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Resenha: Sombras na Place des Vosges

Está de ressaca literária? Está entre livros muito grandes ou complexos? Essa seria uma ótima leitura “de intervalo”.

SOMBRAS_NA_PLACE_DES_VOSGES_142921179917431SK1429211799BSombras na Place des Vosges – Raymond Couchet, dono de uma grande rede de farmácias, é assassinado em seu escritório na Place des Vosges, endereço nobre de Paris. Uma grande soma em dinheiro foi roubada.No mesmo prédio onde ocorreu o crime, moram Edgar e Juliette Martin, a primeira mulher de Couchet. É por ali que o comissário Maigret resolve começar suas investigações.Não longe do local, no Hotel Pigalle, vivem, sem se conhecer, Nine Moinard, amante da vítima, e Roger Couchet, filho do primeiro casamento de Raymond. Problemático, Roger logo desperta as suspeitas de Maigret. Mas, de repente, comete suicídio. E ele sabia o que estava por trás da morte do pai.

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Resenha: Os Homens que Não Amavam As Mulheres

Hola muchachos e muchachas, Felipe de volta com uma resenha para curar a ressaca e gosto horríveis deixados por Grey. Saí do lixo ao luxo lendo Os Homens que Não Amavam as Mulheres – primeiro livro da saga Millenium e que faz parte da nova coleção com novas capas + quarto livro! Viva! Leve meu dinheiro!

Importante lembrar que o livro já foi resenhado aqui pela linda Lucy, então eu estou fazendo uma reprise, ou um cover/revival/tributo/whatever. Vamos ao que interessa.

OS_HOMENS_QUE_NAO_AMAVAM_AS_MU_143716845647SK1437168456BVem da Suécia um dos maiores êxitos no gênero de mistério dos últimos anos: a trilogia Millennium – da qual este romance, Os homens que não amavam as mulheres , é o primeiro volume. Seu autor, Stieg Larsson, jornalista e ativista político muito respeitado na Suécia, morreu subitamente em 2004, aos cinqüenta anos, vítima de enfarte, e não pôde desfrutar do sucesso estrondoso de sua obra. Seus livros não só alcançaram o topo das vendas nos países em que foram lançados (além da própria Suécia, onde uma em cada quatro pessoas leu pelo menos um exemplar da série, a Alemanha, a Noruega, a Itália, a Dinamarca, a França, a Espanha, a Itália, a Espanha e a Inglaterra), como receberam críticas entusiasmadas.

O motivo do sucesso reside em vários fronts. Um deles é a forma original com que Larsson engendra a trama, fazendo-a percorrer variados aspectos da vida contemporânea, da ciranda financeira feita de corrupção à invasão de privacidade, da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e ao abuso de poder de uma maneira geral. Outro é a criação de personagens extremamente bem construídos e originais, como a jovem e genial hacker Lisbeth Salander, magérrima, com o corpo repleto de piercings e tatuagens e comportamento que beira a delinqüência. O terceiro é a maestria em conduzir a narrativa, repleta de suspense da primeira à última página.

Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou. Fonte: Skoob.

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Resenha: Peter Pan tem que morrer

Esse não foi o primeiro livro de John Verdon que li. Da mesma série do detetive David Gurney, também li Não Brinque com Fogo (leia a resenha), que foi um livro bom, mas que não me conquistou a fundo. Nunca mais pensei no autor ou na série até ver… esse título. Confesso, foi um livro que me atraiu, primeiro, pelo título, depois, pela capa. Fui ler a sinopse e pronto, estava feito, eu queria ler. Mais uma chance para John Verdon e David Gurney e devo dizer: não me decepcionei. Esse livro conseguiu fazer o que seu antecessor não fez: me conquistar por completo e, até mesmo, me tocar.

