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Resenha: Sete dias em River Falls

Sabe aquele livro que você acha que vai ser de uma forma, mas é de outra completamente diferente? Foi assim com Sete dias em River Falls. Não de forma totalmente negativa, embora eu esperasse mais da leitura. Vou explicar melhor logo abaixo.

SETE_DIAS_EM_RIVER_FALLSSinopse: Algumas garotas escondem terríveis segredos…Sarah Kent é uma estudante brilhante e leva uma vida tranquila em meio à elite da universidade de River Falls, uma cidadezinha perto das Rochosas, no estado norte-americano de Washington. Mas tudo muda numa manhã de primavera: Amy Paich e Lucy Barton, as duas melhores amigas de Sarah em sua cidade natal, são encontradas no fundo de um lago, terrivelmente mutiladas. As duas não falavam mais com Sarah, mas tinham mandado um estranho convite para a amiga dois dias antes dessa tragédia.A vida de Sarah se transforma num pesadelo. Seria ela a próxima vítima do assassino? A garota parece esconder um terrível segredo, como se um laço misterioso ainda a ligasse a Amy e Lucy… Mistérios que o xerife Mike Logan tentará resolver, com a ajuda de Jessica Hurley, sua ex-namorada e famosa profiler do FBI. Eles pensam estar na pista certa, mas seu adversário é perverso e os manipula com facilidade…  Fonte

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Resenha: Boneco de Neve

Depois de toda a campanha de marketing em cima desse lançamento da Record, eu fiquei ainda mais ansiosa para lê-lo, e olha que eu já queria assim que vi a lista de lançamentos. Afinal, é policial e tem na capa a frase “macabro e perturbador”, o que para mim é como um letreiro em neon dizendo “LEIA AGORA!”. Sou a leitor mais psicótica aqui do blog e, por isso, livros de terror – ou com algo disso – são comigo mesmo. Mas vou ser petulante e dizer que o The Guardian, que classificou o livro desse jeito, precisa ler mais livros macabros, porque Boneco de Neve não perturbou nadinha. Se vocês querem algo realmente perturbador, por favor, voltem lá na resenha de Nada, que também é da Record, e aí sim se sintam incomodados pra valer. Aquilo sim foi um um #epicwin. Agora, Bonece de Neve é assim, assim, nada demais, sabe? Leiam a resenha e entendam porque esse livro não fez nem cosquinha.

“Considerado seu livro mais ambicioso pelo jornal inglês The Guardian e comparado a Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris, pelo The Times, Boneco de neve é o seu livro mais arrepiante. No dia da primeira neve do ano, na fria cidade de Oslo, o inspetor Harry Hole se depara com um psicopata cruel, que cria suas próprias regras; O terror se espalha pela cidade, pois um boneco de neve no jardim pode ser um aviso de que haverá uma próxima vítima. No caso mais desafiador da sua carreira, Hole se envolve em uma trama complexa e mortal, com final surpreendente.” Fonte

Não, nada desaparecia, só estava em outro lugar.




Resenha: Esconda-se

Novo livro da Lisa Gardner? É claro que corri para ler. Depois de ler Sangue na Neve (resenha aqui), eu me apaixonei pela escrita empolgante da autora. Esconda-se, porém, apesar de ser um bom livro, não é tão incrível quanto Sangue na Neve. Talvez por ser um dos primeiros livros da série de Lisa Gardner. Ou talvez por outros motivos. Entenda o porquê nessa resenha.

“Uma mulher que foi obrigada a fugir — desde criança— de uma possível ameaça. Uma ameaça que seu pai via em todo lugar, mas que a polícia nunca considerou. Um antigo e desativado sanatório para doentes mentais que pode ter muito mais a esconder entre suas paredes do que homens e mulheres entorpecidos por remédios. Uma história de rancor entre membros de uma mesma família que nunca conseguiram superar os episódios de violência doméstica que presenciaram. Um pingente que foi parar em mãos erradas — e a cena de um crime brutal: seis meninas mortas e mumificadas há mais de trinta anos. Agora, cabe à famosa detetive D.D. Warren descobrir quem foi o serial killer que cometeu esta atrocidade e que motivação infame deformou sua mente. Acompanhe D.D. Warren na solução de mais este complexo caso e encontre o inimaginável que está por trás de pessoas aparentemente comuns!” Fonte

Descobri que mentir vicia tanto quanto qualquer droga.




