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Resenha: Inferno a bordo

Adoro literatura policial, mas nunca tinha lido Georges Simenon, aclamado escritor do gênero. Autores que admiro, como o Raphael Montes (Dias Perfeitos) o têm em alta estima e inclusive dizem serem influenciados por sua obra. Pois bem, eu precisava conferir com meus próprios olhos, mas me decepcionei por completo.

“Marujos não falam muito com outros homens, e menos ainda com policiais. Mas depois que o corpo do Capitão Fallut é encontrado próximo ao vapor em que trabalhava, o Océan, todos começam a falar em mau-olhado para tentar explicar os acontecimentos sinistros durante a última viagem da embarcação.” Fonte

A coisa boa em Inferno a Bordo é que ele é curto. Pouco mais de 100 páginas, em uma edição leve e confortável da Companhia das Letras que eu perfeitamente li num dia só, um domingo de praia. Porém, mesmo sendo relativamente curto, o livro parece mais longo devido à escrita arrastada de Simenon. E ele nem é muito descritivo, como geralmente são as leituras lentas, mas mesmo assim consegue ser cansativo em diálogos monótonos que caminham em círculos, levando o leitor de lugar algum a lugar nenhum.

Conte-me a verdade sobre os acontecimentos do terceiro dia.




Resenha: O Cachorro Amarelo

cachorro amareloSinopse: O cachorro amarelo se passa na cidade costeira de Concarneau, na região francesa da Bretanha. Após o assassinato de um mercador de vinhos, Maigret passa a desconfiar de Emma, uma garçonete submissa. A chave para a resposta, contudo, está num misterioso cachorro amarelo que vaga pelas redondezas e costuma repousar aos pés de Emma.
A popularidade do comissário Maigret – seu personagem mais famoso – e as diversas adaptações para o audiovisual contribuíram para reforçar a imagem de Georges Simenon como um autor de livros para consumo rápido.
Nada mais equivocado. Simenon figura entre os grandes escritores do século XX. Entre seus milhares de admiradores ilustres, André Gide, Charles Chaplin, Henry Miller, William Faulkner e Federico Fellini eram os primeiros da fila. Além das muitas histórias policiais, produziu 41 “romances duros”, obras em geral maiores no tamanho e na ambição, construídas fora dos esquadros das tramas de investigação e não raro incluídas no cânone da literatura europeia.

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Resultado: Sorteio Policial

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Quem tá doido pra saber quem foi o grande vencedor dessa super promoção realizada pelo Por Essas Páginas e o blog S2Ler (visitem!)? São quatro livros policiais para um único ganhador! Cruzem os dedos!

E quem ganhou foi…




Promoção entre blogs: Sorteio Policial

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Bem-vindos a mais uma super promoção por aqui, dessa vez uma parceria entre o Por Essas Páginas e o blog S2Ler (visitem!)! Como eu e a Mari somos leitoras que adoramos o gênero policial, resolvemos vir aqui e dividir um pouco desse nosso amor com vocês, sorteando quatro livros incríveis do gênero para um único ganhador! Demais, né? Por isso, participem muito!

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Resenha: A Fera Interior

Recebi esse livro gentilmente da Editora Vestígio há vários meses. Eu o solicitei após me deparar com algumas opiniões extremamente positivas sobre o livro, que me deixaram intrigada; a sinopse também é instigante, afinal, cinco homens assassinados e castrados e todo um caso envolvendo pedofilia? Tenso. Por meu desleixo, acabei lendo outros livros na frente dele e acabei pegando-o para ler só no final de abril. Final de abril. Terminei a leitura agora no começo de julho. São pouco mais de dois meses lendo um livro e, para mim, isso é muito tempo. Simplesmente esse livro não funcionou para mim; não conseguia ler e acabava lendo outros livros enquanto a leitura dele continuava emperrada. Estou até agora tentando entender o que aconteceu – no livro e na minha leitura dele. Aviso: essa resenha pode ser confusa e ligeiramente irritada, porque assim são meus sentimentos em relação a esse livro.

“Cinco corpos masculinos mutilados – castrados – e um rico empreendedor que denuncia na mídia a falta de firmeza da justiça dinamarquesa para com os pedófilos. O inspetor Simonsen, que tem experiência demais para não desconfiar das coincidências, logo compreende que está diante de um plano de grandes dimensões, cujos pormenores ainda desconhece…

Neste primeiro romance, intenso e cativante, Lotte e Søren Hammer constroem uma intriga milimétrica e engenhosa sobre um assunto ainda tabu na Dinamarca, a pedofilia. Pintando o retrato de uma opinião pública que toma partido dos assassinos, os autores levam o leitor a questionar suas próprias certezas éticas.” Fonte

E uma verdade mais primitiva estava batendo na porta: o direito do cidadão comum, a vontade do povo, a velha e boa vingança.

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