peterpan“Peter Pan tem que morrer traz de volta o detetive Dave Gurney, protagonista de Eu sei o que você está pensando, Feche bem os olhos e Não brinque com fogo. “Uma sofisticada trama de suspense que os aficionados por mistério adorarão tentar resolver. Com um enredo tenso, cheio de intrigas inimagináveis, Peter Pan tem que morrer desafia a inteligência do leitor até sua dramática e espantosa conclusão.” – Library Journal No mais tortuoso romance policial escrito por John Verdon, o especialista em mistérios David Gurney dedica sua mente brilhante à análise de um assassinato terrível que não pode ter sido cometido da forma como os investigadores responsáveis pelo caso afirmam que foi. Detetive aposentado do Departamento de Polícia de Nova York, ele precisa cumprir uma espinhosa tarefa: determinar a culpa ou a inocência de uma mulher condenada pela morte do próprio marido. Ao descascar as diversas camadas do caso, Dave logo se vê travando uma perigosa guerra de inteligência contra um investigador corrupto, um cordial e desconcertante chefe da máfia, uma jovem linda e sedutora e um assassino bizarro que tem a altura e os traços de uma criança – aparência que lhe rendeu o apelido de Peter Pan. A uma velocidade assombrosa, reviravoltas assustadoras começam a ocorrer e Dave é sugado com força cada vez maior para dentro de um dos casos mais sombrios de sua carreira.” Fonte

Na vida não há nada mais importante que o amor. Nada.




Resenha: Jack, o Estripador em Nova York

Há algumas semanas a Editora Vestígio anunciou que estava reformulando o selo e enviou um convite maravilhoso para os parceiros: a leitura de um dos seus dois lançamentos, Jack, o Estripador em Nova York ou Sherlock Holmes no Japão. Como eu adoro uma história mais sanguinária e sinistra e digamos que Holmes está bem longe de ser meu detetive favorito (presunçoso demais para meu gosto), escolhi Jack, o Estripador em Nova York, afinal o título e a bela capa me deixaram imensamente interessada. Quer dizer… é Jack, o Estripador! E minha escolha foi completamente acertada: adorei a leitura. Envolvente, divertido, inteligente, essa é uma obra repleta de personagens cativantes que certamente irá conquistá-lo.

“Carver Young sonha ser um detetive, apesar de ter crescido num orfanato, tendo apenas romances policiais e a habilidade de abrir fechaduras para estimulá-lo. Entretanto, ao ser adotado pelo detetive Hawking, da mundialmente famosa Agência Pinkerton, Carver não só tem a chance de encontrar seu pai biológico como também se vê bem no meio de uma investigação de verdade, no encalço do cruel serial killer que estava deixando Nova York em pânico total. Mas quando o caso começa a ser desvendado, a situação fica pior do que ele poderia imaginar, e sua relação com o senhor Hawking e com os detetives da Nova Pinkerton entra em risco. À medida que mais corpos aparecem e a investigação ganha contornos inquietantes, Carver precisa decidir: de que lado realmente está? Com diálogos brilhantes, engenhocas retrofuturistas e a participação de Teddy Roosevelt, comissário da polícia de Nova York que viria a ser presidente dos Estados Unidos, Jack, o Estripador em Nova York desafiará tudo o que você pensava saber sobre o assassino mais famoso do mundo. E o deixará sem fôlego!” Fonte

O cérebro é como um camundongo correndo numa roda na gaiola. Sem escapatória e sem nem mesmo saber disso.




Resenha: Um Outono em River Falls

UM_OUTONO_EM_RIVER_FALLSSinopse: Um Outono em River Falls – Nesse início de outono, dois assassinatos cometidos um após o outro vêm perturbar a relativa tranquilidade de River Falls, que começava a se restabelecer da sórdida sequência de crimes de alguns meses antes.
O primeiro assassinato causa estardalhaço: Robert Gordon, um advogado brilhante, conhecido por sua filantropia, é encontrado eletrocutado na banheira de sua luxuosa mansão em Golden Hill, o bairro rico da cidade. Tudo indica que o assassino tentou disfarçar o crime em suicídio, mas de maneira descuidada.
No mesmo dia, o corpo de um mendigo, coberto de hematomas e encontrado no rio, chega ao necrotério, sem causar maior comoção. A priori, nenhuma ligação entre os dois casos.
O xerife Mike Logan, com a ajuda de sua companheira, a célebre profiler Jessica Hurley, terá de elucidar os assassinatos.
Tem início um inquietante mergulho nas regiões obscuras da alma humana que revelará segredos devastadores. Fonte

Esse livro é sequência de Sete Dias em River Falls, mas a resenha não contém spoilers do livro anterior. Leiam sem medo!

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