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Resenha dupla: A Síndrome E

Olá pessoal! Aqui quem fala é a Karen e a Lucy e, como nós duas lemos quase ao mesmo tempo esse novo thiller da Intrínseca, A Síndrome E., de Franck Thilliez, resolvemos fazer uma resenha dupla dele. Só de ler a sinopse o livro já desperta a curiosidade e cria expectativas, porém ele não era tudo aquilo que esperávamos. A Síndrome E decepcionou um pouco, apesar de ser um bom livro. ‘Bora lá saber o que a gente achou dele?

Sinopse: “Um estranho caso vem atrapalhar as férias de verão de Lucie Hennebelle, tenente de polícia em Lille. Seu ex-namorado ficou cego depois de assistir a um filme mudo, anônimo, com um roteiro enigmático, concebido por uma mente doentia. Simultaneamente, o comissário Franck Sharko, veterano da Divisão de Homicídios e analista comportamental na Divisão de Repressão à Violência, passa por um tratamento na tentativa de curar a esquizofrenia.

No norte da França, cinco cadáveres não identificados foram encontrados sepultados a dois metros de profundidade mutilados de maneira atroz e em estado de decomposição avançada e Sharko cede ao chamado da aventura. Enquanto Lucie descobre os horrores escondidos no estranho filme, um misterioso informante do Canadá aponta-lhe o elo entre aquele rolo e os cinco cadáveres.

Um único e mesmo caso, graças ao qual Lucie e Sharko, tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximos em sua concepção do ofício, irão se encontrar. Das favelas do Cairo aos orfanatos do Canadá nos anos 1950, os dois colegas irão se deparar com um mal desconhecido, batizado como “síndrome E”. Uma realidade assustadora que revela como o ser humano pode ser capaz das maiores atrocidades.” Fonte

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Resenha: Sangue na Neve

Quando recebi esse livro essa semana através da parceria do blog com a Novo Conceito imediatamente passei-o na frente da minha longa lista de leituras e resolvi que, sendo um suspense policial, eu precisava lê-lo. Peguei-o para ler ansiando por uma história que me deixasse na ponta da cadeira e me fizesse virar as páginas febrilmente: devo dizer que foi exatamente isso que aconteceu. Apesar de ser primeiro livro de Lisa Gardner que li já estou apaixonada por sua escrita vibrante. Vamos conhecer mais sobre Sangue na Neve?

“A policial Tessa Leoni matou seu marido, Brian Darby, em legítima defesa. A arma do crime está à vista de todos e os hematomas no corpo de Tessa confirmam a ocorrência. A policial também não fez questão de fugir, ou de arrumar qualquer justificativa para explicar aquele corpo estendido no chão da cozinha, portanto, aparentemente, o que a investigadora D.D.Warren tem à sua frente é o desfecho de uma briga doméstica. Um caso simples. No entanto, ao abrir o inquérito, D. D. terá uma surpresa: este não é o primeiro homicídio de Tessa Leoni e — afinal — onde está a filhinha de seis anos da policial? Será que a policial Leoni realmente atirou em seu marido para matá-lo? Uma mãe seria capaz de prejudicar intencionalmente sua filha? D. D. Warren, a experiente detetive que acredita que desvendar um caso é como mergulhar na vida do criminoso, enfrentará mais uma investigação que a levará a uma busca frenética por uma criança desaparecida enquanto tenta encaixar as peças de um mistério familiar que a levará a quebrar os muros do corporativismo policial.” Fonte

Sangue na Neve – em inglês, Love you more, e sim o título é importante – é o quinto volume da série de livros que narram os casos da detetive D. D. Warren. Apesar disso é possível lê-lo tranquilamente sem ter lido nenhum outro livro da série anteriormente, porque eu mesma fiz isso e em nenhum momento houve confusão. Lisa Gardner nos apresenta seus personagens – os antigos e os novos – com maestria e sem descrições cansativas. Ela os apresenta através de atitudes e ações, o que é muito mais dinâmico do que longas descrições maçantes. Aliás, nesse livro, nada é maçante: você devora as páginas como se não houvesse amanhã.

Quem você ama?




Resenha: As Esganadas

Olha eu aqui de novo, dessa vez para trazer um pouco de literatura nacional para vocês. E por falar em literatura nacional, essa resenha faz parte do Desafio realmente desafiante 2013 do blog Silêncio que eu to lendo. O item do desafio é o 11. Ler um livro nacional.

Estou contente porque estou conseguindo acompanhar o desafio, apesar de algumas resenhas terem atrasado. Mas pelo menos estou conseguindo cumprir uma cota mínima de leitura para o desafio, espero que no fim do ano eu tenha lido pelo menos 50% da minha meta de leitura – levando em consideração que eu, hm… acrescentei alguns livros na meta do skoob.

Mas vamos ao que interessa. rsrs :P

AS_ESGANADASSinopse: Rio, 1938. Um perigoso assassino está à solta nas ruas. Seu alvo são mulheres jovens, bonitas e… gordas. Sua arma são irresistíveis doces portugueses. Com requintes de crueldade gastronômica, ele mata sem piedade suas vítimas e depois expõe seus cadáveres acintosamente, escarnecendo das autoridades. Fonte

Quando eu adquiri meu kindle, a minha amiga Mi me presenteou com alguns livros que ela achou que eu fosse gostar, incluindo este. Eu torci o nariz, porque não gostei muito de O Xangô de Baker Street – mas não gostei simplesmente porque gosto muito das histórias originais de  Sherlock Holmes e vê-lo um tanto parodiado não me agradou.

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Resenha: A Menina que Brincava com Fogo, Steg Larsson

Olá! Essa resenha contém spoilers de Os homens que não amavam as mulheres (resenha), então, se não quiser estragar as surpresas, sugiro que não sigam adiante (nunca se sabe heheh).

Sinopse:  Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados – um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela apenas está esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rapidamente possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis, e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados. (Fonte)

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Resenha: O Hipnotista

“O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.” Fonte

“O Hipnotista”, de Lars Kepler (pseudônimo utilizado pelo casal de escritores suecos Alexandra e Alexander Ahndoril), já estava esperando na minha estante há um bom tempo para ser lido. O gênero policial/suspense está entre os meus favoritos, então as minhas expectativas eram grandes a respeito desse título. Como sempre, caí na armadilha de criar grandes expectativas em alguma coisa.

Quando você pensa que uma coisa é uma coisa… ela é outra completamente diferente.

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