lançou uma nova série de Julia Quinn (vocês viram aquele box lindo de morrer?), já solicitei o primeiro para leitura e resenha. Apesar de não ter resenhado a série Os Bridgerton aqui no blog (eu já havia lido há muito tempo antes de lançarem oficialmente aqui no Brasil e agora estou relendo), eu decidi pegar o primeiro livro da série e vou contar para vocês o que achei dele.

SIMPLESMENTE_O_PARAISOHonoria Smythe-Smith é parte do famoso quarteto musical Smythe-Smith, embora não se engane e saiba que o dito quarteto carece sequer do menor sentido musical e tem esperanças postas que esta seja a última vez que se submeta a semelhante humilhação. Esta será sua temporada e com um pouco de sorte conseguirá um marido.
Durante um jantar, põe seus olhos em Gregory Bridgerton, um dos mais jovens da família Bridgerton. Sabe que não está apaixonada, mas ele parece uma opção mais que válida.
Marcus Holroyd é o melhor amigo do irmão de Honoria, Daniel, que vive exilado na Itália. Ele prometeu olhar por ela e leva suas responsabilidades muito seriamente. Odeia Londres e durante toda a temporada, permaneceu vigilante e intermediou quando acreditava que o pretendente não era o adequado.
Honoria e Marcus compartilham uma amizade, pouco atípica, fruto dos anos que se conhecem e que o torna parte da família.
Entretanto, um desafortunado acidente faz que ambos repensem sua relação e encontrem a maneira de confrontar o que surge entre eles, se tiverem coragem suficiente. Fonte

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Resenha: O Livro de Moriarty

Para quem me conhece, sabe que sou super fã de Sherlock Holmes. Confesso que quando a Cia das Letras, com seu selo Peguin, divulgou o lançamento de O Livro de Moriarty, eu dei pulinhos de felicidade. Mas eu não fazia ideia exatamente do que se tratava, ainda mais por já ter lido quase todos os contos do cânone sherlockiano, então solicitei o livro.

Deixa eu explicar melhor para vocês a seguir:

O Livro de Moriarty“O Napoleão do crime. É assim que Arthur Conan Doyle define o professor James Moriarty, arquirrival de Sherlock Holmes e um dos grandes vilões da literatura universal. Não há crime em Londres, do mais banal dos roubos ao mais terrível dos assassinatos, que não tenha sua mão. Na obra de Doyle, Moriarty aparece como uma sombra: raramente o protagonista de uma história, sempre atrás das cortinas, em breves menções e alusões. Este volume reúne todas as histórias de Sherlock Holmes em que o professor dá as caras. São cinco contos e um romance que mostram a construção deste que acabaria se tornando um modelo de vilão e o personagem mais emblemático de Doyle depois do seu rival Sherlock Holmes e de James Watson.” Fonte

Essa resenha citará alguns acontecimentos de contos sherlockianos que podem ser considerados SPOILERS para quem for mais sensível. Sugiro pular a parte em que falo dos contos detalhadamente.

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