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Resenha: A Caçadora de Dragões

Gente, eu sou muito fã de fantasia e vou confessar aqui: se eu pudesse ter um bicho de estimação de fantasia, seria um dragão. Na verdade, eu nem sei se seria possível ter o dragão como “bicho de estimação”, porque parece um título de posse, acho que ia querer ele como “amigo” mesmo. Enfim, por isso pedi esse livro para a Cia das Letras só pelo título (tudo bem que ele não me parece muito promissor para quem é fã de dragões rsrs, mas tinha esperanças).

Ficha técnica:

Nome: A caçadora de Dragões

Autor: Kristen Ciccarelli

Tradutor: Eric Novello

Páginas: 398

Editora: Seguinte

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Quando era criança, Asha, a filha do rei de Firgaard, era atormentada por sucessivos pesadelos. Para ajudá-la, a única solução que sua mãe encontrou foi lhe contar histórias antigas, que muitos temiam ser capazes de atrair dragões, os maiores inimigos do reino. Envolvida pelos contos, a pequena Asha acabou despertando Kozu, o mais feroz de todos os dragões, que queimou a cidade e matou milhares de pessoas — um peso que a garota ainda carrega nas costas. Agora, aos dezessete anos, ela se tornou uma caçadora de dragões temida por todos. Quando recebe de seu pai a missão de matar Kozu, Asha vê uma oportunidade de se redimir frente a seu povo. Mas a garota não vai conseguir concluir a tarefa sem antes descobrir a verdade sobre si mesma — e perceber que mesmo as pessoas destinadas à maldade podem mudar o próprio destino.

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Semana especial “A menina que roubava livros” – Crianças e a guerra

Em parceria com a Editora Intrínseca, estamos participando da Semana especial “A menina que roubava livros“, de Markus Zuzak! E no post de hoje, vim falar um pouquinho com vocês a respeito de livros sobre crianças e a guerra.

Para quem ainda não leu A menina que roubava livros (resenha aqui), ele é um livro cuja trama se passa antes e durante a Segunda Guerra Mundial, na Alemanha Nazista. A história, é claro, vai muito além disso: para começar, a narradora é a própria Morte, que fica impressionada com uma menina chamada Liesel, que escapa dela três vezes. Mas, é claro, temos uma grande visão desse período horrível da nossa história, acompanhando a história de uma criança que perde tudo, mas não o amor pela leitura, mesmo em uma época em que livros eram queimados e pessoas, perseguidas.

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Semana especial “A menina que roubava livros” – Melhores citações

Mais um post sobre o Especial “A menina que roubava livros”! Quem aí não se arrepia com suas várias citações? Vamos a elas?

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Semana especial “A menina que roubava livros”

Estamos participando da semana especial “A Menina que roubava livros”, de Markus Zusak, organizada pela editora Intrínseca. Nós iremos ter posts essa semana sobre essa obra e também sobre outras que possuem a mesma temática. Ainda não conhece esse livro? Vocês podem ler a resenha aqui!

“A menina que roubava livros” é um daqueles livros que eu posso dizer que mudaram a minha vida. Ele está com certeza na categoria de “livros favoritos”, tanto pela temática mas principalmente pela forma que ele foi escrito. Mas a minha história com ele já começou de uma forma bastante diferente porque eu o conheci na primeira Bienal do Livro que eu fui aqui no Rio de Janeiro. No estande da Intrínseca havia uma parede imitando o desenho da capa e eles emprestavam a capa preta e o guarda-chuva vermelho para você poder tirar uma foto. Eu achei tão bonita aquela imagem que quando eu cheguei em casa eu fui logo procurar sobre o que era aquele livro e depois o comprei porque… Um livro narrado pela Morte? Existem inúmeros livros sobre a Alemanha nazista, mas um com essa narradora eu nunca havia lido. O autor consegue retratar um período tão triste da nossa história porém de uma forma muito… Eu não sei nem como descrever. Não é poética exatamente, eu acredito que seja algo mais como delicada. Eu acho que é meio difícil não chorar com essa leitura porque ele toca o leitor de diferentes formas.

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Resenha: A Pequena Caixa de Gwendy

Ficha técnica:

Nome: A Pequena Caixa de Gwendy

Autor: Stephen King

Tradutora: Regiane Winarski

Páginas: 168

Editora: Suma

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Sinopse:

A pequena cidade de Castle Rock testemunhou alguns eventos estranhos ao longo dos anos, mas existe uma história que nunca foi contada… até agora.

Viaje de volta a Castle Rock nesta história eletrizante de Stephen King, o mestre do terror, e Richard Chizmar, autor premiado de A Long December. O universo misterioso e assustador dessa pacata cidadezinha do Maine já foi cenário de outros clássicos de King, como Cujo e A zona morta, e deu origem à série de TV da Hulu.

Há três caminhos para subir até Castle View a partir da cidade de Castle Rock: pela rodovia 117, pela Estrada Pleasant e pela Escada Suicida. Em todos os dias do verão de 1974, Gwendy Peterson, de doze anos, vai pela escada, que fica presa por parafusos de ferro fortes (ainda que enferrujados pelo tempo) e sobe em ziguezague pela encosta do penhasco.

Certo dia, um estranho a chama do alto: “Ei, garota. Vem aqui um pouco. A gente precisa conversar, você e eu”. Em um banco na sombra, perto do caminho de cascalho que leva da escada até o Parque Recreativo de Castle View, há um homem de calça jeans preta, casaco preto e uma camisa branca desabotoada no alto. Na cabeça tem um chapeuzinho preto arrumado.

Vai chegar um dia em que Gwendy terá pesadelos com isso.

A Pequena Caixa de Gwendy não é um livro como os outros do Stephen King. Falo isso como algo positivo, pois isso significa que o autor ainda é capaz de surpreender e de se reinventar, mesmo após tantos anos de estrada. Bem, para começar, nem é um livro só dele, mas em parceria com o autor Richard Chizmar (A Long December). E outra coisa bem diferente: é um livro curto, curtíssimo, para ler em uma sentada.

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