Resenha: Não brinque com fogo

Não brinque com fogo foi o nosso primeiro livro de parceria com a Editora Arqueiro. Também foi minha primeira leitura de John Verdon e da sua série do detetive Dave Gurney. Apesar de ser o terceiro livro do autor – e da série – não senti incômodo algum por ler uma série já iniciada. Como a maioria dos livros policiais, a série é uma sequencia, mas um livro não é conectado intrinsecamente ao outro, de maneira que qualquer leitor pode iniciar a série não pelo primeiro, mas pelo segundo ou ainda pelo terceiro livro tranquilamente. Mas sim, fiquei com vontade de ler mais livros dessa série. Vamos lá descobrir mais sobre Não brinque com fogo?

“No ano 2000, um criminoso que ficou conhecido como Bom Pastor matou seis pessoas em estradas, dentro de seus carros em movimento. Na época, ele enviou um manifesto à polícia no qual deixava claras suas motivações: uma cruzada solitária contra a ganância. Após o sexto assassinato, no entanto, encerrou a matança e nunca foi descoberto. Dez anos depois, uma jovem estudante de jornalismo está fazendo um documentário sobre os familiares das vítimas quando coisas estranhas começam a acontecer em sua casa. Objetos são trocados de lugar, maçanetas são afrouxadas, luzes se apagam sozinhas. Assustada, ela contrata Dave Gurney como consultor. Depois de ler o material sobre o caso – incluindo o perfil psicológico do assassino elaborado pelo FBI –, o detetive coloca em dúvida toda a lógica da investigação. Ao confrontar os agentes responsáveis, porém, Dave percebe que está mexendo em um ninho de vespas, o que fica evidente quando até pessoas que o apoiaram no passado se voltam contra ele. Agora seu único aliado é o antigo parceiro Jack Hardwick, um policial grosseirão e debochado que não esconde seu desprezo pelas autoridades. Com sua ajuda, Dave tem acesso aos relatórios confidenciais do caso e começa a própria investigação. Mais uma vez, ele se colocará em risco enquanto tenta provar seu ponto de vista e capturar o criminoso. Além de reunir todas as qualidades da série Dave Gurney – personagens bem construídos e uma admirável engenhosidade narrativa –, “Não Brinque Com Fogo” vai além: é um lembrete do poder da fé em si mesmo num mundo onde isso é cada vez mais raro.” Fonte

Não acorde o diabo.




Resenha: O Mistério do Chocolate

Olá! Sabe quando você bate o olho em um livro na livraria e de repente acha que esse livro é a sua cara?

Pois é! Eu sou chocólatra declarada e AMO policiais. Então, quando vi O mistério do chocolate, achei que seria um policial bem bacana e a minha cara.

Bem, infelizmente não foi bem assim.

O_MISTERIO_DO_CHOCOLATE

Sinopse: Hannah Swensen é uma confeiteira ruiva que cria sobremesas e cookies tão mordazes quanto suas respostas atrevidas na pequena cidade de Lake Eden. Quando Ron LaSalle, o entregador mais querido da cidade é encontrado morto atrás de sua confeitaria, tendo os famosos cookies de chocolate de Hannah espalhados ao seu redor, sua vida e seu negócio só podem piorar. Determinada a não permitir que seus cookies fiquem com má reputação, ela decide começar a investigar o crime, colocando também sua própria vida em risco. Fonte

Não sei se foi porque todas as vezes que eu peguei esse livro pra ler (porque ele está na minha estante desde o ano passado (ou retrasado? ih…) eu estava exacerbada com alguma coisa (= trabalho) ou não era o momento certo para a leitura, mas eu vivia pegando e largando esse livro. Dureza, viu?

Aí aproveitei o Desafio realmente desafiante organizado pela Clícia do blog Silêncio que eu to lendo para desencalhar esse livro da minha estante. Este é o livro do item 3. Ler um livro com um doce na capa. E o que pode ser melhor do que chocolate?

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